A vovó gosta disso As mulheres idosas ainda conseguem fazer isso.
Imagine uma aventura proibida e ardente entre um neto dedicado e sua avó vibrante de 82 anos, cheia de descobertas sensuais que desafiam o tempo, com toques inesperados de desejo reprimido explodindo em noites de prazer intenso, registradas secretamente por câmeras escondidas que capturam cada gemido, cada arrepio e cada segredo inconfessável – uma história que vai te deixar ansioso por mais, imaginando o que virá nas próximas escapadas familiares, com promessas de anal doloroso, peidos acidentais no calor do momento e pensamentos que te farão voltar por atualizações quentes.
Meu nome é João, tenho 35 anos e vivo uma vida comum em São Paulo, com minha esposa Ana e nossas duas filhas, Beatriz de 19 e Camila de 18. Elas estudam na faculdade, a gente trabalha duro no dia a dia, e às vezes saímos pra comer uma pizza no fim de semana. Nada fora do normal, né? Mas tem uma parte da família que sempre me puxa pra algo mais... intenso. Minha vó Helena, mãe do meu pai, mora sozinha em uma casinha aconchegante no bairro de Pinheiros. Ela tem 82 anos, mas é daquelas velhinhas cheias de energia, dirige seu fusquinha antigo, cuida do jardim e cozinha como ninguém. Baixinha, uns 48 quilos, cabelos brancos curtos, óculos redondos que dão um ar de sabedoria. Ela perdeu o vô há uns 28 anos, e apesar da saudade, segue firme, sem reclamar. A pensão dele ajuda, mas ela não nada em dinheiro, sempre tenta pagar pela ajuda, mas a gente nunca aceita.
Meu pai e eu nos revezamos pra dar uma mãozinha pra ela. Quando ele não pode, eu vou. E olha, vale a pena: ela faz uns pastéis de carne que derretem na boca, ou um feijão tropeiro que é de lamber os beiços. No ano passado, levamos ela pra uma viagem em família pra Praia de Iracema, em Fortaleza – sol, mar, tudo de bom. Ela comprou um biquíni novo, e eu pensei: "Putz, vó de biquíni? Isso vai ser esquisito". Mas quando vi, não era nada mal. O modelo era daqueles pra senhoras, com saia curtinha, cobrindo bem, mas mostrando pernas bronzeadas e firmes pra idade. "Caramba, se eu fosse um coroa de 75, daria uma cantada", pensei, rindo por dentro. As meninas mergulharam no mar com Ana, e a vó se esticou na toalha, relaxada, o vento salgado batendo no rosto. Foi uma viagem tranquila, mas plantou uma semente na minha cabeça sobre como ela ainda era... viva.
Uma semana depois, meu pai liga: "Filho, pode dar um pulo na casa da sua vó esse fim de semana? Tô atolado aqui no Rio". Eu não tinha nada marcado, então topei. Cheguei lá sábado cedo, e ela já tava na porta, com um vestidinho florido leve, que caía bem no corpo magrinho dela. "Ô, João, que bom que veio! Fiz uma listinha de tarefas, viu? Vamos caprichar no jardim primeiro". Começamos a arrancar mato, o sol quente batendo nas costas, o cheiro de terra úmida no ar. Ela se abaixava toda hora, e eu, sem querer, dei uma olhada pro decote – nada de sutiã, os peitinhos pequenos balançando livres, mamilos escuros aparecendo. "Pô, vó, isso é peito de vó, mas... é peito, né?", pensei, sentindo um formigamento esquisito. Não era tesão louco, só curiosidade. Ela nem notou, concentrada no trabalho. "Esses matinhos teimoso, hein? Puxa com força, menino!"
Terminamos o jardim e fomos pra trás da garagem, carregar umas pedras pro canteiro novo. "Deixa que eu pego as pesadas, vó. Você só as leves, tá?". Mas ela insistiu em ajudar, teimosa como sempre. Ao se abaixar, dobrando os joelhos como eu mandei pra não doer as costas, a saia subiu um pouquinho – e cadê a calcinha? Nada! Vi a bucetinha dela, pelinhos ralos, grisalhos, mas tudo no lugar, rosadinha por dentro. Meu coração acelerou. "Que diabos é isso? Vó sem calcinha? Deve ser o calor...". Tentei desviar, mas toda vez que ela pegava uma pedra, eu espiava de novo, o cheiro de suor misturado com o perfume dela de lavanda me deixando zonzo. "Pra uma coroa de 82, tá bem conservada. Será que ainda rola algo aí embaixo?", pensei, imaginando cenários malucos.
Pausa pro chá gelado, sentados na escada. Ela se inclinou pra me dar o copo, e lá veio o decote de novo, peitos balançando suaves. Bebi devagar, mente voando: "Já vi os peitos e a xota dela hoje. Nunca imaginei isso. Como seria ela peladinha? E sexo? Aos 82, será que dá?". Ideias loucas: "Ei, vó, faz tempo que não rola nada, né? Quer experimentar comigo?". Ridículo, mas excitante. Decidi ficar a noite toda. Liguei pra Ana: "Amor, o serviço tá demorando, volto amanhã cedo".
À noite, TV ligada no sofá, conversando sobre a família, o tempo, besteiras. "Sabe, João, a vida passa rápido, hein? Aproveita enquanto pode", ela disse com um sotaque mineiro leve, que herdou da juventude em Belo Horizonte. Eu assentia, mas pensava em testar se ela ainda curtia sexo. Tomei banho, vesti só a samba-canção folgada, normal na casa dela. "Vou banhar também, viu? Espera aí". Deitei no sofá, apaguei as luzes, só a TV piscando. Tirei o pau pra fora da abertura, fingindo que escapou no sono. Fechei os olhos, mas espiando por frestas. "Se ela ignorar, é sinal que acabou pros velhos. Mas se olhar...".
Ela voltou de camisola fina, sentou na poltrona em frente. "João, tá acordado? Ah, dormiu já...". Parou no meio da frase. Vi ela encarando meu pau mole, ajustando os óculos pra ver melhor. "Hum, que coisa grande...", murmurou baixinho. Ficou ali, hipnotizada, uns 15 minutos. Meu pau começou a endurecer só com o olhar. Ela se levantou, se aproximou devagar, cheiro de sabonete fresco. "João? Tá acordado?". Não me mexi. Tocou de leve, dedo trêmulo na cabeça. "Ai, que saudade disso...". Envolveu com a mão, apertando suave, e eu endureci todo. "Puta merda, vó tá pegando no meu pau!", pensei, coração na boca.
De repente, boca quente e úmida – ela chupando! Mas algo estranho: sem dentadura, gengivas mordiscando, uma mistura de prazer e dorzinha gostosa. "Caralho, vó me chupando sem dentes? Isso é novo...". Gemeu baixinho, lambendo como se fosse o último sorvete do mundo. Abri os olhos: "Vó, que delícia, continua!". Ela parou, corada: "Ah, João, desculpa, pensei que tava dormindo, não queria machucar...".
"Tá tudo bem, vó. Eu queria isso. Queria saber se você ainda pensa em rolar na cama, sabe? Aos 82, acha que dá?".
"Ah, menino, claro que penso! Velho não morre de desejo, não. Mas você é neto, isso é errado...".
"Errado nada, a gente é adulto. Ninguém precisa saber. Quer tentar?".
Ela hesitou, mas sorriu: "Tá bom, mas devagarinho, faz tempo... Vamos pro quarto".
No quarto, luz do banheiro acesa, suave. Ela tirou a camisola, peitinhos pequenos, firmes pro tamanho, calcinha de algodão simples. Puxei pra baixo, revelando a bucetinha peluda rala. "Vó, você tá linda, juro. Corpo macio, cheiroso...". Deitei do lado, mão no peito dela, apertando devagar. "Ai, João, que gostoso...", gemeu. Chupei o mamilo, língua rodando, ela arfando. Mão descendo, tocando os pelinhos macios, lábios secos no início. "Relaxa, vó". Ela abriu as pernas, e eu massageei, sentindo umedecer devagar. Dedo entrando, ela peidando de leve no esforço, um cheirinho terroso misturado ao tesão. "Ops, desculpa, menino...". "Tá bom, vó, natural... Continua".
Molhada o suficiente, chupei a xota, língua fundo, ela rebolando, peidando mais uma vez no movimento, rindo nervosa. "Ah, João, tô pronta... Mete devagar". Posicionei o pau, empurrando lento, quente e apertado. "Mais fundo, vai!". Enterrei todo, bombando devagar, depois mais forte. Ela agarrou minha bunda: "Mais rápido, caramba!". Transamos como loucos, ela gemendo alto, pernas no ar. Gozei dentro, ofegante.
"Vó, isso foi foda. Da próxima, quero te fazer gozar, e quem sabe tentar no cuzinho... Mas devagar, pode doer um pouco, né?".
"Ah, menino, topei. Mas vai com calma no anal, faz tempo... E pensa no futuro: imagina a gente repetindo isso toda semana? Eu registrando tudo com minha câmera escondida no quarto, pra rever depois...".
No meio dessa loucura toda, se quiser me achar e ver mais aventuras, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – lá posto minhas escapadas secretas, cheias de detalhes picantes.
Dias depois, pensei: "E se a gente experimentar anal? Vai doer no começo, mas ela gemendo de dor e prazer... E quem sabe envolver mais família no futuro? Isso me deixa louco pra continuar". Vi meu pai: "Como foi na casa da mãe?". "Ótimo, pai. Fiz tudo que ela pediu, e ela quer mais. Vou voltar logo".
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Comentários (1)
Marcos: Faço com minha avó que tem alzheimer
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