Casada voltei a namorar
Apaixonei-me por Arthur quando ainda éramos estagiários no escritório do pai dele, às vésperas de nossa formatura não deu mais para segurar aqueles amassos que nos deixavam loucos e em sábado a tarde quando planejávamos ir ao shopping, acabamos em um motel e pude sentir pela primeira vez o milagre que uma rola faz dentro de uma buceta, passamos a meter praticamente todos os dias, usando e abusando da energia de nossos vinte e dois anos. Chegamos até em um meio de tarde treparmos em pé dentro do quartinho de material de limpeza. Nos casamos e tornamo-nos sócios do escritório tocamos nossos vidas sem perdermos nosso ímpeto sexual. Com cinco anos de trabalho, resolvemos fazer uma reforma completa nas instalações trocando os moveis, fiação, encanamento e tudo mais de todo o nosso conjunto de sala que já tomava todo o andar. Ao darmos início às obras ouvi dona Clara, a mossa faxineira e copa pechinchando ao telefone o valor do carreto que estava contratando para levar o fogão e a geladeira nós tínhamos dado para ela, percebendo que ela gastaria boa parte do que recebia por mês com aquele transporte. Mandei ela desligar e no dia seguinte, peguei emprestada a picape do meu primo e colocamos os dois aparelho na caçamba com a ajuda dos pedreiros, dona Clara foi indicando o caminho e chegamos a uma parte da cidade que eu desconhecia completamente, ao chegar na casa de nossa colaboradora, conheci sua irmã seu cunhado, seu sobrinho e sua bela filha, a Suzi, uma menina linda, corpo de mulher com cintura fina, seios bem proporcional ao corpo, lábios sensuais e olhos cativantes, admirei-me quando dona Clara na apresentação disse que aquela bela mulher tinha apenas dezesseis anos e acabei olhando no fundo dos olhos dela e algo aconteceu comigo naquele instante. Ao perguntar para dona Clara sobre o caminho de volta, Suzi se ofereceu para levar-me até a "pista" fiquei contente com a iniciativa e sua mãe fez questão que eu aceitasse a guia. Suzi entrou na caminhonete e pude admirar suas pernas torneadas e fortes e senti estranha ao estar reparando os detalhes de outra mulher, rodamos por suas esburacadas até que chegamos ao asfalto, a tal pista como eles chamavam e ao me despedir de Suzi, dei-lhe meu cartão com meu o número do meu celular, ela olhou novamente dentro de meus olhos e surpreendentemente me deu um Celinho e desceu rapidamente do veículo. Passei na casa do meu primo, devolvi o veículo dele e peguei o meu. Em casa entrei em baixo da ducha e inconscientemente levei os dedos a minha buceta lembrando daqueles lábios carnudos beijando os meus em seguida, ainda massageando lentamente meu grelo, fiquei imaginando como seria aqueles seios sem estar exprimido dentro daquele sutiã e quando lembrei de suas coxas já estava me masturbando freneticamente. Deitei ao lado do meu marido com a consciência pesada e segurei em sua caceta, logo passei a ter entre minhas mãos aquela piroca deliciosa louca para me penetrar, mas como as vezes fazia passei a me esfregar em Arthur e quando já estávamos bem loucos, falei baixinho no seu ouvido: E se a terceira pessoa na nossa cama não for um homem como você vive falando. Conhecendo-me bem, Arthur não questionou, apenas cochichou no meu ouvido como se alguém pudesse nos ouvir: Vou adorar. Abri as pernas e cavalguei aquela piroca e recebendo lá no fundo o leitinho que eu merecia. Na manhã seguinte, me tranquei em minha sala por causa do barulho infernal da reforma e meu celular tocou, atendi era Suzi com sua voz gostosa agradeceu os aparelhos que eu tinha dado a sua mãe e disse que tinha me achado maravilhosa e eu respondi que tinha pensado muito nela na noite anterior e quando dei por mim, estávamos namorando a mais de meia hora, o aparelho estava até quente no meu ouvido e desligamos. No meio da manhã seguinte, um sábado eu ainda estava deitada ao lado de Arthur quando novamente Suzi ligou, vendo que era ela atendi e com a permissão dela transformei a ligação em vídeo chamada posicionando a câmera em mim, mas com inclinação suficiente para Arthur ver aquele rostinho lindo e depois de algumas palavras percebi que ela estava enrolada em uma toalha ainda no banheiro de casa, ao questiona-la ela falou que tinha acabado de tomar banho e eu não resisti e pedi para ela abrir a toalha, ela o fez, mostrando os deliciosos seios adolescente pediu para ver os meus, Arthur não se conteve e começou a se masturbar, afastei o aparelho e baixei as alças da minha camisola, Suzi passou a língua sensualmente pelos lábios e Arthur gemeu gozando a meu lado. Suzi se assustou e eu disse que ela não precisava se preocupar, que meu marido estava adorando o "nosso namoro" e a convidei para vir almoçar conosco, ela meio ressabiada topou. Pedi para ela ir até a "pista" e mandar a localização que eu mandaria um UBER para ela. Eu e Arthur corremos para o banheiro nos amassando, mas eu queria reservar minhas energias para aquela bonequinha em minha primeira aventura lésbica e empurrei meu marido sozinho para dentro do box. Tomei um banho caprichado, recebi a localização e enviei o UBER. O relógio parecia ter parado, eu estava ansiosa como uma colegial. Arthur abriu uma cerveja com aquela carinha de cachorro que espera um osso e ameaçou correr para o interfone quando o aparelho tocou, fiz sinal para ele continuar sentado na poltrona que estava, liberei a entrada e fiquei na porta. Vi aquela delicia desfilar no corredor em minha direção e senti meu liquido escorrer por minhas coxas pois eu estava usando um vestidinho leve sem calcinhas e Suzi uma calça legging , um camisão e tênis, assim que ela se aproximou vi que ela não estava usando sutiã e sua bucetinha marcava seu contorno naquela calça apertadinha. Suzi ia me beijar quando viu Arthur e trocamos beijinhos no rosto. Puxei aquela menina/mulher pela mão em direção a minha suíte sem apresenta-la a Arthur e assim que chegamos a nosso destino, sem palavras nos abraçamos e nos unimos em um demorado beijo lascivo e eu enfiei minhas mãos por debaixo do camisão de Suzi e alisei seus seios fazendo a menina gemer a meu toque. Senti com meus dedos aquele coraçõzinho batendo e perdi a cabeça, abri dois botões de sua vestimenta e arranquei pela cabeça dela e minha menina ofereceu aqueles par de seios maravilhosos para eu mamar e pela primeira vez eu o fiz, sentindo minha buceta enxarcada tentei levar minhas mãos ao meio de minhas pernas, mas a danadinha foi mais rápida, levantou a parte de baixo de meu vestido e seu dedo foi certeiro no meu grelo, não deu tempo para saber como ela ia mexer em mim, pois gozei instantaneamente e mesmo ainda sofrendo os efeitos daquele gozo profundo, baixei a calça de minha "namorada" ajudada por ela, deixando-a nuazinha e contemplei suas curvas enquanto a fazia deitar na minha cama ouvindo aqueles gemidos descontrolados e sem qualquer técnica, mas sendo chupada a anos, abocanhei aquela buceta gordinha e ela deu um gritinho que fez a minha buceta golfar e espirar liquido no lençol e chupei, mordisquei, lambi até ver aquele corpinho se contrair e ela gemer demoradamente, escorreguei sobre Suzi e só então vi meu marido filmando tudo com seu celular. Ainda com minha amante se recuperando do gozo, a apresentei a Arthur e ela olhou fixo para aquele cacete que estava com sua ereção máxima e fiz sinal para ele se aproximar, peguei na vara e dei uma breve chupada tomando o cuidado para não fazer muita força para Arthur não gozar e a ofereci a Suzi que primeiro pegou com cuidado e eu forcei sua nuca, ela não se opões e em menos de um minuto estava chupando como uma profissional, assustando-se ao receber na garganta leite de macho. Rimos e nos beijamos fazendo Suzi conhecer o gosto de sua buceta que estava em minha boca e dividindo comigo o esperma que ainda não tinha engolido. Fomos as duas para a banheira enquanto Arthur vestiu a bermuda para ir a portaria para receber o almoço que tínhamos encomendado.
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