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Ricardão não perdoa e fode minha esposa com força

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Raquel

Ricardão não era mais apenas um convidado a dividir a esposa; ele era a força motivadora que ditava o fôlego de Raquel e o batimento cardíaco de João.

João não conseguia mais ficar apenas assistindo sua esposa sendo castigada com o pau do negrão no seu cuzinho, na sua buceta e se deliciando chupando a rola dele como se fosse uma criança chupando um sorvetede açaí.

Ele deslizou o corpo por baixo do corpo de Raquel, passando as mãos contra o ventre dela. O que sentiu o fez perder o fôlego: a cada estocada profunda de Ricardo por trás na bunda de Raquel, ele sentia o relevo daquela anatomia monumental movendo-se sob a pele macia da esposa. Era como se o corpo de Raquel fosse uma luva de seda esticada ao limite pela força bruta de Ricardo, um momento seu membro negro e duro invadia a bunda de Raquel, logo em seguida João percebia que Ricardão alternava para a buceta dela sem nem uma cerimônia. Ele fodia a bunda e buceta ao mesmo tempo.

> "Sente isso, João?" Ricardo rugiu, sua voz vibrando contra as costas de Raquel e ecoando no peito do marido. "Sente como ela me abraça por dentro? Ela está tentando me prender, o cuzinho dela morde minha pica com força. Está sentindo a pressão que minha rola faz no cuzinho dela? João com sua pica ainda fora da buceta da esposa balança a cabeça em sinal positivo".

Raquel estava em um estado de transe. Sua pele clara estava marcada pelas impressões digitais escuras de Ricardo nos quadris. Ela olhou nos olhos de João, as pupilas dilatadas, e não havia vergonha, apenas uma fome devoradora. Ela, se sentindo toda preenchida pela rola grossa de Ricardo, disse com a voz cansada: "João... ele é enorme... sinto que vou ser partida ao meio, a rola dele é grossa vai me deixar toda arrombada", "Ele está me reivindicando em lugares que você nunca alcançou. Eu sou dele agora... olhe o que ele está fazendo comigo!" " ele é um safado, não se importa, não tem cuidado algum, só quer me preencher tanto na minha bunda como na buceta ao mesmo tempo". "Ele me trata como uma puta, me chama de cachorra e de safada e eu estou amando tudo isso ".

Ricardo intensificou o ritmo, transformando as estocadas em impactos secos que faziam o corpo de Raquel colidir contra o de João. João, em vez de recuar, puxou-a para mais perto, selando seus lábios nos dela para beber seus gritos. João viu, por cima do ombro dela, a visão que o assombraria e o excitaria para sempre: a pica escura de Ricardo desaparecendo e reaparecendo de dentro da buceta e do cu de sua esposa, dilatando-a com uma autoridade que parecia definitiva. O suor de Ricardo pingava nas costas de Raquel e escorria para o peito de João, misturando os três em um único fluido. João agora penetrava a buceta da esposa sentindo o pau grosso de Ricardo esfregando no dele pedindo licença para entrar no lugar já ocupado, porém ele não queria que João saísse do caminho e sim, que permanecesse exatamente onde estava. João logo entendeu o desejo de Ricardo de invadir a buceta de Raquel mesmo com sua rola alojada todinha lá dentro.

Raquel sentia o que nunca sentiu antes, dois homens, duas rolas brincando e deslizando dentro da buceta dela. Ricardão por trás falava ao seu ouvido e a chamava de puta gostosa, enquanto João por baixo da esposa perguntava se ela estava gostando de ser possuída por duas picas na buceta ao mesmo tempo. Raquel só conseguia gemer e dar gritinhos de prazer anunciando um orgasmo alucinante.

Ricardão mandava Raquel falar: "Grite o nome dele, Raquel, diga ao João quem está te fodendo agora, quem é seu dono"

Raquel obedeceu, deu um grito chamando pelo nome do seu comedor, que selou o clímax. João sentiu o espasmo de Ricardo através de Raquel, uma pulsação rítmica e poderosa que parecia transferir toda a virilidade do "negrão" para o seu próprio corpo através da mulher que ambos compartilhavam. Quando o silêncio finalmente retornou, restava apenas o contraste: o rastro de Ricardo na pele de Raquel e o olhar de João, que agora sabia que sua esposa nunca mais seria a mesma — e ele amava cada detalhe dessa transformação.

A cena atingiu uma voltagem elétrica onde o oxigênio parecia ter acabado no quarto. Raquel estava no centro de uma tempestade de carne e contraste. A posição de quatro sobre a cama, com João posicionado estrategicamente por baixo dela e Ricardão dominando-a por trás, os dois voltaram a penetrar Raquel em lugares diferentes, alternadamente.

Enquanto o caralho preto e monumental de Ricardão preenchia Raquel por trás dilatando-a cada vez mais, deixando sua raba arregaçada, dilatando-a com uma espessura que parecia testar os limites físicos dela, João guiava a si mesmo para dentro dela pela frente. Ela soltou um grito agudo, a voz falhando enquanto sentia os dois eixos se encontrando dentro dela. Atrás, a força bruta, o peso e a largura abissal da rola de Ricardo; na frente, a familiaridade profunda e o amor de João. Ela estava literalmente sendo preenchida por completo, sem que sobrasse um milímetro de espaço vazio em seu interior.

"João... meu Deus... eu sinto os dois se tocando dentro de mim!" ela arquejou, as unhas cravando no colchão. O atrito interno era uma sobrecarga sensorial. Ela sentia o calor pulsante de Ricardão chocando-se contra a presença de João, uma batalha de espadas e de prazer travada no âmago de seu corpo. Agora os dois homens, duas rolas completamente duras e fortes deslizando numa cadência de tirar o fôlego de Raquel, preenchendo seu cuzinho totalmente. Raquel não conseguia resistir ao desejo único de experimentar sua maior excitação e goza novamente com duas picas dentro do seu cuzinho.

Ricardão, com suas mãos imensas espalmadas nas costas de Raquel, empurrava-a para baixo, esmagando-a contra o marido a cada estocada. Ele mantinha um ritmo cadenciado, pesado, fazendo com que a pele clara de Raquel tremesse sob o impacto de sua pele ébano.
> "Olha para ela, João! Veja como a gente está esticando sua mulher!" Ricardão rugiu, a voz grave vibrando através do corpo de Raquel até os ossos de João. "Ela está transbordando de nós dois!"
João, lá embaixo, via o espetáculo de um ângulo privilegiado. Ele via a pica de Ricardo entrando e saindo da bunda de Raquel, a espessura negra desaparecendo na carne clara dela, enquanto ele mesmo sentia o aperto desesperado dos músculos dela ao redor de si. A visão da esposa sendo "dividida" daquela forma era o combustível que ele precisava para perder o juízo. A comunicação entre os três tornou-se puramente física. Raquel narrava o que sentia com frases curtas e obscenas, perdendo qualquer filtro:
"João, seu filho da puta, eu estou sendo arrombada pelos dois... é muita coisa... eu não aguento... continua, me fode mais, diz pra ele me foder mais...mais, é tão gostoso sentir duas rolas ao mesmo tempo!"

"Ricardão, tô sentindo seu pau grosso alisando o meu, vamos rasgar ela, não para, vamos deixá-la arrombada... fode com força este cuzinho porque agora ele também te pertence!" Dizia João com um tesão absurdo!

A velocidade aumentou. Ricardo segurou Raquel pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás para que João pudesse beijar o pescoço dela por baixo. A cama rangia em uníssono com os gemidos de Raquel. O contraste era absoluto: o brilho do suor na pele negra de Ricardo, a brancura quase pálida de Raquel e o olhar de devoção e luxúria de João vendo sua esposa sentindo prazer com dois homens socando forte seus paus grossos e duros dentro do seu rabo.

Ricardão gozou urrando e descarregou toda a sua potência por trás de Raquel, enquanto João, sentindo a explosão do convidado através das paredes internas de Raquel, também atingiu o seu limite. Raquel desabou sobre João, trêmula, enquanto Ricardão se mantinha firme, como um monumento de ébano celebrando a conquista total daquele território compartilhado. Os dois machos despejaram jatos de porra dentro do rabo de Raquel. Raquel passava a mão direita por trás e percebeu o estrago que os dois fizeram, o leite misturado dos dois escorria por entre suas pernas. Ela estava arrombada e satisfeita.

A atmosfera no quarto, que já estava saturada de eletricidade, sofreu uma guinada magnética. Ricardão, ainda posicionado atrás de Raquel, mantinha suas mãos imensas ancoradas nos quadris dela, mas seu olhar, antes focado apenas na submissão da mulher, agora descia com uma intensidade predatória para João, que estava por baixo.
O contraste de poder atingiu um novo patamar. Ricardão não queria apenas a esposa; ele queria o domínio total sobre aquele espaço, sobre aquele casal que o idolatrava como um deus de ébano.

Ricardão reduziu o ritmo com Raquel, mantendo-se dentro dela apenas o suficiente para não perder a conexão, e usou uma das mãos para segurar o queixo de João, forçando o marido a encará-lo de baixo para cima. "Você gosta de ver como eu trato a sua mulher, não gosta, João?" a voz de trovão ecoou, carregada de uma intenção nova. "Mas eu sinto como você treme quando meu pau encostava no seu e quando meu corpo encostava em você. Eu quero sentir seu cu se é tão apertado quanto o dela".

João sentiu um calafrio que não era de medo, mas de uma entrega absoluta que ele nunca ousara admitir. A presença de Ricardão era esmagadora. Raquel, percebendo a mudança de foco, arquejou, seus olhos brilhando ao ver o marido ser o novo alvo daquela força monumental.

Sob o comando silencioso de Ricardão, a dinâmica mudou. Raquel deslizou para o lado, ainda trêmula, mas permanecendo por perto, tornando-se agora a espectadora de luxo. João, movido por um instinto de submissão ao "negrão" que acabara de possuir sua esposa, virou-se, ficando de quatro no lugar onde Raquel estivera.

A pele clara de João contrastava drasticamente com a estatura imponente e a pele escura de Ricardo, que se erguia atrás dele como uma torre de músculos e desejo.

Ricardão não perdeu tempo. Ele espalmou as mãos na na bunda de João, abrindo às com uma autoridade que não admitia resistência. João ainda tentou se sair da posição de submissão, mas sem sucesso diante da força do seu predador. "Você pediu por isso, João. Agora você vai saber o que a sua esposa sente, você gosta de olhar meu pau entrando na sua mulher, pois é, agora é sua vez".

Quando Ricardão se posicionou, João sentiu a cabeça daquela rola grossa, grande e dura — a mesma "coluna escura" que ele vira desaparecer dentro da bunda de Raquel — agora pressionando sua própria entrada. O choque térmico e de pressão foi imediato.

Ricardão entrou com uma estocada lenta e possessiva. João soltou um grito abafado no travesseiro, sentindo-se dilatado, expandido por uma largura que parecia impossível. Era uma sensação de preenchimento total, uma invasão que reivindicava não apenas seu corpo, mas seu orgulho de marido.

Raquel aproximou-se, ajoelhando-se na frente de João. Ela segurou as mãos do marido, beijando-o e sussurrando: "Aceita ele, João... sente como ele é grande... ele é nosso dono agora, você vai experimentar o que eu já senti e gostei, ele vai ser o primeiro a penetrar seu cuzinho, você vai gostar de ser preenchido pela rola grossa dele".

Ricardão começou a foder João com a mesma cadência brutal e rítmica que usara em Raquel. A cada impacto, o corpo de João era arremessado para frente, sendo aparado pelos braços da esposa. João reclamava que sentira dor, porém não pedia que parasse, queria mais, era um misto de sensações, prazer, dor e satisfação. Ele falava pra esposa: "sinto ele deslizando dentro de mim, é profundo, o choque do corpo dele atrás é muito bom, está entrando tudo, cada estocada eu sinto ser aberto por ele, parece que vai me rasgar todo. É assim que você sente?".

O quarto agora testemunhava a queda de todas as barreiras. João, o marido, estava sendo possuído pelo mesmo homem que possuíra sua mulher, sob o olhar excitado dela. Raquel tinha prazer ao ver seu marido sendo penetrado por seu comedor. O suor de Ricardo agora marcava as costas de João, selando o pacto de submissão total. Naquele momento, não havia mais segredos: os três eram um único organismo de prazer e contraste, sob o comando absoluto do membro potente e grosso do negrão que os dividia e os unia ao mesmo tempo.

Ricardão, com sua força inesgotável, puxou João e Raquel para o centro da cama. Agora, o casal estava unido pela mesma experiência: o preenchimento absoluto causado por aquele homem monumental. João e Raquel se encontraram em um beijo profundo, um beijo que carregava o gosto do suor um do outro e a eletricidade do convidado. Enquanto as línguas se entrelaçavam, Ricardão posicionou-se de forma a dominar ambos. Com uma mão no pescoço de João e a outra nos cabelos louros de Raquel, ele os guiava como um maestro de uma sinfonia de carne.

Ricardão alternava sua potência entre os dois, mantendo o casal em um estado de êxtase constante. João sentia o impacto de Ricardo por trás, parecia que não aguentria por mais tempo aquele pau grosso atolado na sua bunda. Era uma imagem de preenchimento total. Raquel gemia contra os lábios de João, enquanto via o marido sentir o impacto daquela rola escura que o dilatava, sentindo-se, pela primeira vez, exatamente como sua esposa se sentia.

A exaustão física começou a dar lugar a uma nova forma de adoração. Ricardão recuou, sentando-se na borda da cama com as pernas abertas, um monumento de músculos escuros e respiração pesada. Diante dele, o "pau de dar inveja" pulsava, ainda rígido e imponente, brilhando sob a luz do abajur.

Movidos por um instinto comum, João e Raquel se ajoelharam entre as pernas de Ricardo. O contraste era absoluto: as duas cabeças, uma de cada lado, aproximando-se daquela anatomia monumental que acabara de possuí-los. Raquel começou pela ponta, envolvendo a glande com sua boca quente e experiente, enquanto João usava as mãos para segurar a base, sentindo a espessura impressionante. Logo, João também se juntou a ela. O casal passou a dividir o espaço, as bocas se alternando e se encontrando sobre a pele escura de Ricardo.

Ricardão jogou a cabeça para trás, as mãos grandes na cabeça de João e Raquel, puxando-os para mais perto. Ele soltou um rosnado de aprovação ao sentir as línguas do casal trabalhando em uníssono, explorando cada centímetro de sua extensão.

Ele olhava para Raquel enquanto ambos trabalhavam no pau de Ricardo, sentindo um orgulho perverso em compartilhar aquele momento. Ele via a esposa se engasgar levemente com a magnitude de Ricardo e, em vez de ciúme, sentia uma vontade incontrolável de imitá-la.

O som no quarto era apenas o de sucção e respiração curta. Raquel e João, agora servos do mesmo desejo, competiam e colaboravam para dar o máximo de prazer ao homem que os havia levado ao limite. Ricardão, no topo de sua potência, olhava para baixo e via o casal que ele havia dominado num esforço para satisfazê-lo. Não aguentando mais o tesão de sentir duas bocas lhe devorando, gozou gostoso enchendo as duas bocas de jatos de porra.

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