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A nova realidade que mudou o mundo parte 126 - Julie gozando a vida

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AnãoJediManco

Eu sei que minha mãe acha que fui vendida, ela deve estar imaginando o pior, que eu fui levada para algum lugar distante, usada por estranhos, quebrada como ela foi. Eu quase sorrio quando penso nisso. Porque a verdade é muito mais simples, e muito mais cruel.
Eu nunca saí do lado do meu pai. Eu ouvi o homem que a comprou, mentir para ela. Para todo mundo que estava no salão. Disse que eu tinha sido vendida para um comprador rico. Na verdade, meu pai me manteve aqui, no quarto dele, como sua puta particular, sua propriedade mais preciosa, sua filha e sua escrava.
E eu… eu mudei.
Eu não sei quando aconteceu, talvez tenha sido depois da primeira vez que ele me fodeu no cu, naquela cama onde eu ainda sentia o cheiro da minha mãe. Talvez tenha sido quando ele me fez engolir a porra dele pela décima vez. Ou talvez tenha sido quando ele me deixou sozinha por dois dias, com o cinto de castidade apertado, e eu me esfreguei contra o colchão como uma cadela no cio até quase enlouquecer. Agora eu sou diferente, eu sou uma ninfomaníaca e eu odeio o quanto eu amo isso.
Hoje de manhã, como todos os dias, ele me chamou, eu entrei no quarto dele de quatro, como ele gosta, nua. O cinto de castidade já tinha sido tirado. Minha bucetinha estava molhada antes mesmo de ele me tocar. O remédio que ele me dá todas as manhãs faz isso, me deixa em fogo o dia inteiro. Qualquer coisa me excita, até o ar no quarto, o som da voz dele, o cheiro dele.
Ele estava sentado na beira da cama, pau já duro, grosso, latejando e me disse: Vem, filhinha. Hoje você vai me mostrar como está aprendendo a ser uma boa puta.
Eu subi na cama como uma gata. Meus seios pequenos roçaram no peito dele. Eu o beijei primeiro, um beijo molhado, guloso, língua entrando na boca dele como se eu quisesse devorá-lo. Ele gemeu, sorri contra os lábios dele e depois desci.
Eu sou a melhor no boquete do hotel inteiro, eu sei disso e me orgulho. Eu aprendi rápido, abri a boca e engoli o pau dele até o fundo, sem ânsia, sem hesitação. A cabeça grossa bateu no fundo da minha garganta. Eu me engasguei de propósito, só para ele sentir o aperto. Minha saliva escorria pelo pau dele, grossa, brilhante. Eu chupei com fome, a língua girando na cabeça, sugando as bolas, lambendo a veia grossa que pulsava. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha garganta, batendo fundo, fazendo lágrimas escorrerem dos meus olhos. Eu adorei. Ele gritou: Porra… que boquinha perfeita… você nasceu pra isso, né?
Eu gemi concordando, o pau dele ainda enfiado até o fundo da minha garganta.
Depois ele me virou, ele me colocou de quatro na cama, bunda empinada. Cuspiu no meu cu e enfiou o pau inteiro de uma vez. Eu gritei de prazer. Meu cu era apertado, quente, molhado. Ele meteu com força, batendo as bolas contra minha buceta encharcada. Cada estocada fazia meu corpo inteiro tremer. Eu rebolava contra ele, apertando o cu em volta do pau dele, ordenhando-o. Eu me arrisquei a pedir: Mais fundo, papai… por favor… me fode mais fundo…
Ele puxava meu cabelo, dava tapas fortes na minha bunda, me chamava de putinha, de cadelinha, de filha da puta. Eu gozava só com o cu sendo fodido. Gozava forte, esguichando, molhando o lençol inteiro. Meu esguicho era tão grande que às vezes molhava a parede. Ele ria e metia mais forte. Ele gozou três vezes dentro do meu cu naquela manhã. Cada jato quente me fazia tremer de prazer. Quando ele tirou, meu cu ficou aberto, piscando, escorrendo porra grossa e branca.
Mas ele ainda não tinha terminado, ele descansou um pouco, e recomeçou. Ele me virou de costas, abriu minhas pernas e enfiou o pau na minha buceta, já não era mais virgem, mas ainda não era arrombada como das outras mais velhas. Ele tinha me inaugurado dias antes. Mas ainda era apertada, ainda era quente, ainda era dele.
Ele me fodeu devagar primeiro, depois com força bruta. Eu gozava sem parar, o corpo convulsionando, os esguichos molhando a barriga dele, o peito dele, o rosto dele. Eu gritava o nome dele, implorava por mais, rebolava contra ele como uma puta desesperada. Ele gozou dentro da minha buceta duas vezes. Depois me fez chupar o pau sujo de porra e creme até ele gozar mais uma vez na minha boca. Eu engoli tudo, olhando nos olhos dele, gemendo de prazer.
Quando ele finalmente se afastou, eu estava destruída. Cabelo bagunçado, corpo coberto de suor e porra, buceta e cu abertos, pulsando, escorrendo sêmen. Eu tremia, ainda com tesão, ainda querendo mais. Ele riu, acariciando meu rosto e disse: Você está ficando cada dia melhor, filhinha. Logo vou ter que te dividir com os amigos. Mas por enquanto… você é só minha.
Eu sorri, lambendo os lábios, sentindo o gosto dele ainda na boca: Sim, papai… eu sou só sua.
Por dentro, eu me odeio, por dentro, eu ainda choro, mas o corpo… o corpo aprendeu a amar isso. E eu não sei mais onde termina a Julie que era filha dele… e onde começa a puta que ele criou. Eu só sei que, quando ele me fode, eu gozo como nunca gozei na vida. E que, por mais que eu odeie, eu quero mais, sempre mais.
Depois que meu pai gozou pela última vez dentro do meu cu, ele se afastou, ainda ofegante, o pau brilhando de porra e muco. Eu fiquei ali, de bruços na cama, o corpo tremendo, o cuzinho aberto e escorrendo sêmen quente. Meu rosto estava lambuzado, o cabelo grudado, a buceta latejando mesmo sem ter sido usada.
Ele sorriu, satisfeito, e apontou para a mesinha ao lado da cama: Agora mostra para o papai como você aprendeu a se divertir sozinha. Quero ver minha putinha gozar mais um pouco.
Eu me levantei devagar, as pernas fracas. Peguei o pau de borracha grosso que ele deixara ali, preto, veioso, quase do tamanho do dele. E o vibrador pequeno, potente, daqueles que grudam no clitóris. Eu me posicionei de frente para ele, de joelhos na cama, pernas bem abertas. Meu pai se sentou na poltrona, pau ainda meio duro, olhando com aquele olhar de tesão puro que eu já conhecia tão bem. Eu comecei. Primeiro enfiei o pau de borracha na minha buceta. Estava molhada, escorregadia da porra dele. O brinquedo entrou fácil, esticando-me por dentro, eu gemi alto, jogando a cabeça para trás. Comecei a meter devagar, depois mais rápido, rebolando os quadris como uma puta profissional. O pau entrava e saía, fazendo um som molhado, obsceno. Meu pai assistia, o pau endurecendo novamente e me disse: Assim, filhinha… mete fundo para mim.
Eu obedeci e enfiei até o fundo, sentindo a cabeça grossa bater no meu útero. Gozei pela primeira vez em menos de um minuto, um orgasmo forte, quente, que fez meu corpo inteiro tremer. Eu esguichei, molhando o lençol e parte da cama. Meu pai gemeu de prazer só de ver. Mas eu não parei.
Peguei o vibrador e colei no meu clitóris inchado enquanto continuava fodendo a buceta com o pau de borracha. A vibração forte me fez gritar. O prazer veio rápido demais. Eu gozei de novo, mais forte, o corpo convulsionando, os seios pequenos balançando. O esguicho foi tão grande que molhou o peito do meu pai, que estava sentado a poucos metros.
Na minha mente quebrada, eu pensei: Porra… que puta gostosa você virou…
Eu estava no cio completamente. O remédio que ele me dava todos os dias me deixava assim, uma cadela desesperada por prazer. Eu tirei o pau de borracha da buceta e enfiei no cu, ainda cheio da porra dele. O cuzinho apertado engoliu o brinquedo com facilidade. Eu gemi alto, rebolando, fodendo meu próprio cu enquanto o vibrador trabalhava no clitóris. O terceiro orgasmo foi o mais intenso e eu gritei o nome dele, o corpo inteiro se arqueando, os olhos revirando. O esguicho foi tão forte que molhou o chão ao lado da cama. Meu cu apertava o pau de borracha, minha buceta pulsava no ar, escorrendo porra e meu próprio gozo. Eu tremia, soluçava de prazer, o corpo completamente entregue.
Quando terminei, eu estava exausta, molhada, brilhando de suor e fluidos. Meu pai se levantou, o pau duro novamente, e me puxou pelos cabelos: Você é perfeita, filhinha. Uma puta melhor que sua mãe.
Eu sorri, ainda ofegante, o olhar vidrado de tesão: Eu sou sua puta, papai… só sua.
Por dentro, uma parte de mim ainda chorava, mas o corpo… o corpo já tinha aprendido a amar isso. E eu sabia que amanhã ele ia me usar de novo e eu ia gozar de novo e ia pedir por mais.

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