#Traições

20 anos depois, o cu da mulher casada

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Ramon

Eu e MARTA tivemos um tórrido romance escondido quando jovens; recentemente voltamos a nos encontrar e enfim saiu a bundinha dela.

Eu fui trabalhar numa empresa e foi lá que conheci MARTA, que, apesar de muito jovem também, já tinha um filho e morava com o pai da criança. No primeiro dia de trabalho, assim que eu vi MARTA, eu me apaixonei por ela, sem saber nada sobre aquela mulher. A recíproca foi verdadeira. Demoramos algum tempo para superar muitas questões, até morais, ela casada com filho, eu perto de me casar. Não conseguimos e viramos amantes apaixonados, cada saída nossa, escondida até dos colegas da empresa, era uma dificuldade mas era tudo compensado por estarmos juntos. Passamos 2 anos juntos e tudo entre nós era intenso, tanto que após uma série de brigas resolvemos nos afastar; por coincidência, ela foi acompanhar o marido em outro Estado e perdemos o contato. Casei com outra, tive filhos, mas MARTA nunca saiu dos meus pensamentos.

Passados uns 20 anos, encontrei com ela num restaurante durante a semana, dia de trabalho, hora de almoço, ela estava casada ainda e tinha voltado a morar em Recife com a família. Levei um choque, porque MARTA ainda estava linda, uma mulher madura linda, nada de muito gostosa, muito malhada, nada disso, naturalmente bonita e elegante. Trocamos o contato e voltamos a nos falar e, inevitável, voltamos a sair, não tivemos como fugir disso. Para mim, divorciado, era fácil; para ela era mais difícil.

Pois bem, e nossas trepadas eram melhores ainda, porque a saudade aumentava o tesão, como que querendo recuperar o tempo de afastamento. Organizamos um esquema em que saíamos pelo menos uma vez por semana, sem contar as rapidinhas eventuais. Sabe ela entrar no meu carro no estacionamento de supermercado de saia e sem calcinha, treparmos e ela sair em menos de 5 minutos? Era assim. No dia esquematizado, normalmente a quinta-feira, ela saía mais tarde do trabalho para ir buscar o filho em um curso: mentira, ela saía no horário normal e íamos para um motel.

Foi num desses dias que, após darmos a primeira trepada, com muito sentimento envolvido, que fiquei dando beijos e cheiros nela toda. Eu adoro fazer isso e nesse dia fiquei dando beijos e lambidas na bunda dela. MARTA é mais para uma mulher magra, a bunda é bonita mas não estonteante, não chama a atenção.

- Depois de velha, a sua bunda está ainda mais linda, brinquei (e disse uma verdade, as gordurinhas a mais da idade tinham conferido uma bunda bem legal a ela)
- Velha é sua avó e prefiro dar o ouvido que o rabo, respondeu com raiva
- Calma, meu amor, eu estava apenas elogiando. E você falou algo que me alertou: a gente nunca tentou fazer sexo anal (há vinte anos, ainda enfiei um dedinho, mas nada que passasse disso)
- Nem vamos fazer, fique certo
- Que radicalismo é esse?
- É trauma, JONAS (o marido dela) tentou uma vez e me deixou certa de que nunca vou dar a bunda
- Esse JONAS é um otário, devagar a gente chega lá
- Só nos seus sonhos, mocinho, pois que você dentro de mim na frente e não atrás

Comecei a dar mais beijos e lambidas na bunda dela, quando ela estava com mais tesão eu metia a língua no cu dela, mas nada com pressa. Puxava o assunto de sexo anal, enfim, tornei um assunto que quase todas as vezes a gente conversava sobre isso. Ela própria às vezes trazia o assunto, dizia achar nojento, comprei um aparelho de chuca para ela, expliquei, vimos vídeos e o que era um tabu virou conversa constante. Eu e MARTA sempre trepamos com muita vontade, o sexo vaginal nosso é maravilhoso, nosso sexo oral é demais, enfim, o anal ia entrar como um adendo.

Tinha vez que ela chegava e entrava no banheiro para fazer a chuca, só para eu chupar muito o cu dela e eu por uma ou duas vezes não passei da língua, não tentei nem enfiar um dedo, queria que ela me pedisse. E chegou o dia em que ela me pediu: “amor, vai tentando com um dedinho, tô querendo. Mas vá devagar”. “Claro, meu amor”.

Demorei muito com ela com a bundinha para cima, eu beijando e lambendo a região, o cu, para pegar o gel e enfiar um dedo. Entrou fácil demais, não forcei muito, apenas a beijava nas costas, na bunda e fiquei abrindo o buraquinho. Nesse dia, botei dois dedinhos. Isso virou regra (dedinhos no cu) até o dia em que eu e MARTA chegamos “em ponto de bala”, aquele dia que o casal quer trepar, hormônios a mil, tesão total. A primeira foi nosso tradicional papai-e-mamãe, mas a segunda já foi MARTA ficando de bruços e dizendo “hoje eu quero”. Muito chupada, lambida e MARTA pede rola no cu. Eu coloquei os travesseiros embaixo dela mas a posição não ajudava; pedi para ela ficar de frango assado na cama, MARTA achou forte demais essa posição, então, como ela pediu (e acho que não é nem a melhor posição para perder o cabaço anal), ficou de quatro e eu em pé ao lado da cama. Até o cu de MARTA é lindo e eu olhando para ele e sabendo que seria o sortudo de tirar aquelas pregas... foi demais. Botei-a de tal modo que ela poderia se ver no espelho ao lado da cama, ela ia me ver estourar o rabo dela. “Meu amor, não precisa ser tudo hoje, fique calma”, falei. O cu já “abertinho pelos dois dedos”, encostei a cabeça do pau na entrada e foi pedindo para ela relaxar. Eu dizia que era uma mulher fenomenal, que eu a amava e meti o pau para dentro. Deu aquela forçadinha para a cabecinha entrar e senti o buraquinho dela se rompendo para me agasalhar. Parei e fiquei mexendo quase nada.

MARTA foi balançando a bunda bem devagar, querendo se acostumar. O cu dela estava preso demais, meu pau não entraria mais do que tinha entrado. Foi botando mais gel, MARTA dizia que estava suando, que ardia mas que estava aguentando. Meu pau entrou metade. “Metade já tá dentro, meu amor”, disse a ela, que me olhava pelo espelho e ria, orgulhosa. Sem querer enfiar mais, foi tirando um pouco e enfiando o cacete, para garantir a “posse” na parte já conquistada. “Meu pau tá todo dentro, meu amor”. Ela olhou pelo espelho, virou a cabeça para trás e disse “você é meu macho e eu sou toda sua. Eu te amo”. Comecei um vai-e-vem bem de leve e acho que deveríamos ter tentado mais, porém MARTA pediu para tirar, disse que estava doendo e nos deitamos juntos, eu a cobrindo de beijos, dizendo que a amava, que estava feliz. Fiquei alisando a bunda dela por fora.

Não foi fácil comer o rabo de MARTA, foram várias vezes com muito dificuldade e até hoje ela tem o dia que veio para dar a bunda, senão é melhor nem tentar. Eu sou viciado em MARTA, adoro sua boceta, o rabo foi um vitória nossa.

Ela me dar a bunda, depois de um trauma que o marido dele causou, apenas aumentou nosso sentimento; ela está pensando em se separar do marido, porque, como ela diz para mim brincando, “você é o único a que eu posso dar a bunda”.

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