#Corno #Voyeur

A mulher do Padeiro (4/6)

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Tugolândia

Depois daquela primeira foda selvagem no sofá, com o meu caralho ainda meio mole a pingar porra e sucos misturados da cona dela, ficámos ali abraçados um bom bocado, corpos colados no tecido áspero que cheirava agora a sexo cru e suor fresco. O silêncio da sala na Amadora era quase sagrado, quebrado só pela respiração pesada dela contra o meu peito e pelo latejar distante do clitóris branquinho que eu sentia pulsar contra a minha coxa. Paula levantou a cabeça, olhos ainda vidrados de prazer, e murmurou com voz rouca: “Isto não pode ficar só numa vez… eu preciso disto. Tu precisas disto”. Não era amor. Não era romance. Era carne pura, desejo animal, a necessidade de um caralho jovem e duro a encher-lhe a cona casada sempre que o corpo dela pedia. Eu sorri, apertei-lhe o rabo com força e respondi baixinho: “Sempre que quiseres, Paula. Sou o teu caralho particular”. E assim começou a nossa relação carnal, sem laços, sem promessas, só o prazer sujo e urgente que nos consumia.
A partir dessa noite, as fodas tornaram-se rotina deliciosa e perigosa. No trabalho, na editora de Lisboa, o risco era o tempero que tornava tudo insuportável de tão bom. Mal surgia uma brecha, quinze minutos entre reuniões, uma pausa para o café que se alongava, escapulíamo-nos para o armazém do fundo, aquele labirinto de prateleiras altas cheias de livros que cheiravam a papel velho e poeira quente. Ela ia à frente, saia justa a balançar nas ancas pequenas, e eu seguia-a com o caralho já a inchar dentro das calças, latejando só de imaginar. Mal a porta do armazém se fechava atrás de nós, ela virava-se, encostava-se a uma prateleira, levantava a saia até à cintura e puxava a calcinha de lado com dois dedos. A cona despigmentada aparecia logo, branquinha, lábios inchados e brilhantes de humidade, o clitóris sensível já protuberante como uma pérola rosada. Eu não perdia tempo: tirava o caralho para fora, grosso, veias salientes, cabeça vermelha e babada, e enfiava-o todo de uma vez, sentindo as paredes quentes e escorregadias apertarem-me como uma boca gulosa.
“Fode-me rápido… enche-me antes que alguém venha”, sussurrava ela, unhas cravadas nos meus ombros, pernas entrelaçadas na minha cintura. Eu bombava com força contida, estocadas curtas e profundas, o som molhado e obsceno da cona a engolir o pau ecoava entre os livros – ploc, ploc, ploc – misturado com os gemidos abafados dela contra o meu pescoço. O cheiro era inebriante: o almíscar da cona dela, o suor leve do dia de trabalho, o travo metálico do meu pré-gozo que se misturava com os sucos dela. Sentia o clitóris branquinho roçar na base do meu caralho a cada investida, e ela tremia inteira, a cona contraindo-se em espasmos que me espremiam os colhões. Os pensamentos dela deviam ser um vórtice: “Este caralho novo está a rasgar-me no meio dos livros, enquanto o marido faz pão e o filho está na escola… quero a porra dele a escorrer-me o dia todo”. Os meus eram ainda mais sujos: “Estou a comer a cona da casada no trabalho, a enchê-la de esperma antes de voltar para o gabinete como se nada fosse”. Não durava mais de cinco minutos. Eu acelerava, metia fundo até sentir as bolas baterem no cu dela, e descarregava jorros grossos e quentes bem no fundo do útero, enchendo-a até transbordar. Ela mordia o lábio para não gritar, vinha-se em silêncio, o corpo pequeno sacudido contra as prateleiras. Depois compunha a roupa, calcinha puxada para o lugar com a porra ainda a pingar-lhe pelas coxas, e saíamos os dois como se tivéssemos ido só buscar um livro. O resto do dia, ela andava com aquele sorriso secreto, a cona latejante e cheia de mim, o risco a manter a tesão sempre acesa.
Mas as melhores eram as noites de madrugada, quando o marido já tinha saído para o turno no forno e o filho dormia profundamente. Planeávamos no dia anterior, no escritório, um olhar cúmplice e uma frase sussurrada: “Amanhã às duas e meia, o paninho na janela”. Eu saía de casa na Amadora a pé, menos de dez minutos no escuro, o coração aos saltos com o perigo. O prédio dela estava sempre silencioso, a porta do rés-do-chão entreaberta como combinado. Eu subia pelas escadas, nunca o elevador, o barulho podia acordar alguém, o caralho já duro dentro das calças só de imaginar o que me esperava. Entrava no apartamento sem acender luzes, o cheiro familiar da casa dela a invadir-me: pão do dia anterior, perfume barato e aquele fundo almiscarado de cona que ela deixava no ar de propósito. Às vezes esperava-me na sala, vestida só com um robe fino e transparente que deixava ver os mamilos escuros e a cona branquinha já molhada. Outras vezes estava na cama de casal, nua, de pernas abertas, a mão a roçar devagar o clitóris sensível enquanto me via entrar.
“Vem… fode-me na cama dele”, sussurrava ela, voz carregada de tesão proibido. Eu despia-me rápido, o caralho a saltar livre, moreno e grosso contrastando brutalmente com a pele despigmentada dela. Deitava-me em cima, encostava a cabeça grossa à entrada da cona e entrava devagar, centímetro a centímetro, sentindo as paredes quentes e escorregadias abrir-se para mim. O vitiligo tornava tudo mais intenso: a cona era de um rosa-pálido quase branco, os pintelhos pubianos brancos como neve, o clitóris tão sensível que bastava roçá-lo com a ponta do pau para ela arquejar e contrair-se toda. Eu adorava mamar-lhe aquilo. Ajoelhava-me entre as coxas, abria-lhe os lábios com os dedos e enfiava a língua fundo, chupando o clitóris branquinho como se fosse um doce raro. O sabor era único, doce, salgado, levemente ácido, os sucos a escorrerem-me pela boca enquanto ela se contorcia, unhas no meu cabelo, gemendo baixo: “Chupa-me a cona… lambe o meu pito branco… vou-me vir na tua boca”. E vinha-se, corpo pequeno a tremer em ondas, sucos a jorrarem contra a minha língua, o cheiro a cona fresca a encher o quarto inteiro.
Depois virava-a de quatro, o cu empinado na cama onde o marido dormira horas antes, às vezes a almofada dele ainda quente, o cheiro dele misturado com o nosso, e metia-lhe o caralho todo de uma vez. Bombava com força, as nádegas pequenas a baterem contra as minhas coxas com palmadas secas, o som molhado da cona a engolir-me ecoando no quarto escuro. Uma mão no cabelo dela, puxando-lhe a cabeça para trás, a outra a beliscar o clitóris sensível, fazendo-a vir-se outra vez enquanto eu sentia as paredes apertarem-me como uma mão quente e lubrificada. “Enche-me… despeja os colhões na cona casada”, suplicava ela, voz quebrada de prazer. Eu acelerava, o suor a escorrer-nos pelas costas, o cheiro a sexo cru a impregnar os lençóis. Quando me vinha, jorrava fundo, porra grossa e quente a encher-lhe o útero até transbordar, escorrendo pelas coxas branquinhas e manchando a cama. Ficávamos ali, ofegantes, o caralho ainda dentro dela a amolecer devagar, prolongando o prazer com estocadas lentas enquanto o dia raiava lá fora.
Uma noite em particular, durante mais uma noitada com o grupo na sala dela, a tesão falou mais alto do que o bom senso. Os outros bebiam e ouviam música baixa na sala, risos abafados, o ar carregado de cumplicidade. Paula olhou-me com aquele brilho nos olhos e puxou-me pela mão. Fomos para o quarto dela em silêncio, porta entreaberta de propósito. Despimo-nos à pressa, ela deitou-se na cama de casal e eu enfiei-lhe o caralho na cona já encharcada. Fodemos sem pudor nenhum, sabendo que os colegas ouviam tudo: os meus grunhidos roucos, os gemidos dela cada vez mais altos – “Mete mais fundo, caralho… rasga-me a cona”, o som obsceno das peles a baterem, a cama rangendo ao fundo com os outros a fingirem que não ouviam. Eu comia-a de lado, uma perna dela erguida, o caralho a entrar e sair devagar e fundo, o clitóris branquinho roçando nos meus dedos enquanto eu o massajava. Ela veio-se com força, corpo a arquear, sucos a jorrarem e a molhar os lençóis. Eu não parei: virei-a de bruços, monte-a como um animal, o cu empinado, e meti com fúria, as bolas a baterem contra o clitóris dela a cada estocada. O quarto cheirava a cona, porra e suor, o risco de o filho acordar ou os outros entrarem a tornar cada investida mais selvagem.
Quando voltámos à sala, ainda com o cheiro a sexo fresco no corpo e a porra a escorrer-lhe pela perna por baixo do robe, os outros aplaudiram devagar, sorrisos cúmplices e comentários explícitos: “Ouvimos tudo… foderam como dois animais no cio”, “A cona dela deve estar destruída”. Paula riu, corada, e sentou-se no meu colo, o rabo quente contra o meu caralho que já começava a endurecer outra vez. Aquela noite marcou o tom: o grupo sabia, incentivava, e o prazer tornava-se coletivo, ainda que indireto. A partir daí, cada foda era mais intensa, mais suja, porque o segredo partilhado alimentava a chama. Eu saía sempre antes do amanhecer, o corpo dorido de prazer, o cheiro dela colado à pele, sabendo que no dia seguinte, no armazém ou na cama dele, a cona branquinha e gulosa estaria à espera outra vez, pronta para me engolir inteiro e me espremer até à última gota. A nossa fome não tinha fim, só pausas breves até à próxima oportunidade de nos comermos com a mesma fúria animal que nos unia.
Depois daquela noite em que fodemos no quarto dela com a porta entreaberta de propósito, sabendo que o grupo inteiro na sala ouvia cada gemido rouco, cada estocada molhada do meu caralho a rasgar-lhe a cona branquinha, o aplauso lento e cúmplice que recebemos ao voltar ainda ecoava nos meus colhões como um combustível extra. Paula sentou-se no meu colo no sofá da sala, o robe fino aberto o suficiente para eu sentir o calor da cona dela ainda latejante contra a minha coxa, a porra que eu lhe tinha despejado a escorrer devagar pela pele despigmentada e a manchar o tecido. Os colegas riam baixo, faziam comentários sujos que nos faziam sorrir com cumplicidade, “Vocês foderam como dois cães no cio, ouvimos o som da cona dela a engolir-te todo”, mas o ar estava tão carregado que até o mais leve roçar dos corpos parecia eletricidade. Não ficámos muito mais tempo. O filho dormia no quarto do fundo, o marido ia chegar em breve do turno, e nós sabíamos que o desejo, em vez de acalmar, só crescia, faminto, insaciável. Saí pelas escadas em silêncio antes do amanhecer, o caralho ainda a cheirar a ela, a pele marcada pelas unhas dela, e soube que o próximo passo ia ser mais arriscado, mais profundo, mais animal.
A oportunidade surgiu uns dias depois, por acaso puro, como se o destino quisesse empurrar-nos para o abismo. Encontrámo-nos na estação de comboio de Amadora, os dois a caminho de Lisboa para o trabalho, o ar de verão já quente apesar da hora cedo. Eu vestia uma camisa leve de linho e calças finas que deixavam sentir o calor da pele; ela um vestido solto, quase transparente, que colava às curvas pequenas do corpo e deixava entrever o contorno das ancas e o volume dos seios sem sutiã. Os nossos olhares cruzaram-se na plataforma e o fogo ateou-se de imediato. “Os meus pais saíram para o fim-de-semana prolongado… a casa está vazia”, murmurei-lhe ao ouvido enquanto esperávamos o comboio, a mão disfarçadamente a roçar-lhe o rabo por baixo do vestido. Paula não hesitou. Os olhos brilharam com aquela fome casada que eu já conhecia tão bem. “Faltamos. Hoje fodemos o dia todo.” Não havia telemóveis, não havia mensagens, só o telefone fixo lá em casa para telefonar para a empresa e inventar desculpas. Chegámos à minha casa, entramos como dois ladrões de prazer, e mal a porta se fechou atrás de nós o desejo explodiu sem freio.
Despi-la foi lento e deliberado, para saborear cada centímetro. O vestido caiu aos pés dela no hall de entrada, revelando o corpo baixinha nu, a cona despigmentada já brilhante de humidade, o clitóris branquinho inchado e sensível só de me ver. Eu tirei a camisa devagar, o caralho já duro como pedra a saltar das calças quando ela se ajoelhou ali mesmo, no chão frio de mosaico. Fez-me uma mamada gulosa, boca quente e molhada a engolir-me até à garganta, língua a rodar na cabeça grossa enquanto os olhos dela subiam para os meus, vidrados de tesão. “Quero sentir-te a latejar na minha boca antes de me encheres a cona”, murmurava entre chupadelas, saliva grossa a escorrer pelo pau e pelas bolas, o som obsceno de sucção a encher o corredor. Eu agarrei-lhe o cabelo, fodi-lhe a boca com estocadas controladas, sentindo a garganta apertar-me, mas parei antes de me vir, queria-a toda, queria o dia inteiro.
Levei-a para a cozinha primeiro, contra a mesa onde a minha mãe costumava servir o almoço. Sentei-a na borda, abri-lhe as pernas e enfiei o caralho todo de uma vez, sentindo a cona quente e escorregadia engolir-me até aos colhões. Bombava com força, as mãos nas ancas dela a puxá-la contra mim, o som molhado da cona a ecoar entre os armários – ploc, ploc, ploc –, o suor a começar a escorrer pelos corpos apesar do ar condicionado. O clitóris branquinho roçava na base do meu pau a cada estocada funda e ela vinha-se pela primeira vez em minutos, corpo pequeno a tremer, sucos a jorrarem e a molhar a mesa, o cheiro a cona fresca misturado com o café que ainda pairava no ar da manhã. “Mais fundo… rasga-me como se fosses o último caralho do mundo”, gemia ela, unhas cravadas nas minhas costas, as pernas enroladas na minha cintura. Eu não parei. Virei-a de costas, debruçada na mesa, o cu empinado, e meti-lhe outra vez, fodendo-a com fúria enquanto os pratos tilintavam no armário. O suor pingava das minhas costas para o rabo dela, o cheiro a sexo cru a invadir a cozinha inteira.
Passámos para a sala, no sofá grande onde eu via televisão com os pais. Deitei-me e puxei-a para cima, ela cavalgando-me com fome selvagem, o vestido ainda meio enrolado na cintura, os seios pequenos a saltarem ao ritmo enquanto a cona branquinha subia e descia no meu caralho moreno, engolindo-o todo até sentir as bolas contra o cu. Eu apertava-lhe os mamilos, beliscava o clitóris sensível com o polegar, fazendo-a vir-se outra vez, o corpo a arquear, sucos a escorrer pelas minhas bolas e a manchar o tecido do sofá. “Olha para ti… uma casada a cavalgar o caralho de um gajo mais novo na casa dos pais dele”, grunhi, e ela acelerou, gemendo alto, sem medo de vizinhos porque a casa era só nossa. O prazer era quase doloroso, o calor apertado, a textura escorregadia da cona dela a massagear cada veia do meu pau, o cheiro almiscarado que se desprendia da pele dela misturado com o meu suor.
Não comemos. Não bebemos. Só fodemos, hora após hora. No quarto dos meus pais, o mais proibido de todos, deitei-a na cama de casal onde eles dormiam, abri-lhe as pernas e mamei-lhe a cona como um louco. Língua a rodar devagar no clitóris branquinho, dedos a entrarem e saírem fundo, sentindo as paredes contrair-se enquanto ela se vinha na minha boca, sucos doces e salgados a jorrarem contra a minha cara, o corpo pequeno a sacudir-se em espasmos violentos. “Chupa-me o pito… lambe a cona do marido que nunca me fode assim”, suplicava ela, voz quebrada. Depois meti-lhe o caralho, fodendo-a na posição do missionário, olhos nos olhos, o suor a colar os corpos, o cheiro da almofada dele misturado com o nosso sexo a tornar tudo mais sujo. Virei-a de quatro, o cu empinado sobre os lençóis limpos, e comi-a com estocadas brutas, uma mão no cabelo a puxar, a outra a dar palmadas que deixavam o rabo vermelho. As bolas batiam contra o clitóris dela, fazendo-a vir-se de novo, a cona a espremer-me até eu descarregar jorros grossos e quentes bem no fundo, enchendo-a até transbordar, porra a escorrer pelas coxas branquinhas e a manchar os lençóis.
O dia arrastou-se em ondas de tesão. No quarto de banho, debaixo do chuveiro, fodi-a contra a parede, água quente a cair sobre nós, o caralho a entrar e sair da cona encharcada enquanto o vapor enchia o ar e o som molhado se misturava com o da água. Ela de joelhos, mamou-me outra vez, garganta funda, engolindo até às bolas, saliva e água a escorrerem. No meu quarto de infância, contra a secretária onde eu estudava, comi-a de lado, uma perna dela erguida, o pau a roçar o ponto G que a fazia gritar, o clitóris sensível latejando contra os meus dedos. Cada orgasmo dela era mais intenso que o anterior, o vitiligo tornava o prazer quase elétrico, o corpo pequeno a tremer incontrolavelmente, sucos a jorrar como fonte, gemidos roucos que ecoavam pela casa vazia. Eu vinha-me dentro dela vezes sem conta, enchendo-a de porra quente, sentindo a cona contrair-se à volta do caralho como se quisesse sugar até à última gota. O cheiro de sexo impregnou cada divisão: cona molhada, suor, porra, o leve travo a perfume barato dela que se misturava com o meu.
Só quando o relógio marcou a hora de saída do expediente é que parámos, exaustos, corpos doridos e brilhantes de suor e fluidos, a casa inteira a cheirar a foda proibida. Paula vestiu-se devagar, a cona ainda latejante e cheia de mim, um fio de porra a escorrer-lhe pela perna enquanto caminhávamos de volta à estação. Não falámos muito. Não era preciso. O dia tinha sido o nosso templo de carne, um vórtice de estocadas, gemidos e cheiros que nos deixou saciados por horas… mas não por muito tempo. Porque o verão ainda estava no auge, e o comboio suburbano lotado ia trazer-nos mais uma oportunidade suja, ainda mais arriscada, onde o perigo público ia transformar a tesão em algo quase insuportável. Mas isso viria logo a seguir, no calor sufocante de uma tarde de agosto, quando os corpos suados se colassem no meio da multidão e o caralho latejasse contra o cu dela sem pudor nenhum. Por agora, só existia o cansaço doce, o sabor dela ainda na minha boca e a certeza de que a nossa fome carnal não tinha limites, só pausas breves até à próxima vez em que nos comeríamos como animais no cio.

Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.

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