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Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 13

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Era uma noite tranquila, daquele tipo em que o calor do dia ainda fica no ar mesmo depois do sol se pôr. Eu Maurício, tava na varanda tomando uma cerveja gelada, escutando o ventilador da sala girando devagar, preguiçoso. O Léo tinha ido dormir cedo no meu quarto depois de um dia inteiro de risada, toque discreto e aqueles olhares que eu via cada vez mais entre ele e meu irmão. O Rick tava na cozinha lavando a louça do jantar que a gente fez junto ele insistiu em ajudar, mas eu sabia que era só desculpa pra ficar o dia todo perto do Léo.
Uns minutos depois ele apareceu na porta da varanda, secando as mãos no pano de prato, sem camisa, de samba-canção folgada marcando o corpo relaxado. Sentou na cadeira do lado, pegou uma cerveja da caixa que tava no chão e deu um gole longo antes de abrir a boca.
— Mano… posso falar uma coisa séria com você?
Eu levantei a sobrancelha, já imaginando mais ou menos o que vinha. Rick nunca foi de enrolar quando quer alguma coisa.
— Fala.
Ele olhou pra dentro da casa, como se quisesse ter certeza que o Léo não tava escutando, depois virou pra mim, olho no olho.
— Eu tô a fim do Léo, muito afim! Não é só zoeira, não é só tesão de ver um garoto bonito. O moleque é especial, ele ri de tudo que eu falo, fica vermelho quando eu elogio, deixa eu encostar de leve e não recua… caralho Maurício, ele é um anjo. Eu fico louco só de olhar pra ele, quero ficar com ele de verdade. Nem que seja uma vez só, nem que seja só pra saber como é.
Fiquei quieto uns segundos, girando a lata na mão. O ciúme subiu devagar, mas não era raiva louca era um ciúme mais maduro, quase possessivo, misturado com um orgulho esquisito.
O Léo era meu, meu menino, minha esposa, meu amor. Mas eu via como ele ficava leve perto do Rick, como sorria mais fácil, como o corpo relaxava quando meu irmão brincava com ele.
E eu sabia que o Léo curtia a atenção dos dois lados, curtiu ser desejado por nós dois.
— Você quer transar com ele — falei direto, sem enrolar.
Rick concordou, sem desviar o olhar.
— Quero! Quero foder ele gostoso, ouvir ele gemer meu nome, ver ele tremer no meu colo. Quero sentir como ele é apertadinho, como goza gostoso mas não quero roubar ele de você. Não quero briga! Só quero… provar, uma vez se você deixar.
Tomei um gole longo, olhando pro céu escuro.
— Ele é meu, Rick. meu menino, minha mulherzinha. Eu não divido fácil, ele não é brinquedo.
Rick se inclinou pra frente, voz baixa.
— Eu sei, por isso tô pedindo. Não toco nele sem você permitir mas se você deixar… prometo que vai ser bom pra ele também. Ele gosta de ser desejado, dá pra ver nos olhos dele quando eu falo safadeza, el fica duro na hora.
Suspirei, sentindo o pau dar um pulo na bermuda só de imaginar. O Léo no meio de nós dois, gemendo pros dois, gozando pros dois.
— Só tem um jeito — falei, olhando firme nos olhos dele. — Se eu deixar você ficar com ele… eu assisto. Fico do lado, olhando tudo. Vejo você meter nele, vejo ele gemer seu nome, vejo ele gozar no seu pau. Mas eu controlo, eu decido o ritmo, o quanto você pode ir fundo, quando parar. E depois… eu fodo ele de novo, pra lembrar que no final ele é meu.
Rick ficou quieto um segundo, depois abriu um sorriso largo, olhos brilhando de tesão e surpresa.
— Sério? Você topa assistir?
Concordei devagar.
— Topo! Mas só se ele quiser também. A gente pergunta pra ele juntos. Se ele falar não, acabou, ninguém força nada.
Rick esticou a mão, apertou a minha com força.
— Fechado! Amanhã a gente fala com ele.
Apertei de volta, coração acelerado.
— Amanhã mas lembra, ele goza gritando meu nome no final.
Rick riu baixo.
— Pode deixar, irmão. No final… ele vai ser todo seu de novo.
Olhei pra dentro da casa, onde o Léo dormia no meu quarto.
Amanhã ia ser interessante pra caralho e eu já tava louco só de imaginar.

Léo empurrou a porta da frente com o ombro, ainda com a mochila pendurada num braço só. Cheiro de café fresco e carne moída com batata vindo da cozinha.
Largou a mochila no canto da sala e ouviu a voz grave do pai lá dos fundos.
— É você moleque?
— Sou eu pai — respondeu, já indo pra cozinha.
O pai tava de pé perto do fogão, mexendo a panela com colher de pau. Regata, chinelo surrado, barba por fazer.
Olhou pro filho de cima a baixo, como quem vê se chegou inteiro.
— Chegou tarde hoje, hein? — falou, sem bronca, só curioso.
— Fui na casa do Maurício… ele tava precisando de ajuda pra arrumar umas coisas no quintal — Léo respondeu, abrindo a geladeira pra pegar água.
Jorge deu uma risadinha baixa, balançando a cabeça.
— Você anda muito lá ultimamente, garoto.
Léo travou meio segundo com a garrafa na mão, mas disfarçou tomando um gole grande. Jorge nem notou, continuou falando enquanto provava o tempero.
— Mas tudo bem, o Maurício é gente boa. Homem direito, trabalhador, educado, não é que nem aquele Nizam que vive de intriga e falando mal dos outros pelas costas. O Maurício é diferente, tem palavra.
Léo fechou a geladeira devagar, coração batendo mais forte, mas manteve a cara de paisagem.
— É… ele é legal mesmo — murmurou.
Jorge abaixou o fogo, limpou as mãos no pano e olhou pro filho com um meio sorriso orgulhoso.
— Sabe o que eu vejo quando olho pra vocês dois? Vejo que ele gosta de você como se fosse um filho, Léo. Sério, o jeito que ele fala de você, que te chama pra ajudar nas coisas… é igual eu fazia com meu sobrinho quando era pequeno. Ele te trata com respeito, te dá atenção, isso é raro hoje em dia.
Léo engoliu em seco. Sentiu um calor subindo pelo pescoço não era bem vergonha, era um misto de alívio e pavor. Alívio porque o pai não desconfiava de nada, pavor porque parecia que todo mundo podia ver o que ele e Maurício tentavam esconder… menos o Jorge.
— Pois é… — foi o que conseguiu dizer, voz rouca.
Jorge deu um tapinha leve no ombro dele.
— Vai tomar banho, que já tá quase na hora do jantar. E ó continua indo na casa do Maurício, viu? Homem assim faz bem pra cabeça de menino, ensina coisa boa.
Léo concordou rápido e já virou pra subir.
— Tá bom pai! Vou tomar banho.
Quando chegou na escada ainda ouviu o Jorge falando sozinho, quase rindo
— Até parece que eu não conheço gente boa quando vejo…
Léo fechou a porta do quarto, encostou as costas na madeira e soltou o ar que nem sabia que tava segurando.
“Como um filho.”
As palavras ficaram martelando na cabeça enquanto o coração batia descontrolado. Era exatamente o que ele queria que o pai pensasse e ao mesmo tempo era a coisa mais perigosa que podia acontecer. Porque se o Jorge descobrisse que não era só amizade, que não era só carinho de “tio postiço”…
Passou a mão no rosto, tentando se acalmar.
“Por enquanto tá tudo certo, por enquanto.”
Mas no fundo ele sabia cada dia na casa do Maurício era mais uma corda esticada e acorda esticada demais arrebenta.

Eu tava largado no sofá grande da sala, pernas abertas, cerveja gelada na mão, esperando o Léo chegar. Rick tava do meu lado esquerdo, encostado no encosto, de samba-canção folgada, sem camisa, braços tatuados cruzados atrás da cabeça. A gente tinha combinado isso desde a conversa na varanda na noite anterior.
Eu disse que só permitia se eu assistisse, Rick topou na hora, olhos brilhando de tesão e curiosidade. Eu também, porque ver o Léo sendo desejado por outro cara mas sabendo que no final ele era meu, me deixava louco de um jeito que eu nunca imaginei.
A campainha tocou duas vezes, leve, tímida. Meu coração acelerou.
— É ele — falei baixo, olhando pro Rick.
Ele deu um sorriso de lado e sentou mais reto.
— Deixa ele entrar, mano. Vamos ver como o anjinho reage.
Levantei, abri a porta, lá tava o Léo: bermuda jeans curta, camiseta fina marcando os mamilos rosados de leve, cabelo bagunçado do vento, olhos castanhos brilhando de expectativa e um pouquinho de medo. Vinha com uma sacolinha de doces da padaria, ele sempre fazia isso, como se precisasse de desculpa pra aparecer.
— Oi… cheguei — murmurou baixinho, olhando pros lados como se tivesse medo dos vizinhos.
Puxei ele pela mão, fechei a porta, tranquei. Beijei a boca dele devagar, língua entrando fundo, possessiva, sentindo ele derreter nos meus braços.
— Vem, meu menino. A gente tá te esperando.
Ele congelou quando viu o Rick no sofá. Rick levantou a mão num aceno preguiçoso, sorriso safado.
— Oi, anjinho! Senta aí.
Léo corou na hora, olhou pra mim com olhos arregalados.
— Maurício…
Assenti e levei ele pela mão até o sofá. Sentei no meio, puxei o Léo pro meu colo direito, pernas dele abertas pros lados das minhas coxas, costas coladas no meu peito. Rick ficou do lado esquerdo, perto o suficiente pra tocar, mas ainda não.
— A gente quer falar com você, Léo — falei baixinho no ouvido dele, beijando a nuca. — Sobre uma coisa que o Rick me pediu ontem.
Léo tremia de leve, mãos apertando minhas coxas.
— O quê?
Rick se inclinou pra frente, olhos cravados no Léo, voz rouca e direta.
— Eu quero ficar com você Léo. Quero te foder, quero sentir como você é gostoso, como você geme, como você goza. Quero te ver tremendo no meu pau, pedindo mais. Mas não toco em você sem o Maurício permitir, ele é quem manda. E ele disse que só deixa… se ele assistir.
Léo engoliu em seco, corpo todo arrepiado. Olhou pra mim, olhos cheios de tesão e confusão.
— Você… você topa isso?
Beijei o pescoço dele devagar, mão descendo pela barriga por baixo da camiseta, apertando de leve o pauzinho que já tava duro.
— Topo, meu menino. Se você quiser, quero ver você sendo desejado por outro homem. Quero ver você gemendo o nome do Rick enquanto eu assisto, quero ver você gozando no pau dele. Mas no final… você volta pra mim! Você goza gritando meu nome, você é minha esposa, minha putinha.
Rick chegou mais perto, mão apoiada no encosto atrás do Léo.
— Prometo que vai ser gostoso, anjinho. Vou te tratar bem, vou te foder devagar no começo, te deixar sentir cada centímetro. Vou te chamar de minha putinha gostosa, vou te encher de leitinho enquanto o Maurício assiste. Mas não toco sem você dizer sim e sem o Maurício mandar.
Léo tremia inteiro no meu colo, pau babando na bermuda, respiração acelerada.
— Eu… eu quero — sussurrou, voz quebrada. — Quero sentir vocês dois. Quero ser desejado por vocês! Quero gozar pros dois.
Sorri contra a pele dele, beijando a orelha.
— Então tira a roupa, minha esposa. Mostra pro Rick como você é lindo peladinho.
Léo levantou devagar do meu colo, mãos tremendo. Tirou a camiseta primeiro, mostrando o peito liso, mamilos rosados duros.
Depois a bermuda e a cueca, ficando pelado na nossa frente. Pauzinho duro apontando pro teto, cuzinho rosa piscando de leve, pele toda arrepiada.
Rick gemeu baixinho, mão apertando o próprio pau por cima da samba-canção.
— Caralho… você é perfeito, Léo. Olha esse cuzinho rosa… dá vontade de meter agora.
Levantei, tirei a camisa, sentei de novo e puxei o Léo pro meu colo, mas de frente pro Rick.
— Senta aqui, minha putinha. Mostra pro Rick como você rebola gostoso.
Léo sentou, costas coladas no meu peito, pernas abertas. Meu pau duro roçando na bunda dele. Segurei os quadris, guiando ele pra baixo, deixando ele sentir minha rola na entrada.
— Rebola devagar, Léo. Mostra pro Rick o que ele vai ter.
Léo rebolou lento, gemendo baixinho, olhos fixos no Rick.
Rick se masturbava devagar por cima da roupa, olhos vidrados.
— Isso… rebola assim… mostra como você é safado. Eu vou te foder gostoso hoje, vou te fazer gozar gritando meu nome.
Beijei o pescoço do Léo, mão descendo pro pau dele, masturbando devagar.
— Isso, minha esposa. Mostra pro Rick como você é minha putinha. Porque depois que ele te foder… eu vou te foder de novo! Pra lembrar que você é minha.
Léo gemeu alto, rebolando mais rápido.
— Sim… quero vocês dois… quero gozar pros dois…
Rick se aproximou, ajoelhou na frente do sofá, olhos no cuzinho do Léo.
— Abre as pernas mais, anjinho. Mostra pro cunhado como você fica molhadinho.
Léo abriu mais, gemendo, e eu senti ele pulsar na minha mão. A noite tava só começando.
E o Léo tava pronto pra ser nosso.

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Comentários (5)

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  • Eduardo 56: Oi tudo bem

    Responder↴ • uid:1drtryvza3ag
  • Coroa: Por onde anda o cunhado?

    Responder↴ • uid:1cpcwfb3nku6
  • Coroa: Estou tão ansioso que pensei que já fosse ser agora. Tudo bem que seja no próximo. Volta logo.

    Responder↴ • uid:1cpcwfb3nku6
  • Warkanda: Conto t a perfeito, cada capitulo e um melhor q o outro👏👏👏👏 e o melhor e q sempre ta atualizando rapido

    Responder↴ • uid:1dkoykzrlcwm
  • Tavinho: Que maldade, continua logo kkkk tô adorando

    Responder↴ • uid:gstynkpd3