#Teen #Traições

Colega de trabalho

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Alberto

Aos trinta e cinco anos fui contratado para dar aulas em uma universidade de porte médio, em um curso de engenharia noturno. Todos os professores eram sessentões, com exceção de Silvia que tinha trinta e oito, seu corpinho mignon estava sempre apertado dentro de roupas justas e curtas, o que valorizava sobre maneira sua bundinha que fazia todos salivarem ao vê-la passando sempre séria em cima de pontudos saltos altos. Adepto do lema de que onde se ganho o pão não se come a carne, sempre evitei me aproximar dela, mesmo porque ela não dava abertura para ninguém. Naquele ano eu estava dando aulas em três noites, sendo que minha terceira aula de sexta feira era vaga e foi exatamente naquela aula vaga que Silvia apareceu na sala dos professores e sentou-se a mesa um pouco distante de mim, ela havia aplicado uma prova rápida e estava tentando aproveitar o tempo para ficar sozinha, só que eu percebi que estavam escorrendo lágrimas de seus olhos e peguei duas folhas de papel toalha do toalheiro que fica ao lado da pia no canto da sala e levei até ela no momento que ela ia levantando ela pegou o papel toalha e levou ao canto do olho e inconscientemente abri os braços e ela me abraçou e chorou convulsivamente em meu ombro, fiquei ali por uns cinco minutos e assim que ela parou de chorar falei: Não mantenha suas mágoas só para você, se precisar conversar com alguém, após as aulas estarei naquele barzinho logo na entrada do shopping novo. Dei as aulas restantes e fui para meu apartamento que ficava em cima do shopping, coloquei meu shorts malhado de fim de semana, meu chinelão e uma camiseta regata e desci para o barzinho onde desde a inauguração eu batia ponto toda sexta feira de onde saia no na madrugada completamente bêbado. Assim que entrei no bar vi Silvia sentada em uma mesinha no fundo do bar e sentei-me a seu lado e ela começou desabafando dizendo que era seu quinto aniversário de divorciada e o papo foi rolando lá pelo quinto ou sexto chopp trocamos um gostoso beijo de língua e senti que a tesuda tremeu quando chupei sua língua e quando ela tirou o sapato apertado a convidei para subir comigo para afrouxar aquela roupa apertada ela pensou alguns segundos e eu a beijei puxando seu corpo contra o meu, ela gemeu. Me abaixei e recoloquei seu sapato e a puxei pela mão, percorremos o caminho até a entrada dos residentes lado a lado sem dar bandeira, mas no elevador, já a agarrei e passei a mão até onde pude alcançar, quando bati a porta do apartamento eu já estava mamando naqueles peitinhos surpreendentemente duros para a idade e tão bonitos quanto deveriam ser quando ela tinha vinte e abri o zíper de sua saia, baixando-a junto com sua calcinha, Silvia parecia em transe mordendo meu pescoço e arranhando com as unhas as minhas costas, a mulher tremia da cabeça aos pés e eu a fiz deitar na ponta da minha cama onde chegamos completamente nus e ainda em pé dobrei as pernas delas e empurrei contra o seu tronco, ainda em pé vi a luz do abajur refletir naqueles pentelhos molhados e flexionando minhas pernas enfiei minha rola dura como pedra naquela buceta molhada, Silvia emitiu aquele som gutural maravilhoso que só as fêmeas produzem quando levam ferro e imediatamente seu corpo convulsionou em êxtase, a danada percebendo que eu ia acompanha-la no gozo, puxou o corpo, sentou na cama engolindo boa parte da minha rola recebendo na boca meus jatos de macho e sem poder falar pois estava com a boca cheia de leite correu para o banheiro exibindo aquela bundinha maravilhosa, bem cheinha e durinha que me deixou louco. Silvia ainda embaixo do chuveiro pediu desculpas dizendo que não podia deixar eu gozar dentro dela, pois não tomava pílula já que a mais de cinco anos não fazia sexo, entrei no box e a abracei por trás pincelando aquele lindo rego e ela choramingou esfregando sua bunda no meu pau com vontade alegando que sempre teve vontade de fazer anal, mas as vezes que o marido tinha tentado durante sua gravidez ela não tinha aguentado e em um elogio indireto ainda revelou que pau do marido era bem menor que o meu, mas eu não desisti e a empurrei contra os ladrilhos esfregando meu cacete em sua buceta e na portinha de seu cuzinho fazendo-a gozar sem penetração e voltamos para cama ainda molhados para cama. Na falta de gel em casa, levei junto meu creme de barbear e deixei a professora rebolar com meu dedo creio de creme enfiado em seu cuzinho e ela deitou de bruços com as pernas entre abertas. Empilhei dois travesseiros embaixo dela já tarado por quele cu, coloquei bastante creme na caceta puxei aquele corpinho delicado, deixando-a apoiada nos joelhos e nos cotovelos apoiei o mastro no anel e pressionei, aquele corpinho mignon retesou e ela deu um grito tesudo e eu a segurei para evitando que ela fugisse da vara, ficamos parados pelo menos dois minutos enquanto ela chorava baixinho, mas sem dizer nada ela mesma fez pressão para trás, passei uma mão para frente e passei a massagear aquela bucetinha pequenininha enquanto sentia meu pau ser esmagado pelo cu mais apertado que eu tinha comido em toda minha vida e novamente aquela mulher espetacular explodiu em formidável gozo arrastando-me junto e enchi aquele rabinho fazendo receber pela primeira vez leite em seu interior. Silvia apoiou o corpo na cama e pediu para eu não tirar a pica de dentro dela e logo estava esmigalhando meu pau apertando e relaxando a musculatura do canal anal, motivando-me a reiniciar os movimentos durante os quais ela mesma masturbou a buceta e gozou mais duas vezes sendo acompanhado por mim na segunda. Tornamo-nos amantes e ensinei para ela posições que ela nem imaginava serem possíveis e quando ofereci as chaves do meu apartamento para ela, Silvia falou que só aceitaria depois da aprovação de sua filha e combinamos um almoço na casa dela. Em um domingo chuvoso, sabendo que Suzi tinha dezesseis aninhos, levei uma caixa de chocolate para o almoço caseiro. Fui muito bem recebido pela gostosinha que além de ter um corpinho tão bonito quanto o da mãe tinha um olharzinho de sacaninha que tornava aquela menina/mulher ainda mais sensual. Em um dos momentos que a mãe foi à cozinha para pegar algo Suzi com cara tesuda diz: Você deve ser muito gostoso para conseguir viciar minha mãe em anal. Fiquei sem ação ao ouvir aquelas palavra e a fedelha disfarçou assim que a mãe voltou. Achando que se tratava de algum truque assim que pude falei para Silvia o que tinha ouvido de Suzi e para minha surpresa a resposta foi: É difícil para a maioria das pessoas entenderem a minha relação com minha filha, mas te garanto que é tão boa que quando um namoradinho dela tentou fazer sexo anal com ela só a machucou traumatizando a menina e a partir daquele dia relato com detalhes todos os nossos momentos e todo os prazeres que sinto com você, a ponto de deixa-la pronta e sei que você não a decepcionará.

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