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Flagrei minha filha com o nosso cachorro 2

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Contador Incestuoso

Na casa simples dos subúrbios de Joinville,Santa Catarina, o ar úmido de janeiro grudava na pele como um segredo sujo. João, 42 anos, corpo forte

Na casa simples dos subúrbios de Joinville, Santa Catarina, o ar úmido de janeiro grudava na pele como um segredo sujo. João, 42 anos, corpo forte de pedreiro, fumava um cigarro no quintal ao entardecer, ouvindo os latidos distantes de Brutus, o pastor belga da família. Sua mente voltava à cena que mudara tudo: a filha Sofia, de 14 anos, de quatro na cama, bucetinha escorrendo sêmen canino. Desde então, ele a fodia toda noite, assim que sua esposa saía de casa, mas o tesão crescia por algo mais – reviver aquilo juntos, oferecer a filha ao cachorro como um ritual familiar.Sofia era uma loirinha baixa, corpo atarracado e um pouco gordinha, com pernas grossas que se abriam fáceis e bunda grande e branca que balançava como convite. Tinha olhos grandes azuis cheios de malícia, rosto redondo sempre corado de excitação, boca fina que gemia sem pudor. Três anos antes, no quintal, começando como brincadeira, o seu cachorro de estimação Brutus, a penetrara pela primeira vez – de quatro na grama, guiando o pau rosado dele para romper sua virgindade, choramingando enquanto o nó inchava e gozava dentro dela em jatos quentes. Três anos de fodas diárias moldaram seu jeito levado e sem vergonha; o cachorro era seu amante secreto, e agora seria compartilhado."Filhinha, sobe pro quarto", gritou João da cozinha, voz rouca de tesão acumulado. A esposa estava no turno da noite na fábrica, o vira-lata caramelo dormindo no canto – por enquanto. Sofia desceu a escada devagar, uniforme escolar colado no corpo suado, saia curta revelando as coxas grossas. "O que foi, pai? Quer me comer de novo? !" Quero filha, mas hoje vai ter mais alguém, o pai falou rindo, ela sorriu com jeitinho infantil.Ele a puxou pelo braço carnudo, subindo rápido. No quarto dela – posters de K-pop nas paredes, cama bagunçada com lençóis de desenhos infantis –, trancou a porta. "Hoje vai ser especial. Chama teu namorado cachorro." Sofia arregalou os olhos azuis grandes, mas o rosto redondo se iluminou com um sorriso safado. "Brutus? Tipo, sério, pai? Vai me ver dando pra ele? Ai pai, não sei se consigo com os dois"João assentiu, pau endurecendo na calça jeans suja de cimento. Abriu a janela que dava pro quintal e assobiou forte: "Brutus! Aqui, menino! Vem pro quarto da Sofia!" O pastor belga, pelagem preta e castanha brilhando sob a luz fraca, latiu animado e pulou a cerca baixa, galopando até a janela aberta. Entrou ofegante, focinho úmido farejando o ar carregado de hormônios. Reconheceu o cheiro da menina imediatamente – anos de lambidas e montadas o tornavam expert."Boa, Brutus", murmurou João, fechando a janela. Sofia já tirava a blusa, peitinhos médios balançando livres, depois a saia e calcinha branca com manchas de umidade. Nua, corpo atarracado exposto, ajoelhou no chão de taco gasto e abriu as pernas grossas. "Vem cá, Brutus! Lambe minha bucetinha, vai, lambe tudinho!" O cachorro se aproximou, nariz frio no clitóris inchado, língua áspera lambendo voraz – de cima a baixo, raspando os lábios rosados e o ânus apertado entre a bunda grande. Sofia gemeu alto, boca fina se abrindo, mãos no pelo dele: "Ai, que gostoso! Lambe mais, seu bobão! Pai, olha como ele adora minha xoxotinha!"João assistia de pé, desabotoando a calça, pau grosso saltando livre, mão masturbando devagar. "Oferece bem pra ele, filhinha. De quatro na cama, como da primeira vez." Sofia obedeceu, rastejando para a cama, bunda branca empinada alta, buceta piscando úmida e depilada. "Vem, Brutus! Monta na tua amiguinha! Enfia teu pauzão na minha bucetinha, anda!" O pastor pulou atrás, patas dianteiras cravando nos quadris carnudos, cutucando com o pau rosado pontudo até achar a entrada. Meteu com força bruta, enterrando fundo na buceta experiente – o mesmo buraco que ele desvirginara três anos antes, no quintal, quando ela gritara de dor e gozara pela primeira vez com sêmen canino escorrendo pelas coxas grossas."Ai, ai! Tá doendo gostoso, Brutus! Fode mais forte, seu cachorrão safado!", gritava Sofia, empurrando para trás, corpo gordinho ondulando, rosto redondo suado. Brutus bombeava rápido, urrando baixo, o nó inchando e travando-os – pau preso na vagina apertada apesar dos anos de uso. João se aproximou pela frente, enfiando o pau na boca fina dela: "Chupa o pai enquanto o cachorro te fode!" Sofia engasgava e chupava com vontade, saliva escorrendo pelo queixo, olhos azuis lacrimejando: "Mmm, pai... teu pau é grandão! Chupa-chupa!"O quarto ecoava com sons animais: slap-slap das bolas do cão na bunda grande, engasgos na garganta dela, grunhidos de João. Brutus gozou primeiro – jatos grossos e quentes, volume insano de sêmen transbordando, formando cachoeira leitosa que escorria pelas pernas grossas de Sofia e pingava no chão em poças viscosas. "Olha essa porra de cachorro... tá saindo pra caramba!", riu João, puxando da boca dela.O nó demorou a desinchar, mas quando Brutus se soltou, pau rosado pingando fios longos de esperma, João agiu. "Agora eu, sua putinha bobinha." Posicionou-se atrás, mãos na bunda branca espalmando-a aberta, e meteu vara com força na buceta frouxa e melada, deslizando fácil na lubrificação canina. "Caralho, que quentinha... cheia de porra de cachorro!" Estocava furioso, carne batendo na carne gordinha, misturando sua pré-gozo à bagunça. Sofia gozava de novo, gritando: "Pai, vai, fode minha bucetinha melada! Tô gozando, ai meu Deus!"Ele explodiu dentro dela, sêmen humano se juntando ao canino em pulsos potentes, transbordando mais ainda. Saiu devagar, pau meia-bomba brilhando, e admirou: Sofia de bruços na cama, pernas grossas abertas, buceta inchada piscando sêmen em golfadas para o lençol. Brutus lambia o excesso das coxas dela, língua faminta, enquanto ela ria ofegante, sem vergonha: "Hehe, que delícia, pai! Foi tipo o melhor dia! Chama o Brutus todo dia agora, tá? Amo dar pra vocês dois!"João fechou a calça, acendendo outro cigarro na janela. "Claro, filhinha. Essa bucetinha é nossa – do pai e do Brutus." O cachorro latiu satisfeito, pulando de volta pro quintal. Sofia ficou lá, corpo atarracado relaxado, dedinhos brincando no sêmen escorrendo, olhos azuis sonhadores. O vício familiar só começava.

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Comentários (5)

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  • Nathalia (NATY): Como eu imaginava , amante do brutus e do pai , creio que vão aparecer outras homens pra transar com ela também , afinal , ela faz porque gosta . .

    Responder↴ • uid:830xy01pv1
    • CasadaSafadinhaUm: Verdade

      • uid:fi04io20a
  • Vargas: Achei nojento com tesão

    Responder↴ • uid:bemlx7vk0a
  • Eduado: Que putinha essa filha

    Responder↴ • uid:bemlx7vk0a
  • vander: Que loucura

    Responder↴ • uid:bemlx7vk0a