A nova realidade que mudou o mundo parte 127 - Metamorfose de Julie
Eu subi em cima do meu pai como uma cadela no cio. Ele estava deitado na cama grande, pau grosso e duro apontando para o teto, brilhando de saliva da minha boca. Eu me posicionei sobre ele, as pernas abertas, a bucetinha molhada e latejante roçando na cabeça avantajada. Olhei nos olhos dele, aqueles olhos que um dia eu chamava de papai e que agora só me faziam querer mais. Hoje eu vou te deixar louco, sussurrei, a voz rouca de tesão.
Desci devagar primeiro, só para provocar. A cabeça grossa abriu meus lábios, entrando centímetro por centímetro. Quando estava toda dentro, eu parei, contraindo a buceta com força, esganando o pau dele como se quisesse espremer até a última gota. Meu pai gemeu alto, as mãos apertando meus quadris. “Porra, Julie… que buceta apertada…” eu sorri, maliciosa, e comecei a cavalgar, rápido, violenta e profunda.
Subia quase até a cabeça e descia batendo com força, rebolando o quadril no final de cada descida. Minha buceta o engolia inteiro, contraindo ritmicamente, apertando como uma mão quente e molhada. O som era obsceno, molhado, estalado, carne contra carne. Meus peitinhos pequenos balançavam, os mamilos duros. Eu cavalgava com velocidade, o clitóris roçando na base do pau dele a cada descida. Ele tentava segurar meus quadris para controlar, mas eu não deixava. Eu era a puta agora, eu ditava o ritmo.
Depois desci a boca, eu sou a melhor chupada do hotel e eu sei. Engoli o pau dele inteiro até as bolas encostarem no meu queixo, a garganta apertando a cabeça grossa. Subia e descia, babando tudo, língua girando na veia grossa. Quando ele estava quase gozando, eu tirava o pau da boca, brincava com a porra que já escorria, passava a língua na cabeça, misturava a saliva com o pré-gozo, fazia bolhas, olhava para ele com olhos de puta enquanto brincava com a porra na boca. Depois engolia tudo de uma vez, gemendo como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. “Boa garota… que boquinha safada…” falava ele gemendo.
Mas o que ele mais amava era meu cu. Na hora que ele endureceu novamente, eu me virei de costas, empinei a bunda e desci devagar no pau dele. Meu cuzinho apertado engoliu tudo, quente, macio, pulsante. Quando estava todo dentro, comecei a rebolar. Rápido. Contraindo o cu em espasmos rápidos e fortes, ordenhando o pau dele como se quisesse sugar até a alma. Ele gemia alto, as mãos apertando minha cintura.
Caralho… esse cu… esse cu é perfeito… ele gritou para todos ouvirem.
Ele não aguentava mais que dois minutos. Meu cuzinho era tão quente, tão apertado, contraía tão rápido e com tanta força que qualquer pau que entrava ali gozava rápido demais. Ele gozou dentro de mim com um grito rouco, enchendo meu intestino de porra quente, eu gozei junto. Foi um esguicho forte, como uma mangueira de jardim. O jato saiu da minha buceta com pressão, molhando a barriga dele, o peito, o rosto. Eu tremia inteira, gritando, o corpo convulsionando, o cu apertando o pau dele enquanto eu jorrava sem parar.
Quando terminei, eu estava molhada, brilhando, ofegante. Meu pai me olhou com tesão puro, quase apaixonado e me disse: Você está cada dia melhor, filhinha. Nunca tive uma puta como você.
Ele acariciou meu rosto, ainda sujo de porra: Você merece um presente. Pode pedir o que quiser.
Eu sorri, o corpo ainda pulsando de prazer, sabia que ele esperava que eu pedisse pela minha mãe, mas eu não pedi. Eu me inclinei perto do ouvido dele e sussurrei, a voz doce e venenosa: Eu quero punir uma das indiazinhas. Yara ou Maya. Só por ciúmes, quero que uma delas sofra, quero que uma chore. Quero que ela saiba que eu sou a favorita agora.
Meu pai ergueu uma sobrancelha, surpreso, mas claramente excitado com a ideia, e me perguntou: E o que você quer fazer com ela, minha putinha sádica?
Eu lambi os lábios, ainda sentindo o gosto da porra dele: Quero que ela seja amarrada no cavalete. Quero que ela assista enquanto você me fode na frente dela. Depois quero usar o chicote nela. Quero marcar os peitinhos dela. Quero enfiar coisas no cu dela até ela implorar. Quero que ela beba a porra que você gozar dentro de mim. Quero que ela saiba que eu sou melhor que ela. Que eu sou a favorita. Que ela é só uma índia barata.
Meu pai riu baixo, os olhos brilhando de tesão e orgulho: Você realmente virou uma putinha cruel, hein? Eu gosto disso.
Ele acariciou meu cabelo, satisfeito e falou: Vamos fazer isso amanhã. Você escolhe qual das duas. E eu vou te deixar fazer o que quiser com ela.
Eu sorri, o corpo ainda quente, a buceta latejando de excitação: Quero as duas, papai. Uma de cada vez. Quero que elas sofram por ciúmes de mim.
Ele me puxou para um beijo profundo, a mão apertando minha bunda: Você está se tornando perfeita.
Eu retribuí o beijo, gemendo contra a boca dele. Por dentro, eu sabia que estava quebrada, que a Julie de antes tinha morrido, que agora eu era isso, a putinha sádica do meu pai. E que, por mais que doesse admitir, eu estava começando a gostar e muito.
Porque o poder, mesmo que pequeno, mesmo que sujo, era a única coisa que ainda me fazia sentir viva.
Na manhã seguinte, eu escolhi Maya, mais nova, amais frágil. A que ainda tinha aquele olhar de menina da aldeia que não tinha sido completamente apagado. Yara, a mais velha, eu pedi para amarrar no canto do quarto, de joelhos, braços presos atrás das costas, pernas abertas. Sem mordaça. Eu queria que ela visse tudo. Queria que ela ouvisse cada gemido, cada súplica, cada riso meu, e olhando para ela, disse: Fica aí olhando, irmãzinha, com um sorriso doce e venenoso. Hoje é o dia da sua irmã mais nova me servir. Você só assiste, se você desviar o olhar, eu mando o papai te castigar depois.
Maya tremia quando eu a puxei pelo cabelo e a joguei no centro da cama. Ela era tão pequena, tão delicada. Peitos pequenos, pele morena clara, buceta ainda rosada e quase sem pelos. Eu me sentei na beira da cama, pernas abertas, e apontei para o chão entre as minhas coxas.
Vem e me chupa.
Ela se ajoelhou, os olhos cheios de medo e vergonha. Quando sua boca tocou minha buceta, eu segurei sua cabeça com as duas mãos e empurrei contra mim. A língua dela era quente, hesitante, desajeitada. Eu ri baixo, rebolando devagar contra o rosto dela, e eu falei baixinho: Isso… lambe direito, índia. Mostra para sua irmã como se faz.
Maya lambeu, chupou meu clitóris, enfiou a língua dentro de mim, gemeu contra minha carne molhada. Eu estava encharcada, excitada pelo poder, pelo medo dela, pelo olhar de Yara no canto. Eu gozei na boca dela em menos de dois minutos, segurando sua cabeça com força, esfregando minha buceta no rosto dela enquanto esguichava. O líquido quente molhou o queixo dela, escorreu pelo pescoço. Engole tudo, putinha.
Ela engoliu, tossindo, lágrimas escorrendo. Mas eu não tinha terminado. Eu a virei de quatro na cama, bunda empinada para mim. Peguei o pau de borracha grosso que meu pai tinha deixado e enfiei devagar na bucetinha dela. Maya soltou um gemido longo, o corpo tremendo. Eu meti fundo, devagar no começo, depois mais rápido, batendo contra ela enquanto minha outra mão apertava seu clitóris. Olha para sua irmã, Maya. Olha como ela está vendo você virar minha puta. Yara chorava no canto, os olhos fixos em nós, sem poder desviar.
Eu fodi Maya com o pau de borracha até ela gozar, soluçando, o corpo convulsionando. Depois tirei o brinquedo e fiz ela lamber toda a minha buceta de novo, limpando meu gozo e o dela. Eu gozei mais duas vezes na boca dela, segurando sua cabeça, rindo enquanto ela se engasgava.
Depois veio a parte que eu mais gostei. Eu a fiz ficar de quatro, bunda para cima. Peguei o chicote fino de couro cru que meu pai me deu e comecei a bater. Não com força suficiente para deixar marcas permanentes, eu queria que ela sofresse, não que desmaiasse. Cada estalo na bunda dela fazia ela gritar. Eu batia e ria, alternando com tapas fortes na cara quando ela virava o rosto. Chora mais alto. Quero que sua irmã ouça. Falei em tom ríspido.
Eu a fiz lamber meus pés, chupar meus dedos, depois enfiei o pé inteiro na boca dela até ela se engasgar. Eu gozei esfregando minha buceta no rosto dela enquanto ela chorava. Depois a fiz ficar de pé, pernas abertas, e usei o chicote nos peitos pequenos dela, nos mamilos, nas coxas. Cada golpe a fazia pular, gritar, implorar. E eu ria. Eu ria alto, com prazer, com poder. Porque pela primeira vez eu não era a vítima, era a que causava dor. Eu era a que fazia outra garota sofrer, era delicioso.
Quando terminei, Maya estava de joelhos, chorando, o corpo vermelho de tapas, a boca inchada, a buceta pingando de excitação e medo. Yara, no canto, chorava em silêncio, os olhos cheios de horror. Eu me aproximei de Maya, segurei seu queixo e dei um beijo molhado, longo, enfiando a língua na boca dela.
Meu pai assistiu tudo da poltrona, o pau duro na mão, olhando para mim com um misto de tesão e orgulho e me disse: Você está se tornando perfeita, filhinha.
E foi então que eu pedi para ele castigar Maya, como ele castigou minha mãe.
Eu ainda estava tremendo de prazer quando me afastei de Maya. Meu corpo brilhava de suor, minha buceta latejava, molhada do meu próprio gozo e do dela. Maya estava de quatro na cama, chorando baixinho, o rosto vermelho, a bucetinha inchada e brilhando. Eu sorri, passando a mão no cabelo dela como se ela fosse um animal de estimação.
Meu pai, sentado na poltrona, o pau ainda duro na mão, me olhava com aquele brilho de orgulho e tesão que eu já tinha aprendido a amar. Agora é a minha vez, filhinha. Deixa o papai mostrar para ela o que a gente faz com as índias que não servem para nada. Ele se levantou e pegou uma caixa de metal que estava no canto do quarto. Eu me sentei na beira da cama, pernas abertas, ainda molhada, assistindo com um sorriso no rosto.
Primeiro, a mordaça, falou ele. Era uma coisa horrível, feita especialmente para causar dor. Um anel de metal grosso que forçava a boca de Maya a ficar aberta ao máximo, esticando os lábios até o limite. No centro do anel, havia uma barra de metal curvada que pressionava a língua para baixo e para trás, quase tocando a garganta. Mas o pior eram os pequenos espinhos internos nos cantos da boca, quando ele apertou as tiras atrás da cabeça dela, os espinhos cravaram na carne sensível dos lábios e das bochechas. Maya soltou um gemido abafado, os olhos se enchendo de lágrimas. A boca dela ficou completamente aberta, babando imediatamente, o metal brilhando com a saliva que já escorria. Assim você não vai conseguir gritar direito, meu pai disse, rindo baixo. Só vai gemer como a cadelinha que você é. Depois, ele mirou os olhos.
Ele pegou dois pequenos ferrinhos em forma de grampos com ganchos finos. Puxou as pálpebras superiores de Maya para cima e prendeu os ferrinhos, forçando os olhos dela a ficarem completamente abertos. Ela não conseguia piscar. Os olhos dela ficaram arregalados, lacrimejando sem parar, a visão forçada a ver tudo. Eu vi o pânico puro no olhar dela, ela não podia fechar os olhos, não podia desviar, não podia escapar de nada que estava prestes a acontecer. Por último, o alvo foi a buceta.
Meu pai pegou um instrumento cruel, um aparelho de metal que se encaixava na virilha dela como uma calcinha de tortura. Tinha duas garras afiadas que ele abriu e prendeu diretamente nos lábios maiores da bucetinha de Maya, esticando-os para os lados de forma dolorosa. No centro, um pequeno vibrador foi encaixado contra o clitóris, mas não era para prazer, era para dor, ele era áspero. Ele tinha pontas finas que pressionavam o clitóris sensível. E nas laterais, dois pequenos pinos que ele enfiou levemente nos lábios internos, fixando tudo no lugar. Quando ele apertou o aparelho, Maya soltou um grito abafado pela mordaça, o corpo se contorcendo. A bucetinha dela ficou completamente aberta, exposta, os lábios esticados ao limite, o clitóris pressionado e dolorido.
Agora sim, meu pai disse, satisfeito. Você vai sentir cada segundo. Ele me olhou, sorrindo e perguntou: Quer assistir de perto, filhinha?
Eu assenti, me aproximando da cama, sentando-se ao lado de Maya. Eu segurei o cabelo dela com uma mão, forçando-a a olhar para mim através dos olhos forçados abertos e falei como uma ordem: Olha para mim enquanto ele te fode. Quero ver seu rosto.
Meu pai não perdeu tempo, ele enfiou o pau grosso no cu de Maya sem aviso. Ela gritou contra a mordaça, o corpo inteiro se arqueando. Ele meteu com força bruta, batendo as bolas contra a buceta aberta e esticada dela. Cada estocada fazia o aparelho de metal morder mais fundo os lábios dela, o clitóris pressionado vibrando de dor. Maya soluçava, os olhos arregalados e lacrimejantes incapazes de piscar, o corpo sacudindo violentamente.
Eu ri baixinho, acariciando o cabelo dela: Que lindo… olha como você fica apertada quando dói.
Meu pai fodeu o cu dela por um longo tempo, puxando o cabelo dela, dando tapas na cara, apertando os seios pequenos. Maya gritava abafado, o corpo convulsionando, a buceta pingando mesmo com dor. Eu via o prazer forçado misturado com a agonia nos olhos dela, ela odiava, mas o corpo traía. Quando ele gozou, encheu o cu dela de porra quente. Depois tirou o pau e fez Maya lamber tudo, forçando o rosto dela contra o lençol sujo. Eu me inclinei e beijei a testa dela, sussurrando: Boa garota. Agora vai dormir pensando em mim. E meu pai olhou para mim, satisfeito.
Eu me levantei, ainda nua, o corpo brilhando de suor e gozo, e fui até Yara, que estava amarrada no canto, chorando em silêncio. E falei: Leva sua irmã embora. E limpa ela direito. Quero que ela sinta o dia de hoje por muito tempo.
Yara obedeceu, tremendo, ajudando Maya a se levantar. Maya mal conseguia andar, o cu aberto, escorrendo porra, o rosto molhado de lágrimas e baba, os olhos ainda forçados abertos pela crueldade dos ferrinhos nos seus olhos.
Eu fiquei olhando enquanto elas saíam do quarto, Yara carregando o peso da irmã, e sorri. Porque pela primeira vez, eu não era a que sofria. Eu era a que fazia sofrer. E isso… isso era delicioso.
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