#Corno #Grupal #Traições #Voyeur

Relato de uma esposa dedicada – Parte 8

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Juliana

Cheguei do shopping em casa lá pras 21 horas, pois como foi mostrado no relato anterior, eu tinha ido me encontrar com a minha amiga. Meu marido já havia chegado do trabalho fazia uma hora, tava na sala diante a TV ligada, de celular na mão... mas ele me olhou virando o rosto e me mandando um beijo junto a um sorriso lindo.

Passei adiante, rumo ao quarto, tirei minha roupa e fui pelada pro banheiro ao lado, deixei a banheira enchendo enquanto diante da bancada da pia me olhava no espelho, ficava passando as mãos nos meus loiros cabelos lisos e dava uma olhadinha no meu celular.

Depois fui entrando peladinha na banheira e deitei ficando apenas com meus ombros e cabeça pra fora... de olhos fechados, relaxando, mas pensando o tempo todo no que a minha amiga me falou, sobre contar pro meu marido que eu tinha traído ele com o Alex, meu ex ficante. Onde ela afirmou que ele iria gostar se eu contasse.

Nossa, eu me sentia meio estranha, um tanto suja, era como se eu tivesse ultrapassado uma linha de princípios e regras da nossa relação que não era permitido ultrapassar. Onde eu lembrava bem do meu marido falando que o prazer dele era ver eu sendo comida por outro. E aqui na banheira, enquanto eu tentava relaxar, meu pensamento se dividia com ele ali na sala, ao mesmo tempo vinha na minha mente imagens do corpo malhado do Alex, meu ex ficante, pelado, onde eu lembrava claramente da rola dele em minha mão... eu aqui de olhos fechados passava suavemente a língua entre meus lábios, como se sentisse o sabor do esperma dele... sem falar dos meus peitos dentro da banheira inchando e os mamilos endurecidos reagindo a lembrança da mamada que tomei dele, eu sentada na mesa da cozinha dele e ele diante de mim, de boca nos meus peitos... e logo abaixo entre as minhas pernas a minha bucetinha rosada toda carequinha latejava, sentindo como se tivesse sendo socada pela rola dele... e olha que essa foda que eu dei com ele, na casa dele, já tinham se passado alguns dias.

Comecei a deslizar minhas mãos em meu corpo loiro por dentro da água da banheira e ao mesmo tempo arfar de tesão, nisso me arreganhei colocando cada perna pra fora da banheira... onde gemi ao tocar meus peitos e mamilos com uma mão... e com a outra por entre pernas eu apalpava e massageava a minha buceta ao tempo em que a minha mente trazia a forte imagem ainda viva do Alex me comendo de quatro, me puxando tão firme e forte pra ele me meter aquela sua bem dotada rola na buceta, me fodendo de uma forma dominadora e com força... eu lembrava da velocidade da rola dele me fodendo e imitava com meus dedos socando a minha buceta aqui na banheira... e assim gozei me contorcendo, derramando água pra fora... eu tava louca... esses pensamentos tomaram conta de mim.

Meu marido entrou no banheiro justo nesse momento e me viu ali acabando de ter um orgasmo de forma solitária.

- Uau! Tá brincando sem mim?

E eu ali deitada na banheira, olhando pra ele, ofegante, olhos verdes inebriados do gozo que a siririca me deu, disse sussurrando:

- Tira a roupa e vem me comer, anda.

Eu ali deitada de costas na banheira, tocando uma siririca pro meu maridão tirando a sua roupa toda, mostrando seu corpo avantajado e aquele pauzão duro pulsando por mim... e depois vindo pra dentro da banheira e pra cima de mim debaixo daquela água, deitando entre as minhas pernas, onde senti o cabeção da rola dele esfregando no rachado da minha prexeca loira enquanto ele ia impulsionando sua virilha na minha, fazendo a cabeça entrar e apartar minhas paredes vaginais conforme deslizava pra dentro de mim... e eu fico louca quando o pau entra assim, e debaixo da água entra até mais gostoso.

... gemi toda manhosa, abraçando ele ao redor do seu pescoço, com seu corpo no meu e ele fazendo a água respingar pra fora da banheira de tanto que mexia seus quadris ao me bombar entre as pernas, me metendo, metendo, socando sua vara na minha xana... e eu traindo ele por pensamento, pensando na rola de outro, do Alex, meu ex ficante... gozei... gozei na pica do meu marido, mas pensando da pica de outro... traindo meu esposo por pensamento enquanto ele me fodia.

Que safada eu tava me tornando... nem acreditava que eu tava sentindo tanto prazer assim.

Ainda na banheira, meu marido se sentou e eu montei nele, onde cavalguei com força no colo dele, fodendo a pica dele... meus peitões loiros molhados saltitando na cara dele a cada quicada que eu dava no colo dele... fodendo a minha xota a cada sobe e desce, quicando, quicando, quicando, meu rabão loiro pra cima e pra baixo batendo na água e fazendo um puta barulho, fazendo a água saltar junto... gemi gritando de prazer enquanto gozava... e ainda pensando na rola do Alex.

Saímos do banheiro... e molhada, na cama, ele me pegou de quatro e arrebentou sua virilha no meu rabo loiro, que estremecia as nádegas a cada batida seca, conforme ele me puxava firme e forte pelos quadris... e tome rola, tome rola, tome rola... fodendo minha buceta sem tirar de dentro ou diminuir o ritmo... e eu ali de olhos verdes se revirando, peitos balançando agitado por baixo de mim, sendo arremessada pra frente e me acabando de gemer na socada da rola dele me fodendo intensamente... ainda lembrando da comida que tomei do Alex de quatro... e assim gozando... gozando... delícia... fui chegando a conclusão de que essa pulada de cerca me deixou ainda mais estimulada enquanto dava pro meu marido. Imaginei como se o meu marido tivesse me punindo por eu ter metido chifres nele, e tive prazer em pensar nisso enquanto era fortemente comida de quatro por ele.

Depois então dessa deliciosa foda, eu tive que voltar pro banho apenas pra tirar o suor e o cheiro do sexo e do esperma dele do meu corpo loiro e depois voltei pro quarto, onde enquanto eu secava meus cabelos diante do espelho, eu olhava pra ele ali deitado na cama, distraído olhando seu celular... quando então ele me perguntou:

- Chegou excitada do shopping, ou foi impressão minha?

Na mesma hora que ele perguntou isso eu lembrei do que a minha amiga me falou sobre a possível vontade dele de querer ser corno. E nisso eu aproveitei pra jogar, pra testar ele, tipo:

- Só porque você me viu na banheira me masturbando acha que tem a ver com algo que rolou antes deu chegar?

Ele disse: - Se queria sexo era só ter ido direto em mim quando chegou.

- Mas se eu tivesse ido transar com você assim que entrei em casa, você ia me perguntar a mesma coisa.

Ele: - Lembra daquele dia, que tu me flagrou no banho, me masturbando e depois eu confessei pra você que foi porque fiquei excitado com aquela situação lá do supermercado com o teu ex colega de faculdade e tal? Pois é... agora fui eu quem flagrei você se masturbando... Não vai falar pra mim o que te estimulou nessa ida ao shopping?

- rsrsrsrsr... Ah, querido... Você tem uma imaginação muito fértil... Use ela.

Ele se levantou da cama, veio pelado caminhando e me encoxou por trás me abraçando ao meio, deitando seu queixo por sobre meu ombro direito enquanto olhava pra mim pelo espelho na minha frente e me encarando nos olhos, disse:

- Não brinca comigo. Fala.

- Vai me torturar pra eu falar?

- Fala, vai? Só quero saber o que te deixou excitada.

Eu então me virei de frente pra ele, eu e ele nus... onde olhando nos olhos dele, eu tive então a chance exata de mandar a real sobre o chifre que coloquei nele nessa semana com o meu ex ficante, o Alex... nossa, tava na ponta da minha língua... mas aí eu resolvi fazer um teste nele pra saber a reação dele, onde falei, ou melhor, comecei a inventar uma história:

- Bom... quando eu vinha do shopping... eu parei pra abastecer... mas aí eu saí e fui numa lojinha de conveniências no posto mesmo... entrei pra pegar uma água porque a minha garrafinha tava seca... o dono da lojinha tava no balcão do caixa... mas tinha um outro cara lá... e ele tava andando entre as prateleiras... e eu comecei a notar ele me seguindo com os olhos enquanto eu ia caminhando.

- Como era ele?

- Jovem... alto... negro, corpo malhado, cabelos crespos tipo blackpower... tava de calça moletom e camiseta do Flamengo... eee... eu passei por ele e ele olhando pra mim... ele riu, mas eu não ri pra ele... passei direto pro balcão... de repente eu vi por um espelho na minha frente que ele se aproximou... por trás... e ficou ali... a um metro de mim... olhando pra minha bunda na minha saia colada... olhei pelo espelho e vi ele colocando uma mão no pau por cima da calça dele... como se ele tivesse... dando uma ajeitada... Depois então ele veio eee... ficou do meu lado, no balcão... e aí... bem... aí eu deixo pra você imaginar como foi que acabou isso.

- Não, você não transou sem mim. Tá me provocando, né?

Eu com minhas mãos no peitoral nu dele, encarando ele nos olhos, rindo meio safada, disse:

- Sua imaginação é fértil, querido. Pense o que quiser. Posso tá mentindo, posso tá falando a verdade... Escolha no que acreditar.

Nisso ele me agarrou, corpo a corpo, senti na minha barriga o pau dele já duro... e de testa na minha ele sussurrou:

- Você sabe me provocar, né, sua safada?

- Porque? Ficou excitado em imaginar eu fodendo com esse cara sem você ver?

Ele me encarando nos olhos, perguntou:

- Você teria coragem de me chifrar?

Eu pensei no Alex, meu ex ficante, com o qual eu realmente chifrei ele... passou um filme na minha cabeça, um filme pornô, onde revi na minha mente várias cenas da foda que ele me deu lá na casa dele. E nisso eu disse pro meu marido:

- Quer entrar na minha cabeça e descobrir?

Motivado por uma excitação repentina, meu marido me pegou de jeito com as duas mãos pelo pescoço que eu senti falta de ar... ele nunca me pegou assim... o olhar dele foi estranho, pensei mesmo que ele tivesse ficado puto por eu ter insinuado um chifre nele... em seguida ele me pegou pelos cabelos com uma mão por trás e me deu um beijo bem intenso que gemi... gemi sem ar...

Logo ele ergueu e me dando um giro me jogou na cama que eu caí de costas quicando... ele veio por cima, voltando a colocar uma mão no meu pescoço e me encarando de rosto por sobre o meu me apontou o dedo na cara e falou:

- Você não fez nada disso. Tá me tirando... Não me provoque.

Ele deitou o rosto no meu me beijando a boca com intensidade ao ponto deu sufocar, me chupou os lados do pescoço me fazendo gemer e revirar os olhos num surto de arrepios em meu corpo todo e assim foi descendo sua boca em mim como se me devorasse... até me domar as coxas, me arreganhar toda e cair de boca na minha buceta... aí que eu gemi com gosto, onde fui levada a um orgasmo bruto que me contorceu o corpo quicando de costas na cama.

E lerda recebi ele por entre minhas pernas, onde já tomei uma forte enfiada de rola na minha buceta... e pela dureza do pau dele me rasgando a buceta por dentro notei toda a sua excitação enquanto me bombava forte, me fazendo gemer agoniada e explodindo de tesão... adoro a rola do meu marido assim... forte e em constante socada sem sair de dentro. E gemendo aos berros, fiquei incitando ele:

- Tá com ciúmes? rraammrr, rraammrr, tá com ciuminho da esposa safada, tá? rraammmrr...

Nisso ele falou algo bem vulgar, coisa que até então nunca tinha escutado ele falar:

- Cachoorraa... puutaaa... tá dando a buceta na rua, tááhh? mmmrrr...

Daí em diante foi só paulada na minha buceta, com ele me bombando com intensidade, batendo virilha e fazendo ecoar o som seco das batidas junto aos nossos gemidos... onde eu sentia dentro da minha buceta o vai e vem acelerado da rola dele me fodendo e as pancadas do cabeção esmurrando a parede do meu útero.

Gozei forte mais uma vez, e entre espasmos ele me fez virar e logo me colocou de quatro e de costas pra ele, onde me pegando por trás ele me sentou uns tapas na bunda, e disse enquanto me surrava a bunda:

- Ele ficou louco por essa tua bunda gostosa, foi, sua cachoorraa?

A cada tapa na bunda loira que ele me dava as nádegas tremiam e ardiam me fazendo gritar... mais e mais tapas na bunda, e eu delirava ainda mais de tesão... e gemendo manhosa enquanto apanhava na bunda, eu falei:

- Não coontooo, não conto o que ele fez comigo, não cooontooo, rrraammmrr...

Meu marido, louco de tesão, pensando um monte de putaria com “esse tal cara negro” que inventei, me meteu o pau no meio do meu rabo loiro e me domando pelos quadris começou a me puxar forte enquanto me socava o cu sem cuspe e sem dó. Toda arrebitada de quatro, sendo puxada por trás e tomando virilhadas com violência, eu fui ao êxtase em questão de segundos... fico louca com o pau do meu marido me socando o cu... a dor virou orgasmo e eu delirei aos berros... ele tava enlouquecido de tesão e tara, me puxava forte, mandando ver surra de pica no meu cu... tava muito excitado por achar que eu tinha chifrado ele com esse tal negão que inventei... só que eu realmente tinha chifrado ele, e o verdadeiro autor dos chifres eu mantive em segredo. Ao menos aqui eu já tinha tido o que eu queria, saber qual seria a verdadeira reação dele ao saber que eu corneei ele... embora eu não tinha confirmado.

Nossa, foi tanta paulada no meu rosado cuzinho que eu quase desmaio de dor... tomei no cu de língua pra fora, parecendo uma cadelinha cansada... e o meu marido, com aquele cacetão dele todo duro, me mantendo de quatro, me domando pelos quadris e me socando sem parar... que agonia, que tesão... gozei muito no vai e vem da rola dele me arrombando o cu, cheguei a colocar um sorriso em meu rosto nesse momento, pois veio na minha mente a comida de rabo que eu tomei do meu ficante ainda nessa semana... Caralho, que coisa mais surreal, meu marido comendo a minha bunda e eu lembrando do pau de outro fodendo meu cu... de repente meu marido começou a gemer mais agoniado enquanto vinha deitando por sobre as minhas costas, parando de socar, mas mantendo seu pau empurrado no meu cu... onde gozou, enchendo meu cu de porra.

Depois dessa foda motivada por um par de chifres, desmaiamos juntos na cama, de tão esgotados que ficamos. Ele ofegando entre gemidos e cansaço, em meio ao prazer de ter me comido motivado pela desconfiança, e eu gemendo e ofegando na mais pura certeza daquilo que a minha amiga me falou... sobre meu marido querer ser corno.

Não sei se ele acreditou na história que inventei pra ele, sobre esse cara negro na lojinha do posto de gasolina, mas uma coisa ele acreditou e confirmou, ele curtiu pensar que foi corneado, caso contrário tínhamos terminado ali mesmo por ele achar que eu quebrei as regras da nossa relação a dois. Tanto que aqui, de manhã, enquanto a gente se arrumava pra irmos pros nossos trabalhos, ele me abraçou sutilmente e me disse olhando em meus olhos verdes:

- Caralho... tu pegou pesado comigo ontem, sabia? Eu continuo excitado por causa do que você me falou, sabia?

- rsrsrsrs... Para, vai. Guarda esse fogo pra quando a gente voltar.

- Quer dizer que vai mesmo manter segredo disso?

- Vamo trabalhar, vai. Tá na hora.

À partir desse fato, algo mudou na nossa relação, pois durante o trabalho eu recebi muito mais mensagens dele... inventando qualquer coisa, na pura intenção de vigiar meus passos. Aliás, cheguei a brincar com isso, pois deixei por um momento, no horário do almoço, meu celular totalmente desligado. E quando liguei de novo uma hora e tanto depois, vi ele on line e me perguntando porque não respondi ele, onde é que eu tava... eu apenas ri disso... caralho, eu amo meu marido, nunca pensei que ele tivesse fetiche de me ver com outro, e agora mais esse fetiche em gostar de se achar corno.

E quando eu chegava em casa, bastava eu ter demorado uns 20 a 40 minutos pra chegar que ele vinha me perguntar porque demorei... como também notei ele olhando minhas coisas, meu celular... mas quando flagrei ele olhando uma calcinha minha, como se tivesse procurando sêmen ou o cheiro da rola de outro homem, se é que é possível, eu achei até graça, rsrsrs... tudo na intenção de encontrar alguma pista de um chifre que fosse. E o mais louco, ele passou a me pegar de jeito e a me meter a rola com vontade... claramente estimulado pela sensação de estar sendo corneado.

Pois bem, esse comportamento dele seguiu a semana toda, não que ele tenha se comportado o tempo todo assim, de forma neurótica, me fazendo perguntas, me olhando atravessado e me observando. Não, ele não exagerou, a gente viveu nossas coisas e rotina normalmente... mas é que tinham horas que atiçava nele uma desconfiança de mim e tal... Na sala, eu e ele no sofá assistindo um filme, e eu olhava pra ele e ele ficava me olhando de um jeito, eu me segurava pra não rir, e às vezes até caía na risada, abraçava ele, beijava. Senti vontade de chamar ele de meu corninho, mas não fiz isso.

Mas aí vou falar do meu lado, dos meus sentimentos quanto a esse momento novo na nossa relação, pois eu meio que tava curtindo sim, tanto que comecei a me imaginar mais vezes em situações com outros homens e tal... onde ao menos por pensamento traí meu marido. Cheguei a trair ele até com pedreiros de uma obra ao lado do meu trabalho, imaginando eu dando pra algum ao ser espiada enquanto ia passando. Traí ele com o motoboy do meu trabalho, com o cara que limpa os ar-condicionados, com um e outro estagiário mais gatinho que entrava na minha sala... E isso me excitava... sei lá... ser casada com um homem que fodia comigo e com outros e ao mesmo tempo tinha tesão em se achar corno.

Porém, a vida cuida de nos fazer passar por provações, por testes... digo isso porque, em alguns momentos eu tive sim a possibilidade de cornear meu marido, como aconteceu na casa do meu ex ficante. Pois aqui e ali, na ausência dele, aparecia algum carinha que mexia realmente com a minha libido e tal... mas eu sempre me segurava, claro, pois eu não queria me assumir como a personagem que eu tinha montado pra provocar meu marido, de esposa traidora. O único chifre que dei nele já tinha sido o suficiente pra mim e tinha ficado nisso mesmo.

Só que... certo dia da semana eu tava na academia, a noite, após ter chegado do meu trabalho e tal... meu marido tinha ido a uma reunião e chegaria mais tarde em casa. E eu ali, malhando, sentindo meu corpo produzindo a endorfina e tal e ao mesmo tempo alimentando a minha libido com todos aqueles rapazes malhando perto de mim, com seus corpos definidos, seus músculos, aquele cheiro de virilidade exalando e alimentando a minha excitação enquanto eu ia me exercitando nos aparelhos, com movimentos repetitivos que ajudavam a atiçar meu corpo... e o meu instrutor vez em quando passando diante de mim, ora falando comigo, fazendo alguma gracinha, bancando o carismático, ora vindo em mim pra me dar uma ajudinha enquanto eu me ajeitava num aparelho, onde eu tinha que me virar assim e assado pra ele, ora de bunda pra ele e ele tocando nas minhas costas... aí eu dava uma olhada na calça em malha dele e notava aquele seu volume... enfim.

E quando então deixei a academia, pra vir pra casa, e no estacionamento, antes de entrar no meu carro, como de costume esse instrutor chega pra pegar o carro dele e ir embora, e que por costume fica estacionado ao lado do meu... e relembro, pois falei dele no primeiro relato, ele é um gato, um moreno, garotão, bem alto e malhado, e sempre quando me encontra no estacionamento ele puxa alguma conversa e tal... ele bebendo água numa garrafinha e eu mexendo nos meus cabelos, ajeitando o elástico, e como costume eu dou uma olhadinha na virilha dele, em sua calça em malha, pois em alguns outros momentos cheguei a notar ele de pau duro... não sei se de propósito, mas notei... e aqui tava duro também. Dava pra ver o danado ali deitado na horizontal marcando a calça dele. Nossa, era praticamente um salame.

E aqui, eis que ele inventou de me mostrar um vídeo em seu celular de uma sequência de exercícios que ele tinha criado, pois ele tava se metendo a influenciador, youtuber e tal... Ele ficou do meu lado, onde enquanto ele me mostrava o vídeo ele colocou uma mão nas minhas costas, no meu dorso lombar, bem naquela curvatura acima da bunda... eu me arrepiei ao sentir a mão dele, pois minha malha era cavada atrás mostrando as costas. Eu ao lado dele vendo a porra do vídeo, demorado por sinal, sentindo o cheiro dele, ele de camiseta cavada onde o cheiro da axila direita dele, do mesmo braço que tava com a mão por trás de mim, tava meio forte, tipo, ele claramente não usava um anti-transpirante nesse dia... e confesso, esse cheiro de macho tava mexendo comigo... pois eu ainda tava sob o efeito da endorfina agindo no meu corpo e sentidos.

Aí eu tomei um susto... pois esse filho da puta, com a mão direita ali apoiada no meu dorso lombar... não é que ele desceu essa mão?

Pois é, desceu me dando uma alisada na bunda. E o pior, ele deixou a mão na minha bunda. E pior ainda, eu deixei.

Estacionamento meio deserto, meio escuro só com um poste meio distante do local onde a gente tava entre carros, eu e ele, aquele som de carros passando na avenida ao lado, o clima safado... e eis que ele já se vira me agarrando e me tascando um beijo enquanto me encosta na porta do meu carro... eu apoiei minhas mãos nos quadris dele e simplesmente me deixei ser beijada por ele... aquela degustação de línguas, a dele entrando na minha boca e eu chupando, ele chupando a minha... do beijo veio os chupões em meu pescoço... e eu sou do tipo que quando tomo chupão no pescoço o meu grelo pipoca de tanto latejar...

Nossa... eu sequer falei não pra ele, ou empurrei ele de mim, apenas gemia manhosa e revirava meus verdes olhos, recebendo o rosto dele no decote do meu tope, onde nessa gula ele arrancou um peito meu pra fora e ficou ali me mamando... Caralho, eu segurava o rosto dele nos meus peitos enquanto ele me mamava e ao mesmo tempo eu dava uma olhada pros lados pra ver se não vinha ninguém... aí eu deitava minha cabeça no meu carro, gemendo... ao mesmo tempo tomei uma apalpada na buceta por sobre a minha calça em malha... gemi mais louca ainda... ele tava me devorando ali mesmo nesse estacionamento e eu permitindo, gostando... comecei a pensar no meu marido... no corno do meu marido. Literalmente à partir disso. Pois na primeira vez, com o meu ex ficante, foi motivado pelo impulso e tal. Mas aqui tava sendo porque eu queria mesmo.

Abri a porta do meu carro, que além de ser mais espaçoso que o dele, tinha vidros escuros, e dentro, com as luzez apagadas, ele se sentou no banco traseiro já puxando sua calça em malha e eu tirando a minha apressadamente, onde montei no colo dele, engolindo o pau dele com a minha buceta... sem camisinha... e comecei a galopar feito uma maluca enquanto ele mamava meus peitos pra fora do meu tope... gemendo, louca... chifrando pela segunda vez o meu marido.

E enquanto eu digito isso aqui, eu lembro e me excito, pois que cacetão mais tesudo o desse meu instrutor... eu sentia a minha xoxota arregaçada pela grossura do cacete dele... minha buceta fodeu sorrindo, se babando todinha nesse pirocão enquanto eu subia e descia numa quicada ritmada, mexendo endiabradamente meus quadris... e as mãos dele na minha bunda, acompanhando meus movimentos pélvicos, meu rabo tacando no colo dele... só parei quando dei uma gozada... me tremendo toda, gemendo sem ar... onde fiquei montada rebolando no colo dele, apertando aquele cacete... haja força na contração da buceta pra apertar aquele cacetão dentro de mim.

Lembro que eu subi meu corpo um pouco, sem deixar o pau dele sair da minha buceta... onde fiquei contraindo a buceta só pra poder fazer um boquete na cabeça da rola dele apertando com a buceta. Adoro pompoarismo, adoro botar minha buceta pra chupar a cabeça de uma pica... e isso foi o suficiente pra ele gozar... ele gemeu... eu sentei de uma vez enquanto ele se contorcia sentado no banco traseiro do meu carro, e assim fiz minha buceta engolir toda a rola dele e ele terminou de gozar dentro de mim.

Foi só uma rapidinha. Ele deixou meu carro, eu me recompus, fui pro banco da frente onde me ajeitei diante do meu volante e fui pra casa.

Em casa tomei um banho, e me toquei no banho, me achando uma safada e gostando disso. Eu tava o tempo todo pensando só em putaria, tomada por esse chifre que dei no meu marido com o meu instrutor da academia. Em nenhum momento me arrependi disso. Depois do banho fiz um jantar e coloquei no forno pra quando meu marido chegasse... Fiquei meio deitada no sofá, celular na mão e com a cabeça distante, pensando nesse meu comportamento de esposa infiel, cheguei a rir me deliciando.

Nisso escutei som de carro chegando em casa, entrando pela garagem, era meu maridinho voltando do seu trabalho... Logo ele aparece na sala, me cumprimentando... e o detalhe: ele veio acompanhado de um sujeito... negro.

Continua...

Obrigada e comentem pra eu portar mais.

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