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Solange a delegada casca grossa.

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thiago

Meu nome é Thiago Nogueira, tenho trinta e cinco anos e sou um investigador policial com mais de uma década de serviço. Com meu um metro e oitenta e sete de altura, ombros largos e um físico atlético mantido a base de treinos intensos e muita corrida atrás de bandido, eu me considerava um cara que impunha respeito. Minha pele morena clara, sempre levemente bronzeada, e o olhar focado eram minha marca registrada. Nada, no entanto, me preparou para a chegada da Delegada Solange Campos.

Ela chegou na delegacia como um furacão em dia de temporal. De um dia para o outro, nossa rotina virou de cabeça para baixo. Solange Campos era uma mulher mulata, de uma beleza estonteante, com aproximadamente um metro e setenta de altura. Suas pernas eram super grossas e torneadas, dignas de uma atleta, e o bumbum arrebitado desafiava a gravidade. Os seios, fartos e empinados, pareciam querer saltar dos terninhos impecáveis que ela usava. Os cabelos pretos, longos e lisos, emolduravam um rosto de traços fortes, realçados por lábios carnudos que pareciam feitos para o pecado. Ela tinha quarenta anos, a idade em que algumas mulheres começam a sentir o peso do tempo, mas em Solange, cada ano parecia ter adicionado uma camada extra de irresistibilidade e poder.

Como delegada, ela era uma carrasca. Dava ordens secas, não admitia questionamentos e cortava todas as cantadas com uma frieza que congelava a espinha de qualquer marmanjo. Lembro-me do Inspetor Carlos, um veterano com vinte anos de polícia, que tentou uma piadinha machista no primeiro dia dela.

— Delegada, com todo respeito, a senhora é tão linda que desvia a atenção dos bandidos na hora da prisão! ele disse, com um sorriso afetado.

Solange o olhou por cima dos óculos de leitura, sem mover um músculo do rosto, e respondeu com uma voz que não dava margem para réplica:

— Inspetor Carlos, se o senhor está tão preocupado com a atenção dos bandidos, talvez devesse focar em prendê-los em vez de fazer comentários sexistas. Minha beleza não é pauta para o seu relatório. Da próxima vez, é uma suspensão.

Carlos ficou vermelho e nunca mais tentou. Ela era uma parede de concreto.

Eu, como bom brasileiro, não desisti. Comecei a oferecer carona para ela, inventando desculpas como "meu caminho é o mesmo que o seu" ou "o carro da delegacia está na manutenção". Ela aceitava, mas sempre com uma expressão de quem estava fazendo um favor ao mundo. No carro, eu tentava puxar assunto, elogiava o trabalho dela, o foco, a inteligência.

— Delegada, a senhora é incrível na hora de interrogar. Ninguém tira uma confissão como a senhora.

— É meu trabalho, Investigador Nogueira. Assim como o seu é dirigir e não tentar adentrar minha vida pessoal. ela respondia, os olhos fixos na paisagem, ignorando completamente minhas investidas.

Todos os marmanjos da delegacia tentavam de alguma forma. Sérgio, o chefe dos escrivães, sempre trazia um café especial para ela, na esperança de um sorriso. Roberto, o perito mais galanteador, mandava flores anônimas. Ela dava um jeito de devolver o café ou deixava as flores murcharem na mesa sem nem olhar. Ela era impermeável.

Até que, um dia, Solange começou a malhar na academia perto da delegacia, a mesma que eu frequentava. Meu coração pulou uma batida. Eu já ia para a academia religiosamente, e agora teria a chance de vê-la fora daquele ambiente formal, em um cenário onde o corpo era a estrela.

Ela aparecia sempre de macacões fitness colados, geralmente pretos, que desenhavam cada músculo das suas pernas super grossas e do bumbum arrebitado. Os seios fartos balançavam levemente a cada passada na esteira, e os cabelos pretos eram presos em um rabo de cavalo alto, revelando a nuca suada. Ela treinava todos os dias com uma intensidade que faria muitos homens chorarem. Eu a observava levantar pesos absurdos no leg press, as coxas explodindo de força. Ela fazia agachamentos com carga que eu mal conseguia imaginar, e o bumbum dela parecia crescer e enrijecer a cada repetição.

A academia virou um circo. Todos os caras queriam cair matando para comer aquela cavala. Eu via os olhares de desejo, os cochichos, os convites disfarçados para "ajudar no treino". Marcelo, o instrutor mais exibido da academia, tentou uma investida descarada um dia.

— Delegada, sua forma no agachamento está impecável! Mas se a senhora quiser um apoio na falha, estou à disposição.

Solange o olhou com aquele olhar gélido, limpou o suor da testa e respondeu:

— Instrutor Marcelo, eu não preciso de apoio para o meu treino e muito menos para a minha vida pessoal. Foco na sua ficha e deixe-me em paz. Se eu precisar de ajuda, pedirei.

Ela driblava as investidas com a mesma maestria com que driblava os criminosos nos interrogatórios. Ela era uma muralha de autodisciplina e profissionalismo, até mesmo na hora de suar a camisa. Eu a via nas aulas de spinning, com as pernas grossas pedalando em alta velocidade, o corpo esculpido em movimento, e a vontade de possuí-la só aumentava. Eu sabia que, para chegar nela, eu teria que ser diferente, eu teria que ir além das investidas comuns.

O que ela tinha de gostosa, também tinha de arrogante. Solange era o próprio retrato da disciplina de ferro e da arrogância. Na delegacia, ela andava com o nariz tão em pé que parecia ignorar a existência de qualquer oxigênio abaixo do cargo dela. Era uma máquina de dar patadas. Lembro do Investigador Lima, um cara folgado, que tentou questionar uma ordem de diligência.

— Delegada, com todo respeito, essa busca agora vai atrapalhar meu almoço... — resmungou Lima.

— Investigador Lima, eu não sou sua nutricionista, sou sua superior. Se o seu estômago fala mais alto que seu distintivo, entregue a arma e vá abrir uma lanchonete. Saia da minha frente agora! — ela disparou, sem nem desviar os olhos do monitor.

Até comigo ela era implacável. No evento de Segurança Pública, no final da noite, enquanto bebíamos um drink caro, tentei uma abordagem mais suave, mas com segundas intenções.

— Solange, você fica ainda mais perigosa sob essa luz. Se eu não soubesse que você é a lei, te prendia agora mesmo por excesso de beleza. brinquei, tentando um charme.

— Nogueira, se a sua capacidade de investigação for tão ruim quanto o seu repertório de cantadas, eu entendo por que temos tantos crimes sem solução. Beba seu whisky e foque no painel sobre balística, é o único disparo que me interessa hoje. respondeu ela, seca, me deixando com a cara no chão.

Na academia, a tortura era visual. Ela apareceu um dia com um macacão fitness branco, tão colado que não deixava nada para a imaginação. O bumbum dela parecia uma escultura sob o tecido claro, e aquela bunda super gostosa era o assunto de todos os pesos e aparelhos. O Personal Trainer Ricardo, um cara todo bombado que se achava o dono do pedaço, tentou a sorte enquanto ela fazia agachamento.

— Delegada, cuidado com a lombar... se quiser, posso fazer um apoio manual para garantir sua segurança. disse Ricardo, já esticando a mão na direção do quadril dela.

Solange travou o movimento, largou o peso e o encarou com um desprezo que quase o fez diminuir de tamanho.

— Ricardo, se você encostar um dedo em mim, a única coisa que você vai segurar nos próximos meses é o corrimão da cela por desacato e importunação sexual. Eu não preciso de "apoio manual", preciso que você saia do meu raio de visão antes que eu perca a paciência.

Ela era uma fortaleza. Os marmanjos como o Sérgio e o Vitor ficavam só de longe, babando naquela cavala, enquanto ela ignorava cada olhar de desejo com a mesma frieza que lia um auto de prisão em flagrante. Ela era um desafio monumental.

Minha estratégia começou a se desenhar nos dias em que o clima na academia ficava mais descontraído. Eu não a abordava com cantadas, mas com conselhos técnicos sobre o treino dela, baseados em artigos científicos sobre performance e recuperação muscular.

— Delegada, observei que a senhora tem uma hipertrofia excelente nos quadríceps, mas talvez um ajuste na angulação do stiff possa isolar melhor os isquiotibiais para um equilíbrio muscular. eu disse um dia, aproveitando que ela estava alongando perto de mim.

Ela me olhou surpresa, a primeira vez que me via como algo além de um flertador insistente.

— Interessante, Investigador Nogueira. Você entende de fisiologia?

— Entendo do que é preciso para ser o melhor na minha profissão e no meu corpo. Assim como a senhora.

Pouco a pouco, ela começou a me observar também. Eu treinava pesado, com foco, sem jamais tirar o olho do meu objetivo, mas sempre atento a qualquer oportunidade de cruzar com ela. Quando ela fazia um exercício mais complexo, eu estava por perto para "discretamente" observar a execução. Um dia, ela se aproximou de mim enquanto eu estava no supino inclinado, com uma carga pesada.

— Investigador, sua técnica no supino está excelente. É um bom exemplo de força e estabilidade.

Aquele foi o primeiro elogio dela para mim. Eu senti um arrepio. A partir daquele dia, nossas conversas na academia se tornaram mais frequentes, mas sempre sobre treino, dieta, suplementos. Eu falava dos meus treinos de perna, dos agachamentos pesados, do foco em manter um bumbum firme. Ela ouvia, às vezes até pedia minha opinião sobre um novo suplemento. Eu sabia que estava ganhando terreno.

Mas a aposta era de outro nível. Eu não queria apenas uma conversa na academia. Eu queria que ela cedesse. Queria que ela perdesse o controle, que me visse como o homem que poderia fazer isso. Eu sabia que a resistência dela era uma armadura, e eu precisava encontrar a rachadura.

A oportunidade surgiu em uma competição interna de levantamento de peso na academia, um evento informal, mas com uma plateia grande. Eu e ela estávamos inscritos. Ninguém esperava que ela participasse, e quando ela subiu ao palco, de macacão preto e o bumbum arrebitado, a academia inteira prendeu a respiração. Eu a desafiei ali mesmo, na frente de todos.

— Delegada Solange, com todo respeito, a senhora é forte, mas duvido que consiga manter essa pose de invencível fora do ambiente da delegacia. Que tal uma aposta? Quem levantar mais peso, o outro vai ter que passar a noite inteira fazendo o que o vencedor mandar. Sem limites. E se um de nós pedir arrego, o perdedor tem que pagar uma semana de humilhação pública.

Ela me olhou com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto, uma mistura de fúria e excitação.

— Aceito, Investigador Nogueira. Mas não pense que eu vou aliviar só porque você é um "garoto" bonito.
A competição na academia foi o estopim de tudo. Solange Campos subiu na plataforma de levantamento terra com uma frieza que silenciou os marmanjos. Ela estava com um macacão preto de poliamida que brilhava sob as luzes, marcando o contorno exato daquelas coxas que pareciam blocos de mármore. Quando ela segurou a barra, vi as veias saltarem em seus antebraços mulatos. Ela levantou 140 kg sem uma gota de suor no rosto, apenas com um leve bufar que fez seus seios grandes oscilarem sob o tecido firme. Eu venci por uma margem mínima, mas aquela noite ela deu um jeito de se esquivar da aposta, alegando uma emergência no plantão. Aquela mulher era lisa, uma delegada que sabia usar a lei e o desejo a seu favor.

Nos meses seguintes, a minha estratégia mudou. Parei de ser o investigador que apenas obedecia e passei a ser o cara que a desafiava intelectualmente e fisicamente. Mas a Solange era uma desgraçada de difícil. Na delegacia, ela continuava sendo a "Dona da Verdade". Lembro-me do Agente Bastos, um cara fortão que se achava o garanhão, tentando cercá-la no café.

— Delegada, a senhora com esse batom vermelho e essa saia justa... fica difícil focar no inquérito. — disse o idiota do Bastos.

Ela nem olhou para ele, apenas continuou lendo o processo e respondeu com aquele tom de voz que cortava como navalha:

— Bastos, se sua capacidade cognitiva é limitada pelo meu batom, peça exoneração. Ou foque na sua incompetência, que é muito mais visível que minha saia. O cara saiu de lá com o rabo entre as pernas.

Eu tentei roubar um beijo dela duas vezes. A primeira foi no estacionamento da delegacia; ela estava com uma calça de alfaiataria que realçava absurdamente o bumbum arrebitado e uma camisa branca entreaberta. Quando me aproximei para encurralá-la contra o carro, ela colocou a palma da mão na minha boca antes que eu encostasse.

— Nogueira, se você quer ser processado por assédio, está no caminho certo. Se quer ser homem, aprenda que "não" é uma frase completa. ela disse, com um sorriso cínico que me deixou com mais tesão ainda.

A segunda tentativa foi na academia. Ela estava fazendo agachamento sumô, as pernas grossas abertas, o macacão esticado ao limite. Quando ela terminou a série, eu me aproximei por trás e sussurrei no seu ouvido, tentando um beijo no pescoço. Ela deu um passo à frente com uma agilidade absurda e me olhou de cima a baixo.

— Você é persistente, investigador. Mas persistência sem inteligência é só burrice. ela disse, voltando para o treino como se eu fosse um móvel.

Aquela mulata era uma casca grossa insuportável, mas eu estava determinado. Consegui o jantar depois de resolver um caso complexo que estava parado há meses. Usei isso como moeda de troca. "Um jantar, Solange. Sem distintivo, sem ordens." Ela aceitou, talvez por cansaço, talvez por curiosidade.

No jantar, ela estava estonteante. Um vestido justo, cor de vinho, que destacava sua pele mulata e seus seios grandes. Eu a enchia de elogios, falava da sua beleza, do seu magnetismo.

— Solange, você sabe que é a mulher mais desejada daquela distrital. Esse seu jeito autoritário só aumenta o mistério.

— Nogueira, poupe-me da lisonja barata. Eu sei o que eu sou. Vamos falar de coisas reais. Como anda a investigação do tráfico na zona sul? ela mudava de assunto com uma dureza de dar inveja. Ela era dura na queda, impenetrável.

Quando o jantar acabou, ofereci carona. No caminho de volta, a tensão no carro era palpável. Eu estava na esperança de que ela desse um sinal, quem sabe um motel no caminho. Ela estava sentada no banco do passageiro com as pernas cruzadas, a fenda do vestido revelando a coxa super grossa e firme. O perfume dela tomava conta do veículo. Eu olhava de lado, na minha mente eu xingava mentalmente aquela delegada difícil, aquela mulher que parecia sentir prazer em me torturar com sua presença.

Então eu disse: Solange, você vai continuar fingindo que não existe nada entre nós? perguntei, reduzindo a velocidade perto de um motel de luxo que conhecia.

— O que existe, Nogueira, é um investigador carente e uma delegada que sabe exatamente onde quer chegar. Siga para minha casa. ela disse, mantendo a postura, mas notei que ela descruzou as pernas e a respiração dela mudou levemente.

Aquela desgraçada sabia que estava me vencendo pelo cansaço. Eu a xinguei baixinho, chamando-a de "mulher difícil do caralho", e ela apenas deu um risinho de quem tinha o controle total da situação. Mal sabia ela que eu já tinha o plano para a noite que mudaria tudo.

Eu estacionei o carro na frente do prédio dela com o sangue fervendo. Foram seis meses. Seis malditos meses de investidas, de ser esculachado na frente dos colegas, de ver aquela mulher de macacão preto na academia e ter que me satisfazer sozinho em casa imaginando o que havia debaixo daquela armadura. Eu estava com uma raiva acumulada que não cabia no peito. Quando desliguei o motor, o silêncio durou apenas alguns segundos.

— Você vai subir ou vai ficar aí xingando o volante, Nogueira? ela perguntou, com aquela voz autoritária, mas agora com um tom aveludado que eu nunca tinha ouvido.

Entramos no apartamento dela e, assim que a porta trancou, a delegada sumiu e sobrou apenas a fêmea. Eu a prensei contra a porta com uma fúria contida. Segurei seus braços acima da cabeça e olhei no fundo daqueles olhos castanhos.

— Você me torturou por meio ano, Solange. Hoje você vai pagar cada minuto dessa espera. eu disse, a voz rouca de desejo.

— Menos conversa e mais ação, investigador. Mostra se você é tão bom de cama quanto é de lábia. ela respondeu, desafiadora.

Eu não tive paciência para delicadezas. Rasguei a seda do vestido dela e o que vi foi de tirar o fôlego. Ela usava uma lingerie preta que mal cobria os seios grandes. A pele mulata brilhava e as coxas eram ainda mais grossas e firmes do que eu imaginava. Eu a joguei no sofá e comecei um oral feroz, querendo marcar território. Ela gemia alto, com a cabeça jogada para trás, as mãos enterradas no meu cabelo.

Quando fomos para o quarto, a "noite do sexo selvagem" começou de verdade. Eu a possuí de pé, escorada na janela, com ela olhando para a cidade enquanto eu metia com raiva, com a força de quem esperou meses por aquele momento. Cada estocada minha fazia o corpo dela balançar. Eu segurava seu quadril com força, sentindo a rigidez do bumbum arrebitado.

— É isso que você queria, Solange? É assim que a delegada gosta? — eu perguntava entre dentes.

— Cala a boca e continua, Nogueira! Mais forte! ela gritava, entregue ao prazer.

Mudamos para a cama. Eu a coloquei de quatro, na posição que eu mais imaginei enquanto a via treinar na academia. A visão era monumental. Eu metia com uma cadência violenta, ouvindo o estalo da minha pele contra a dela. Solange era insaciável. Ela aguentava o tranco, empinando o bumbum e pedindo mais. Ela gozou a primeira vez de forma ruidosa, contraindo todos os músculos das pernas super grossas, me apertando com uma força absurda.

Não paramos. No segundo round, ela tomou o controle. Sentou por cima de mim, com as pernas abertas, e começou a cavalgar. Ela usava toda a potência das coxas para subir e descer, os seios grandes balançando ritmados. Ela me olhava de cima com uma expressão de triunfo, mas os olhos estavam nublados de luxúria.

— Você achou que ia me quebrar fácil, investigador? Eu sou a lei aqui. ela disse, arqueando as costas.

Fizemos todas as posições possíveis. No "frango assado", eu segurava os pés dela perto da cabeça e via a profundidade de cada entrada. Eu gozei a primeira vez ali, um jato forte que me deixou sem ar. Mas ela me recuperou em minutos com uma pegada na cama que eu nunca vi. Solange era técnica e bruta ao mesmo tempo.

A noite se estendeu por horas. Foram quatro rounds de pura exaustão física. Na última posição, estávamos de lado, colados, e eu sentia o calor da pele mulata dela contra a minha. Eu metia devagar agora, saboreando cada segundo daquela conquista. Ela gozou mais umas três vezes, perdendo totalmente a compostura de delegada casca grossa, chorando e rindo de prazer.

Quando eu coloquei ela deitada na borda da cama e desci com a boca nela com uma fome na buceta dela. que vinha de meses de jejum. Eu queria provar cada milímetro daquela mulata. — Gostosa demais, Solange! eu exclamava entre as línguas. Usei toda a minha técnica até que ela cravou as unhas nos meus ombros e travou as coxas grossas na minha cabeça. Ela gozou a segunda vez ali mesmo, um orgasmo tão violento que ela perdeu a fala, apenas tremendo e soltando um gemido rouco que desarmou qualquer autoridade.

Logo em seguida, a raiva acumulada falou mais alto. Eu a virei de quatro e, enquanto admirava aquele bumbum arrebitado, meti com uma força que fazia a cabeceira da cama bater ritmada na parede.
— Vai, Nogueira! Me fode! Me fode como se fosse a última vez! ela gritava, sem um pingo daquela postura de delegada. Ela gozou outra vez sentindo cada estocada minha atingir o fundo, chorando de prazer enquanto implorava por mais. Eu gozei junto com ela, um jato que parecia que nunca ia acabar, xingando ela de tudo quanto era nome, chamando aquela mulher difícil de perfeita e desgraçada ao mesmo tempo.

No último round, ela sentou no meu colo de frente, as pernas grossas me prendendo como um torno. Ela cavalgava com uma fúria insana, mas a sensibilidade dela já estava no limite. Eu segurava seus seios grandes, apertando com vontade enquanto ela perdia totalmente a compostura, revirando os olhos e pedindo pelo amor de Deus para eu não parar.

— Você é minha, Solange! eu rugia. Ela gozou mais uma vez de forma explosiva, desabando no meu pescoço, e eu descarreguei mais leite dentro dela, selando aquela conquista com o suor e o cansaço de uma noite que valeu por cada dia de espera.

O sexo acabou quando o sol começou a querer nascer. Estávamos jogados, suados e exaustos. Ela se encostou no meu peito, a respiração voltando ao normal.

— Você é um desgraçado, Nogueira. ela sussurrou.

— E você é a mulher mais difícil e gostosa que eu já tive, Solange. respondi, dando um beijo no seu ombro, dormimos. Fiquei com a piroca esfolada, de tanto meter aquele dia.... Solange é a delegada mais gostosa, que eu tive o prazer de ter uma noite inesquecível....

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