Escravo Familiar: Capítulo 5 (A recuperação Ato 2)
Durante o almoço, papai me acariciava, mamãe olhando comentou que achava bonito a cumplicidade que eu e ele tínhamos.
Quando terminamos de comer, eu ajudei minha mãe a organizar a cozinha e a sala de jantar. Logo depois tirei a tarde para descansar, tinha sido um fim de semana muito puxado, e papai tinha acabado com o resto das minhas forças agora de manhã.
Fui assistir minha série pelo computador, tomei todos os cuidados na hora de sentar e andar, liguei o computador e entrei no provedor e em seguida na Max.
Selecionei meu perfil e dei continuidade ao que já estava assistindo. Após 40 minutos o episódio tinha acabado, me levantei e fui ler meu livro.
No final da tarde meu pai veio até meu quarto me comunicar sobre o período da noite:
TOC! TOC!
Meu pai bateu e entrou no meu quarto.
— Meu filho, mais tarde iremos sair. Papai vai fazer amor com você novamente agora a noite, mas te prometo dar alguns dias de descanso, ok?
— Tudo bem pai!, a que horas vamos sair? Eu perguntei.
— Umas 20:00 mais ou menos! Esteja pronto.
— Tudo bem.
Meu pai saiu do quarto seguindo para o andar de cima, eu voltei para o computador dessa vez para escutar música e fuçar nas redes sociais.
Por volta das 18:40, eu fui tomar um banho e começar a me preparar para sair com papai.
Separei uma roupa mais larga e dessa vez não iria sair com uma roupa íntima por baixo, deixaria tudo solto para ventilar e não ficar roçando na minha pele dolorida.
Às 20:20, meu pai e eu estávamos saindo de casa rumo ao motel.
Durante o caminho papai puxou um assunto que eu em breve iria satisfazer outros membros da família, e me perguntou o que eu achava e se eu estava pronto para isso.
— Claro, só espero que não me machuquem daqui para frente!
— Se você for obediente e fizer o que mandamos, não terá punição alguma. Meu pai disse.
Me calei, me perdendo em pensamentos. Cerca de 49 minutos depois chegamos a um motel clássico, a faixada era branca e vermelha, meu pai pediu para a atendente uma suíte.
Entramos no estacionamento, papai deixou o carro em uma vaga ao lado de uma pilastra de concreto.
Descemos do carro e nos encaminhamos para o quarto. No trajeto papai me pegou no colo já me dando vários beijos.
Ao entramos no quarto ele me atirou no centro da cama, já tirando suas roupas, eu também comecei a retirar as minhas, papai atacou minha boca novamente me fazendo perder o ar.
Em seguida se levantou da cama indo para o banheiro, escutei ele abrir a torneira da banheira, fui atrás dele para ver o que ele estava fazendo.
Ao entrar no banheiro, peguei papai colocando sais de banho de alga marinha, o cheiro era interessante e tomava não só o banheiro, mas também o quarto todo.
— Eai minha princesa, está pronta para um banho revigorante com o papai?
— É Claro! Respondi.
Papai despejou um pouco do sal de banho na água da banheira, e enquanto ela enchia papai me chamou com o dedo para perto dele, me sentei ao seu colo passando os braços pelo seu pescoço, papai puxou minha boca para a sua me dando um beijo tenro enfiando a língua na minha boca e buscando a minha.
Eu gemia baixo, papai saiu da minha boca e desceu pelo pescoço dando beijos e cheirando.
— Nossa que amorzinho cheiroso esse meu.
Quando ele voltou com o rosto para junto do meu, eu o beijei forte sugando toda a sua língua. Seu sabor era de café quente e doce. Me afastei e desci para onde eu mais queria estar, cheirando seus pés suados e fedidos.
Sentei no chão frio, meu pai me observava a todo instante, e, ao mesmo tempo, ele controlava o volume da água da banheira.
Eu estava no chão do banheiro sentado com seus belos pés nas minhas pernas, ergui o pé esquerdo até minha cara encostando meu nariz, aspirei seu chulé que eu tanto venerava.
Fsssssssssssss!
Nossa que delícia, era salgado, forte e quente do jeitinho que eu gosto. Larguei seu pé esquerdo e me dirigi ao direito, o ergui até minha cara e cheirei absorvendo todo o odor.
Fsssssssssssss!
Ah, que delícia, meu pai só me observava sorrindo fechando a torneira da banheira que já estava cheia.
Antes de entrarmos na banheira e tomar um banho relaxado, pedi para que meu pai me deixasse cheirar todo seu corpo suado e sujo.
— Papai. Falei manhoso. Posso cheirar todo o seu corpo?
— Claro minha riqueza, papai deixa.
Me levantei do chão e pedi para que ele ficasse de pé. Com ele em pé comecei cheirando seu pescoço, atrás da orelha, desci cheirando seu peitoral largo, levantei seus braços e cai nas suas axilas, aspirando forte o odor FSSSSS! , depois desci beijando e lambendo sua barriga até chegar no seu púbis.
Me agachei ficando de cócoras na altura da sua pica que estava dura, peguei ela nas mãos começando uma masturbação leve, aproximei meu nariz dela e cheirei.
FSSSSS! Aaaah!
O cheiro de pica suada e suja era divino, logo em seguida expus a glande rosada e suada e cai de boca, sugando, lambendo. Meu pai gemia baixo alisando seus mamilos, eu passei a segurar no seu saco, enquanto chupava com maestria. Quando ele estava perto de gozar, o retirei da boca, ele ficou um pouco frustrado, mas desci com minha boca pelas suas pernas beijando e lambendo cada centímetro.
Pedi para ele virar de costas para mim e ataquei sua bunda. Primeiro eu beijei suas nádegas, depois abrir elas e caí de boca no seu cuzinho rosado, línguando sem pressa.
Ele gemia e rebolava na minha boca, fazendo caras e bocas. Depois se virou me puxando para cima, olhou nos meus olhos e disse:
— Hora de entrarmos na banheira nego!
Entramos, primeiro ele se sentou, e eu fui sentar no meio das suas pernas, o cheiro de alga marinha nos acalmava e relaxava. Ficamos abraçados na banheira curtindo o banho.
Meia hora depois com os dedos enrugados e já cansados daquela posição, eu e papai nos levantamos de dentro da banheira, papai retirou a tampa do ralo fazendo a água escoar ralo a baixo. Ele pegou na minha mão e com espuma nos encaminhamos para o chuveiro.
De baixo do chuveiro nos enxaguamos, papai e eu pegamos um pouco do xampu e lavamos nossa cabeça, pegamos os sabonetes para terminar o banho, passando somente nas partes íntimas e nos pés, mãos e axilas. Enxaguamos todo o sabão e saímos do chuveiro.
Nos secamos e ainda pelados fomos para o quarto.
— Filho, pai quer que você foda o cu dele! Topa?
— Claro papai!
Ele então se jogou na cama de bruços, eu peguei um sachê de lubrificante neutro abrindo, eu queria fodê-lo sem camisinha para poder sentir ele mastigando meu pau.
De pau bem duro, abri suas nádegas expondo seu cuzinho rosado, me aproximei e cai de boca sugando e línguando com força seu cu.
— Ãããã! Meu pai gemeu alto, empinando seu cuzão na minha cara, eu continuei chupando seu cu deixando ele bem babado.
Logo depois me afastei, peguei o lubrificante o abrindo, passei uma parte do sachê no meu caralho e a outra no seu cuzinho, introduzindo um pouco com os dedos.
Nessa hora meu pai gemeu gostoso:
— Huuum! Que geladinho gostoso!
— Calma que ainda vai ficar mais gostoso ainda.
Lubrifiquei bem suas pregas, apontei meu pau na entrada do seu cuzinho e bati a cabeça na entradinha, fazendo ambos gemer.
Huuuumm!
Pincelei, e fui com delicadeza introduzindo aos pouquinhos meu pau no seu cu rosado. Papai gemia pedindo cada vez mais, para fodê- lo.
— Isso minha bixinha linda, fode gostoso o cuzinho do papai, papai que pica, isso vai, taca pica.
Eu o penetrei até às bolas, gemendo alto.
— HUUUM, papai, que cuzinho quente.
Me alojei até às bolas no seu cu, dei uma rebolada e um tapa na sua nádega, e logo em seguida comecei a bombar lentamente.
Meu papai gemia gostoso pedindo pica:
— Isso Filho, me come gostoso! Huuuuuuuuuum!
PLOC PLOC PLOC PLOC
Bombei gostoso nele por muito tempo, até gozar inundando seu cuzinho chamando por ele.
— Vou gozar papai, toma leite nesse rabo, toma, aaaaaaaaaaaah! Pfft! Pfft! Pffffffffffffffffffffffff!
— A filhão também vou gozar, aaaaaaaaaaaah! Pfft! Pfft! Pffffffffffffffffffffffff!
Cai em cima dele exausto e saciado. Papai parecia estar muito satisfeito.
Um tempo depois recobramos o fôlego. Papai me beijando perguntou se eu aguentava mais uma como passivo. Eu sorri para ele e disse que sim e que ele é insaciável.
Deitei de bruços na cama, papai pegou o gel lubrificante abrindo minhas nádegas, passou mais um pouco de lubrificante com os dedos, e logo encaixou sua pica na entrada forçando.
— huuuuuuuuuum! Gemi baixinho.
— Calminha, vai ficar gostoso.
Ele foi entrando, quando chegou no seu saco ele parou por alguns minutos, me deixando acostumar com a invasão.
Cinco minutos depois começou a bombar dentro de mim.
PLOC! PLOC! PLOC!PLOC! PLOC! PLOC! PLOC!PLOC!....
— huuum!
— aaaaaaaaaaaah!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Te Amo filho!
— Também te amo pai!
E assim gozamos juntos.
Pffffffffffffffffffffffff!
Ele caiu na cama ao meu lado se recuperando. Depois me abraçou de lado e caímos no sono cansados.
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