Perdendo a virgindade com com cara e depois com minha namorada
Como perdi q virgindade com homem e usei o que aprendi pra comer minha namorada.
Vou contar minha iniciação, do quanto eu fui tímido, espero que gostem, me desculpem qualquer erro.. Estou contando como me lembro.. E sinto vergonha às vezes disso.
Eu nunca tinha feito nada disso na vida. Aos 16 anos, trabalhando como jovem aprendiz no mercado, eu ainda era completamente virgem. Nem beijo de verdade eu tinha dado. Eu tinha uma namorada há alguns meses, a Júlia, tão tímida e inocente quanto eu. A gente só dava uns beijinhos rápidos e se abraçava, nada além disso. Ela também era virgem e a gente falava que queria esperar o momento certo. No mercado eu era o menino quietinho, magrinho, de cara limpa, daqueles que todo mundo chamava de “santinho”. Eu ficava vermelho só de alguém olhar mais tempo pra mim.
Mas ele… ele era tão diferente. Forte, confiante, com aquele olhar safado que me deixava sem jeito. Começou devagar. No trabalho ele coçava o saco na minha frente, ia pro banheiro quando eu entrava, ficava me encarando de um jeito que fazia meu rosto queimar. Eu baixava os olhos rápido e fingia que estava ocupado.
No ônibus lotado da volta pra casa era pior. Todo dia ele se colocava atrás de mim. No começo era só um encostar leve, como se fosse sem querer por causa da multidão apertada. Mas depois ele começou a pressionar mais. Eu sentia algo duro, quente, roçando bem no meio da minha bunda por cima da calça. Meu coração batia tão forte que eu achava que ele ia escutar. Eu apertava as pernas, olhava pro chão, segurava o celular com as mãos tremendo. Tinha vergonha de me mexer, vergonha de fazer qualquer coisa. As orelhas queimavam e eu sentia um calor estranho descendo pela barriga.
Um dia, no ônibus especialmente cheio, eu senti algo ainda mais quente e molhado encostando direto na minha calça fina. Era a cabeça do pau dele, pra fora da cueca. Ele esfregava devagar, pra frente e pra trás. Eu sentia o pau latejando, babando, deixando a minha calça toda melada. Minhas pernas fraquejavam. Eu queria desaparecer, mas ao mesmo tempo meu pau ficava duro dentro da cueca, pingando um pouquinho. Eu me odiava por isso, especialmente porque eu tinha namorada.
Quando ele me mandou mensagem no sábado dizendo “Vem aqui em casa depois do almoço. Preciso falar uma coisa”, eu fiquei nervoso o dia inteiro. Mesmo assim eu fui. Meu estômago estava revirado.
Ele abriu a porta só de cueca boxer preta bem justa. O volume era enorme. Eu desviei o olhar rapidinho, mas ele viu. Sentou no sofá de perna aberta, coçando o saco pesado por cima do tecido. Quando falou “Tô na seca pra caralho… tá a fim de me dar uma mamada?”, eu congelei. Meu rosto ficou vermelho que nem tomate. Gaguejei baixinho:
— N-não… eu nunca… eu não sei fazer isso… eu tenho namorada…
Mas ele não aceitou. Segurou minha mão com firmeza e colocou direto no pau dele por cima da cueca. Estava quente, pulsando. Eu comecei a mexer bem devagar, tímido, quase sem força. Ele tirou a cueca e eu vi aquilo… um pau enorme, bem grosso, 20 centímetros, veias saltadas, a cabeça rosada brilhando de um líquido transparente. Eu nunca tinha visto um pau duro tão de perto. Meu coração batia na garganta.
Ele segurou minha nuca com carinho no começo e falou baixinho:
— Só dá um beijinho… por favor… ninguém vai saber…
Eu encostei os lábios tremendo na cabeça quente. No mesmo instante ele empurrou devagar. A rola grossa entrou na minha boca. Era quente, salgada, latejando na língua. Eu engasguei forte, lágrimas encheram meus olhos. Ele segurava meu cabelo e entrava e saía devagar, fundo. Saliva escorria pelo meu queixo, pingava nas bolas dele. Eu choramingava baixinho, mas meu pau estava duro, babando dentro da calça.
Enquanto eu mamava, ele enfiou a mão atrás, passou por baixo da cueca e tocou meu cuzinho. O dedo girava devagar no anel apertado. Eu tremia inteiro de vergonha.
Depois ele me levou pro quarto. Apagou quase todas as luzes, só deixou uma luzinha fraca do corredor. Tirou minha roupa bem devagar, peça por peça. Eu fiquei completamente nu na frente dele, tentando cobrir meu pau com as mãos. Ele me virou de bruços na cama, abriu minhas nádegas branquinhas com as mãos grandes.
Eu senti primeiro o hálito quente dele bem perto do meu rabinho. Depois veio a língua. Quente, molhada, macia. Ele lambeu devagar o meu cuzinho virgem, dando voltinhas lentas ao redor do anel apertado. A sensação era tão estranha… quente, úmida, fazendo cócegas leves que subiam pela espinha. Ele pressionava a língua mais firme, tentando entrar um pouquinho, lambendo com calma, fazendo barulhinhos molhados e suaves. Meu corpo inteiro tremia. Eu mordia o travesseiro, gemendo baixinho de vergonha e de um prazer confuso que eu nunca tinha sentido antes. Ninguém nunca tinha me tocado ali. Muito menos lambido. Eu me sentia tão exposto, tão vulnerável… mas não conseguia parar de tremer.
Depois de me lamber bastante, ele passou bastante gel frio no meu cuzinho piscante. Eu senti a cabeça grossa do pau dele encostando. Ele empurrou. Doeu muito. Eu mordi o travesseiro com força e gemi alto quando uns 10 cm entraram de uma vez. Era uma pressão enorme, queimando, esticando meu anel apertado. Eu chorava baixinho, lágrimas escorrendo no lençol.
Ele parou um pouco, depois puxou quase tudo e meteu mais fundo. Depois me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros dele e meteu tudo, os 20 cm até o talo. Eu gritei, olhos arregalados, lágrimas rolando. Ele começou a foder com força, o saco batendo na minha bunda, o quarto cheio do barulho molhado.
Depois ele deitou e me fez sentar no pau dele. Segurou minha cintura fina e me obrigou a subir e descer. Meu cuzinho já estava mais aberto, fazendo barulhinhos molhados toda vez que eu descia. Eu gemia baixinho, tímido, meu pau balançando e soltando fio de pré-gozo.
Quando ele estava quase gozando, me virou de quatro e meteu com tudo de novo. Socava forte, segurando meu quadril. Eu sentia ele latejando dentro de mim. De repente ele gemeu alto e gozou. Jatos quentes e grossos enchendo meu cu virgem até transbordar. Eu sentia cada jato quente pulsando fundo dentro de mim. Era uma sensação estranha… cheia, quente, molhada.
Ele puxou o pau melado e enfiou na minha boca.
— Limpa tudo… chupa meu pau sujo do seu cu…
Eu obedeci chorando baixinho, lambendo cada centímetro, sentindo o gosto misturado de porra, gel e meu próprio cuzinho. Eu me sentia tão pequeno, tão usado.
Depois ele pegou minha carteira, mostrou os 300 reais e falou:
— Agora você é minha propriedade. Esse cu é meu quando eu quiser.
Eu só balancei a cabeça, sem forças pra falar. Meu corpo todo tremia.
Ele ainda me fez lavar o banheiro inteiro pelado, de quatro, com a porra escorrendo pelas minhas pernas. E antes de eu ir embora, me comeu mais uma vez na cozinha, debruçado na pia, enquanto eu lavava a louça. Metia fundo, gemendo no meu ouvido, e gozou de novo dentro de mim.
Quando saí de lá, meu cuzinho latejava, doía, pingava porra quente. Minhas pernas estavam fracas. Eu me sentia completamente diferente… arrombado, marcado, possuído. E o pior é que, mesmo com toda a vergonha, uma parte de mim tinha gostado daquilo. Eu me sentia bissexual agora, de um jeito que me confundia muito.
Dois dias depois, a Júlia me chamou pra ir na casa dela. Os pais dela tinham viajado. A gente estava sozinho no quarto dela, deitados na cama, trocando uns beijinhos tímidos como sempre. Mas dessa vez eu estava diferente. Meu corpo ainda lembrava de tudo que tinha acontecido. Eu me sentia mais confiante, mesmo com vergonha.
Eu comecei a beijar o pescoço dela, descendo devagar. Tirei a blusa dela com as mãos tremendo. Quando cheguei nos seios, lembrei de como ele tinha sido carinhoso no começo comigo. Beijei devagar, lambi os bicos com a língua macia, dando voltinhas lentas igual ele tinha feito no meu cuzinho. A Júlia gemeu baixinho, surpresa, o corpo dela tremendo.
— Você… nunca fez isso antes… — ela sussurrou, vermelha.
Eu não respondi. Só continuei. Desci mais, tirei a calça e a calcinha dela. Abri as pernas dela com cuidado e me aproximei. Primeiro soprei de leve, depois dei uma lambida lenta na bocetinha dela, virgem e rosada. Usei a mesma técnica: voltinhas lentas ao redor do clitóris, pressionando a língua mais firme, lambendo com calma, fazendo barulhinhos molhados. Ela arqueou as costas, gemendo mais alto, as mãos agarrando o lençol. Eu me sentia poderoso e ao mesmo tempo envergonhado por estar usando o que aprendi dando o cu pra fazer ela sentir prazer.
Depois de deixar ela bem molhada, eu passei um pouco de lubrificante que tinha comprado escondido. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada dela e empurrei devagar, lembrando de como doeu no começo comigo. Ela gemeu de dor misturada com prazer. Eu entrei aos poucos, sentindo o calor apertado da boceta virgem dela me envolvendo. Quando meti tudo, ela gritou baixinho, lágrimas nos olhos, igual eu tinha chorado.
Eu comecei a me mover com calma primeiro, depois um pouco mais forte, lembrando do ritmo que ele tinha usado comigo. O saco batendo de leve, o barulho molhado enchendo o quarto. Eu a virei de quatro, segurei a cintura dela e meti mais fundo, usando a mesma pegada que ele tinha usado no meu quadril. A Júlia gemia como uma vadia, o corpo tremendo.
No final, eu a fiz sentar no meu pau, segurando a cintura fina dela e ajudando ela a subir e descer, igual ele tinha feito comigo. Ela quicava, gemendo tímida no começo, depois mais solta. Quando eu estava quase gozando, eu a virei de quatro de novo e meti com força, gozando dentro dela em jatos quentes, enchendo a boceta virgem até transbordar.
Depois, ainda ofegante, eu puxei o pau melado e encostei na boca dela.
— Limpa tudo… por favor…
Ela hesitou, vermelha, mas lambeu timidamente, sentindo o gosto misturado.
A gente ficou deitado depois, abraçados. Eu me sentia culpado, mas também satisfeito. Tinha tirado o cabaço da minha namorada usando coisas que aprendi enquanto dava o meu cu pra outro homem. Agora eu sabia que era bissexual de verdade. E, com muita vergonha, eu já pensava… se ele me chamar de novo… será que eu vou conseguir dizer não? E será que a Júlia ia gostar se um dia eu contasse tudo?
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