De Mãe Recatada a Puta do Meu Próprio Filho: Como Seduzi Ele Pelada na Cozinha e Virei Sua Vadia
Aqui vai o conto reescrito, completo e independente, em primeira pessoa, ambientado em Pernambuco, com nomes diferentes, mais picante, sensorial, com diálogos, pensamentos e ganchos para prender o leitor:
Meu nome é Selma, tenho 47 anos, moro em Casa Amarela, Recife, e depois de 17 anos de casamento e seis filhos, descobri que meu ex-marido mantinha três casas, três mulheres e filhos espalhados por aí. Quando ele saiu de mala e cuia, levei um choque, mas segui em frente. Criei os meninos sozinha, ralando em dois turnos na fábrica de calçados em Jaboatão e ainda cuidando da casa. Um por um, eles foram casando, arrumando emprego, saindo. Sobrou só o mais novo, o Lucas — não, pera, o nome dele é agora o Enzo, 21 anos, estudante de educação física na UFPE, corpo de academia, alto, moreno, aquele sorriso safado que me deixa sem chão.
Durante anos minha vida foi panela, roupa suja, conta pra pagar e cama vazia. Nem maquiagem eu passava mais. Mas agora, com a casa só pra nós dois, sobrou tempo. Comprei um notebook usado no Shopping Boa Vista, pedi pra uma vizinha do prédio, a Janaína, me ensinar o básico. Ela é dessas que vive no WhatsApp e no site de vídeo quente. Um dia ela abriu uma página de contos eróticos e começou a ler em voz alta um texto pesado: uma mãe contando como começou a se envolver com o filho mais velho. Ela riu, disse que achava excitante, que se tivesse filho homem faria igual, mas que ia ficar só na vontade.
Eu fiquei horrorizada. “Que nojo, Janaína, isso é coisa de doente!”. Desliguei o notebook na mesma hora. Mas aquelas palavras grudaram na minha cabeça como chiclete no chinelo. À noite, deitada na cama de casal que agora era só minha, o pensamento voltava. E veio o sonho.
No sonho o Enzo entrava no quarto sem camisa, só de cueca boxer preta, o volume marcando forte. Ele se aproximava devagar, puxava o lençol, abria minhas pernas e enfiava a cara entre elas. A língua quente lambendo devagar, subindo pro clitóris, chupando com vontade enquanto eu gemia alto. Depois ele subia, me beijava com gosto de mim mesma na boca, enfiava aquele pau duro até o talo e metia forte, fundo, até gozar dentro, enchendo tudo. No sonho ele ainda pegava uma taça de suco de caju que tava na mesinha, mandava eu fazer força de cócoras e colhia o leitinho branco que escorria da minha buceta. Me entregou a taça. “Bebe tudo, mãe, é seu”. Eu virei a taça e engoli cada gota, sentindo o gosto salgado e quente descer pela garganta. Acordei ofegante, suada, a calcinha encharcada, o lençol molhado entre as pernas. Tinha gozado dormindo só de imaginar meu próprio filho.
A partir daquele dia tudo mudou. Comecei a entrar sozinha no site que a Janaína tinha mostrado. Li dezenas de contos de mãe e filho. Quanto mais lia, mais molhada ficava. Colocava a mão dentro da calcinha, esfregava o grelo devagar enquanto imaginava o Enzo me pegando de quatro na cozinha, me comendo com força enquanto eu gemia “me fode, filhão, me fode”. O tesão foi vencendo o preconceito. Comecei a pensar: e se eu tentasse? E se ele quisesse também?
Passei a mudar o jeito de me vestir em casa. Antes era só camiseta larga e short velho. Agora usava camisola de cetim curtinha que mal cobria a bunda, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido fino. Quando me abaixava pra pegar alguma coisa no chão da cozinha, a camisola subia e mostrava a calcinha fio-dental preta enfiada no rego. Às vezes eu “esquecia” de vestir calcinha e deixava ele ver a buceta peludinha, os lábios grossos entreabertos, já úmidos só de sentir o olhar dele queimando em mim.
Uma noite deixei a porta do quarto aberta de propósito. Dormi completamente pelada, de lado, com a perna de cima dobrada, de forma que minha bunda e a entrada da buceta ficassem à mostra. Acordei de madrugada com barulho no corredor. Era ele, parado na porta, olhando. Não falei nada, só fingi que ainda dormia, abri mais um pouco a perna e deixei ele ver tudo. Meu coração batia tão forte que achei que ele ia ouvir.
De manhã levantei nua mesmo, fui pra cozinha preparar o café. O sol entrava pela janela, iluminava meu corpo. Ouvi o chuveiro desligar, os passos dele vindo. Quando ele apareceu na porta, só de toalha na cintura, eu me virei de frente, sem tentar cobrir nada.
“Ôxe, mãe… eu… eu não sabia que tu tava assim…”
“Calma, meu filho. Tá quente demais, dormi pelada. Somos só nós dois aqui em casa agora. Tu não tem vergonha da tua mãe, tem?”
Ele balançou a cabeça devagar, os olhos grudados na minha xota. “Não… não tenho.”
Notei o volume crescendo na toalha. Dei um passo pra frente, depois me virei de costas, me abaixei devagar pra “pegar” uma colher que caiu no chão. Abri as pernas, deixei ele ver o cuzinho franzido e a buceta melada brilhando. Fiquei assim uns bons segundos, sentindo o ar fresco batendo na carne exposta.
Quando me levantei e me virei, a toalha dele já tava armada de pau duro. Perdi o controle. Cheguei perto, passei a mão por cima da toalha, segurei firme aquele cacete latejando.
“Enzo… mãe tá numa seca danada. Faz anos que não sinto um pau de verdade. Me dá esse teu pau, filhão. Vem me comer, por favor. Mata essa fome que eu tô sentindo.”
Ele não respondeu com palavras. Só deixou a toalha cair. O pau pulou pra fora, cabeça roxa, veias saltadas, babando. Ajoelhei ali mesmo na cozinha, segurei na base, cheirei o cheiro forte de macho jovem, passei a língua na cabecinha, lambi todo o comprimento, chupei as bolas pesadas enquanto ele gemia baixo: “Caralho, mãe… que delícia…”
Levei ele pro quarto. Deitei de costas, abri as pernas bem escancaradas. “Vem, meu amor. Chupa a buceta da tua mãe primeiro.”
Ele caiu de boca. Lambeu devagar, separou os lábios com a língua, sugou o clitóris até eu tremer. Enfiou dois dedos enquanto chupava, depois três. Eu gozei na boca dele, gritando, apertando a cabeça dele contra mim. Depois virei de bruços, empinei a bunda.
“Agora o cuzinho, filho. Lambe ele pra mim.”
Ele cheirou primeiro, depois passou a língua no anel apertado, enfiou a pontinha da língua lá dentro. Eu gemia alto, empurrava contra a cara dele. “Isso, assim… lambe o cu da tua mãe…”
Ele me virou de novo, subiu beijando minha barriga, chupou meus peitos caídos mas ainda firmes, mordeu os bicos. Beijou minha boca com gosto de buceta. Segurei o pau dele, guiei pra entrada. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até encostar no fundo. Começou a meter ritmado, forte, batendo a pelve na minha. Eu gozava sem parar, as pernas tremendo.
“Me enche de porra, Enzo. Goza dentro da tua mãe, vai…”
Ele acelerou, grunhiu alto e jorrou. Senti o jato quente batendo no útero, enchendo tudo. Quando ele saiu, a porra escorreu grossa pela minha buceta, pingando na cama. Ele pegou o copo de água que tava na mesinha, mandou eu fazer força. Fiz. O leitinho branco caiu no copo. Ele me entregou.
“Bebe, mãe. É teu.”
Virei o copo e engoli tudo, lambendo os beiços depois. Olhei pra ele e sorri.
“Agora tu é meu macho, meu homem. Toda vez que tu quiser, é só chegar. Mãe tá sempre de pernas abertas pra ti.”
E assim começou. Todo dia é uma aventura nova. Às vezes na cozinha, às vezes no sofá da sala, outras vezes no banheiro com água caindo enquanto ele me come de pé. Já fizemos de tudo: anal (doeu pra caralho no começo, mas agora eu adoro sentir ele abrindo meu cu), boquete na varanda à noite, gozada na cara, na boca, nos peitos. E sempre termino bebendo o leitinho dele, seja direto da fonte, seja colhido depois.
Se você tá gostando dessa história, imagina o que vem pela frente. Tem muita sacanagem ainda pra contar.
Pra achar mais das minhas aventuras, é só procurar na internet por: www.selmaclub.com
Deixa teu comentário aqui embaixo: tu acha que eu devo contar a próxima vez que ele me pegou de quatro na varal da roupa suja, ou quando eu sentei na cara dele enquanto ele assistia jogo do Sport? Fala aí que eu conto tudinho na próxima. 😈
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