Reencontrando minha ex (parte 3)
Por um segundo, achei que ela fosse recuar. Em vez disso, ela pegou minha mão e guiou até a própria coxa.
Depois que o sinal abriu, virei à direita quase sem pensar. O silêncio durou pouco.
— Daniel… — ela disse, quebrando o ar pesado dentro do carro. — Pra onde você tá indo?
— Tem um mirante aqui perto — respondi, mantendo os olhos na estrada. — É mais vazio. Acho melhor a gente conversar.
Ela não contestou. Apenas assentiu levemente, olhando pela janela como se tentasse organizar pensamentos que já tinham escapado do controle.
Estacionei poucos minutos depois. O lugar estava deserto. Nenhum carro, nenhuma conversa distante, só o vento leve batendo nas árvores e o cheiro salgado do mar subindo do fundo da cidade. Desliguei o motor, e o silêncio ficou ainda mais presente.
Quando virei o rosto, percebi que ela já me observava. Não era um olhar casual. Era atento, demorado, quase investigativo. Como se quisesse confirmar se aquilo tudo estava realmente acontecendo.
Nossos olhos se encontraram. E naquele instante, qualquer tentativa de racionalidade perdeu força.
O beijo veio inevitável. Mais intenso que o primeiro. Menos contido. Os lábios se encontraram com urgência, mas também com cuidado — como quem reconhece algo antigo e precioso. O gosto do vinho ainda estava ali, misturado ao perfume dela, quente, feminino, um cheiro que parecia despertar memórias guardadas no corpo, não na cabeça.
Minha mão encontrou sua cintura quase sem perceber. O tecido do vestido era fino, e o calor da pele dela atravessava fácil. Ela se aproximou mais, diminuindo ainda mais o espaço entre nós, como se o carro fosse pequeno demais para o que crescia ali dentro.
O beijo se aprofundou. Mais lento. Mais consciente. A respiração dela ficou irregular, escapando em pequenos suspiros entre um toque e outro. Senti quando ela fechou os olhos, entregando-se àquele momento com uma mistura perigosa de desejo e lembrança.
Desci os lábios pelo canto da boca dela, pelo maxilar, até o pescoço. Inspirei ali, devagar. O perfume misturado ao cheiro natural da pele me fez arrepiar inteiro. Era familiar demais. Era novo demais.
Ela levou a mão até a minha nuca, os dedos se perdendo no meu cabelo, puxando de leve, guiando meus movimentos. O toque dela ainda sabia exatamente onde pressionar. O corpo dela ainda reagia ao meu como se o tempo tivesse apenas dado uma volta longa demais.
— A gente não devia estar aqui… — ela murmurou, mas a voz saiu fraca, traindo o pensamento.
Não respondi com palavras. Apenas subi a mão pelas costas dela, sentindo cada curva, cada reação sutil. Ela se arrepiou sob meus dedos, aproximando-se ainda mais, como se buscasse contato, como se precisasse dele.
O mundo lá fora parecia distante. Não havia passado, não havia futuro — só aquele espaço apertado, aquele silêncio carregado, aquele desejo crescendo sem pedir permissão.
Ela abriu os olhos e me encarou de perto. O olhar estava diferente. Não havia mais dúvida ali. Só vontade. Só reconhecimento.
— Você tem noção do quanto isso é perigoso? — perguntou, a respiração quente batendo no meu rosto.
— Tenho… — respondi baixo. — Mas também sei o quanto a gente tentou fingir que isso não existia.
Por um segundo, achei que ela fosse recuar. Em vez disso, ela pegou minha mão e guiou até a própria coxa. A pele quente, macia, reagindo ao toque como se estivesse esperando por ele há anos.
Ali, naquele gesto simples e definitivo, a última barreira caiu.
O gesto dela ainda ecoava no meu corpo. A mão dela guiando a minha não foi impulsiva; foi consciente, firme, como quem assume o risco sem precisar verbalizar. O toque na coxa dela fez o ar dentro do carro mudar. Mais quente. Mais pesado. Ainda bem que o ar condicionado estava ligado e os vidros tinham fumê 100%.
Ela se aproximou mais, diminuindo qualquer espaço restante entre nós. O joelho dela roçou no meu, depois ficou ali, apoiado, presente. O vestido subiu alguns centímetros com o movimento, revelando mais pele do que antes. Minha respiração ficou descompassada — e ela percebeu.
— Olha pra mim — ela pediu em voz baixa.
Levantei o olhar. Os olhos dela estavam escuros, brilhando de um jeito que eu conhecia bem demais. Não era só desejo. Era entrega misturada com medo. Era vontade brigando com consciência.
Beijei de novo, mais devagar dessa vez. Como se quisesse memorizar. Minhas mãos exploraram com calma: a curva da cintura, as costas, o contorno do corpo que ainda respondia ao meu toque como se nunca tivesse esquecido. Cada arrepio dela era uma confirmação silenciosa.
Ela levou as duas mãos até meu rosto, segurando firme, como se quisesse me manter ali, presente, real. O beijo mudou de ritmo. Agora estava mais intenso, mais voraz. Os suspiros ficaram menos contidos. O carro parecia pequeno demais, apertado demais para o que crescia entre nós.
A boca dela desceu pelo meu pescoço, lenta, provocadora. O perfume dela agora estava misturado ao cheiro da minha pele, criando algo novo e perigosamente familiar. Senti quando ela fechou os olhos por um instante, como se estivesse atravessando uma fronteira interna.
— Dani… — meu nome saiu arrastado, quase como um pedido.
A mão dela percorreu meu braço, meu peito, sentindo, reconhecendo. O toque era curioso e seguro ao mesmo tempo, como se o corpo dela lembrasse exatamente onde parar… e onde continuar.
A cidade parecia distante. O tempo também. Só existia o som das respirações, o atrito leve de pele contra tecido, o silêncio carregado de tudo o que estava prestes a acontecer.
Encostei a testa na dela, os olhos fechados por um segundo.
— Se a gente continuar… — comecei, a voz baixa — não vai ter como fingir depois.
Ela não respondeu com palavras. Apenas encostou a boca na minha novamente, mais quente, mais urgente, como quem aceita a consequência antes mesmo de conhecê-la.
Foi ali, naquele segundo suspenso, que tudo deixou de ser lembrança e passou a ser escolha.
Ela começou a desabotoar meu cinto, com pressa, com desejo. Abriu minha calça e tirou meu pau para fora. Melissa olhava fixa, quase hipnotizada com o que via.
(Não vou mentir que eu tenho um pau de 25 ou 30 como alguns aqui do site kkkkk, tenho 17 cm de pau, mas nenhuma mulher nunca reclamou, pelo contrario. Eu sempre soube usar a minha ferramenta).
Ela me olha nos olhos por alguns segundos. Volta a me beijar, mas dessa vez, sua mão está me proporcionando uma punheta majestosa. Ela vai descendo seus lábios, beijando meu pescoço, até ficar a poucos centímetros da minha rola. Lentamente, sinto o toque da sua língua quente e molhada na cabeça do meu pau. Uma lambida e outra e outra. Como se estivesse saboreando o melhor sorvete do mundo que não provava há anos. Ela deu uma lambida da base até a cabeça.
- Shhhhhhhhh - foi só o que saiu da minha boca.
Ela abocanhou meu pau.
- Aaah, porra... - falei.
Ela me chupava e me masturbava numa sincronia perfeita. Acelerava e desacelerava.
Pedi pra ela parar um minuto para eu abaixar a calça.
Ela voltou ao melhor boquete que já recebi na vida. Incluindo os que ela me fazia quando estávamos juntos. Melissa chupava minhas bolas, uma a uma, tentava colocar as duas na boca. Enquanto chupava meu saco, ela me masturbava. Lambia das bolas até a cabeça e voltava a me mamar.
O desejo, o perigo, a sensação de proibido. Tudo isso junto foi demais naquele boquete quente e molhado. Depois de uns 10 minutos avisei que ia gozar se ela não parasse.
Ela então respondeu:
- Então me dá esse teu leitinho que eu senti tanta saudade de tomar. Goza tudo na minha boquinha.
Melissa voltou a me chupar e eu explodi em uma gozada na sua boca quentinha. Empurrei sua cabeça pra que meu pau fosse o mais fundo. Queria deixar meu leite na sua garganta. Ela bebeu, engasgou, tossiu e continuou chupando e lambendo até meu pau que não baixou ficar limpinho e brilhando.
Puxei ela pra um beijo.
Senti o gosto da minha porra na sua boca. Ao me afastar não vi mais o olhar angelical que ela tinha, mas vi o olhar de diaba que sempre me enlouquecia entre quatro paredes.
- Agora é minha vez de matar a saudade do sabor dessa tua bucetinha...
>>>>>Continua<<<<<
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Comentários (1)
Miih: Continua por favooooor. Conto muito gostoso.
Responder↴ • uid:1ct6995pzy5m