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Jefferson fudendo a boquinha do cunhado

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Thiago puta

Depois de fuder a irmã, ele usa a boquinha do cunhado de depósito, tratando viado igual ele merece

Ele estava na casa da namorada, os dois na cama dela Os pais, viajando no fim de semana Haviam acabado de fuder o irmãozinho dela no outro quarto, provavelmente ouvira a foda inteira. Júlio, 15 aninhos, carinha de menina, delicado, viadinho.
Depois de quase uma hora dormindo profundamente, Jefferson acordou no meio da noite com vontade de mijar. Levantou nu, o pau pesado balançando entre as pernas, e foi pelo corredor escuro. Seu corpo levemente
musculoso, cabelos curtos, barba cerrada, no auge de seus 24 anos. A porta do quarto de Júlio estava entreaberta. O garoto estava sentado na beira da cama, olhos arregalados, o rosto pálido e visivelmente perturbado pelos gemidos altos que ecoaram pela casa a noite toda.
Jefferson parou na frente dele como uma sombra dominante, completamente nu, o corpo definido brilhando levemente de suor seco.
— Levanta, puta — ordenou com voz baixa, grave e inquestionável.
Julio obedeceu imediatamente, as pernas tremendo, a voz saindo fraca e assustada:
— S-sim, senhor…
Jefferson segurou o ombro dele com firmeza e apontou o pau para a privada.
— Segura meu pau enquanto eu mijo, capacho. Não derrama uma gota.
Com a mão trêmula, os dedos frios contrastando com o calor da rola, Julio segurou o pau grosso de Jefferson. O jato forte, quente e longo saiu com força, enchendo o banheiro de som barulhento. Quando terminou, Jefferson sorriu predador, segurou a nuca de Julio com força e empurrou o pau ainda molhado e cheirando a mijo direto na boca do garoto.
— Abre bem essa boca de vadia. Hoje você vai aprender o seu lugar de verdade.
Ele começou devagar, sentindo os lábios quentes e a língua nervosa ao redor da cabeça. Depois foi fundo, segurando a cabeça de Julio com as duas mãos grandes e fortes. O pau de 20 cm deslizava cada vez mais profundo, forçando a garganta estreita a se abrir. Julio engasgou violentamente, os olhos se enchendo de lágrimas grossas que escorriam pelo rosto quente. A saliva grossa e viscosa se acumulava rápido na boca, difícil de controlar, escorrendo pelos cantos enquanto o pau inchado esticava os lábios.
Jefferson metia com ritmo controlado mas implacável, o pau abrindo caminho na garganta apertada. O barulho molhado e obsceno — gluck, gluck, gluck — misturava-se aos engasgos sufocados e à respiração difícil de Julio. Baba grossa jorrava em fios longos e brilhantes, cobrindo o queixo, pingando pesadamente no peito nu, escorrendo pela barriga e molhando as coxas trêmulas.
— Isso, capacho… engole essa rola até sentir ela no estômago. Chora pra mim, sua putinha inútil.
Julio chorava abertamente, soluços misturados aos engasgos, as lágrimas lavando o rosto já lambuzado. Em uma estocada especialmente profunda, o pau bloqueou completamente a passagem de ar. Os olhos dele se arregalaram em puro pânico, o corpo convulsionando, o peito subindo e descendo desesperado enquanto tentava puxar ar pelo nariz sem sucesso. As mãos dele agarravam as coxas musculosas de Jefferson em desespero total, unhas cravando na pele. A ânsia veio forte — o estômago contraindo, o corpo inteiro tremendo como se fosse vomitar, mas só mais saliva grossa e viscosa jorrava ao redor do pau, escorrendo em cascata pelo queixo e peito.
Jefferson segurou firme, sem piedade, mas controlando o ritmo para não quebrar o garoto completamente.
— Respira pelo nariz, vadia… ou aprende a viver sem ar enquanto eu uso tua garganta. Você aguenta, capacho. Isso é o que você merece.
Ele puxou só alguns centímetros para dar um respiro rápido e desesperado a Julio, que tossiu e engasgou, baba escorrendo como uma cachoeira. Depois meteu de novo, mais fundo, sentindo o pescoço do cunhado inchar visivelmente com o volume da rola. Outra onda de ânsia veio, o corpo de Julio se contorcendo, lágrimas escorrendo sem parar, o rosto vermelho e inchado, fios grossos de saliva pendurados no nariz e queixo. O peito e a barriga dele estavam encharcados, brilhando, poças se formando no chão do banheiro.
Jefferson variou o ritmo — estocadas curtas e rápidas na garganta, depois longas e profundas que faziam o pau desaparecer inteiro. O cheiro de saliva, suor e tesão dominava o espaço pequeno. Ele olhava para baixo com superioridade alpha completa.
— Olha só pra você… todo destruído, babando como uma cadela no cio. Chorando com a rola do namorado da tua irmã enfiada na garganta. Você nasceu pra isso, viadinho. Pra ser meu escravinho particular.
Depois de longos minutos de uso intenso, Jefferson acelerou, fodendo a boca e a garganta com estocadas poderosas. Julio estava completamente arrasado: olhos vermelhos e inchados, rosto coberto de baba grossa e lágrimas, cabelo molhado grudado na testa, o peito e abdômen lambuzados, o chão sujo. O desespero era visível em cada tremor, em cada tentativa falha de respirar.
Finalmente, Jefferson enterrou o pau até o limite máximo e gozou forte, rosnando:
— Toma tudo, puta… engole cada gota.
Jatos grossos, quentes e abundantes desceram direto pela garganta de Julio. Ele engoliu o que pôde entre tosses e lágrimas, mas parte da porra misturada com saliva grossa escorreu pelos cantos da boca inchada, pingando no peito já destruído.
Jefferson tirou o pau devagar, batendo a rola ainda babada e brilhante no rostinho submisso e molhado de Julio.
— Boa noite, capacho. Sua irmã é uma princesa que eu como com amor. Já você… você é meu escravinho, meu viadinho de merda. Vou te usar sempre que eu quiser, na boca, no cu, onde eu mandar. Se eu quiser amanhã, você vai estar de joelhos esperando, entendeu?
Ele deu um tapinha leve no rosto lambuzado e voltou calmamente para o quarto. Deitou ao lado de Marina, puxou o corpo quente dela para os seus braços fortes e dormiu tranquilo, o sono profundo de quem sabe exatamente o seu lugar no mundo.
Julio ficou ali, de joelhos no chão frio do banheiro, completamente babado, destruído, chorando baixo. O rosto, o peito, a barriga e as coxas cobertos de saliva grossa e viscosa. A barriga cheia da porra quente do cunhado. Ele começou a limpar o banheiro devagar, ainda tremendo. Quando percebeu, seu próprio pau estava duro como pedra.
Sentado no chão, ele bateu uma punheta rápida e desesperada, lembrando do jeito humilhante como foi tratado — o gosto forte ainda na boca, a sensação da rola grossa invadindo a garganta, a voz dominante de Jefferson. Gozou muito, jatos fracos sujando a própria mão, o corpo convulsionando com o orgasmo proibido.
Ofegante, ainda lambuzado, pensou: “Se na boca foi assim… imagina o que ele vai fazer com o meu cu…”

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