A varanda que não dorme
Uma jovem casada que resolve sair de férias para descansar a mente, mas acaba fazendo algo proibido.
O sítio estava quieto demais pra uma noite de verão no interior da Bahia. O dia inteiro fora barulho: churrasco fumegando, risadas altas de Alice e Kenzo contando histórias antigas, mergulhos na piscina que deixavam o chão molhado e escorregadio, cerveja gelada escorrendo pelo queixo. Poliana, 21 anos, pele morena clara misturada com traços finos dos avós japoneses, corpo ainda firme apesar do casamento precoce em outro estado, rira junto, dançara um pouco, sentira o álcool subir devagar. Mas quando todos foram dormir — avós na casa principal, primos nos quartos dos fundos —, o silêncio caiu pesado, úmido, como cobertor molhado.
Ela não conseguia dormir. O quarto abafado, lençol grudando na pele, marido longe ligando de vez em quando com voz cansada. Poliana saiu descalça, camisola fina colada no corpo suado, foi pra varanda. Sentou numa cadeira de balanço velha, pés apoiados na grade de madeira, olhando o breu do sítio. O calor não dava trégua; o ar parecia respirar junto com ela.
Rodrigo estava lá no canto, guardando as cadeiras do churrasco, enrolando mangueira. Camisa aberta, peito largo negro brilhando de suor, braços fortes de quem levanta boi e cerca o dia inteiro. Ele a viu, acenou sutil. Conheciam-se de outras férias — sempre um “oi” educado, um olhar que durava um segundo a mais.
— Não dormiu? — perguntou ele baixo, voz grave como terra batida.
— Calor. E a cabeça não para — respondeu ela, balançando devagar a cadeira. — E você?
— Acostumado. Terminando aqui.
Ele se aproximou, parou a uns passos. O cheiro dele chegou primeiro — suor limpo, terra, um resto de sabonete barato. Poliana sentiu o álcool ainda rodando leve no sangue, soltando as amarras. Olhou pra ele de outro jeito: os ombros largos, a curva do pescoço, o jeito que os músculos se moviam quando ele passava a mão no rosto.
— Saudade do marido? — perguntou ele, sentando na grade ao lado.
Ela riu baixo, nervosa.
— Saudade de… coisas. Ele tá longe. Às vezes o corpo pede.
Duplo sentido saiu sem querer. Ou não. Rodrigo não piscou. Só olhou pros pés dela, apoiados na grade, sujos de poeira do dia.
— Seus pés tão imundos — disse, voz baixa, quase sussurro. — Quer que eu lave?
Poliana sentiu o ventre contrair. Não respondeu logo. Só esticou a perna direita devagar, sola virada pra ele, poeira vermelha grudada na pele morena.
— Pode tentar.
Ele pegou o pé com cuidado, polegar traçando o arco suado. Não lavou com água. Só massageou devagar, dedos fortes pressionando os pontos que faziam ela arquear sutil as costas. O mistério estava no ar — ninguém acordaria, a casa dormia, segredo compartilhado no silêncio.
— Sabe… — murmurou ela, voz tremendo um pouco —, às vezes penso em como seria… diferente. Sem pressa. Sem ninguém olhando.
Rodrigo ergueu o olhar. A mão subiu pela panturrilha, devagar.
— Quer ver como é?
Ela engoliu em seco. O calor entre as coxas já respondia.
— Leva pra sua casa. É perto.
A casa do caseiro era uma construção simples atrás do curral — quarto, banheiro minúsculo, cheiro de madeira velha e sabão. Ele fechou a porta. Sem luz acesa, só o luar entrando pela janela.
Rodrigo se ajoelhou na frente dela sem pressa, como quem sabe que o prazer mora na espera. Poliana sentou na beira da cama estreita, camisola fina subindo pelas coxas morenas, calcinha branca simples já marcando uma mancha úmida no centro. Ele pegou os pés dela primeiro — ainda sujos de poeira vermelha do dia —, levou o direito à boca. Língua plana traçou o arco devagar, do calcanhar rachado até a base dos dedos, sentindo cada vinco úmido, cada grão de areia que grudara na pele quente. O gosto era salgado, terroso, vivo — suor acumulado misturado ao cheiro sutil de couro do chinelo que ela usara mais cedo. Chupou o dedão com sucção lenta, firme, língua pressionando por baixo como se estivesse mamando, deixando saliva grossa escorrer entre os dedos. Poliana estremeceu, um arrepio subindo pelas pernas, fazendo os mamilos endurecerem sob o tecido fino.
Ele subiu devagar. Beijou a panturrilha — pele macia, ligeiramente arrepiada —, depois a parte interna do joelho, onde a pele é mais fina e sensível, língua traçando círculos lentos até sentir o pulso acelerar ali. Chegou às coxas internas. O cheiro dela invadiu: umidade quente, ligeiramente ácida, misturada ao sabonete floral que usara no banho da tarde. Ele abriu as pernas dela com as mãos grandes, devagar, expondo a calcinha colada na vulva inchada. Puxou o tecido pro lado com os dentes — devagar, deixando a borda roçar a pele sensível —, revelando os lábios externos inchados, rosados, brilhando de excitação. O clitóris já estava exposto, vermelho, pulsando sutil.
Primeiro toque: respiração quente dele batendo direto na pele úmida, fazendo ela contrair involuntariamente. Depois a língua — plana, lenta —, lambendo do períneo até o capuz do clitóris em um movimento longo e deliberado. O gosto era intenso: salgado-doce, viscoso, com um toque metálico de desejo acumulado. Ele circulou o capuz devagar, língua pressionando de leve, sentindo o clitóris endurecer mais sob o toque. Poliana arqueou as costas, mão indo pro cabelo curto dele, unhas cravando sutil. Ele sugou o clitóris inteiro — sucção firme, ritmada, como se estivesse bebendo dela —, alternando com lambidas rápidas na ponta, depois pressão mais pesada com a língua plana.
Dois dedos entraram nela devagar — indicador e médio —, curvando pra dentro, pressionando o ponto anterior que faz o ventre contrair. Sentiu as paredes internas quentes, úmidas, apertando ao redor dos dedos enquanto ele continuava a língua no clitóris: círculos lentos, depois rápidos, depois sucção prolongada que fazia um som molhado ecoar baixo no quarto. Poliana tremia — pernas abertas, quadril se mexendo sutil pra encontrar mais pressão, respiração virando suspiros curtos e roucos. O cheiro dela enchia o ar: sexo cru, suor, saliva misturada. Ele acelerou a língua — lambidas verticais rápidas no clitóris, dedos entrando e saindo devagar, curvando mais forte no ponto G.
Ela gozou assim: tremor violento começando nos dedos dos pés, subindo pelas pernas como corrente elétrica, músculos internos apertando os dedos dele com força ritmada, umidade escorrendo pela mão dele e pingando no colchão. Gemido abafado na própria mão, corpo convulsionando devagar, mamilos duros roçando o tecido da camisola. Ele continuou lambendo durante o pico — sucção suave agora, prolongando as contrações até ela tremer de sensibilidade excessiva.
Rodrigo tirou os dedos devagar, lambendo-os sem pressa, saboreando o gosto dela. Olhou pra cima, olhos escuros brilhando no luar.
— Tá pronta pro resto? — sussurrou, voz rouca, lábios brilhando com a umidade dela.
Poliana assentiu, pernas ainda trêmulas, corpo mole de prazer mas já pedindo mais.
Rodrigo se levantou. Tirou a camisa, calça. Pau grosso, veias pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo. Poliana abriu as pernas, calcinha puxada pro lado. Ele posicionou a cabeça na entrada, esfregou devagar, sentindo ela se abrir. Entrou centímetro por centímetro — ela apertada, quente, úmida, cada contração dela ao redor dele fazendo ele grunhir baixo. Parou quando estava todo dentro, imóvel, deixando ela sentir o peso, o calor, a plenitude invasiva. Depois começou a se mover — estocadas lentas, profundas, saindo quase todo e entrando de novo, sentindo cada veia dela roçar nele. Mãos nos quadris dela, puxando pra trás a cada investida. Poliana cravou as unhas nas costas dele, quadril empurrando pra encontrar cada estocada. Ele acelerou devagar, ritmo crescendo, pau entrando e saindo molhado, som obsceno preenchendo o quarto. Gozou dentro dela — jatos quentes, grossos, enchendo-a até transbordar, sêmen escorrendo devagar pela entrada, pingando no lençol.
Poliana ficou ofegante, corpo mole. Levantou devagar, pernas trêmulas, foi pro banheiro minúsculo. Água fria no chuveiro improvisado — mangueira pendurada, jato forte e gelado. Ela ficou sob a água, deixando escorrer pelo corpo, tentando lavar o sêmen que ainda vazava devagar pelas coxas.
Rodrigo entrou minutos depois. Porta aberta, sem bater. Parou atrás dela, pau já semi-duro de novo. Mãos nas nádegas dela, abrindo devagar. Dedo médio circulou o ânus apertado, frio da água misturado à saliva que ele cuspiu direto ali. Pressionou devagar, entrando até a primeira falange. Poliana apoiou as mãos na parede, respiração acelerando.
— Devagar… — sussurrou ela, voz tremendo.
— Relaxa — murmurou ele contra a nuca dela, lábios roçando a pele molhada. — Você quer isso. Tá apertando meu dedo como se quisesse mais.
Ele acrescentou um segundo dedo, devagar, abrindo-a aos poucos. Poliana gemeu baixo, corpo tenso, água escorrendo pelos seios, pingando dos mamilos endurecidos. Ele tirou os dedos, posicionou a cabeça do pau contra o ânus. Cuspiu mais uma vez, esfregou a glande devagar, lubrificando. Empurrou — pressão intensa, ardência misturada a prazer proibido. Entrou centímetro por centímetro, sentindo o anel ceder devagar, músculos internos apertando ele com força. Parou na metade, deu tempo pra ela respirar. Depois continuou, até estar todo dentro — cheio, invasivo, doloroso e delicioso ao mesmo tempo.
Estocadas lentas no começo, saindo quase todo e entrando de novo, sentindo cada contração dela. Mão dele desceu pela frente, dedos encontraram o clitóris inchado, circularam devagar, depois mais rápido. Poliana arqueou as costas, empurrando pra trás, querendo mais fundo apesar da ardência. Ele acelerou — estocadas profundas, ritmadas, pau entrando e saindo molhado, som de pele batendo na pele misturado ao barulho da água. Ela gozou primeiro — tremor violento, músculos internos apertando ele com força, gemido longo e baixo ecoando no banheiro minúsculo. Rodrigo continuou mais algumas estocadas brutas, depois travou, grunhiu rouco contra a nuca dela e gozou dentro — jatos quentes enchendo o ânus, escorrendo devagar quando ele saiu.
Ficaram sob a água um minuto, respirando juntos, corpos colados. Ele saiu devagar, deixando o sêmen escorrer pela coxa dela, misturado à água fria. Poliana virou o rosto, olhos semicerrados.
— Isso… não pode sair daqui — sussurrou, voz rouca.
Rodrigo sorriu torto, mão ainda na cintura dela.
— Segredo fica no sítio. E no corpo.
Quando ela voltou pra casa principal, o gosto dele ainda na boca, o sêmen escorrendo devagar pelas coxas e pelo ânus, o sítio continuava dormindo. Mas o corpo dela… o corpo dela carregava cada detalhe sensorial como uma tatuagem invisível, latejando devagar até o amanhecer.
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Comentários (1)
Sofininfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk