#Incesto

O pequeno pau do meu irmão

669 palavras | 2 | 4.15 | 👁️
Brunenec

Meu nome é Bruna, tenho 21 anos, e sempre fui a "certinha" da família. Meu irmão, o Léo, tem 19 e é o oposto: braço tatuado, viciado em academia e com aquele jeito de moleque abusado que sabe que é bonito. A gente sempre teve uma tensão estranha, umas olhadas no corredor que duravam tempo demais, mas a gente fingia que era só implicância de irmão.

Tudo mudou num domingo de calor infernal. Meus pais tinham viajado para o sítio e ficamos só nós dois naquele apartamento enorme. Eu estava na sala, de shortinho curto e um top que não escondia quase nada, tentando ler um livro, quando o Léo saiu do banho só de toalha.

Ele parou na minha frente, secando o cabelo, e o cheiro de sabonete invadiu meu nariz. Eu não conseguia tirar o olho do abdômen dele, todo trincado, com as gotas de água escorrendo até sumirem no nó da toalha.

— Tá calor, né, Bruna? — ele disse, com uma voz carregada, me encarando fixo.
— Demais, Léo. Acho que o ar-condicionado não tá dando conta — respondi, sentindo um frio na barriga que não tinha nada a ver com o clima.

Ele deu um passo na minha direção, a toalha ameaçando cair. Eu, num impulso de coragem que nem sabia que tinha, levantei e parei a milímetros do peito dele.
— O que foi? Vai ficar só olhando? — provoquei.

O Léo não disse nada. Ele só largou a toalha. Ela caiu no chão e eu perdi o fôlego. O bicho já estava acordado, apontando direto para mim. Mas o que me surpreendeu não foi o tamanho, e sim o formato.

Diferente dos caras com quem eu já tinha saído, o pau do meu irmão era pequeno, mas extremamente charmoso e volumoso. Tinha uns 12 centímetros, mas era muito grosso, parecendo uma latinha de redbull, com uma cabeça perfeitamente simétrica e muito rosada. O tronco era clarinho, sem quase nenhuma veia, parecendo uma escultura de mármore polido. Era aquele tipo de "pequeno notável" que parecia feito sob medida para encaixar sem sobrar espaço.

— Gostou do que viu? — ele sussurrou, a mão dele descendo e apertando a minha coxa com força.
— Eu... eu achei que fosse maior — brinquei, só para ver a reação dele.

Ele deu um sorriso de canto, me puxou pela nuca e colou aquele membro quente e pulsante na minha barriga.
— O tamanho é só um detalhe, maninha. Eu garanto que ele faz um estrago que você nunca viu.

Ele me jogou no sofá e foi descendo o beijo pelo meu pescoço, enquanto a mão dele entrava por baixo do meu short. Quando ele tirou minha roupa e se posicionou entre as minhas pernas, eu senti a pressão daquela grossura contra a minha entrada.

Mesmo sendo menor no comprimento, a largura preenchia tudo de um jeito absurdo. Quando ele deu a primeira estocada, eu soltei um gemido que ecoou pelo apartamento todo. Era firme, rígido como pedra, e a cada batida a cabeça dele parecia massagear cada ponto lá dentro.

— Pequeno, né? — ele provocou, acelerando o ritmo, enquanto me olhava com um prazer sádico.
— Ele é... perfeito... Léo, continua! — eu implorei, agarrando os ombros largos dele.

O som da carne batendo era abafado pelo nosso suor. Ele ia até o fundo, e como não era exageradamente longo, ele conseguia bater com toda a força sem machucar, só dando prazer. Ficamos ali horas, transformando a sala dos nossos pais no cenário do nosso maior segredo.

Comentários (2)

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  • Vitor: Incesto entre irmãos é muito gostoso. Somos um casal de irmãos. Hoje estamos na casa dos quarenta. Quando jovens aconteceu algo parecido só que no quarto do nossos pais. Num Dom quente, nossos pais saíram e fomos para o o quarto deles porque só lá tinha ar condicionado e deitamos na mesma cama. Eu só de bermuda e ele de bermuda jeans com o botão e o zíper abertos aparecendo a calcinha. Essa imagem me excitou e eu comecei a amassar o pau por cima da bermuda. Não aguentei e coloquei o pau pra fora e punhetava com força. Fui descuidado e minha irmã percebeu e perguntou se eu estava me masturbando e eu não tinha como negar. Ela disse que sabia que era por ela que eu estava fazendo e ficou vendo meu pinto e apontando pra veias que estavam aparecendo e dizendo que meu pinto estava grosso e com muitas veias. Lembro dela apontar e aproximar o rosto a ponto de me fazer sentir a respiração dela no meu pinto. Ela disse para eu continuar que ela queria vê se eu jogava a gala longe e como eu fazia sem saliva ela falou para usar saliva que ficava mais gostoso e eu gozaria mais e eu assim fiz. Fui masturbando e pedi um pouco da saliva dela para ajudar, ela no começo resistiu, mas depois ela passou a cuspir na minha mão e depois ela própria cuspia direto no meu pau. Eu pedi para ela mostrar a buceta para mim, ela ficou pensativa e foi e tirou logo da a roupa e abria buceta para eu vê. O tesão ficou incontrolável, minha irmã segurou meu pau e punhetou, depois cuspiu e cedendo ao desejo abocanhou e sugou com tudo me fazendo jorrar vários jatos na boca e rosto dela. Depois desse dia nossa relação nunca mais foi a mesma. Passamos a ter relação sexual rotineiramente, casamos com outros parceiros, logicamente, mas mantivemos nosso relacionamento incestuoso. Ela divorciou do marido e nesse período, nosso caso esquentou muito a ponto de minha esposa descobrir e falar para nossa mãe. Foi um choque para ela. No divórcio perdi até o último centavo, mas minha ex manteve o segredo.

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  • Aline: Nossa que gostoso, vocês continuaram fazendo?? Rsrs. T

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