#Incesto #Teen

Não resisti a minha irmã batendo siririca

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Safadocasado

Incesto com a irmã, nas férias em família...

brilhando de meladinha dela.
- Olha como sua buceta tá engolindo minha pica, mana... tá toda melada...
- Mmmhh... eu tô quase gozando de novo... não para... fode esse grelinho com a sua pica... aaaahhh porraaa!
Ela gozou pela segunda vez, a buceta apertando minha rola como um punho, esguichando em volta da pica. Eu não aguentei. Empurrei fundo e descarreguei tudo lá dentro, jatos grossos de porra enchendo a bucetinha dela até transbordar, escorrendo pelas bolas e pelo cu dela.
- Tô gozando dentro da sua buceta, Júlia... toma toda a porra do irmão...
Ela tremia, os olhos revirados.
- Aaaahhh... tá quente... me encheu toda...
A gente ficou conectado uns segundos, minha pica ainda pulsando dentro dela. Mas eu ainda estava duro pra caralho. Puxei devagar, a pica saindo com um ploc molhado, porra branca escorrendo da buceta inchada. Virei ela de bruços, levantei aquela bunda empinada e cuspi direto no cuzinho rosado e apertado.
- Agora eu quero esse cu, mana... tá pronta pra sentir a pica no rabo?
Ela olhou pra trás, os olhos cheios de tesão e um pouco de medo.
- Vai devagar no começo, irmão... meu cu é virgem... mas eu quero... fode meu cu...
Eu encostei a cabeça melada de porra e meladinha da buceta no anelzinho apertado e empurrei. Ela gemeu alto, dolorido.
- Aaaaiii... tá doendo... mas continua... enfia...
Centímetro por centímetro, a pica grossa foi abrindo o cu dela, que apertava como um anel de fogo. Quando entrei até a metade ela já estava choramingando, mas rebolando devagar contra mim.
- Porra... tá rasgando meu cu... mas tá gostoso... mete mais...
Eu comecei a meter devagar, depois mais rápido, o cu dela se acostumando, ficando mais molhado com a porra que escorria da buceta. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc, bolas batendo na buceta melada. Ela começou a gemer desesperada, o prazer tomando conta.
- Aaaahhh caralho... tá batendo fundo no meu cu...fode gostoso esse rabo... mais forte...
Eu metia como louco, segurando a cintura dela, estocando fundo. O cu apertava minha pica, massageando a cabeça. Ela enfiou a mão por baixo e começou a esfregar o grelinho enquanto eu fodia o cu.
- Tô gozando de novo... com sua pica no cu... aaaahhh porraaa... não para...
O orgasmo dela foi violento, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo forte em volta da minha pica, esguichando da buceta no lençol. Ela gritava:
- Aaaaiii... tô gozando pelo rabo... me fode mais...
Eu senti as bolas subindo de novo.
- Vou gozar no seu cu, Júlia...
Ela gritou, a voz rouca de tesão:
- Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar, irmão... mas goza... enche meu cu de porra...
Eu não segurei. Empurrei até o fundo e explodi, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela. Ela sentiu o calor e gozou mais uma vez, gritando:
- Aaaahhh porraaa... tá enchendo meu cu... tô gozando de novo...
Quando eu tirei a pica devagar, o cu dela ficou aberto, piscando, e ela começou a rebolar a bunda, empinando mais. A porra branca misturada com um pouco de coco marrom começou a sair, escorrendo devagar pelo cu aberto, sujando a bunda e as coxas dela. Ela gemia baixinho, ainda gozando do prazer proibido.
- Olha o que você fez... eu me caguei toda com sua porra no cu... mas foi tão bom...
A gente ficou ali, suados, melados de porra, suor e um pouco de coco, respirando pesado, sabendo que aquela noite tinha mudado tudo nas férias. A Júlia virou o rosto, sorriu safada e disse:
- Amanhã a gente repete, irmão... quero essa pica de novo na buceta e no cu...
E assim terminou a primeira noite de verdade das nossas férias, com o quarto fedendo a sexo, porra e sacanagem proibida.

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