#Corno

Abri o jogo com meu marido, que ele é corno e vai ser para sempre.

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Meu nome é Bânia, e se tem uma coisa que aprendi cedo foi que liberdade não é ausência de limites — é escolher quais limites fazem sentido pra você.
— “Você tem certeza que quer isso?” — ele me perguntou naquela noite, ainda no começo de tudo.
Eu ri, sentada na beira da cama, enquanto passava o creme nas pernas.
— “Não é sobre querer. É sobre já ser assim.”
Ele ficou em silêncio por alguns segundos. Eu conhecia aquele silêncio. Era quando ele pensava demais.
— “E eu entro onde nisso tudo, Bânia?”
Olhei direto nos olhos dele.
— “Você entra sabendo. Sempre sabendo.”
E foi assim que começou. Foi o dia em que eu abri o jogo para meu marido de uma forma bem natural e direta que ele sempre foi corno e a vizinhança toda já falava e eu sabia que ele também sabia pois seus amigos já tinham dito para eles inclusive alguns machos amigos dele que me fodiam e comiam o meu cuzinho e eu sabia que quando bebia algo a mais eu mesmo na roda de amigos na pelada contavam como eu dava a bunda mas meu marido para preservar o casamento não falava nada ficava estranho foi aí que eu resolvi abrir o jogo mesmo para chegarmos onde estamos hoje.
Hoje, anos depois, nossa casa não é apenas nossa. Ela é um espaço de encontros, de histórias, de gente que chega e sai, mas deixa alguma coisa no ar — uma energia, uma memória, um pedaço de conversa.
Eu gosto disso.
Muito.
— “Chega hoje que horas?” — ele me perguntou da cozinha, enquanto mexia no notebook.
— “Umas oito. Conheci ele na academia ontem.”
— “Nome?”
— “Rafa.”
— “Boa pinta?”
— “Você vai ver depois.” — respondi com um sorriso que ele já conhecia.
Ele não respondeu de imediato. Só digitou mais algumas coisas, depois fechou o notebook.
— “Você continua sendo a pessoa mais imprevisível que eu conheço.”
— “E você continua aqui.”
— “Sempre estive.”
E isso era verdade.
A academia virou um dos meus lugares favoritos. Não só pelo treino, mas pelas conversas. As pessoas são mais abertas ali do que parecem. E é aqui na academia também que eu costumo recrutar machos pois são amigos Seguros gostosos e eu vejo o tamanho de seus caralhos e quando o meu cuzinho fica piscando vendo essas picas eu vou seduzir pode ser casado ou não e não importa a idade eu vou querer dar o cu na minha casa para ele.
Foi numa pausa entre séries que o Rafa falou comigo pela primeira vez.
— “Você treina aqui há muito tempo?”
— “O suficiente pra conhecer quem finge que treina.” — respondi, rindo.
Ele riu também.
— “Então já deve ter me analisado.”
— “Ainda estou decidindo.”
A conversa foi fluindo fácil. Natural. Sem esforço.
Quando saímos, ele perguntou:
— “Você é sempre assim direta?”
— “Só quando vale a pena.”
Ele ficou curioso. E eu gosto disso.
Curiosidade abre portas.
Mas nem todo mundo eu conheço na academia.
Tem o site da Selma www.selmaclub.com . E o grupo VIP no Telegram www.bit.ly/telemanu.
Ali é diferente. BEM MELHOR!
Mais direto, mais filtrado. Gente que já chega sabendo o tipo de conexão que procura.
— “Você vai entrar hoje?” — ele perguntou, olhando pra mim enquanto eu mexia no celular.
— “Já estou lá.”
— “Novidades?”
— “Sempre tem.”
Mostrei a tela pra ele. Conversas, convites, fotos, nomes que iam e vinham.
— “Você realmente gosta disso, né?”
— “Gosto de gente. De histórias.”
— “E de novidade.”
— “Principalmente.”
Ele assentiu.
— “E eu gosto de ver você assim.”
Essa era a nossa verdade.
Naquela noite, o Rafa chegou pontual.
— “Trouxe alguma coisa?” — perguntei, abrindo a porta.
— “Só curiosidade.”
— “Então já trouxe o suficiente.”
Ele entrou, olhou ao redor.
— “Casa bonita.”
— “Obrigada. A gente gosta de conforto.”
— “A gente?”
— “Você vai entender.”
Sentamos no sofá. Conversamos. Rimos.
Nada apressado.
Nada forçado.
Eu gosto de deixar as coisas acontecerem no ritmo certo.
Em algum momento, ele perguntou:
— “Você sempre recebe pessoas assim?”
Olhei pra ele, com calma.
— “Só quando faz sentido.”
— “E faz sentido agora?”
Sorri.
— “Você ainda está aqui, não está?”
Ele respirou fundo.
— “Estou.”
Sei no macho comecei a beijar na boca tirei sua roupa cair ajoelhada no seu caralho e disse que queria dar a bunda a Ele o pau era enorme muito grosso e grande e ele falou que as mulheres mal aguentam na frente e que adoraria comer um cu mas é algo raro na vida dele e eu disse que adoro vara na bunda ele estranhou eu colocar a câmera mas eu assumi que meu marido é corno e que o perfil é nosso nos sites de Selma e que adoramos publicar para todo o Brasil ele só pediu que não mostrasse muito o rosto dele pois é uma pessoa conhecida e assim fizemos. dei a bunda a ele aqui na sala mesmo ele me pegou em pé e eu senti seu enorme caralho me rasgando me falando toda quase saindo pela minha barriga ele metia gostoso beijava minha nuca, beijava Minha boca e dizia que meu cu era apertado gostoso e muito quentinho o pau enorme Parecia um trem de nervo entrando todo e saindo comecei a me peidar pedir desculpa mas assumir que fazia sempre isso porque meu cu ficava arrombado mas achava gostoso ele mandou relaxar e disse que gostava assim mesmo de arrombar uma casada e sentir ela toda aberta começa a me tocar e goza ali mesmo peço para ele gozar rápido Pois digo que tô com dor de barriga e se ele demorasse mais um pouco eu ia me cagar toda ele fica louco quando eu falo isso dá na minha cara dá na minha bunda diz que eu sou uma puta desvairada e goza dentro deixando meu cu completamente arrombado aberto um Buracão mesmo vazando muito esperma e merda e fiz ele filma tudo para mostrar o corno depois e você se deliciarem no site de Selma vendo e baixando tudo
Mais tarde, quando ele foi embora, encontrei meu marido no escritório.
— “E aí?” — ele perguntou, sem tirar os olhos da tela.
— “Interessante.”
— “Gravou?”
— “TUDO.”
Ele finalmente olhou pra mim.
— “Depois você me mostra.”
— “Claro.” Mas voc~e vai ver e baixar no telegram vip de Selma www.bit.ly/telemanu pois baixa direto.
Sentei ao lado dele.
— “Você nunca se cansa disso?”
Ele pensou por um momento.
— “Não é sobre eles. Nunca foi.”
— “Então é sobre o quê?”
— “Sobre você ser quem você é… sem esconder.”
Fiquei em silêncio.
— “E você?” — ele continuou. — “Nunca pensou em parar?”
Balancei a cabeça.
— “Não. Porque isso aqui…” — fiz um gesto em volta — “é construído na verdade. E isso é raro.”
Ele sorriu de leve.
— “É mesmo.”
Os dias foram passando, e as histórias se acumulando.
Gente da academia.
Gente do site da Selma.
Gente do Telegram VIP.
Cada um com sua própria forma de ver o mundo.
E eu no meio disso tudo, conectando, vivendo, sentindo.
— “Você fala com quantas pessoas ao mesmo tempo?” — ele perguntou um dia.
— “Depende do dia.”
— “Hoje?”
— “Seis.”
Ele arregalou os olhos.
— “Seis?”
— “Relaxa. Nem todas vão virar história.”
— “Mas algumas vão.”
— “Sempre vão.”
Uma noite, deitada na cama, ele virou pra mim.
— “Você já pensou em como isso tudo começou?”
— “Com uma pergunta sua.”
— “Qual?”
— “Se eu tinha certeza.”
Ele riu.
— “E você tinha.”
— “Sempre tive.”
Ficamos em silêncio por alguns segundos.
— “Você mudaria alguma coisa?” — ele perguntou.
Pensei bem antes de responder.
— “Não.”
— “Nem eu.”
No fundo, o que a gente tem não é sobre regras quebradas.
É sobre regras escolhidas.
Sobre confiança.
Sobre olhar pro outro e dizer: “eu sei quem você é”.
E ficar mesmo assim.
Ou talvez… ficar por causa disso.
E toda vez que uma nova história começa — seja na academia, no site da Selma, ou no Telegram — eu lembro da primeira conversa.
— “Você tem certeza?”
Tenho.
Sempre tive.
E continuo tendo.
Porque no final, não é sobre quantas pessoas entram pela porta.
É sobre quem permanece quando tudo se acalma.
E ele… sempre permanece.
Bânia

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