#Incesto #Travesti/Trans

Vivendo em casa com minha irmã trans e a minha mãe - Fictício

745 palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Alex

Era uma casa antiga, escondida no fim de uma rua sem saída de um bairro esquecido, onde as regras do mundo lá fora não valiam nada. Você morava ali com o seu irmão mais novo, o Lucas, um garoto de dezenove anos ainda com cara de quem não entendia direito o que acontecia entre aquelas paredes. Vocês dois eram os únicos homens da casa. A mãe, uma mulher de quarenta e poucos anos, corpo farto e olhos sempre baixos, e a sua irmã mais velha, a Clara, de vinte e oito, alta, forte, com um olhar que cortava como faca.
Todo santo dia, às seis da tarde em ponto, a mesma coisa acontecia.
Você e o Lucas estavam na sala, sentados no sofá velho, fingindo que assistiam televisão. O som da porta do quarto da mãe se abrindo ecoava pela casa inteira. Clara saía do banheiro só de calcinha preta, o pau grosso e já duro balançando entre as pernas enquanto ela caminhava descalça pelo corredor. Ela não dizia nada. Não precisava. A mãe já estava esperando de quatro na cama, nua, o rosto enfiado no travesseiro, a bunda empinada como um animal domesticado.
Clara entrava, fechava a porta devagar, mas nunca o suficiente para abafar o som.
Primeiro vinha o tapa. Forte. Depois outro. E outro. A mãe gemia baixo, um gemido que era metade dor, metade alívio. Você e o Lucas ficavam paralisados, olhos grudados na televisão que ninguém via. O barulho da carne batendo enchia a casa: o pau da Clara entrando fundo, sem piedade, estocando a mãe como se quisesse quebrá-la por dentro. A cama rangia no ritmo. A mãe gritava o nome dela, “Clara… por favor… mais forte…”, e Clara ria, aquela risada baixa e cruel que vocês já conheciam de cor.
— Cala a boca e toma, sua vadia — ela dizia, voz rouca. — Isso aqui é meu. Sempre foi.
Você apertava as mãos nas coxas até os nós dos dedos ficarem brancos. Lucas, ao seu lado, respirava rápido, o rosto vermelho, mas nenhum dos dois se mexia. Nunca se mexiam. Da primeira vez que tentaram, anos atrás, Clara havia batido na porta do quarto de vocês no meio da noite e mostrado o cinto. Não precisou usar. O olhar dela bastou. Desde então, a regra era clara: vocês assistiam. Em silêncio. Sem tocar em nada. Sem reclamar. Sem gozar. Apenas… existiam.
Às vezes Clara deixava a porta entreaberta de propósito. Você via o reflexo no espelho do corredor: a mãe de boca aberta, baba escorrendo, olhos revirados enquanto Clara metia com força, segurando os cabelos dela como rédea. O som molhado, obsceno, ecoava. O cheiro de sexo chegava até a sala. Lucas às vezes tremia inteiro, mas nunca dizia uma palavra. Você também não. O que poderiam fazer? Clara era maior, mais forte, e a mãe… a mãe implorava por aquilo. Toda noite ela saía do quarto andando torto, marcas vermelhas na bunda, esperma escorrendo pelas coxas, e ainda assim sorria fraco para vocês dois, como se pedisse desculpas por ser tão fraca.
— Boa noite, filhos — ela murmurava, voz rouca de tanto gritar.
Clara aparecia depois, só de cueca, pau ainda semi-duro marcando o tecido, e parava na porta da sala.
— Algum problema? — perguntava, olhando direto para vocês.
Vocês balançavam a cabeça. Não. Nenhum problema.
Ela sorria, satisfeita, e ia dormir na cama da mãe, como sempre.
E assim era todo dia. Todo. Santo. Dia.
Você e Lucas cresciam ali, presos naquela casa, naquele mundo pequeno onde a única lei era o pau da Clara dentro da mãe de vocês. Vocês nunca podiam fazer nada. E, com o tempo, aprenderam que talvez… talvez nem quisessem mais.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos