#Gay #Teen

Viadinhos frescos merecem rola

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Thiago puta

Se quer amor, carinho, vaza sua bichinha, eu sou homem e meto rola em viado obediente.

Eu tenho nojo daqueles viadinhos frescos que entram aqui, leem meus contos safados, batem uma punhetinha escondida e depois me dão nota 1 ou 2 só pra disfarçar a inveja. Gentinha ridícula, de pau pequeno, que nunca vai conseguir foder de verdade com um homem como eu. De vez em quando ainda deixam aqueles comentários frescos: “ai não gosto de sadismo”, “não curto dor”, “não curto isso, não curto aquilo”... Porra, então não lê, caralho. Não me lê. Não me dá nota baixa. Porque eu sou melhor que vocês. Sempre mereço nota máxima. E sempre vou foder viados muito mais gostosos, mais novinhos e mais putos que vocês.
Essa história é exatamente sobre um desses: um novinho virgem do mercado onde eu trabalho. Jovem aprendiz, 15 aninhos. Magrinho, cara de santo, cheio de “não me toques”. Tive que seduzir ele devagar, dia após dia. Coçava o saco na frente dele, ia mijar quando via ele entrar no banheiro, aproveitava qualquer oportunidade pra mostrar minha jeba.
Ele ficava vermelho. Todo tímido. Pegava o mesmo ônibus que ele na volta pra casa, lotado pra caralho. E ali, no meio da multidão suada, eu encoxava aquele rabo virgem sem piedade.
No começo era só roçar de leve. Mas conforme os dias foram passando, eu ficava mais ousado. Apertava meu corpo contra o dele por trás, sentia aquele bundinha pequena e durinha se encaixando perfeitamente na minha virilha. Meu pau já começava a inchar dentro da calça só de sentir o calor do corpo dele. Eu empurrava devagar, esfregando a cabeça grossa do meu cacete bem no meio da fenda do rabinho, por cima da roupa. Ele fingia que não sentia nada, olhava pro celular ou pro chão, mas eu via as orelhas dele ficarem vermelhas e a respiração mudar.
Num dia especialmente lotado, eu tava de pau duro pra caralho. Coloquei a mão no bolso pra disfarçar e puxei o pau pra fora da cueca, só a cabeça pra fora da calça aberta. Encostei direto na bunda dele, só o tecido fino da calça levinha dele separando meu cacete quente e babando de pré-gozo do rabinho virgem. Eu empurrava devagar, sentindo a rola latejar contra o cuzinho apertado. Ele apertava as pernas, mas não saía do lugar. Eu sentia o calor do rabo dele pulsando contra minha glande. Esfreguei mais forte, quase metendo a cabeça do pau entre as nádegas por cima da roupa. Ele deu uma respiradinha rápida, trêmula, mas continuou fingindo que nada acontecia. Meu pau babava tanto que deixou a calça dele toda manchada de mel do meu cacete. Eu quase gozei ali mesmo, no meio do ônibus, só de encoxar aquele viadinho tímido.
Até que eu não aguentei mais.
Num sábado à tarde eu mandei mensagem: “Vem aqui em casa depois do almoço. Preciso falar uma coisa.” Ele veio. Quando abriu a porta, eu atendi só de cueca boxer preta, bem justa, marcando o volume grosso do meu pau semi-duro. Vi o viadinho ficar vermelho na hora, os olhos descendo direto pro meu volume. Sentei no sofá de perna bem aberta, coçando o saco pesado por cima do tecido, puxando a cueca pra cima pra deixar as bolas mais marcadas.
— Tô na seca pra caralho, cara... — falei, olhando bem nos olhos dele. — Tá a fim de me dar uma mamada?
Ele ficou paralisado, gaguejando que não, que nunca tinha feito isso. Eu sorri, levantei, sentei do lado dele e segurei sua mão com firmeza. Levei direto pro meu pau. Coloquei a palma dele por cima da cueca, fazendo ele sentir o calor e o latejar do cacete.
— Só uma punhetinha então... vai...
Ele começou a mexer timidamente. Eu tirei a cueca, liberando meu pau de 20 cm bem grosso, veias saltadas, cabeça rosada e brilhando de pré-gozo. Segurei a nuca dele com carinho primeiro, depois com mais força.
— Dá um beijinho nele... ninguém vai saber...
Ele hesitou, mas cedeu. Quando os lábios rosados encostaram na cabeça do meu pau, eu segurei o cabelo dele e forcei devagar. Meti a rola na boquinha virgem. Ele engasgou forte, os olhos encheram de lágrimas, mas eu não tirei. Fiquei enfiando devagar, sentindo a língua quente e molhada deslizando por baixo da cabeça. Babava tudo, saliva escorrendo pelo meu pau e pelas bolas. Eu fodia a boca dele com calma, segurando a cabeça, empurrando até bater no fundo da garganta. Ele choramingava, mas o pauzinho dele tava duro pra caralho dentro da calça.
Enquanto ele mamava, enfiei a mão dentro da calça dele, passei por baixo da cueca e encontrei aquele cuzinho lisinho, branquinho, virgem. Passei o dedo médio bem devagar no anel apertado, sentindo ele contrair de nervoso. Ele ia perder as pregas hoje.
Levei o viadinho pro quarto. Apaguei todas as luzes, só uma luzinha fraca do corredor. Tirei toda a roupa dele devagar, deixando ele completamente nu. O pauzinho dele era pequeno, duro, pingando. Virei ele de bruços na cama, abri bem aquelas nádegas branquinhas e passei bastante gel frio no cuzinho piscante. Ele tremia inteiro.
Coloquei a cabeça grossa do meu cacete bem no meio do rabinho e empurrei. Porra, como era apertado. O anel resistiu, mas eu forcei mais, sentindo o cuzinho virgem se abrindo devagar ao redor da minha rola. Ele gemeu alto, mordendo o travesseiro. Meti uns 10 cm de uma vez. Fiquei parado um pouco, sentindo o calor apertado pulsando no meu pau. Depois puxei quase tudo e meti de novo, mais fundo.
Puxei ele pra beirada da cama, virei de frente pra mim, levantei as pernas dele nos meus ombros. Queria ver a carinha dele enquanto eu arrebentava aquele rabo. Meti tudo, os 20 cm entrando até o talo. Ele gritou, olhos arregalados, lágrimas escorrendo. Eu comecei a foder com força, o saco batendo na bunda dele, o quarto cheio do barulho molhado de pau entrando em cu virgem.
Depois de um tempo eu deitei na cama e fiz ele sentar no meu cacete. Segurei a cintura fina e fiz ele quicar, subindo e descendo, engolindo minha rola inteira. O cuzinho dele já tava mais folgado, fazendo barulhinhos molhados toda vez que descia. Ele gemia como uma puta, o pauzinho balançando, soltando fio de pré-gozo.
Quando eu tava quase gozando, tirei ele do meu pau, virei de quatro e meti com tudo de novo, segurando o quadril e socando forte. Gozei um monte, jatos grossos e quentes enchendo aquele cu virgem até transbordar. Fiquei metendo devagar enquanto gozava, sentindo o cu dele apertar meu pau a cada jato.
Pra terminar, puxei o cacete todo melado de porra e gel e enfiei na boca dele de novo.
— Limpa tudo, vai... chupa meu pau sujo do seu cu.
Ele mamou obediente, chorando baixinho, lambendo cada centímetro, chupando as bolas, limpando tudo com a língua.
Depois ele ficou todo molinho na cama, olhos vidrados, feliz como uma vadia bem comida.
Eu levantei, peguei a calça dele no chão, tirei a carteira e mostrei os 300 reais que tinha dentro.
— Agora você é minha propriedade, entendeu? Esse cu é meu quando eu quiser.
Ele só balançou a cabeça, sem forças pra responder.
Dei permissão pra tomar banho, mas só depois de lavar o banheiro inteiro de quatro, ainda pelado, com meu porra escorrendo do rabo dele. Antes de deixar ele ir embora, ainda comi ele mais uma vez, dessa vez na cozinha, debruçado na pia, metendo enquanto ele lavava a louça, enchendo aquele cu de porra mais uma vez.
E aí vêm os filhos da puta sem macho nenhum me dando nota baixa só de inveja dos meus viadinhos bem fodidos.
Pode dar nota 1 se quiser, seu viadinho frustrado.
Porque eu sei que no fundo você queria era estar no lugar dele, de rabo arrombado, cheio da minha porra, limpando meu pau com a boca e ainda me dando tudo que tem.

Comentários (1)

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  • Luís: Lhe dei um apenas por que achei muito deboche seu, ninguém é obrigado a lhe dar nota alta. O conto é bom, mas sua arrogância é zero.

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