Descabaçando meu pai
O dia que comi meu pai no banheiro de casa.
Aos 15 anos minha mãe fugiu de casa e ficamos apenas eu meu pai e meu irmão mais velho, que poucos meses depois foi para a capital estudar.
Nessa idade já era bem desenvolvido, quase 1,80m, 70 kg, magrão, bastante pêlo no corpo, pernas, um pau de 17 cm e saco grande. Só que ainda era virgem.
A rotina era levantar cedo, ir pra escola, voltar esquentar a comida que meu pai preparava todas as noites, fazer o dever de casa, organizar a casa e ir jogar bola no campinho, na rua de trás.
Certo dia, voltando do futebol chego em casa e escuto o barulho do chuveiro. Abro a porta e vejo meu pai com seu pauzão grosso, grande e cabeludo, duro feito tora, batendo uma punheta no box. Fiquei encantado com aquela cena. Nunca tinha visto meu pai pelado, nem um outro pau que não fosse o meu.
Fiquei de pau duro na hora e não conseguia para de olhar, nem sair dali. Aquele pauzão me encantava, não sabia direito o que estava sentindo, só que queria tocar naquela pica maravilhosa.
Meu pai percebeu que eu estava ali parado e gritou, sai fora moleque, não está vendo que estou tomando banho? E virou apontando aquele pau pentelhudo e duro pro meu lado. Oxê, grande e bonito assim nunca vi não, falei sem pensar. (Agora vou apanhar, pensei imediatamente, afinal meu pai era um homem simples, trabalhador do comércio, gente boa, mas meio chucro).
Ele começou a rir, mas o pau estourando de duro. Olhou bem pra mim e chamou, vem cá. Fui sem pensar, agindo pelo tesão que eu nem sabia que existia.
Ajoelha, pega nele, sente o cheiro. Vem aprender o que é uma pica de verdade. Ajoelhei, peguei aquela pica grossa que parecia pegar fogo na minha mão, encostei o nariz e cheirei; uma mistura de sabonete, cuspe e cheiro de macho.
Não pensei e não precisou pedir, por puro instinto abocanhei aquela vara, que mal entrava na minha boca e ele imediatamente deu um suspiro profundo e afundou o cacete na minha garganta. Meio engasgado, meio lacrimejando, aguentei tudo e ele começou a foder minha boca. Sem nenhuma palavra, nenhum comando, apenas gemendo grosso e socando, fodendo, judiando... e eu adorando aquilo tudo.
Ele se virou, abriu a bunda e mandou, chupa meu cu, lambe, mete a língua lá dentro. Pela primeira vez na vida senti o cheiro de um cu e foi sensacional. Que delícia, como é bom um cuzão de macho, peludo, dançando na minha boca.
Parece que uma luz se acendeu e sem falar nada, abaixei o calção de futebol, sem cueca, e tirei o pau pra fora. Comecei a me punhetar, metendo a língua dentro daquele cuzão gostoso. Ele só gemia e balançava o rabo na minha cara, na minha boca.
Parei de chupar, levantei no automático e encostei o pau no cu dele. Ele só disse: calma, também nunca fiz nada com homem, quero que me arregace, mas vai devagar.
Pegou um vidro de condicionador, encheu a mão, passou no cu e no meu pau, virou de costas arqueou a bunda e ordenou, mete gostoso, arregaça meu rabo sem dó, quero sentir suas bolas batendo na minha bunda.
Era apertado, o primeiro e melhor cu da minha vida. Fui forçando e ele xingando, vai filho da puta, está doendo macho, não para, soca. Ai que dor. Arromba esse cuzão de macho com esse cacete gostoso que eu fiz. Vai filhão soca. Goza dentro, sem dó, enche meu cu de leite.
Nem precisava mandar, a falta de experiência, misturada a ansiedade e tesão da situação, logo gozei. Gozei muito, muita porra no cuzão do meu pai. Segurei ele pela cintura e me firmei para não cair, pq as pernas estavam moles de tanto gozar.
Ele saiu devagar passou a mão na porra que escorria do cu, misturada com sangue esfregou na cara, me olhou sério e falou: você arregaçou o cu do seu pai, estourou um cu de macho. Se prepare pq amanhã eu vou estourar suas pregas.
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