A mulher do Padeiro (3/6)
Paula nunca foi uma mulher de grandes romances ou paixões eternas, mas a sua cona sempre soube o que queria: carne dura, estocadas fundas e o prazer cru que faz o corpo tremer até aos ossos. Eu soube disso tudo aos poucos, nas noites roubadas na Amadora, quando o suor ainda colava os nossos corpos no sofá manchado ou na cama onde o marido dela dormira horas antes. Depois de aquela primeira foda selvagem no sofá, quando o meu caralho ainda latejava dentro dela cheio de porra quente e os sucos dela escorriam pelas coxas branquinhas, ficámos ali ofegantes, o silêncio da sala quebrado só pela nossa respiração pesada. Foi então que ela começou a falar, voz rouca e baixa, como se confessar o passado tornasse o presente ainda mais sujo e excitante. “Queres saber como tudo começou, não queres? Antes de ti… antes disto.”
E contou-me tudo, com detalhes que me fizeram o pau endurecer outra vez contra a coxa dela, latejando só de imaginar. Paula casara-se aos vinte e três, ainda virgem de corpo, mas não de desejo. O marido, o padeiro, era um homem decente, trabalhador, mas na cama era previsível: dois minutos de preliminares mecânicos, uma foda rápida no escuro e pronto, virava-se e dormia. A cona dela, já naquela altura sensível por causa do vitiligo vulvar que lhe deixava os lábios e o clitóris despigmentados, branquinhos e hipersensíveis, ficava sempre a latejar insatisfeita, molhada e vazia, implorando por mais. Ela masturbava-se às escondidas no banho, dedos a roçarem aquele clitóris branquinho que inchava ao mínimo toque, vindo-se em silêncio para não acordar o filho pequeno. O corpo pedia guerra, e o casamento dava-lhe só migalhas.
Foi no emprego anterior, numa distribuidora de livros em Lisboa, que o fogo se ateou de verdade. O motorista chamava-se Rui, um gajo de vinte e seis anos, alto, moreno, com um caralho grosso que ela descreveu como “um bacamarte que parecia feito à medida para rasgar conas casadas”. Começou inocente: ele dava-lhe boleia para casa depois do turno, o carro a cheirar a tabaco e a suor masculino, o rádio baixo a tocar baladas quentes. Uma tarde de chuva, o trânsito parado na A5, ele pousou a mão na coxa dela “sem querer”. Paula não afastou. Sentiu o calor da palma dele através da saia fina e a cona contraiu-se sozinha, libertando um fio de lubrificação que lhe molhou a calcinha. “Queres parar nalgum lado?”, perguntou ele, voz grave. Ela anuiu, o coração aos saltos.
Pararam num parque de estacionamento deserto perto do Rio Tejo, em Alcântara. O carro mal tinha parado e já ela estava em cima dele, saia subida até à cintura, calcinha puxada para o lado. Rui tirou o caralho para fora, grosso, veias salientes, cabeça vermelha e brilhante e ela sentou-se devagar, sentindo cada centímetro a abrir-lhe a cona branquinha. “Caralho… estás tão apertada e molhada”, grunhiu ele, mãos nas ancas dela a guiá-la. Paula cavalgou-o com fome, o corpo pequeno a subir e descer, os seios a saltarem dentro da blusa, o som molhado da cona a engolir o pau a misturar-se com o bater da chuva no tejadilho. O clitóris dela, tão sensível, roçava na base do caralho dele a cada descida, enviando choques elétricos que a faziam gemer alto, sem vergonha. Veio-se pela primeira vez em menos de dois minutos, a cona a contrair-se em espasmos violentos, sucos a jorrar e a encharcar as bolas dele. Rui não parou: agarrou-a pelo cabelo, puxou-lhe a cabeça para trás e meteu com força de baixo para cima, fodendo-a como se quisesse partir-lhe o útero. Quando ele se veio, jorrou tanto porra quente que escorreu pela cona dela e sujou o banco do carro. Paula sentiu o esperma dele a escorrer pelas coxas quando desceu, e sorriu, saciada pela primeira vez em anos.
A partir daí tornou-se vício. Rui comia-a sempre que calhava: no armazém da distribuidora, entre caixas de livros, ela debruçada numa prateleira, saia subida, ele atrás a meter-lhe o bacamarte com força bruta, uma mão na boca dela para abafar os gemidos enquanto o clitóris branquinho latejava e ela se vinha em silêncio, o corpo a tremer. Outras vezes era no carro, estacionado numa qualquer rua escura da Amadora, ela de quatro no banco de trás, o cu empinado, o olho do cu a piscar enquanto ele alternava entre a cona e o cu dela, sim, ele comeu-lhe o cu também, devagar ao princípio, cuspindo na mão para lubrificar, depois metendo fundo até ela sentir as bolas dele contra as nádegas. Paula adorava: a dor inicial transformava-se em prazer sujo, a cona a pingar enquanto o caralho dele lhe enchia o cu. “Fode-me o cu, Rui… enche-me toda”, sussurrava ela, voz quebrada, e ele obedecia, bombando até lhe encher o intestino de porra quente que escorria depois quando ele saía.
Não ficou só nele. O grupo de colegas, o mesmo tipo de tribo que depois encontrei na editora, não tinha segredos. A outra casada, a Ana, alta e mulata, também andava a ser comida por Rui. Paula contou-me como descobriram: uma sexta à noite, depois de um bar em Santos, os três acabaram no apartamento do Rui em Benfica. Bebiam, riam, e o álcool baixou as últimas barreiras. Ana beijou Paula primeiro, línguas entrelaçadas, saliva a escorrer, enquanto Rui via, o caralho já duro nas calças. Despiram-se os três devagar. Paula e Ana deitaram-se lado a lado na cama, pernas abertas, conas expostas – uma branquinha e despigmentada, a outra escura e carnuda. Rui mamou-as alternadamente, língua grossa a lamber o clitóris sensível de Paula até ela se vir na cara dele, sucos a jorrarem, e depois a cona da Ana, dedos enfiados fundo nas duas ao mesmo tempo. Depois as duas fizeram-lhe uma mamada gulosa: bocas a revezarem-se no bacamarte dele, línguas a lamberem as veias, beijando-se com o caralho no meio, saliva grossa e brilhante a pingar. Rui fodeu-as as duas naquela noite, primeiro Paula de quatro enquanto Ana lhe lambia a cona por baixo, depois Ana cavalgando-o enquanto Paula lhe chupava os colhões e enfiava a língua no cu dele. Acabaram os três encharcados de porra e sucos, corpos colados, o quarto a cheirar a sexo cru e a cona molhada.
Aqueles encontros repetiram-se: rapidinhas no carro, fodas longas em hotéis baratos perto da Gare do Oriente, até no escritório depois das horas, com o risco de alguém aparecer a tornar tudo mais intenso. Paula contava-me isto com a voz a tremer de excitação, os dedos dela a roçarem distraidamente o clitóris branquinho enquanto falava, a cona ainda cheia da minha porra a contrair-se só de recordar. “Ele comia-nos as duas como ninguém… mas contigo é diferente. O teu caralho é mais novo, mais faminto. Quero que me fodas sabendo isto tudo, sabendo que sou uma puta casada que adora ser comida por caralhos que não o do meu marido.” As palavras dela fizeram-me o pau voltar a endurecer contra a barriga dela. Agarrei-a, virei-a de barriga para baixo no sofá e meti-lhe o caralho outra vez na cona latejante, fodendo-a devagar enquanto ela continuava a contar, gemendo entre as palavras, o passado e o presente a misturarem-se num vórtice de tesão sujo e sem limites.
O vitiligo tornava tudo mais intenso para ela. O clitóris branquinho era tão sensível que bastava um sopro ou o roçar da língua para a fazer vir-se em ondas, o corpo pequeno a arquear, os sucos a jorrarem como uma fonte. Rui explorara isso: horas a mamar-lhe a cona, língua a rodar devagar no ponto branco, dedos a entrarem e saírem enquanto ela se vinha uma, duas, três vezes seguidas, gritando o nome dele. Paula aprendeu a gostar do risco, do proibido: foder no carro com o filho a dormir em casa, vir para o marido com a cona ainda cheia de porra alheia, sentir o esperma escorrer enquanto preparava o pequeno-almoço. Era carnal, era sujo, era o que a mantinha viva.
Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.
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