Mãe cuidando do seu filho. Fim
Como pode alguém ter um leite tão viciante
Os dias seguintes viraram uma tortura deliciosa e proibida.
Eu tentava me controlar. De verdade. Mas toda manhã, quando entrava no quarto com a bacia de água morna e a esponja, meu corpo já traía. Meus mamilos endureciam antes mesmo de eu me aproximar da cama. E ele percebia. Sempre percebia.
Na terceira manhã depois daquele primeiro acidente, ele já não fingia mais que estava dormindo. Seus olhos estavam abertos, escuros de desejo, acompanhando cada movimento meu. A protuberância na calça do pijama aparecia antes mesmo que eu começasse a lavar seu peito.
— Mãe … — ele murmurou rouco, quando eu passei a esponja molhada pela barriga dele.
Eu olhei. O pau dele estava tão duro que a cabeça inchada já escapava pela cintura elástica da calça, brilhando com uma gota grossa de pré-gozo que escorria devagar pela veia principal.
Meu coração acelerou. A boca encheu de água.
— Eu sei, meu amor… — respondi baixinho, a voz tremendo de excitação. — Deixa eu cuidar de você.
Dessa vez eu nem fingi que estava só limpando. Puxei a calça dele para baixo com as duas mãos, devagar, deixando aquele pau grosso e pesado saltar livre, batendo contra a barriga definida. Era lindo. Grosso, longo, com a cabeça rosada e inchada, as veias pulsando visivelmente. O cheiro masculino, quente e levemente almiscarado, subiu direto para o meu nariz e fez minha buceta contrair de desejo.
Eu me ajoelhei ao lado da cama como da outra vez, mas agora meus seios pesados estavam quase saindo do decote da blusa fina que eu havia escolhido de propósito. Ele não conseguia tirar os olhos.
Segurei o pau dele com as duas mãos. Estava queimando, latejando forte contra minha palma.
— Tá doendo muito, né? — sussurrei, passando o polegar devagar pela cabeça inchada, espalhando o pré-gozo viscoso em círculos lentos.
Ele gemeu alto, quadril se erguendo um pouco apesar do gesso.
Eu lambi os lábios sem conseguir me conter. O desejo de provar ele de novo era quase insuportável. Queria sentir aquele gosto salgado, cremoso, quente explodindo na minha boca. Queria engolir cada gota do leite dele.
Em vez de só masturbar, me inclinei mais. Meu rosto ficou a poucos centímetros daquele pau latejante. Soprei de leve na cabeça e ele deu um pulo na minha mão.
— Posso… provar um pouquinho? — perguntei, a voz rouca de tesão. — Só pra ajudar a aliviar melhor…
Ele não respondeu com palavras. Apenas gemeu e empurrou o quadril para frente o máximo que o gesso permitia.
Isso foi o suficiente.
Abri a boca e deslizei a língua devagar pela cabeça inchada, recolhendo aquela gota brilhante de pré-gozo. O gosto explodiu na minha boca — salgado, completamente viciante. Gemi baixinho contra o pau dele e o enfiei mais fundo, envolvendo a cabeça quente com os lábios.
— Ahhh… porra… Mãe … — ele grunhiu, a mão boa apertando o lençol.
Comecei a chupar devagar, com vontade, sentindo o peso dele na língua, a pele aveludada deslizando entre meus lábios. Subia e descia, lambendo as veias salientes, girando a língua na fenda que não parava de vazar mais pré-gozo. Meus seios balançavam pesados enquanto eu me movia, os mamilos roçando o tecido da blusa, duros e doloridos de tesão.
Ele não durou muito. Os gemidos ficaram mais altos, o pau inchou ainda mais dentro da minha boca.
— Vou gozar…
Eu não tirei. Ao contrário, chupei mais fundo, apertando os lábios em volta da cabeça grossa.
O primeiro jato foi forte, quente, grosso. Acertou direto no fundo da minha garganta. Engoli, sentindo o sabor cremoso e salgado inundar minha boca. O segundo jato foi ainda mais abundante, transbordando um pouco pelo canto dos meus lábios. Continuei chupando, ordenhando cada gota, engolindo tudo com gemidos baixos de puro prazer.
Quando ele finalmente parou de pulsar, tirei o pau da boca devagar, lambendo os últimos fios de porra que escorriam pela cabeça rosada. Olhei para ele com os lábios inchados e brilhantes.
Ele ainda estava ofegante, o peito subindo e descendo rápido, o pau meio mole na minha mão, brilhando com a mistura da minha saliva e dos últimos fios de porra. Eu sabia que ele precisava de uns minutos para recuperar. Qualquer homem normal precisava.
Mas eu não conseguia esperar.
O gosto dele ainda estava fresco na minha língua, quente, salgado, cremoso… e eu queria mais. Muito mais. Minha buceta latejava tanto que chegava a doer, encharcada, pingando pela coxa. Meus mamilos pareciam pedras doloridas. O cheiro do sêmen dele no ar estava me deixando louca.
Sem dizer uma palavra, segurei o pau ainda sensível com a mão quente e comecei a masturbar devagar, apertando a base e subindo até a cabeça.
— Mãe… espera… tá sensível...
— Shhh… deixa a mamãe cuidar de você — sussurrei, a voz carregada de tesão.
Me inclinei de novo e enfiei o pau semi-mole na boca quente. Ele deu um pulo e soltou um gemido agudo, mistura de prazer e sensibilidade demais. Eu não parei. Chupei com carinho no começo, a língua girando devagar em volta da cabeça ainda sensível, sugando leve, sentindo ele começar a endurecer novamente dentro da minha boca.
Em menos de um minuto o pau já estava inchando, voltando a ficar grosso e duro na minha língua. O gosto residual da porra anterior misturado com o novo pré-gozo me deixou ainda mais faminta.
Comecei a chupar com mais força, subindo e descendo rápido, as bochechas afundando. Meus seios balançavam pesados, quase saindo da blusa. Eu gemia alto contra o pau dele, o som molhado e obsceno enchendo o quarto.
Eu tirei o pau da boca só por um segundo, olhando para ele com olhos vidrados de desejo, fios de saliva e porra ligando meus lábios à cabeça inchada.
— Eu quero mais.
Voltei a chupar com fome, mais rápido, mais fundo. Engoli ele até sentir a cabeça bater no fundo da garganta, engasgando de leve, mas sem parar. Babava tudo, saliva escorrendo pelo pau grosso, pingando nas bolas dele.
Ele começou a tremer. O pau inchou ainda mais na minha boca, as veias pulsando forte.
— Ahhh… tô gozando de novo… Mãe… caralho…
Dessa vez o jato foi um pouco menos forte, mas ainda grosso e quente. O primeiro esguicho encheu minha boca quase imediatamente. Engoli gulosa, sem perder uma gota. O segundo e o terceiro vieram seguidos, cremoso, salgado, delicioso. Continuei chupando e ordenhando, sugando até a última gota enquanto ele gemia alto, o corpo todo tremendo.
Quando finalmente tirei o pau da boca, ele estava vermelho, suado, respirando como se tivesse corrido uma maratona. O pau ainda dava pequenos espasmos, brilhando molhado, mas já começando a amolecer de verdade.
Eu lambi os lábios devagar, recolhendo o que tinha escapado, e sorri para ele com cara de quem tinha acabado de beber o melhor leite do mundo.
Eu ri baixinho, me levantando devagar. Minha calcinha estava destruída, encharcada. Senti uma gota grossa escorrendo pela minha coxa.
Me inclinei sobre ele, dei um beijo leve na cabeça do pau ainda sensível e sussurrei:
— Descansa um pouco. Daqui a pouco eu volto pra limpar você… e quem sabe pra tirar mais um pouco, se ele acordar de novo.
Saí do quarto com as pernas tremendo, o gosto dele ainda dominando minha boca, e a certeza de que aquilo estava só começando.
A partir daquele dia, o ritual da manhã virou duplo. Às vezes triplo.
Eu acordava com a buceta molhada só de pensar em mamar no pau do meu filho. E enquanto eu engolia tudo, faminta, repetidas vezes, até ele implorar que eu parasse porque não aguentava mais.
Mas eu sempre queria mais uma última dose.
E ele sempre me dava.
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Comentários (4)
Rita: Isso me dá uma tesão louca
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a@presuntcho: Quem tem uma adoradora de leite na vida tem tudo
Responder↴ • uid:81rcpa70qmEros: Que conto excitante pqp. Por favor moça, continua essa história pq ela é boa demais
Responder↴ • uid:1e2bwznrt8e3Frank: Terminou? E não deixou ele leitar sua buceta e seu cuzinho? Mãe safada mesmo deixa é o filho macetar o útero que gerou ele e não nega o cuzinho quando ele pede. Com minha mãe foi assim, quando me íniciou na minha juventude. Conto bom, mas espero que não seja de fato o final
Responder↴ • uid:1d8ige3wdh1d