O príncipe e a fidalga do campo
Um jovem príncipe herdeiro, compra uma herdade e força o casamento com uma jovem fidalga do campo...onde havia ódio será que não era apenas...amor???
Quando somos crianças, e crescemos em aldeias, como foi o meu caso, o tempo corre de maneira diferente...mais lentamente, costuma-se até dizer um pequeno trocadilho, que ali o tempo tem tempo de ser tempo.
As noites ou são passadas em companhia dos nossos pais, dos nossos avós, de Inverno e no Outono perto da lareira acesa, e as crianças ouvindo as conversas dos adultos.
Mas muitas vezes são lembradas lendas e histórias, entre outras conversas, e quando as crianças as ouviam e se perguntávamos se eram mesmo verdade ou era mentira essas histórias e lendas, a resposta é sempre...talvez sim...talvez não...
Desde pequena que eu ouvi a história ou lenda, vai-se lá saber, de Teresa e de Miguel. è uma história bonita, e romântica, e nós as raparigas adorávamos essa lenda, os rapazes preferiam as de guerras e caçadas, etc etc etc.
Eu, antes dos meus filhos adormecerem, vou sempre aos quartos deles, e conto essas lendas e histórias que me contaram quando tinha a idade deles.
Como sabem tenho filhos adultos, adolescentes e ainda crianças e bebés, mas a todos eu contei estas histórias.
Eu vou aqui escrevera história de Teresa e de Miguel, e claro que vou escrever sobre sexo, digamos que será a versão hardcore da Lex...espero que gostem.
TERESA E MIGUEL
Hoje em dia namorar e casar, é diferente dos tempos dos meus pais, e eles já foi diferente dos tempos dos meus avós...não é melhor nem pior...é diferente.
Recuemos então ao século 18, onde os costumes das pessoas eram outros, a educação era outra.
Perto da minha aldeia, onde eu cresci, existe uma herdade enorme, a herdade da Rainha, assim é conhecida há séculos, e diz-se que tem este nome porque quem a criou, foi um rei que depois a ofereceu á sua esposa, a rainha.
Bom, durante o século 18 a vida nos campos agrícolas era bem diferente, era o trabalho todo feito por pessoas e animais, haviam aldeias inteiras que trabalhavam para um nobre, o dono das terras.
Conta a lenda que perto dessa herdade, havia uma outra que era propriedade de um lavrador, que tinha 3 filhas, Teresa a mais velha, Leonor a do meio e Estrudes a mais nova.
Naquela época era costume os pais, especialmente os mais ricos, escolherem os noivos das filhas, para ganharem algo com isso, ou terrenos, ou influência política, ou outro qualquer motivo, como por exemplo a salvação monetária, pois estavam falidos.
Leonor e Estrudes casaram aos 16 anos com filhos de outros proprietários de terras, aumentando assim o valor patrimonial do pai, pois este era bastante esperto e casou as filhas com dois homens já velhos e sem herdeiros, e através da morte deles as filhas ficariam donas e senhoras das propriedades, mas na verdade seria ele o verdadeiro dono.
No entanto havia a Teresa...ela tinha já 23 anos e sem se casar...23 anos naqueles tempos era já uma encalhada, uma solteirona.
Ela como as irmãs, obedecia ás ordens do pai, menos num assunto...homens. Ela não deixava ser o seu pai a escolher o marido dela, ele tentou uma...duas...três vezes, mas ela recusava sempre o pretendente.
Ela era a mais bonita das 3 irmãs, cabelos longos castanhos escuros, olhos castanhos escuros, pele levemente bronzeada pelo sol impiedoso de Verão, mamas enormes, cintura fina, ancas largas, nádegas grandes, pernas esculturais.
Ao contrário das irmãs, ela adora cavalgar pelos campos, adora estar os dias ou caçando, ou andando a cavalo.
Ela tinha um local secreto, perto da herdade do pai, existe um rio, e ela adora ir banhar-se nua no rio, num recanto mais escondido.
E foi assim, que um dia um forasteiro, que estava também cansado de andar a cavalo, parou o seu cavalo junto ao mesmo rio, estava um dia de calor, ele para, acaricia o seu cavalo, e desmonta-se e deixa o seu cavalo solto para ele beber a água que quisesse, e depois que come-se algum do pasto que havia ali perto do rio.
Ele despe a roupa e fica todo nu.
è um homem alto, cabelos negros como carvão, rosto bem masculino de linhas austeras, é musculado, e pele bronzeada, e tem um pau enorme entre as pernas.. Ele tem 25 anos, e ele olha para aquelas extensas e enormes planícies, sabendo que um dia aquilo seria tudo seu, pois ele ascenderia ao trono, ele era Miguel, o herdeiro do trono de Portugal, príncipe portanto.
Tal como Teresa, ele desafia constantemente o seu pai, o rei, que o quer casar á força com uma das filhas do rei de Espanha, para cimentar assim a paz entre os dois reinos que dominam a Península Ibérica, mas ele que encontrar uma mulher que o ame pelo homem que ele é e não pelo poder que ele já tem e que será maior ainda quando for rei.
Já não era a primeira vez que ele agarra no seu fiel cavalo e se ausenta da capital do reino, Lisboa e vagueia pelo reino, fazendo-se passar por outra pessoa.
O seu pai, o rei, não aprova muito estas escapadelas do filho, mas ao mesmo tempo acha elas úteis, pois permite a ele conhecer a realidade do reino, e assim um dia poderá governar ele melhor.
Miguel está nadando no rio, quando vê o seu cavalo deslocar-se sozinho para longe do local onde ele o deixou.
Miguel sabe que o seu cavalo tem um temperamento...especial, e nada rapidamente para a margem, veste as roupas e parte na direção para onde o seu cavalo se dirigia...passados uns minutos acha-o, estava junto a outro belo cavalo.
Ele olha em volta, esperando ver o dono do cavalo, pois este tinha uma sela de homem, não de mulher. Na altura as mulheres e os homens montavam a cavalo de maneira diferente. As mulheres designavam elas de Amazonas, e montavam com as pernas ambas postas no mesmo lado do cavalo, a sela que elas usam está preparada para isso, e os homens montavam da mesma maneira que montam hoje em dia.
E como naquela altura só alguém com dinheiro poderia ter um cavalo tão belo como aquele, o Miguel esperava encontrar algum fidalgo, ou alguém abastado.
Mas ele não via ninguém e decidiu ir procurar o dono do cavalo, não fosse ele ter tido algum acidente...andava ele com os dois cavalos agarrados pelas rédeas atrás dele, quando ouve a voz de uma mulher cantando...ele ficou curioso e vai ver de onde vinha aquela voz...e por detrás de umas rochas ele viu a Teresa...toda nua, secando a pele ao sol...ele ficou como que enfeitiçado...as curvas do corpo dela, a voz dela cantando...os cabelos molhados caindo pelos ombros e pelas costas dela, a buceta coberta de pelos castanhos escuros, as mamas enormes...ou penduradas quando ela se dobra para baixo, ou ali em frente do corpo dela, imponentes, os bicos delas rijos, as aureolas castanhas...ele ficou com o seu enorme pau teso, quase lhe rebentando as calças que ele estava usando...
Ele estava fascinado, nunca tinha visto uma mulher assim tão bonita...quando de repente um dos cavalos relincha alto, e Teresa vira-se na direção de onde ouve o barulho e vê o Miguel parado, segurando os dois cavalos...ficam uns instantes se olhando, até que ela solta um enorme grito e procura se tapar com as mãos e braços, segurando as suas enormes mamas como pode e colocando uma das mãos a tapar a sua buceta, e corre para trás de uma das rochas, mas cai desamparada no chão, e torce um dos tornozelos, e caída toda nua no chão, começa a gritar com a dores.
Miguel, por uns instantes, fica sem saber o que fazer, se haveria de ajudar ou se haveria de ir embora, mas ele decide ir ajudar aquela mulher.
Ele dirige-se a ela, e ela vendo-o aproximar dela, começa a gritar:
- SSSOOOCCOORROOOOO...UUMMM BBAANNNDDDIIDDOOOO...AAACUDDAAAMMM-MMEEEE!!!!!
- CALMA, SENHORA...dizia ele...NÃO SOU NENHUM BANDIDO...SÓ A QUERO AJUDAR...
- SSSOOOCCORRROOOO...AAACCUUUDDAAAMMMMM...gritava ela, mas não havia ninguém próximo. só o Miguel.
Ele chega perto dela, ela procurando tapar a sua nudez com as mãos e braços, já pensava que ele ia viola-la, ou coisa pior ainda, mas ele despe o seu casaco e a sua camisa e entrega as roupas a Teresa, ele sempre olhando para os lados, pelo menos ali tão perto dela, procurava não olhar para o corpo nu dela, pois a sua vontade era se meter em cima dela e foder ela.
Ela segura no casaco dele, e se cobre, e diz:
- NÃO ME FAÇA MAL...EU LHE PEÇO POR DEUS...
- NÃO PRECISA DE TER MEDO...EU SÓ A QUERO AJUDAR, SENHORA.
- AJUDAR, ESPIANDO-ME NUA???? NÃO SEJA MENTIROSO, SEU BANDIDO...
- SIM AJUDAR...EU FUI DAR BANHO NO RIO...E MEU CAVALO FIGIU E VIM Á PROCURA DELE...E QUANDO O ACHEI ELE ESTAVA JUNTO DAQUELE CAVALO...DEVE SER O SEU, EMBORA TENHA SELA DE HOMEM...PENSEI QUE COMO NÃO APARECIA NINGUÉM TIVESSE ACONTECIDO ALGUM ACIDENTE E VIM PROCURAR O DONO DO CAVALO...ESPERAVA ENCONTRAR UM HOMEM E NÃO UMA MALUCA TODA NUA.
- MALUCA??? A QUEM ESTÁ A CHAMAR D EMALUCA, SEU BANDIDO????
- Á SENHORA...QUEM ADIVINHAVA QUE ESTAVA NUA NO MEIO DO CAMPO???TEM POR HÁBITO ANDAR NUA???
- SEU DESAVERGONHADO...VEM APENAS DAR BANHO, EU LAVO-ME NÃO SOU NENHUMA PORCA.
- E QUEM LHE ESTÁ A CHGAMAR PORCA??? DA PRÓXIMA VEZ DÊ BANHO EM CASA COMO QUALQUER MULHER DECENTE, E JÁ NÃO A APANHAM TODA NUA.
- DECENTE???ESTÁ A INSINUAR QUE SOU INDECENTE??? SEU PORCO, JAVARDO...
- MULHES QUE ANDAM NUAS NA RUA SÃO O QUÊ???
- A MESMA COISA QUE SÃO OS HOMENS QUE ANDAM NUS NA RUA, OU TOMA BANHO VESTIDO, SEU ANIMAL??? OU PENSA QUE POR SER HOMEM PODE FAZER TUDO E EU POR SER MULHER TENHO QUE SER SUBMISSA, E NÃO FAZER O QUE ME APETECE TAMBÉM??? SE QUERO DAR BANHO AQUI NUA, DOU. E AGORA QIERO O MEU VESTIDO...VÁ BUSCAR ELE.
- VÁ A SENHORA, PENSA QUE SOU SEU CRIADO??? ERA O QUE ME FALTAVA...
Era uma enorme discussão, Teresa de assustada passou a atacar o Miguel, e ele responde-lhe na mesma moeda. Ela levanta-se para ir buscar o vestido, tapada com o casaco de Miguel, mas mal se coloca de pé cai novamente e se não fosse Miguel segurar ela, tinha caído novamente no chão.
No entanto...
- LARGUE-ME, SEU BRUTO, diz ela segurada pelos braços dele, que a impediu de cair.
- LARGUE-ME...ESTÁ A ATACAR-ME, SEU BRUTO...SEU ASNO...SEU BANDIDO...SEU...
Miguel larga-a e ela cai com a bunda no chão, e diz:
- SEU BRUTO...ATIROU-ME AO CHÃO...
- A SENHORA É QUE ME MANDOU LARGA-LA...
E ele vai buscar o vestido dela, manda ele para cima dela, e diz:
- AGORA VISTA-SE, E ME DEVOLVA AS ROUPAS, QUE TENHO MAIS DO QUE FAZER DO QUE ATURAR MULHERS MALUCAS DA CABEÇA.
- SEU ORDINÁRIO... VIRE-SE PARA O OUTRO LADO...
- PARA QUÊ??? SE JÁ A VI NUA, NÃO TEM MAIS NADA QUE ME POSSA ESCONDER...
- TARADO...PORCO...NOJENTO...VIRE-SE SEU ANIMAL...OU NÃO LHE ENSINARAM BOAS MANEIRAS???
- SE CALHAR ANDAMOS OS DOIS NA MESMA ESCOLA DE MANEIRAS...MAS VOU FAZER QUE ME DISSE, SUA PARVA.
Ele se vira e ela reclamando alto e soltando alguns gritos de dor por causa do pé, veste o vestido e manda a roupa dele para o chão para perto dele.
Ele agarra nas roupas e as veste, e vai buscar os cavalos e entrega o dela a ela, e diz:
- AGORA ADEUS...E ESPERO NUNCA MAIS A VER.
- EU TAMBÉM DIGO O MESMO, SEU TROGLODITA...ESPIÃO DE MULHERES INDEFESAS...
Ele monta-se no cavalo, mas quando começa a trotar, ele lha para trás e vê que ela tem imensas dificuldades em montar na sela...e revira os olhos e regressa junto a ela.
- PORQUE VOLTOU, SEU MONSTRO??? diz ela.
Ele nem lhe reponde, agarra nela, coloca ela no seu ombro, ela berrando e aos murros nas costas dele, chamando os piores nomes a ele, ele mete ela em cima da sela do cavalo, ela protestando muito, nem reparou que tem as mamas enormes dela destapadas, ela só grita com ele, chamando-o de bruto, e ele diz:
- SENHORA META AS SUAS MAMAS PARA DENTRO DO VESTIDO, E ADEUS.
- AS MAMAS DENTRO DO VESTIDO, COM QUEM PENSA QUE...
Ela só então repara que tem as mamas fora do vestido e toda atrapalhada, e chamando nomes a Miguel, as coloca como pode dentro do vestido, enquanto vê ele se afastando a galope.
Ela chega algum tempo depois á enorme casa do pai, mas não conta nada do que se passou, senão ele arranjaria maneira de ela nunca mais sair sozinha.
Passou umas duas semana em casa, curando o entorse, e um dos vizinhos deles a foi visitar acompanhado da família dele, e em conversa diz:
- SABE, D. CÉSAR ( nome do pai de Teresa), A HERDADE QUE FICA DEPOIS DA ALDEIA...A DO D. VICENTE...
- SIM...BELA HERDADE, HÁ ANOS QUE LHA QUERO COMPRAR...
- POIS MEU CARO AMIGO, VAI FICAR SEM A COMPRAR...ELE VENDEU ELA.
- VENDEU??? MAS EU HÁ ANOS QUE A QUERO PARA MIM...VELHO DUM CORNO...E QUEM A COMPROU???
- UM JOVEM...
- UM JOVEM???
- SIM UM HOMEM AINDA JOVEM...ELE FAZ NEGÓCIOS EM NOME DEL REI, SEGUNDO SE DIZ, E COMPROU A HERDADE...E BEM COMPRADA, DIZ QUE PAGOU AINDA MAIS DO QUE O D.VECENTE PENSAVA VENDER.
- E QUAL É O NOME DESSE JOVEM???
- CREIO QUE É JOSÉ...
Miguel quando andava fora da capital do reino, adotava outro nome, para passar despercebido, e usava o nome do seu avô materno, José.
- JOSÉ...NÃO CONHEÇO NINGUÉM RICO QUE SEJA DESTES LADOS COM ESSE NOME...
- ELE VEIO DA CAPITAL LISBOA...
- AH BOM... BEM LÁ PERDI AQUELA HERDADE...QUE PENA...POSSO SEMPRE TENTAR COMPRAR ELA A ESSE SENHOR...
- OU CASAR A SUA FILHA COM ELE...ELE É SOLTEIRO...diz o amigo do pai de Teresa...ela olhava-o com ódio no olhar...aquela mania parva de os homens quererem casar as filhas sem lhes perguntarem nada, deixava-a louca de raiva.
Ela imediatamente se levanta da mesa, e apoiada numa bengala abandona a refeição, furiosa.
Passados uns dias, cerca de uma semana, ela já tinha recuperado, e voltou a passear pelos campos a cavalo, e tinha por hábito só regressar ao fim da tarde.
Um dia ao chegar, vê preso no pátio de sua casa, um cavalo branco, igualzinho ao do descaradão que a apanhou nua perto do rio...ela desmonta-se do cavalo dela, e entra dentro da casa, e a sua mãe estava dando ordens ás criadas para que pusessem mais um prato na mesa que tinham um convidado para o jantar. Teresa ouviu e pergunta:
- QUEM É O CONVIDADO??'
- OLÁ FILHA...É O NOVO DONO DA HERDADE DO D.VICENTE...VEIO FALAR DE NEGÓCIOS COM O TEU PAI E ELE O CONVIDOU PARA JANTAR.
- EU JANTO NO MEU QUARTO, MÃE...NÃO QUERO ESTAR OUVINDO CONVERSAS PARVAS DE NEGÓCIOS.
- VAIS ESTAR NO JANTAR...TEU PAI MANDOU TU ESTARES, E TU VAIS ESTAR, OUVISTE???
- SIM, MÃE...diz Teresa revirando os olhos... QUE CHATISSE...E PORQUE O PAI QUER QUE EU LÁ ESTEJA...
- BEM...EU SEI LÁ...COISAS DELE...
Teresa conhece muito bem a sua mãe e sabe quando ela está a mentir e diz:
- MÃE...QUE SE PASSA??' DIZ...VÁ...FALA.
- NÃO SE PASSA NADA...
- MÃE...
E Teresa olhava a mãe nos olhos e ela diz:
- PRONTO...ESTÁ BEM...TEU PAI ACEITOU O PEDIDO DELE, PARA QUE TU TE CASES COM ELE.
- EU SABIA...EU SABIA...EU CASO COM QUEM EU QUERO, OUVISTE??'
- POIS VAIS CASAR COM ESTE JOVEM...E BACABOU, E GORA VAI DAR BANHO E VESTIR-TE.
- EU JÁ DEI BANHO NO RIO...E NÃO VENHO A JANTAR NENHUM...
Nisto ouve-se uma voz grossa era o pai de Teresa:
VAIS AO JANTAR SIM, E VAIS CASAR COM D. JOSÉ SIM. CHEGA DESTA HISTÓRIA DO EU QUERO...CASAS E ACABOU-SE, OUVISTE??'
- EU NO DIA DO CASAMENTO DIGO QUE NÃO NO ALTAR, COMO FIZ COM O FILHO DO D. ESTEVÃO.
- NEM QUE TE COZA A BOCA, TERESA...MAS VAIS CASAR COM D. JOSÉ E PRONTO. E AGORA VÁ SE ARRANJAR E ACABOU A CONVERSA, OUVISTE????
Teresa parecia um touro enraivecido, subindo as escadas, fechou a porta do quarto com um enorme estrondo...escondido Miguel ria quando ela estava falando com o pai.
Ele comprara a herdade de D.Vicente, que o conhecia da corte, fora essa a razão da vinda dele a aqueles lados, e a Teresa foi um acaso do destino que se cruzou no caminho dele...mas um acaso que não o deixa dormir ás noites sem sonhar com ela toda nua...o corpo maravilhoso dela, o feitio temperamental dela...ele tinha de ter aquela mulher para ele, era de uma mulher assim que ele procurava para a sua vida, alguém com personalidade, alguém que o desafia-se, e essa mulher será a Teresa...e que rainha ela vai ser...
Teresa no seu quarto espumava raiva, mais uma vez as roupas eram rasgadas, os frascos de perfume ou voavam pela janela ou batiam contra a parede, as cadeiras caiam no chão, os gritos de raiva e de frustação ouviam-se pela casa toda, no escritório o seu pai suava...e tentava se desculpar:
- A TERESA É UM POUCO TEMPERAMENTAL, D. JOSÉ...
- PARECE QUE ESTÁ HAVENDO UM TERREMOTO LÁ EM CIMA, SR CÉSAR...
- A TERESA ESTÁ EM ARRUMAÇÕES...ESTÁ A VER, MULHERES SEMPRE MUDANDO MOBÍLIAS...
E ouvia-se os gritos dela, as peças de loiça se partindo...e de repente silêncio...Miguel, teve mais medo desse longo silêncio que de ouvir tudo sendo partido...a esposa de César, veio anunciar que o jantar ia ser servido, e os homens se dirigiram, ao salão, sentaram-se á mesa, D.César na cabeceira e a sua esposa do seu lado direito, ao lado dela havia uma cadeira vazia que era onde se sentaria a Teresa, e do lado esquerdo dele se sentou o Miguel.
Ele estava de frente para a porta de onde apareceu Teresa...e ele parou de comer, seus olhos estavam cravados naquela bela mulher vindo a andar devagar, com um vestido todo negro, as suas enormes mamas quase saltando para fora do decote, bem maquiada, cabelo solto caindo sobre os ombros e ao pescoço um colar de perolas...estava vestida como uma rainha.
Quando ela chega ele se levanta da mesa, como fez o pai dela também, e ela se senta ao lado da mãe sorrindo...ao ver ela assim o seu pai ficou super nervoso...que iria ela aprontar dessa vez...ela a conhece muito bem e sabe que ela está fazendo teatro.
Começaram a comer em silêncio, Miguel tentava mas seu olhar ia para o peito enorme de Teresa quase saindo para fora a cada vez que ela respirava, a cara dela tão bonita...o pau dele reclamando de duro e teso entre as suas pernas...até que a Teresa diz:
- SENHOR...QUAL É MESMO O NOME DE VOSSA SENHORIA???
- MIGUEL, SENHORITA...
SENHOR MIGUEL...A MINHA MÃE COMENTOU QUE VEIO PEDIR A MINHA MÃO EM CASAMENTO, AO MEU PAI...E QUE ELE ACEITOU...
- SIM, É VERDADE, PARA MIM VAI SER UM A HONRA CASAR COM A MULHER MAIS BONOITA DO REINO DE PORTUGAL...
- POIS MAS EU NO ALTAR VOU RECUSAR...AVISO-O DESDE JÁ PARA EVITAR PREPARATIVOS DESNECESSÁRIOS...
- POIS EU SEI DE CERTEZA QUE A SENHORITA TERESA VAI ACEITAR...
Teresa o olhou fulminando o olhar dele e sorrindo diz:
- E PORQUE TEM A CERTEZA QUE VOU ACEITAR???
- PORQUE JÁ A VI TODA NUA, PERTO DO RIO, E ESTIVEMOS CONVERSANDO, OU ESTOU MENTINDO? NÃO TEM UM SINAL PERTO DA SUA...DIGAMOS...FEMENILIEDADE, NA PARTE DE CIMA ?
O pai de Teresa cuspiu o vinho que estava bebendo, a mãe dela, quase tem um ataque e Teresa olhava com tanta raiva e fúria e ódio o Miguel, enquanto ele a olhava divertido, sorrindo...
. SEEUU...SEU PORCO...PORQUE FALASTE DE QUE SE PASSOU JUNTO AO RIO???
- PORQUE A SENHORITA AMEAÇÕU ME DEIXAR NO ALTAR...E ISSO É...INCONVENIENTE...E ACHO-A MAIS INTELIGENTE DO QUE ESSA AMEAÇA, OU ACHA QUE VIRIA TER COM SEU PAI, TRATAR DO NOSSO CASAMENBTO SEM TER A CERTEZA QUE A TERESA SAIRIA DA IGREJA SENDO MINHA ESPOSA??? EU NÃO VIM LHE DAR HIPÓTESES, EU VIM PARA ME CASAR CONSIGO E O QUE EU QUERO EU CONSIGO, SENHORITA.
Teresa ia explodir...ela abria boca e fechava-a...estava encurralada e como qualquer fera encurralada ela estava mais perigosa que nunca, o olhar dela era agora de puro ódio...e o Miguel sorria, embora por dentro estivesse apavorado...
- O SENHOR É UM OGRE...UM CHANTAGISTA...UM APROVEITADOR...E UM CANALHA...
- E ASENHORITA UMA OFERECIDA QUE FICA NUA NO MEIO DO CAMPO...TEM A SORTE DE EU SER UM CAVALHEIRO E CASAR-ME CONSIGO, NÃO CONCORDA, D. CÉSAR???
- SEM DÚVIDA, D. JOSÉ...E PEÇO DESCULPA PELO COMPRTAMEMNTE LEVIANO DA MINHA FILHA...
- AINDA POR CIMA PEDE DESCULPAS A ESSE OGRE, PAI???
- SIM PEÇO...E VAIS CASAR SIM.
- SÓ MORTA...
- MORTA OU VIVA NÃO ME IMPORTA TERESA...CASAS E PRONTO...E É JÁ AMANHÃ SE O D.JOSÉ QUISER...
- PARA MIM SERIA PERFEITO... UMA CERIMÓNIA INTIMA...NÃO ACHAS, MELHOR SENHORITA TERESA???
- VAI PRO DIABO QUE TE CARREGUE, SEU PATIFE...
Teresa quase que foi amarrada para a capela, ela ia furiosa...mas não teve como desfazer o casamento...apenas na presença dos seus pais, e de uma testemunha, um dos criados de Miguel, e do velho padre D. Januário, ela entre dentes e destilando ódio com o olhar disse que sim...
Nessa mesma tarde, várias carruagens cheias de malas levavam as roupas e os pertences de Teresa para a casa do agora marido, D. José, que na realidade é Miguel, o príncipe herdeiro do trono de Portugal.
Ela ia sentada no seu cavalo, como sempre o fez, montando como os homens faziam.
Foi recebida pelos criados do marido, que os apresentou um a um, e disse que a partir daquele dia eles receberiam ordens da senhora da casa.
Depois de um jantar em silêncio, Teresa vai para o quarto, e estava furibunda...ela se despe, e veste as roupas de dormir, e se deita na cama...pouco depois chega o Miguel, ela fica calada vendo ele se despir...quando ele tira a camisa, e fica em tronco nu, ela embora não querendo dá um leve sorriso, pois ele é musculado, o peito cheio de cabelos, e quando ele despe as calças, ela nota um enorme monte de carne que faz a roupa interior dele ficar com um alto...ela começa a respirar mais depressa...e depois fica olhando ele agarrar numa almofada que estava em cima da cama, num livro que estava em cima de um móvel, ele se dirige em tronco nu, e apenas com a roupa interior de baixo vestida, segurando a almofada, e o livro, ele abre a porta que dá para o quarto ao lado do deles, e diz:
- ATÉ AMANHÃ, MINHA QUERIDA ESPOSA.
Teresa fica olhando para ele, e diz:
- O MEU ESPOSO, VAI DORMIR NOUTRO QUARTO???
- SIM VOU...PORQUÊ...QUER QUE EU DURMA CONSIGO???
- NÃO...ANTES A MORTE.
- ENTÃO EU NÃO QUERO FICAR VIÚVO LOGO NA NOITE DE NÚPCIAS...PREFIRO DORMIR SOZINHO A DORMIR CONSIGO, TERESA.
- PREFERE DORMIR SOZINHO????
- SIM...PREFIRO...JÁ TENHO QUE QUERIA, ME CASAR CONSIGO...AGORA A TERESA DORME AQUI E EU DURMO NO QUARTO AO LADO. É DEMASIADO BONITA PARA MORRER LOGO HOJE. ATÉ AMANHÃ, MEU AMOR.
- ORA VAI Á MER...
E ela se vira para o outro lado da cama, e o Miguel sorri...e vai para o quarto ao lado e fecha a porta.
De madrugada ele acorda...e houve Teresa a chorar...ele se senta na cama, tem a tentação de ir ao quarto ver que se passava com ela, mas decide ficar naquele quarto, embora preocupado com ela.
No dia seguinte pela manhã, quando ele acorda vai ao quarto onde Teresa dormiu...ao chegar vê a cama vazia, já feita...ele pensa que ela se foi embora, ele se veste á pressa, corre para a cozinha, e ao chegar lá. está a Teresa conversando com as cozinheiras...ele suspira de alivio...aquela mulher é desconcertante, mexe com os instintos dele de uma maneira que ele pensa ter o controle mas depois pensa não o ter...
- MEU ESPOSO, diz ela sorrindo...BOM DIA.
- B...BOM DIA... diz ele a olhando de lado, com medo...
- DESEJA O PEQUENO ALMOÇO??? MANDO SERVIR NO SALÃO, OU COME AQUI MESMO???
- PODE SER AQUI...OU ONDE A MINHA ESPOSA ME FIZER COMPANHIA...
- ENTÃO AQUI MESMO, SE NÃO SE IMPORTAR.
- AQUI SERÁ, MINHA ESPOSA...
As criadas serviram um bom pequeno almoço aos dois, e depois ele diz:
- BEM...EU VOU TRABALHAR...
- TRABALHAR, MEU ESPOSO???
- SIM...NAS LAVOURAS...EU GOSTO DE ESTAR JUNTO DOS TRABALHADORES...
- E VEM ALMOÇAR, MEU ESPOSO???
- AS CRIADAS TÊM ORDENS PARA ME LEVARAEM O ALMOÇO AO CAMPO...
- EU MESMA O IREI LEVAR, FIQUE DESCANSADO...É UM PEQUENO MIMINHO...
Miguel fez um sorriso meio amarelo, ele esperando fúria...uma tempestade e recebeu carinho...e ficou assustado.
Mas foi trabalhar lado a lado com os trabalhadores...seu avô materno um dia deu-lhe um concelho:
- MEU NETO, UM DIA SERÁS REI...E PARA SABERES REINAR DEVERIAS SAIR DO PALÁCIO E APRENDER A TRABALHAR, PARA SABERES QUE TODAS A SDECISÕES QUE TOMARES ENQUANTO REI, IRÃO AFETAR AQUELES QUE TRABALHARAM AO TEU LADO...GANHAS CALOS NAS MÃOS E SABEDORIA NA CABEÇA.
E ele segue aquele concelho...já andou na naus, no alto mar, já trabalhou na pesca, no comércio...e agora comprara a herdade para saber trabalhar no campo.
Quando Teresa levava o almoço ao marido, ela ia magicando um plano para se livrar do casamento, ela perdera uma batalha mas não a guerra... viu andaram lavrando os campos, era altura de serem lavrados e depois semeados...e viu o marido, o dono daquela herdade, lavrando a terra como qualquer dos trabalhadores, tronco nu, o sol queimando a pele dele, ele atrás de uma parelha de mulas, e elas puxando um arado...ela para o cavalo e observa-o...rindo, conversando com as pessoas...e isso a intrigou...mas afinal quem era aquele ogre que a obrigou a casar com ele???
Era hora do almoço, eles foram para debaixo de umas azinheiras para poderem comer nas suas sombras, ela aproxima-se de onde estava o seu marido, conversando com as pessoas, elas ainda um pouco acanhadas, nunca na vida alguém que manda-se tinha estado a trabalhar lado a lado com elas, um fidalgo suportando o sol quente, lado a lado com eles.
Teresa chega perto do marido, ele a recebe com um sorriso, ela ia sorrir também mas no último momento não o faz...e diz:
- ESTÁ AQUI O ALMOÇO...
- OBRIGADO, TERESA...QUERES ALMOÇAR COMIGO E COM ESTAS PESSOAS???O CESTO DEVE ESTAR ABARROTANDO DE COMIDA, SE BEM CONHEÇO A CARLA...A COZINHEIRA.
- SIM...REALMENTE ESTÁ PESADO...
- FICA TERESA...É APENAS UM ALMOÇO...POR FAVOR.
Ela o olha...a cara dele não tem nenhum sorriso irónico, apenas sinceridade no pedido que ele lhe faz...e ela pensou que seria uma excelente oportunidade de o contrariar...de o deixar triste...mas seus lábios pintados de vermelho disseram:
- SIM EU FICO...OBRIGADO.
O sorriso nos lábios de Miguel foi de agradecimento...e se juntaram aos outros trabalhadores, e partilhavam a comida entre todos. Havia uma pequena menina, não mais de 9 ou 10 anos, a Francisca, ou Francisquinha, que era quem levava a água aos trabalhadores que estavam no campo, e tomava conta das panelas de barro, cheias de comida, quando estavam de volta da fogueira.
Teresa pergunta ao marido:
- QUEM É A MENINA???
- FRANCISQUINHA, É A NOSSA AGUADEIRA...
- TÃO PEQUENA...
- SIM MAS TEM UMA FORÇA INCRÍVEL...VÊS AQUELA CANTARO...CHEIO DE ÁGUA DEVE PESAR UNS 15KG, E ELA METE ELE Á CABEÇA E ANDA COM ELE DISTRIBUINDO A ÁGUA...
- A SÉRIO???
- SIM...A SÉRIO...
- POSSO...POSSO...
- DIZ, TERESA...
- POSSO FICAR CÁ HOJE AJUDANDO ELA??? LEVO O CANTARO NO CAVALO...PARA A POBRE NÃO TER QUE O CARREGAR...
- PODES FAZER O QUE QUISERES, TERESA...NÃO TENS QUE ME PERGUNTAR NADA...AFINAL TAMBÉM MANDAS AQUI...E EU AGRADEÇO-TE A AJUDA...AFINAL TENS UM BOM CORAÇÃO, ALÉM DE SERES A MULHER MAIS BONITA DO REINO...
Teresa corou...mas depressa diz:
- MAS ISTO NÃO QUER DIZER QUE TE PERDOEI, SEU OGRE DESGRAÇADO...
- EU SEI...MAS SE EU TIVESSE DE FAZER O MESMO, FARIA...MEU TESOURO.
- PALAVRAS DE BURRO NÃO CHEGAM AOS CÉUS, MUITO MENOS AOS MEUS OUVIDOS.
E ela vai conversar com outros dos trabalhadores, e depois conversa com a pequena Francisquinha, que quando a Teresa lhe contou as suas intenções, ela ficou acanhada, envergonhada, e olhava para D. Miguel, e ele aproxima-se das duas, abaixa-se, ficando com a cabeça ao nível da cabeça da Francisquinha, e diz:
- ACEITA A OFERTA DA SENHORA, FRANCISQUINHA...DEIXA ELA SER BOA PARA TI, JÁ QUE PARA MIM PARECE QUE SOU O DIABO...
- É PORQUE O D.JOSÉ É UM OGRE, FRANCISQUINHA... UM APROVEITADOR E UM CHANTAGISTA.
Miguel vai-se embora sorrindo, e a parte da tarde do trabalho é mais divertida apesar do sol escaldante...os trabalhadores começam a cantar em coro enquanto trabalham, e a Francisquinha sorria montada a cavalo com a Teresa, levando a água a algum trabalhador cheio de sede.
No dia seguinte, a Teresa quando foi levar o almoço ao seu marido, levava em vez do seu cavalo um burro, e foi montada nele que ela chegou ao sitio onde eles andavam lavrando.
D. Miguel olhava-a espantado, nunca imaginara ver a esposa montada num burro.
Teresa chega perto de Francisquinha, e diz:
- FRANCISQUINHA QUERO FALAR CONTIGO. E TEUS PAIS...PODES IR CHAMAR ELES???
- SIM MINHA SENHORA, EU JÁ VENHO.
E lá foi ela chamar os pais de Francisquinha, que pediram autorização ao D. Miguel para saírem do trabalho.
Quando chegaram junto de Teresa, ela diz:
- EU PEÇO DESCULPA POR INTERROMPER O SEU TRABALHO, MAS EU QUERO PEDIR UMA COISA AOS DOIS, DIZ RESPEITO Á FRANCISQUINHA.
- DIGA, MINHA SENHORA...diz a mãe de Francisquinha.
- BEM...NO FUNDO SÃO DUAS COISAS. MAS VAMOS POR PARTES. PRIMEIRO...EU SEI QUE A FRANCISQUINHA É UMA MENINA MUITO FORTE, ELA ANDA POELO CAMPO COM ESSE CANTARO PESADO, E ANDA SEMPR SORRINDO E ALEGRE, ELA PODIA ANDAR O DIA INTEIRO ASSIM QUE NÃO S EIMPORTAVA EU SEI...MAS CADA VEZ A LAVOURA VAI FICANDO MAIS AFASTADA DA FONTE,E O SOL É MUITO FORTE...EU QUERO AJUDA-LA...OFERECENDO-LHE ESTE BURRO...
- SENHORA....É MUIATA GENTILEZA MAS NÃO PODEMOS ACEITAR. diz o pai de Francisquinha.
- ACEITE...É PARA O TRABALHO DELA...É UM FAVOR QUE ME FAZIA...POR FAVOR.
O pai e a mãe de Francisquinha olharam um para o outro, e o pai de Francisquinha diz:
- SE A SENHORA PÕE AS COISAS ASSIM...ACEITAMOS SE O D. JOSÉ AUTORIZAR.
Teresa revira os olhos mas acena com a cabeça, e manda a Francisquinha ir chamar o marido. e depois de ele chegar ao sítio onde eles estavam, e depois de ela explicar a situação, ele diz:
- MAS NEM PRECISAVA ME CHAMAR, ANTÓNIO...EU JÁ DISSE, QUE QUALQUER PEDIDO OU ORDEM DA MINHA ESPOSA É COMO SE FOSSEM MINHAS...ELA NÃO PRECISA DA MINHA AUTORIZAÇÃO, HOMEM. ELA SABE O QUE FAZ, ALIÁS ELA ATÉ SABE MAIS DO QUE EU, EU SOU UM HOMEM DA CIDADE APRENDENDO A VIVER NO CAMPO, ELA SEMPRE AQUI VIVEU.
E ele foi-se embora, e Teresa ficou olhando para ele...e não deixou de sorrir.
- A OUTRA COISA QUE EU QUERIA PEDIR É PARA A FRANCISQUINHA, QUANDO ACABAREM AS LAVOURAS, VIR TRABALHAR COMO MINHA CRIADA PESSOAL, LÁ NO PALÁCIO...QUERES FRANCISQUINHA???
- SIM EU QUERO...EU GOSTO MUITO DA SENHORA...MAS SÓ SE MEUS PAIS AUTORIZAREM.
- SIM PEQUENA...OS PAIS DEIXAM, diz o pai da Francisquinha. AGORA VAI LEVAR ÁGUA AO PESSOAL.
E lá ia ela toda contente montada no seu burrico, com os cântaros nos alforges.
Depois o pai de Francisquinha diz:
- SENHORA... A VIDA DE CAMPONÊS É MUITO DURA...NEM SABE COMO AGRADEÇO...
- EU É QUE AGRADEÇO, ANTÓNIO.
E ela vai ter com o D. Miguel, que estava arando a terra, e para as mulas quando ela chega perto dele e ele diz:
- TERESA...QUE FAZES AQUI?
- VIM ENSINAR-TE COMO DEVE DE SER A ARARES O CAMPO...OS TRABALHADORES NÃO TE DIZEM NADA POR RESPEITO, MAS COMO EU NÃO TE RESPEITO, ENSINO-TE SEM MEDO DE TE REPREENDER.
- E TU SABES ARAR???
- DÁS-ME AS RÉDEAS???
Ele sorrindo dá as rédeas a ela, meio na brincadeira, mas a sua boca fica aberta, quando ela começa a trabalhar, as mulas obedecendo-lhe como não o faziam a ele, e depressa ela andava lado a lado com os outros trabalhadores, e não sempre atrasada como ele andava.
Ele desata á gargalhadas, e chega perto dela e diz:
- EU ME CURVO PERANTE VOSSA SENHORIA, MINHA ESPOSA...SOU UM MERO APRENDIZ DE VOSSA EXCELÊNCIA.
- EXAGERADO...MAS VIU COMO SE FAZ???
- SIM, VI.
- AGORA FAÇA IGUAL.
Ele bem que se esforça, mas apenas vai melhorando pouco a pouco, ouvindo as indicações dela.
Nessa noite ao jantar, que costumam ser em silêncio, ele diz:
- TERESA...DESCULPA.
Ela olhou para ele, e diz:
- DESCULPA???
- SIM...EU SOU...INDELICADO CONTIGO, NÃO FOI ESSA A EDUCAÇÃO QUE RECEBI...EU SEI QUE NOSSO CASAMENTO É...INVULGAR, EU SEI QUE TE OBRIGUEI A ACEITARES, EU SEI QUE PREFERIAS SEI LÁ...IR PRO INFERNO EM VEZ DE CASARES COMIGO...MAS TAMBÉM TE DIGO, TERESA...EU TE ADMIRO...E RESPEITO-TE, MAS QUANDO TU ME CHAMAS NOMES, EU PERCO A CABEÇA...DESCULPA. EU DEVERIA TER MAIS COMPREENÇÃO, AFINAL FORCEI-TE A FAZERES O QUE NÃO QUERIAS. MAS FICA SABENDO QUE QUANDO DIGO QUE TE ACHO A MULHER MAIS BONITA DO REINO, É VERDADE...E QUE QUANDO NAQUELE DIA TE VI TODA NUA, JUNTO AO RIO...PENSEI QUE UMA DEUSA TINHA VINDO DO CÉU BANHAR-SE NO RIO, E QUE ESTÁS SEMPRE NOS MEUS PENSAMENTOS...ERA ISTO QUE TE QUERIA DIZER, E QUE AFINAL EU PENSAVA QUE ERAS UMA MENINA MIMADA, MAS AOS POUCOS VOU VENDO QUE ÉS UMA GRANDE MULHER...COM BOM CORAÇÃO, TRABALHADORA, E MESMO SEM O SERES PARA MIM, ÉS SIMPÁTICA.
AGORA VOU-ME RETIRAR, TENHO ALGUNS ASSUNTOS DO REI A TRATAR...AMANHÃ VOU A LISBOA, REGRESSO DAQUI A UNS DIAS.
Ele levanta-se da mesa e vai para o escritório...Teresa fica calada, mal fala com as criadas e vai para o seu quarto.
Já de madrugada ouve o Miguel levantar-se, vestir-se e calçar-se, depois ela passa pelo quarto dela, ela finge dormir, ele fica olhando para ela e depois sai.
Passadas duas semanas regressa, e encontra já a lavoura feita, e já tinham começado a semear o trigo e a cevada, a Teresa tinha tomado conta da herdade, andava semeando ao lado dos trabalhadores, e quando Miguel chegou e a viu rindo e conversando com os trabalhadores e mesmo cantado com eles, ele desce do seu cavalo, e vai ter com ela.
Ela ao ve-lo, para de trabalhar e vai ter com ele.
- JÁ DE REGRESSO???
- SIM... JÁ TRATEI DOS ASSUNTOS...E VEJO QUE POR AQUI A TERESA JÁ TEM OS ASSUNTOS TAMBÉM ADIANTADOS...
- SIM...VAI-SE TRABALHANDO...QUERES APRENDER A SEMEAR???
- SE ME ENSINARES.
- ENTÃO FICA AO MEU LADO E APRENDE.
E lá foi ele, aprender a semear.
No fim do dia, quando iam caminhando lado a lado para o palácio, ele diz:
- NÃO QUERES IR MONTADA NO MEU CAVALO???
- NÃO...DEIXA-O...HOJE JÁ ANDOU MUITO...
- É BOM ANDAR AO TEU LADO, TERESA.
- ESTÁS MUITO SIMPÁTICO COMIGO HOJE...QUE SE PASSOU LÁ EM LISBOA??'
- NADA DE ESPECIAL...MAS SIM ESTOU MAIS SIMPÁTICO PORQUE ESTOU A CONHECER-TE MELHOR, TERESA... E VEJO QUE PODES TER UM FEITIO QUE ME DEIXAS LOUCO E DESESPERADO...E POR OUTRO LADO VEJO-TE SERES MEIGA E TRABALHADORA...ASSUSTAS-ME, DÁS-ME MEDO.
- MEDO??? EU DOU-TE MEDO??? ENTÃO PORQUE FIZESTE TANTA QUESTÃO EM CASARES COMIGOI???
. PRECISAMENTE PORQUE ME ASSUSTAS, TERESA.
- NÃO TE ESTOU A PERCEBER...
- EU SEI QUE É COMPLICADO...TERESA EU ANTES DE SABER TEU NOME VI-TE NUA, EU NÃO FIZ DE PROPOSITO MAS VI...E TU NUA DESPERTAS EM MIM DESEJOS LOUCOS DE ESTAR NU AO TEU LADO, TE BEIJANDO TODA, FAZER AMOR CONTIGO ATÉ NÃO AGUENTAR MAIS. SÓ DEPOIS DE COMEÇARMOS A FALAR VI COMO ERAS...E PODES NÃO ACREDITAR AINDA ME DESTE MAIS DESEJO...A TUA CARA ZANGADA, A MANEIRA COMO GESTICULAS...FICAS IRRESISTÍVEL...E EU NUNCA SENTI ISSO POR NENHUMA MULHER...E FIQUEI ASSUSTADO, COMIGO MESMO. TU CONSEGUES FAZER O MEU MUNDO GIRAR AO CONTRÁRIO, EU ACREDITES OU NÃO...AMO-TE. E AINDA MAIS ASSUSTADO FICO, PORQUE FIQUEI DEPENDENTE DO TI PARA SER FELIZ...DEIXEI DE PENSAR SÓ EM MIM, PENSO EM TI CADA MOMENTO...EU SEI QUE AS MINHAS ATITUDES PODEM ME CONTRADIZER, MAS OLHA NOS MEUS OLHOS, POR FAVOR...A MINHA BOCA PODE ENGANAR...ELES NÃO ENGANAM.
E ele monta-se no cavalo e parte a galope, na direção contrária do palácio e Teresa fica a olhar para ele, a todo o galope...e diz baixinho:
- EU SEMPRE TE AMEI SEU OGRE...E SEI DO TEU SEGREDO, PRINCIPE MIGUEL...
A hora do jantar chegou e o Miguel não aparece...Teresa fica preocupada...manda arrear o seu cavalo, e sai á procura de Miguel...está uma noite de céu estrelado, a lua Cheia ilumina os campos...ela sabe onde ele estará...e acertou quando viu o cavalo de Miguel a pastar debaixo de uma azinheira...ele estava junto ao rio, onde eles se viram pela primeira vez.
Olha e vê ele sentado numa rocha, e vai ter com ele.
- TERESA...QUE FAZES AQUI DE NOITE...EU OUVO O GALOPE DO CAVALO...COMO SABIAS QUE EU ESTARIA AQUI???
- EU TE CONHEÇO UM POUCO...MIGUEL, SUA ALTEZA REAL.
- JÁ SABES QUEM SOU EU...DESDE QUANDO?
- DESDE O DIA DO CASAMENTO...UM DOS TEUS CRIADOS CHAMOU-TE MIGUEL, EMENDOU LOGO PARA JOSÉ MAS ELE ESTAVA HABITUADO A CHAMAR-TE MIGUEL. E QUANDO ESTAVAS AUSENTE EU CONVERSEI COM ELE, E ELE É LEAL, MAS UMA MULHER QUANDO QUER...
- É PIOR QUE UM INQUISITOR...EU SEI, LOL. MAS SE SABES...SABES ENTÃO QUE...
- O NOSSO CASAMENTO NÃO É VÁLIDO, EU SEI...USASTE OUTRO NOME.
- E CONTINUASTE CASADA PORQUÊ??? ERA FÁCIL PROVARES QUE O CASAMENTO ERA NULO.
- AO PRINCIPIO QUERIA VER ATÉ ONDE CHEGARIAS COM A TUA MENTIRA, E DEPOIS...JUNTEI OUTRA RAZÃO...A MESMA QUE APONTASTE A MIM...CONHECI-TE MELHOR...VI UM FUTURO REI TRABALHAR NO CAMPO DE SOL A SOL...VI UM FUTURO REI FALAR COM AS PESSOAS SEM SE COLOCAR ACIMA DELAS, EMBORA SENDO O PATRÃO DELAS...VI UM FUTURO REI FICAR COM AS MÃOS CALEJADAS...E ME IMPRESSIONAS-TE...CONQUISTASTE O MEU RESPEITO...TANTO QUE TE ENSINEI ALGUMAS COISAS, PRINCIPE MIGUEL...E ALÉM DO MEU RESPEITO CONQUISTAS-TE ALGO QUE EU PROMETI DAR APENAS AO HOMEM QUE O SOUBESSE MERECER...O MEU AMOR, O MEU DESEJO...SIM PRINCIPE MIGUEL, EU AMO-TE.
- TERESA, EU....
- EU SEI QUE ESTE CASAMENTO É DE MENTIRA...TU TERÁS ELE NULO, EU NÃO LEVANTAREI NENHUM PROBLEMA...BEM SEI QUE ESTÁS PROMETIDO Á PRINCESA ESPANHOLA, SEI QUE PELO BEM DO REINO DEVES CASAR-TE COM ELA, E EU NÃO PASSAREI DE UM CAPRICHO, EU SEI QUE...
- CALA-TE TERESA...PELO AMOR DE DEUS CALA-TE...EU JÁ TE DISSE QUE TE AMO...SABES QUE FUI FAZER A LISBOA???
- NÃO...MAS PODES DIZER...
- RENUNCIAR AO TRONO...EU FUI RENUNCIAR AO TRONO, EU NÃO QUERO SER REI...QUERO APENAS SER TEU MARIDO, TERESA...O MEU REINO ÉS TU, SÓ PRECISO DE TI, TERESA...QUERO LÁ SABER DE CASAMENTOS ARRANJADOS, MESMO QUE ISSO SIGNIFIQUE GUERRA CASO NÃO ACONTEÇAM...EU SÓ TE QUERO A TI...PRECISO DE TI...MESMO RECLAMANDO, MESMO ZANGADA, MESMO ME ODIANDO EU AMO-TE...GOPSTO DE TI, PELO QUE TU ÉS...NÃO ME INTRESSA MAIS NADA.
- RENUNCIAS-TE...MESMO AO TRONO????
- SIM MAS...O MEU PAI NÃO ME DEIXOU RENUNCIAR...
- ENTÃO TENS DE TRE CASAR COM A PRINCESA ESPANHOLA..
- NÃO...EU DISSE QUE SÓ SERIA REI SE TE TIVESSE AO MEU LADO COMO RAINHA...E ACREDITA QUE SÓ SEREI REI SE FORES MINHA RAINHA. AGORA, QUE SABES QUEM SOU EU...QUE SE ACABARAM AS MENTIRAS...EU MIGUEL, AJOELHO-ME AOS PÉS DA MULHER QUE EU QUERO, QUE EU AMO, E LHE DIGOQ UE ELA É MAIS DO QUE UM REINO, ELA É O MEU MUNDO...E TE PEÇO PARA QUE SEJAS MINHA ESPOSA...SER RAINHA É APENAS UM DETALHE...EU TE QUERO PARA SERES MINHA ESPOSA, QUERO RIR AO TEU LADO, CHORAR SE FOR PRECISO, MAS NÃO QUERO QUE O AMANHÃ SEJA SEM ESTAR AO TEU ALDO...ACEITAS???
- SUA ALTEZA REAL...SIM...AGORA QUERO SER SUA ESPOSA...MEU AMOR.
Miguel se levanta, olha Teresa nos olhos...se ela tem algumas lágrimas a cair pela face ele também as tem...e pela primeira vez prova o sabor dos beijos de Teresa, os seus lábios colam-se num beijo longo...desejado...selando assim um compromisso entre um homem e uma mulher que precisam um do outro para serem felizes.
Ali onde um homem viu uma mulher nua na beira do rio, agora eles se beijam...as roupas vão sendo arrancadas aos seus corpos, uma nuvem vem tapar a luz da lua e das estrelas, para logo envergonhada ser levada pelo vento, quando dois corpos sem roupas rebolam pela relava macia da beira do rio, eles se acariciam, trocam beijos, ele mama nas mamas enormes dela, que as oferece a ele sem pudor...ela gosta dos lábios dele envolvendo os bicos eretos e duros das suas mamas, chupando-os a língua os lambendo devagar, arrancando suspiros de desejo a Teresa...
Miguel desfruta do corpo de Teresa, mesmo sem o saber ele procura dar prazer á mulher que ama, percorre os corpo dela devagar, atento aos gemidos de Teresa, sabendo e explorando aquele corpo que só nos seus sonhos ele o beijava e acariciava daquela maneira...e em troca recebia caricias e toques de Teresa que explora ela também o corpo do amante...debaixo daquele luar estavam dois amantes se descobrindo finalmente.
Quando ele chega á buceta de Teresa, e lhe toca ao de leve com os dedos, ela tem um espasmo de prazer, ele fica um pouco surpreendido mas volta a tocar-lhe e ela abre as pernas, convidando-o a voltar a acariciar aquela buceta...o cheiro...o sabor que ele prova quando leva a ponta dos dedos aos seus lábios e depois lhe passa com a língua...ela guia a cabeça dele para lá...ele deixa-se conduzir, e começa a lamber a buceta dela, cheia de pelos castanhos claros, agora encharcados pela saliva de Miguel e pelos fluidos que saem da buceta dela...ela que em segredo passava algumas das noites sozinha no seu quarto se acariciando sozinha na sua buceta imaginando que Miguel estava ali na cama dela a acaricia-la, estava agora entregue a ele, debaixo das estrelas, que eram mirones silenciosos daquele momento intimo, que mais nunca se repetiria, pois eles estavam aprendendo a dar prazer um ao outro...quando Teresa mete os seu lábios no pau Imponente de Miguel...teso, a cabeça dele toda molhada, pingando aquele pré goso que teresa desconhecia, mas que provou e seu paladar aprovou o sabor...estava por cima dele, oferecendo-lhe a buceta para ele lamber e chupar e ela começa a mamar no pau dele, adaptando a grossura do pau dele á sua boca delicada, mas adorando ter o pau dele dentro dela...no fim do pau dele via os enormes colhões dele, e experimenta colocar um deles na sua boca...e Miguel suspira.
Ela volta a mamar no pau do Miguel...e começa a engolir ele cada vez mais...engasga-se mas torna a engolir...ela gosta de estar assim com o pau dele na sua garganta...corresponde ao prazer e tesão que Miguel lhe dá ao lamber e chupar a buceta dela e o cu dela, e decide engolir o pau todo dele...e aos poucos vai engolindo...se engasgando mas insistindo...finalmente a sua teimosia servia para mais do que apenas ser respondona...e quando os lábios dela desaparecem no meio dos pelos junto á base do pau de Miguel ela tem o pau dele todo dentro da sua garganta, o seu nariz está perto dos colhões dele, e aquele cheiro intenso, a homem deixa-a mais desejosa das caricias e beijos que Miguel dá na sua buceta e ela se chega para trás um pouco para que a cara dele se enterre toda na sua buceta, sufocando-o um pouco, e ele corresponde, enterrando a língua dentro dela, e lambendo-a por dentro, fazendo ela gemer de tesão como pode, e sem controle ela tem um brutal orgasmo, ela estremece com aquele calor repentino que parte da sua buceta e percorre a sua espinha atingindo o seu cérebro como se fosse uma bala de canhão, ela se contrai, revira os olhos faz força nas coxas apertando a cabeça de Miguel entre elas, e ele responde também tendo um orgasmo, que inunda a boca dela com seu leite de macho...e com uma das pernas que coloca ela por cima da cabeça de Teresa, quando ela ia tirar o pau dele da boca, não a deixando assim sair e ter de engolir o leite dele todo, apesar dela tentar escapar, apertava cada vez mais as coxas dela, quase asfixiando ele...e só depois de uns longos minutos ela alivia a força que faz, e ele tira a perna de cima da cabeça dela...e ela sai de cima dele, esgotada...e cai ao lado dele...estão exaustos, mas ele depressa se minta em cima dela, o seu pau está mais teso que nunca, ela deixa-se montar, a sua buceta está feita um vulcão de desejo, aliás o seu corpo todo pede mais contacto, mais toque mais prazer e Miguel a beija na boca, beija-a no pescoço suado dela, agarra nos cabelos suados dela e ela nos dele que estão também suados, aquela noite quente de Verão, que o sol ainda aquece, o calor vindo da terra, e eles aos beijos...quando ele mordisca um dos mamilos dela, é como se ela sentia-se uma descarga elétrica pelo corpo todo, o seu gemido ouviu-se alto, e mais alto depois se ouve seu berro de prazer...Miguel volta a mordiscar o bico da mama dela, e agarra no outro com a outra mão, enquanto ela se abre mais, o pau dela roça pela buceta dela, que encharcada vai misturando o pré goso dela com o dele, até que ela não aguenta mais...e aos poucos vai entrando dentro da buceta dela...ela geme até procura afastar ele, mas apenas porque o tesão e a vontade é demasiada, o seu corpo está pegando fogo e entre as pernas então parece uma caldeira pronta a explodir ...e isso acontece quando ele lhe rompe a sua pureza...quando rompe aquela barreira que se conhece por hímen, nesse momento ela solta um grito quase animalesco, selvagem...era demasiado tesão, demasiada tensão a ser libertada naquele grito...Miguel observa ela abanando a cabeça, tentando respirar pelo nariz e pela boca...ele para, mas ela enrola as pernas na cintura dele e com um movimento das ancas enterra-se mais um pouco no pau dele...e ele dá uma estocada forte, poderosa, involuntária na buceta dela, entrando todo dentro dela, atingindo o útero dela, fazendo ela soltar outro berro enorme...ficaram pegados assim uns longos momentos, apenas se olhando nos olhos, nada dizendo...até que ela o beija na boca, quase que arranca a língua dele com os dentes, e as línguas deles começam a bailar dentro das bocas deles, enquanto ela o estimula a continuar...e ele corresponde, começa a cavalgar a sua femea...dá poderosas e cadenciadas estocadas na buceta dela, entrando todo dentro dela, os seus corpos se combinam num ritmo louco de prazer, tanto ele como ela gemem, até que atingem um orgasmo brutal...ela se sente numa fogueira de sentidos e sentimentos todos misturados num cocktail explosivo, que só aquele grito consegue libertar um pouco, o mesmo se passa com ele...e ele enche a buceta, o útero dela com seu esperma, que depois sai a golfes da buceta dela, quando ela está já sentada no colo dele beijando-o na boca.
Nessa noite era de madrugada e dois jovens se banham no rio, procurando a frescura que seus corpos pareciam rejeitar...dois jovens brincando na água, um príncipe herdeiro e uma fidalga do campo...que meses mais tarde estava entrando na catedral de Lisboa, vestida de branco, para ir ter com o seu príncipe sonhado, que a esperava tremendo como gelatina.
E foi um casamento enorme, que eles fizeram questão de partilhar ele com a população...anos mais tarde, quando ele foi coroado rei e ela rainha, 3 crianças brincavam na sala do trono, enquanto a coroa do reino de Portugal era colocada na cabeça do novo rei.
Conta a lenda que o novo rei vinha muitas vezes com a sua rainha á herdade da Rainha, e que nas noites quentes de Verão junto ao rio se ouve os gemidos de dois corpos se amando, debaixo da luz das estrelas e da lua, e que qualquer nuvem inoportuna venha tapar, logo o vento a afasta...
Fim
E esta é a lenda da herdade da Rainha, com alguns acrescentes aqui da Lex. espero que tenham gostado...ah...e eu já fiz amor algumas vezes naquele lugar onde dizem que eles se amavam, e realmente se ouviam alguns gemidos, mas se calhar não era a Teresa, LOL.
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Comentários (1)
Marcelo: Noite delicia e são Paulo uma boa transa T diothap
Responder↴ • uid:1d3mumoddgjf