Garoto violado por dois em ônibus lotado
Quando dois depravados encontram uma putinha num ônibus lotado, o que acontece? Metem rola sem dó.
O trajeto durava uma hora e meia. Eram pouco mais de seis da tarde, mas, com o inverno se aproximando, o céu já estava escuro como se fosse noite fechada. O ônibus seguia mal iluminado, tocava música, permitindo conversas baixas, ao pé do ouvido, que não seriam ouvidas por pessoas próximas — apenas algumas luzes fluorescentes fracas no teto piscavam de vez em quando, lançando sombras longas e deixando a maior parte do fundo na penumbra quase total. O ar estava quente, denso, quase sufocante, cheirando a suor acumulado de um dia inteiro de trabalho, perfume barato e escapamento que entrava pelas janelas entreabertas. O ônibus ia lotado, gente espremida como lata de sardinha. Poucas pessoas conversavam baixo. A maioria tentava dormir com a cabeça apoiada na janela ou olhava fixo pro celular, querendo apenas que o dia enfim acabasse.
Ricardo, trinta e quatro anos, bonito, traços afiados, barba bem aparada e um olhar naturalmente depravado, conseguiu se posicionar no pequeno vão atrás de um banco alto, perto da janela traseira. Ali o espaço era mais protegido pela altura do encosto.
Na frente dele estava o garoto. Delicado, com cara de menina — traços finos, lábios carnudos e rosados, cílios longos que sombreavam os olhos claros. Uns 15 anos? Podia ter menos até, sem nenhum sinal de barba no rosto ainda. Corpo magro, pele clara e suave. Usava uma calça de moletom cinza folgada no corpo todo, mas esticada na bunda de forma quase obscena: ali o tecido ficava bem apertado, marcando nádegas redondas e empinadas que pareciam grandes demais para o resto do corpo fino. Era um pedido pra ser encoxado.
O garoto estava com o tronco inclinado pra fora da janela, tentando captar o vento fresco da noite que batia no rosto, aliviando um pouco o calor humano lá dentro.
Ricardo não esperou muito. Na primeira freada mais forte do ônibus, encostou o volume já duro dentro da calça jeans bem no meio daquela bunda esticada. O contato foi elétrico. Ele começou a roçar devagar, pressionando o pau latejante contra o tecido macio e quente do moletom. Sentia perfeitamente a forma das nádegas: macias, mas firmes, cedendo levemente sob a pressão. O tecido deslizava contra o jeans, criando um atrito delicioso. Ele esfregava a cabeça grossa pra cima e pra baixo no vinco profundo, marcando o moletom com o calor do pau.
Cada balanço do ônibus ajudava. Quando o veículo sacolejava, Ricardo empurrava mais firme, sentindo a bunda do garoto se abrir ligeiramente contra ele. O pau babava pré-gozo dentro da cueca, umedecendo o tecido e começando a transferir umidade para o moletom. O cheiro sutil de suor limpo misturado com o calor da pele do garoto subia até o nariz de Ricardo, deixando-o ainda mais excitado.
O garoto ficou tenso no mesmo instante. O corpo delicado enrijeceu, a respiração acelerou pelo nariz, o peito subindo e descendo visivelmente. Ele olhava fixo para a rua escura lá fora, mas Ricardo percebeu os dedos finos apertarem a barra da janela com tanta força que os nós ficaram brancos. O pânico já estava ali: o garoto sabia exatamente o que estava acontecendo, e o medo de ser visto por qualquer um dos passageiros fazia o coração dele martelar.
Ricardo continuou o encoxamento por longos minutos, agora pressionava com mais intenção, girando os quadris devagar, sentindo cada centímetro da bunda através do moletom fino. O tecido já estava úmido no vinco. Ele conseguia sentir o calor interno da carne, o jeito como a bunda tremia levemente a cada roçada mais forte. De vez em quando ele empurrava a rola inteira entre as nádegas, como se estivesse fodendo por cima da roupa, o jeans roçando contra o moletom esticado até quase rasgar de tão apertado. Enquanto roçava, Ricardo aproximou a boca do ouvido do garoto e sussurrou baixo, com voz suja:
— Isso, vai… esfrega essa bundona gostosa no meu pau, sua putinha barata. Tá sentindo como ele já tá babando pra te arrombar?
Foi a deixa para ele, a permissão que esperava pra tocar no pau do macho.
O garoto baixou a mão trêmula pra trás. Os dedos delicados encontraram o volume duro de Ricardo e, hesitantes, abriram o zíper devagar. Tiraram a rola grossa pra fora — quente, pesada, veias saltadas, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Os dedos finos envolveram ela, apertando na base, subindo devagar até a cabeça, espalhando o líquido pegajoso e começando a punhetar com a mão visivelmente tremendo.
Foi nesse exato momento que o coroa percebeu tudo.
Um negro grandão, uns cinquenta e poucos anos, corpo enorme, barriga pesada e proeminente, pele bem escura. Estava de pé bem ao lado deles, segurando na barra superior. Seus olhos desceram e registraram a cena na penumbra: a mão do garoto punhetando a rola de Ricardo, o moletom já deslocado.
Sem dizer uma palavra, o coroa abriu o próprio zíper. A rola dele saltou pra fora — preta, grossa, veias grossas saltadas, cabeça grande e rosada brilhando. Ele encostou primeiro na lateral da coxa do garoto e começou a esfregar devagar: a rola pesada deslizando pela pele clara, deixando um rastro quente e úmido de pré-gozo, batendo de leve contra o quadril delicado.
— Pode usar as duas mãos, putinha — murmurou o coroa bem baixo no ouvido do garoto, a voz grave e rouca quase um ronronar. — Apoia o corpo na gente. A gente te segura.
O garoto arregalou os olhos em puro pânico. Olhou desesperado para os lados, o coração disparado, imaginando que a qualquer segundo alguém ia virar o rosto, que as luzes fracas iam iluminar a cena, que todos iam ver ele ali, mão cheia de pau, sendo usado no fundo do ônibus lotado. As mãos tremiam tanto que quase soltou as duas rolas. Um medo visceral subiu pela espinha — medo de humilhação pública, de ser filmado, de alguém gritar.
Mas o tesão traiçoeiro era mais forte. Ele soltou a barra da janela e deixou o corpo delicado cair um pouco pra trás, apoiando-se nos dois homens. Ricardo segurou firme pela cintura fina com uma mão. O coroa colocou a palma grande e pesada na barriga plana do garoto, sustentando o peso com facilidade.
Agora com as duas mãos livres, o garoto punhetou os dois paus ao mesmo tempo. A direita na rola de Ricardo — grossa, quente, latejante. A esquerda na rola enorme do coroa — mais pesada, pele escura e queimando. Ele sentia as diferenças na textura, no peso, no jeito como cada uma pulsava e babava pré-gozo pelos dedos, tornando tudo molhado, escorregadio e quente.
Ricardo aproximou a boca do ouvido dele e sussurrou, quente e sujo:
— Que puta safada… já tá molhando a mão toda com nosso pau babando. Continua batendo, sua vadiazinha de ônibus. Olha como você gosta de segurar duas rolas ao mesmo tempo.
O garoto mordeu o lábio inferior com força, rosto queimando de vergonha, olhos cheios de medo e excitação misturados.
Com cuidado, usando os corpos grandes para bloquear qualquer visão possível na penumbra, Ricardo e o coroa puxaram o moletom cinza pra baixo até o meio das coxas. O garoto tremeu violentamente e tentou subir o moletom de volta, o coroa segurou sua mão com firmeza, impedindo.
— Vai ser nossa putinha e deixa que a gente te esconde — rosnou o coroa.
Ricardo completou, voz baixa e cheia de desprezo depravado:
— Isso mesmo, sua puta barata. Para de fingir que não quer. Essa bundona já tá piscando pra nós dois. Agora fica quietinha que o tio vai te arrombar bem devagar.
Quando o ar fresco da noite bateu direto na bunda exposta, redonda e clara, o pânico explodiu: ele olhou ao redor com olhos desesperados, o corpo inteiro rígido, imaginando que as luzes piscantes iam revelar tudo — a calça abaixada, a bunda de fora, dois paus duros atrás dele. Um “não… por favor…” quase escapou baixinho, mas morreu na garganta quando Ricardo cuspiu na mão, passou na própria rola e encaixou a cabeça grossa na entrada apertada.
A dor veio imediata. O garoto soltou um gemido abafado e agudo quando a cabeça inchada forçou o anel apertado. Ricardo entrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu resistir, apertar, queimar. Era como se estivesse sendo rasgado ao meio ali, no meio do ônibus lotado. Enquanto entrava, Ricardo sussurrou no ouvido dele, voz carregada de prazer sádico:
— Isso… abre esse cuzinho pra mim, sua putinha de Rua, tenho certeza que já levou muita rola por aí. Tá sentindo como eu tô rasgando você? Que cu apertado da porra… vai aguentar as duas rolas hoje, vadia.
O garoto sentiu cada veia da rola deslizando pelas paredes internas quentes e secas no começo, depois úmidas de suor e baba que saía do pau. A dor era intensa, ardente, uma queimação profunda que subia pela espinha, misturada com um prazer proibido que fazia o pau dele — reto, bonito, cabeça rosada — ficar completamente duro e latejar no ar sem ser tocado.
Ricardo começou a meter curto e fundo, cada estocada fazendo o corpo delicado do garoto balançar levemente. O som molhado era quase imperceptível no barulho do motor e das rodas no asfalto. Enquanto metia, Ricardo não parava de falar baixo:
— Que delícia de cu, hein, puta? Tá piscando em volta da minha rola como uma vadiazinha viciada. Olha como você tá molhando meu pau todo… vai, aperta mais, sua puta barata.
O garoto sentia a rola grossa abrindo ele por dentro, batendo fundo, roçando em pontos que faziam estrelas explodirem atrás dos olhos. A dor inicial foi dando lugar a um prazer cru, mas o medo nunca ia embora: toda vez que o ônibus freava ou alguém se mexia mais à frente, ele ficava tenso, o cu apertando violentamente em volta da rola, o coração na boca.
O coroa tomou o lugar depois de alguns minutos. A rola preta e ainda maior pressionou a entrada já aberta e escorregadia de saliva e pré-gozo. Quando empurrou, o garoto sentiu uma dor mais forte, como se estivesse sendo rasgado de verdade agora. A rola grossa esticou as paredes internas ao limite, entrando mais fundo que a de Ricardo, a cabeça grande batendo no fundo. O garoto agarrou os braços dos dois homens, unhas cravando na pele, rosto delicado contorcido em uma careta de dor e prazer insuportáveis. Os olhos semicerrados, boca entreaberta, respiração entrecortada e trêmula.
Enquanto metia bruto, o coroa sussurrou:
— Tá gostando, hein, putinha? Olha como seu pau tá duro só de levar rola grossa no cu no meio do ônibus lotado.
Ricardo completou, ainda mais sujo:
— Claro que tá gostando, essa puta nasceu pra dar o cu. Olha como ele tá se oferecendo todo molhado… continua gemendo baixinho pra gente, vadia. Alguém pode ouvir e descobrir que você é só uma putinha de ônibus.
O garoto só conseguia soltar gemidinhos baixos e desesperados: “hhnn… dói… alguém vai ver… hhnn… por favor…”. Cada estocada profunda fazia o pau dele balançar, latejando, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo que escorria pelo comprimento.
Ricardo voltou a meter, agora mais rápido, aproveitando o cu já aberto e molhado. O garoto sentia tudo com intensidade brutal: o calor das rolas, o jeito como elas inchavam dentro dele, o atrito queimando as paredes sensíveis, a dor misturada com ondas de prazer que subiam até a ponta do pau. O ônibus sacolejava e ajudava no ritmo, fazendo as estocadas entrarem mais fundo sem esforço. Ricardo não parava de humilhar:
— Porra, que cu guloso… tá sugando minha rola como se não quisesse soltar nunca mais. Você é uma vadia barata mesmo, hein? Amando levar rola no meio de todo mundo.
O prazer subiu rápido demais. O garoto de repente ficou tenso inteiro, o cu apertando violentamente em volta da rola de Ricardo.
— Tô… tô gozando… — murmurou ele, voz quase sumindo de vergonha e prazer.
E gozou sem tocar no pau. Jatos médios e fortes saíram do pau reto, espirrando no chão sujo do ônibus e nas próprias coxas delicadas. O corpo inteiro convulsionava, o cu piscando e apertando em espasmos enquanto Ricardo continuava metendo fundo, prolongando o orgasmo até o garoto ficar mole de prazer.
Ricardo não aguentou mais. Segurou firme a cintura fina e gozou com um gemido rouco no ouvido dele:
— Toma tudo, puta… toma minha porra quente no cu, sua vadiazinha. Enche esse buraco de leitinho.
Jatos grossos e quentes encheram o interior apertado, transbordando um pouco quando ele saiu.
O coroa entrou imediatamente depois, metendo forte e profundo, a rola enorme abrindo tudo de novo. Poucos minutos depois ele também gozou, grunhindo baixo, descarregando jatos pesados e abundantes até a porra escorrer quente pelas coxas do garoto.
Só então eles puxaram o moletom de volta pra cima. O tecido cinza ficou escuro e molhado na bunda e entre as pernas, a porra misturada escorrendo devagar pelas coxas delicadas.
O garoto ficou ali, pernas trêmulas, respiração pesada, rosto vermelho e suado, olhos ainda cheios de pânico. Tentava disfarçar o jeito como o corpo tremia e o cu latejava dolorido.
Mas Ricardo segurou o ombro dele com força e murmurou baixo:
— Agora você vai abaixar e limpar nosso pau, putinha.
O garoto olhou em pânico absoluto, mas os dois homens já o puxavam discretamente pra baixo. Usando os corpos grandes para disfarçar, o garoto acabou ajoelhado no chão sujo do ônibus, entre as pernas deles, na penumbra do fundo.
Primeiro Ricardo. O garoto abriu a boca hesitante e sentiu a rola ainda semi-dura invadir. O gosto era forte: porra salgada misturada com o sabor do próprio cu — amargo, terroso, íntimo. Ele chupou devagar, língua passando pela cabeça sensível, limpando cada resquício de porra e lubrificação natural. Ricardo segurou a cabeça dele com uma mão, empurrando devagar até o fundo da garganta, fazendo o garoto engasgar baixinho.
Depois foi a vez do coroa. A rola preta e grossa era maior, mais pesada na boca. O garoto teve que abrir bem os lábios carnudos para conseguir abocanhar. O gosto era ainda mais intenso — porra grossa, suor, e novamente o sabor do próprio cu que havia sido fodido. Ele chupou com mais esforço, língua girando em volta da cabeça grande, sugando o que restava, sentindo veias pulsarem contra os lábios. O coroa grunhiu baixo de prazer, segurando a nuca delicada e fodendo a boca devagar, fazendo lágrimas de esforço e vergonha escorrerem pelos cílios longos do garoto.
Ele limpou os dois paus um de cada vez, alternando, sentindo o gosto misturado na língua, a humilhação queimando no peito enquanto o ônibus continuava andando na noite. Os dois homens ficaram em silêncio durante o boquete, apenas grunhindo baixo de prazer e segurando a cabeça dele.
Quando terminou, os dois homens puxaram ele de volta pra cima com cuidado.
Assim que o garoto ficou de pé novamente, pernas bambas, Ricardo aproximou a boca do ouvido dele e falou baixo, voz suja e cheia de desprezo:
— Boa menina… olha só pra você, puta barata. Acabou de limpar duas rolas com a boca depois de levar no cu no meio do ônibus lotado. Que vadia gostosa.
O coroa completou, quase carinhoso, mas ainda degradante, dando um tapa forte mas discreto na bunda ainda dolorida por cima do moletom molhado:
— Isso aí, nossa putinha de ônibus. Chupou tudo direitinho, limpou o pau que arrombou seu cuzinho sujo. Boa vadia.
O garoto ficou de pé, pernas bambas, cu latejando, boca com gosto forte, rosto queimando de vergonha e pânico. O trajeto do ônibus ainda não havia acabado, demoraria um pouco para começar a esvaziar.
E os dois homens ao lado dele não pareciam nem um pouco satisfeitos.
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