#Bissexual #Lésbica #Traições

A crente safada lésbica que traia o marido

2.3k palavras | 0 | 3.00 | 👁️
Pandoralesbica

Conheci uma crente safada casada que adorava trair o marido e que era lésbica enrustida

.navegando pelo UOL, quase desistindo pois só tinha macho, macho se passando por mulher ou mulher bem baranga, finalmente um usuário meu chamou atenção: crentesafada
Puxei conversa logo perguntando se ela era safada mesmo e ela me respondeu dizendo que era “depravada”. Confesso que não esperava por essa resposta e perguntei se ela curtia buceta, ela disse que nunca tinha provado, mas tinha muita curiosidade e assistia muito porno lésbico, daí foi só para frente, entramos na conversa privada onde trocamos nossos números e no WhatsApp: ela me mandou fotos dela e UAU.
Ela era exatamente o tipo de crente que eu tinha fetiche.
Magrinha, parecia uma ninfeta, cabelo longos, bem típicos de crente, branquinha e buceta cheia de pelinhos (confesso que os pelos me surpreenderam, não sou fã, mas naquele contexto de crente depravada tornou tudo mais interessante)
Ela me confessou era filha de pastores, tinha casado a 3 anos e que o marido dela só sabia fazer mamãe e papai, não queria trair ele, mas tinha um fogo que não conseguia apagar e adorava chifrar ele pasmem: NA CAMA DELES com desconhecidos.
Confesso, que ela atiçou meus desejos bem obscuros e que uma delícia daquela eu não ia me contentar em comer apenas uma vez, queria domá-la.
Falei que estava procurando uma puta fixa para ser minha amiga socialmente e que entre 4 paredes fosse minha cadela e não sabia se ela era tão safada assim, quando coloquei essa insegurança nela, ela mesma, tentou me convencer ao máximo que era e me convidou a ir na casa dela. Confesso que tive medo. Inventamos uma história que eu era uma conhecida dela do ensino fundamental e fui.
Quando cheguei na casa dela, o marido dela ainda estava lá. Tomei um susto, mas ela, sustentou:
“Amor, essa é minha amiga, Alessandra, aquela que te contei que está querendo conhecer mais a palavra do Senhor, convidei ela para conversarmos um pouco, espero que não se importe.”
QUE SAFADA!
O marido dela, um homem feio, que de cara percebi que nunca iria dar conta daquela puta, apertou minha mão e disse algumas palavras religiosas que confesso que nem ouvi porque atrás dele a mulher dele estava mordendo os lábios 🫦 e sorrindo. Que rapariga e que sorte grande eu tive.
Ele saiu estávamos sentada em frente uma à outra.
Quando ouvimos o carro pegar distância, ela se levantou, veio até a minha boca, mas não deixei ela me beijar, não agora e eu falei:
Me leve até o quarto do corno.
Ela pegou nas minhas mãos e me levou.
Chegando lá ela fez sinal que tiraria sua roupa, o que eu falei:
você não vai fazer nada que eu não mande sua puta, hoje eu vou te mostrar o que é ser comida de verdade, não aquilo que esse corno faz contigo ou esses teus amantes que não apaga teu fogo.
Ela se assustou, mas era puta das boas e falou: Me mostra.
Ela estava com uma saia grande, que ia até os pés, uma blusa fechada.
Fica de 4 que eu vou te gravar sua puta, para tu nunca mais esquecer quem te domina.
Ela ficou de 4, peguei meu celular, fiquei atrás dela, e comecei a gravar levantando sua saia
“Olha essa puta, crente, cachorra, no cio para me dar”
E ia levanto sua saia, quando me deparei com a cachorra com um fio dental vermelho enfiado no cu
você é uma cachorra mesmo, olha esse fio dental (ainda gravando) puxei o fio dental, coloquei o dedo na minha boca, comecei a dedilhar aquela buceta que já estava enxarcada.
Parei a gravação.
isso aqui, é para deixar gravado o dia que você se tornou minha tá?
Ta, meu amor.
E a beijei e que beijo gostoso ela tinha. Seus lábios eram finos, delicados, mas quentes. Imaginei aquela língua pequena em minha buceta. Mas, ali eu não precisava imaginar mais.
Se ajoelha, cadela. (Ordenei)
Quando ela se ajoelhou, levantei os braços dela, tirei aquela blusa que estava sem sutiã, com os peitos prontos para serem devorados.
Com ela ainda ajoelhada
chupa esse mel que você provocou desde quando pisei aqui vai
Ela começou a me chupar ainda ajoelhada e dava pra ver que apesar de muita vontade, ela não tinha jeito.
Levantei ela e falei:
Vou te mostrar como fazer isso, sua puta.
Ela em pé, beijei aquela boca, comecei a lamber aquela orelha e senti ela estremecer ainda em pé e cochichei
“ sua cachorra, crente safada, ngm imagina a rapariga que tu é”
me xinga mais vai (ela implorava)
Desci até aqueles seios que confesso que é meu ponto fraco: seios.
Chupei, lambi, apertei aqueles mamilos com os dentes de leve e ela gemia de dor … de prazer …
Deita na cama vai, cachorra!
Fiquei por cima dela e não queria parar de chupar aqueles seios, pequenos, mas com bicos duros e pontudos. Brinquei com minha língua e ela começou a gemer mais alto como se ali, fosse gozar!
Você tá proibida de gozar agora, meu amor. Você entendeu?
Entendi!
Eu ainda vou te torturar muito. Ou tu acha que eu sou esses teus machos que tu trás aqui e só sabe meter?
Me tortura meu amor, me tortura!
Desci com a língua e fiz com que ia em sua buceta, mas ao chegar lá, falei: “ainda não”, essa buceta aqui vai ser minha cereja do bolo, se vira e empina a bunda e assim ela fez:
você vai fazer o que? Eu não dou o cu, é pecado!
Confesso que ri,
“aí Andressa, tu trai teu marido, trepa com um monte de tarado na cama do teu marido e vem como essa de pecado.”
Isso deve doer, isso eu não faço.
Tudo bem, meu amor. Eu não faço nada que você não queira, mas deixa eu brincar com meu dedinho e língua, se eu terminar e você não querer eu não como esse cuzinho (falei pressionando o que fez ela se estremecer toda e concorda com a cabeça e com aquele sorriso de puta)
Com aquela raba empinada para mim, deixei a baixo dela e comecei a chupar aquela buceta, e subi para o cuzinho
meu amor, (falei segurando e apertando sua mão) só vai ficar bom se você relaxar, confia em mim, não seremos amigas que fazem tudo uma com a outra?
me chupa, vai sua lésbica safada (ela respondeu gritando)
- vou fazer com vc o que aquele corno não
Faz, te transformar em minha mulher
Passei a língua no cu e fiquei brincando no início da sua bunda com meus dedos, quando ela finalmente relaxou, desci meus dedos e alternei entre lambidas e pressão naquele cuzinho que piscava para mim.
teu cuzinho tá pedindo para ser arrombado, meu amor, obdece ele
Me levantei, fiquei por cima dela, a beijei e continuei
Obdece esse cuzinho, vai?
Comigo por cima dela, ela chupou meus seios o que me fez gemer e entrar em transe, que boca gostosa.
Ela parou de chupar, sorrio novamente e disse:
Come esse cuzinho, meu amor.
Tem camisinha? Perguntei
A cachorra saiu e voltou com uma caixa e ficou de 4 novamente e falou:
Come esse cuzinho já que o corno do meu marido só quer ficar na buceta.
Coloquei a camisinha no dedo, e fui enfiando a medida que o próprio Cuzinho ia aceitado, enquanto ela gemia, e me olhava com dor
Calma, meu amor. Você vai começar a gostar, eu prometo
E quando o dedo entrou todo, comecei a fazer movimentos de vai e vem e ela gemia alto, vi seu rosto como se quisesse chorar e aquilo me deu mais tesão ainda e comecei a socar ainda mais forte
Sua depravada, sente como esse teu cu engole meu dedo, vc vai sempre lembrar quem tirou o cabaço desse cu?
Vou, meu amor, vou … que delícia!
Olhei novamente e aquela cara de choro, havia trocado, agora era uma cara de prazer e de rapariga que constratava com aquele cabelo de crente … que tesão!
quem é a dona desse cu? Eu ou o teu corno?
Você meu amor!
Eu ou teus amantes paias?
Você meu amor! Eu vou gozar. E gozou! (Pela primeira vez gozou dando o cu e caiu na cama, que cena linda, seus longos cabelos tampavam aquele rosto, me deitei sobre ela carinhosamente, tirei aquele cabelo do seu rosto e ouvido e cochichei:
Você acha mesmo que acabou?
Ela sorriu e disse “estou acaba, meu amor”
Ri e a beijei, ficamos ali nos beijando e acariando por um longo tempo, tempo o bastante para eu me perder.
Quando ela se recuperou, voltou a chupar e morder meus seios. (Eu antes já havia confessado a ela que eu amava que me chupassem e meus melhores orgasmo eram os mamários)
Ela mordia e eu pedia para ela morder ainda mais, quando ela parou e quis ela mesma explorar minha buceta e adverti:
Ainda não, não completei meus planos totalmente como você!
Planos?
É meu amor, planos!
Com ela ainda deitada, comecei a finalmente explorar aquela buceta peluda com meus dedos e logo com minha língua.
Uma buceta pequena, magrinha, foi invadida pela minha língua e dedos (sem entrar nela ainda alternadamente e ela gritava de prazer
assim vão nos escutar
Ela percebia e voltava a gemer baixo
para de me torturar e enfia
Só se você implorar (respondi rindo e me divertindo com aquela puta)
É assim ela fez, implorou.
Enfiei com força meus dedos, mas nem precisei muito porque com pouco tempo, meus dedos foram tomadas por um mel seguidos de
ai que delícia, gozeeeeeeei
Suas pernas tremia e eu finalizei aquela buceta sugando todo melzinho, mas antes de sugar todo, lambuzei meus dedos mais ainda e levei até a boca dela
Prova cadela, o sabor do teu pecado lésbico. Me diz se o gosto é bom, mas tu tem que chupar, como se chupa um pau
E sua boca veio ate meus dedos e chupou, olhava fixamente em meus olhos como uma boa puta e lambia.
Quando ela lambeu tudo, a beijei, quase apaixonadamente e me perdi de novo no tempo …
Eu quero te chupar (ela falou)
Você vai me chupar, meu amor! Mas, você vai me chupar da forma que uma crente puta que nem você mais gosta de fazer: ajoelhada!
Ajoelhada não, ela respondeu
Peguei seus cabelo, puxei em direção do meu rosto e falei
Ajoelhada sim, que nem uma puta crente, porque tu é a minha puta crente
Ela se debateu um pouco, mas eu vi que ela estava gostando, soltei seu cabelo e dei um tapa na sua cara e falei:
Tá demorando porque pra me obdecer?quer que eu procure outra puta para ser minha?
Ela se ajoelhou, dessa vez sorrindo e falou:
Vou chupar tua buceta tão gostoso que vou ser a única mulher da tua vida
E chupou! Fui orientando ela que se mostrou uma boa aluna, ia chupando, alternando entre dedilhadas, até segurei sua cabeça na minha buceta, pressionei e falei: vou gozar meu amor, chupa tudinho e ela chupou.
Cai na cama e ela veio junto.
se deixou ao meu lado, nos olhamos fixamente , e nos beijamos.
Passamos o que pareceu uns 40 minutos namorando com beijos e conversa.
Quando vi que tava quase na minha hora e falei:
“para finalizei minha puta. Quero fazer uma coisa com você no sofá que imaginei quando teu corno ainda tava aqui”, ela perguntou o que era já me levando para o sofá.
Sentei e sentei ela sobre mim:
Quero devorar mais ainda esses seios aqui: onde o corno estava sentado.
Aqueles seios pequenos cabiam em minha boca, mas eu queria devorar, não queria deixar provas físicas, nenhum roxo, mais eu só saia de lá quando aqueles seios estivessem doloridos, chupei, mordi, quando vi que ela tava tremendo, lambia e voltava e ela dizia que era a melhor mamada da vida dela e pedia para que eu não parasse, de novo, gozou.
Deixei ela sentada no sofá, me ajoelhei dessa vez e chupei todo aquele mel, de novo. E era hora de me despedir.
Tinha que voltar agora para o meu corno.
Nos beijamos e prometemos que repetiria.
Cheguei em casa e transei com meu marido que dizia que eu tava mais safada do que o comum, sem saber se o que estava me deixando mais excitada era saber que ele estava chupando uma buceta que outra mulher havia feito gozar.
No outro dia, liguei meu celular e e estava lá com uma mensagem.
“Eu nunca havia gozado como hoje, olha como tá essa buceta” e uma foto.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos