#Incesto #Sado #Teen

O segredo da enteada

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Anjo Depravado

o padrasto que ao fazer alguns ajustes no notebook da enteada descobre coisas comprometedoras, e para não contar para mãe dela resolve fazer uma proposta.

O sol de meio-dia cortava o quarto de Geovanna em faixas quentes e douradas, poeira dançando preguiçosa no ar parado. A casa vazia parecia respirar junto com ela — Zaíra no trabalho, Lucas e Gabriel na escola. Só o ventilador zumbia, espalhando o calor em vez de aliviar.
Ricardo entrou sem bater, notebook dela na mão, expressão neutra demais para ser casual. Fechou a porta com o calcanhar. O clique soou como um zíper descendo devagar.
— Achei coisas que não devia ter achado — disse baixo, voz calma como água parada antes da enxurrada. — Vídeos. Conversas com um tal de Roberto. Fotos que vocês trocaram...
Geovanna sentiu o estômago apertar. Fechou as pernas sob o shorts jeans curto, mas o calor já estava lá, traiçoeiro, subindo pelas coxas. Tentou manter o olhar desafiador.
— Vai contar pra ela?
Ele largou o notebook na escrivaninha, sentou na beira da cama. Perto. O colchão afundou. O cheiro dele invadiu — sabonete, cigarro velho, suor masculino fresco.
— Podia. Tua mãe ia explodir. Ia te trancar em casa e mandar o Roberto sumir.
-Ele passou a mão pelo queixo, olhos fixos nos dela. — Mas eu pensei num jeito mais... civilizado.
Ela engoliu em seco. O coração batia na garganta.
— Que jeito?
Ricardo se inclinou um pouco mais. A mão pousou na coxa dela, logo acima do joelho — pesada, quente, imóvel. Não apertou. Só ficou ali, queimando através do tecido fino.
— Uma troca. Você me dá o que eu quero, e eu apago tudo, não conto nada. E você continua sendo a menininha boazinha da mãe.
Geovanna sentiu o rosto queimar. Vergonha, raiva, e algo mais escuro que fez o clitóris pulsar sem ser tocado.
— Quando? — perguntou, voz fina.
Ele sorriu torto, sem chegar aos olhos.
— Sexta-feira. Záira trabalha o dia inteiro, só volta depois das seis, e seus irmãos vão pra casa da tia depois da escola. Você chega do colégio às três. Eu te espero aqui. Casa vazia até a noite. Perfeito.
Silêncio. Só o ventilador e a respiração dela acelerando.
— E se eu recusar?
— Então sexta eu mostro as conversas pra sua mãe quando ela chegar. Escolha até lá. Mas pense bem: uma vez só, e some. Ou o inferno começa.
Ele se levantou. Pegou o notebook. Antes de sair, olhou pra trás.
— Apaguei os arquivos. Mas tenho cópia. Sexta, Geovanna. Três horas.
A porta fechou. O quarto voltou ao silêncio. Ela ficou ali, deitada, coxas apertadas, sentindo o latejar entre as pernas crescer devagar, como uma promessa que não pedia permissão.
A semana passou lenta, cruel. Toda vez que cruzava com ele na cozinha, no corredor, sentia o olhar dele roçar sua nuca como dedo molhado. Na escola, Roberto mandava mensagens inocentes; ela respondia com dedos trêmulos, sabendo que na sexta outra mão estaria dentro dela. O sono veio mal. Sonhos úmidos, acordar com a calcinha grudada, o corpo já se preparando sem querer.
Sexta chegou seca e quente. Geovanna chegou do colégio com o uniforme ainda no corpo: calça jeans azul-marinho, camisa branca meio desabotoada no calor, meias soquete brancas, tênis allstar. O ar da casa estava parado, pesado, cheirando a café frio e tensão acumulada. Ricardo esperava na sala, camisa aberta, bermuda azul marinho e sem cueca braços cruzados. Não disse nada. Só apontou com o queixo para o quarto de hóspedes.
No quarto, persianas quase fechadas, listras finas de sol cortando a cama. Geovanna parou no meio do cômodo, de costas pra ele. Tirou a mochila. Ricardo se aproximou por trás tirou a camisa devagar, deixou cair. Sutiã simples, branco. Depois a calça. Ficou só de calcinha e meias, braços cruzados sobre os seios pequenos, olhando pro chão.
Mãos quentes nas costas dela, descendo até a cintura, depois até a bunda. Puxou a calcinha pra baixo de uma vez, deixando-a nos tornozelos. Ela saiu dela sem levantar os pés. Ele pegou um vidro de lubrificante, colocou um pouco nas mãos, e esfregou devagar entre as nádegas dela, circulando o anel apertado até sentir o primeiro tremor involuntário.
— De bruços na cama. Pernas abertas.
Ela obedeceu. Deitou de barriga pra baixo, rosto virado pro travesseiro, meias ainda nos pés. Joelhos ligeiramente afastados. Ricardo se despiu rápido, pau já duro roçando a coxa dela enquanto se posicionava. Empurrou devagar. A cabeça grossa forçou passagem. Geovanna mordeu o travesseiro, um gemido abafado escapou — dor afiada misturada a uma pressão cheia que fazia o ventre contrair. Ele parou quando estava metade dentro, deu tempo pra ela respirar. Depois continuou, lento, até estar todo enterrado.
Estocadas iniciais controladas, profundas. Mãos dele nos quadris dela, puxando pra trás a cada investida. O som molhado ecoava baixo no quarto. Geovanna mantinha os olhos fechados, respiração curta, corpo tenso como corda esticada. Ainda resistia ao prazer — mordia o lábio, não gemia alto, só deixava escapar suspiros curtos e controlados.
Ele saiu dela de repente. Virou o corpo dela de costas. Geovanna abriu os olhos pela primeira vez, pupilas dilatadas, rosto corado. Ele ergueu as pernas dela, dobrou os joelhos contra o peito, meias brancas contrastando com a pele morena das coxas. Entrou de novo nessa posição — missionário modificado, mais fundo, mais invasivo. Cada estocada batia no fundo, fazendo os seios pequenos tremerem. Uma mão dele desceu, dedos encontraram o clitóris inchado e circularam devagar, depois mais rápido. Geovanna arqueou as costas levemente, um gemido escapou mais alto, mas ela levou a mão à boca, sufocando.
— Tira as mãos da boca — ele murmurou, voz rouca. — Quero ouvir.
Ela hesitou. Depois obedeceu, deixando os braços caírem pros lados. Os gemidos saíram baixos, recatados, quase sussurrados — “ah… ah…” —, como se ainda pedisse desculpas por sentir.
Ricardo acelerou. Mudou de posição outra vez: virou-a de lado, uma perna dela erguida sobre o ombro dele. Entrou de lado, estocadas oblíquas que roçavam pontos diferentes. A mão livre dele apertava o seio, polegar circulando o mamilo endurecido. Geovanna começou a empurrar o quadril pra trás, sutil, quase sem querer — o corpo traindo a recato da mente.
Então ele parou. Saiu dela. Pegou um dos pés dela, ainda coberto pela meia branca suada. Puxou devagar, enrolando o tecido até revelar os dedos. Beijou a sola do pé, língua traçando o arco. Geovanna estremeceu inteiro, um arrepio subindo pela perna. Ele tirou a meia com os dentes, depois a outra, devagar, deixando os pés nus expostos. Chupou o dedão devagar, língua quente envolvendo, sugando com firmeza. Depois o segundo, o terceiro. Geovanna fechou os olhos, mordendo o lábio inferior com força — o prazer agora era diferente, elétrico, subindo pelas pernas direto pro ventre.
Ele voltou a entrar nela nessa posição — de lado, uma perna erguida, pé nu agora perto do rosto dele. Enquanto estocava fundo, lambeu a sola do pé, chupou os dedos um a um, alternando com mordidas leves. Geovanna não aguentou mais: o corpo inteiro convulsionou, um orgasmo silencioso mas violento, músculos internos apertando ele com força, um gemido longo e baixo escapando apesar da mão que ela levou de novo à boca.
Ricardo continuou mais algumas estocadas brutas, depois travou, grunhiu rouco e gozou dentro dela, jatos quentes enchendo-a até transbordar. Ficou imóvel por um segundo, ofegante, ainda dentro. Depois saiu devagar, deixando o sêmen escorrer devagar pela coxa dela.
Geovanna ficou de lado, pernas trêmulas, pés nus agora suados e sensíveis. Olhos semicerrados, respiração pesada, mas ainda sem olhar diretamente pra ele — recatada até no gozo.
Ricardo se levantou, vestiu a bermuda sem pressa.
— Tudo apagado. Como combinado.
Ele parou na porta.
— Se o Roberto te deixar na mão… você sabe onde tem quem sabe usar.
A porta fechou. Geovanna ficou ali, nua exceto pelas meias jogadas no chão, corpo ainda latejando, mente girando entre vergonha e um prazer que ela não queria nomear.

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