#Traições #Virgem

Mulher nota 10

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Foi na faculdade que transei pela primeira vez com uma mulher casada e mãe de um amigo.

Início dos anos 80: Vim de uma cidade pequena do interior de Minas para uma cidade grande. Minha família, tradicional, religiosa e de classe média alta, quis que o filho fosse doutor. Fui morar no centro da cidade, numa república com outros estudantes.

Por ser muito tímido fiz poucas amizades, mas uma delas marcou muito a minha vida. Vou chama-lo de Nenê, embora ninguém o chamasse assim. Passamos a estudar e sair juntos. Ele morava na zona Sul da cidade, em uma casa com piscina e quase todo o final de semana eu dormia na casa dele. Ficava alojado num quarto do irmão dele que havia se casado.

A família de Nenê sempre me acolheu muito bem e eu até ficava sem jeito com tanta gentileza. Em resumo, passei a ser uma espécie de membro da família aos finais de semana. Eu e o Nenê saíamos na sexta ou sábado à noite, íamos a discotecas que eram danceterias, a balada jovem da época.

Eu estava louco para experimentar o sexo, porém a coisa era bem diferente do que é hoje em dia. Não havia tanta liberdade, principalmente para as mulheres como acontece atualmente. Era um beijinho aqui, um amasso ali e ficava nisso. Procurar prostitutas era uma opção, mas eu tinha medo das doenças contagiosas. Então tinha que me contentar em ver revistas pornô e bater punheta imaginando como seria comer uma mulher.

Já havia passado uns oito meses quando notei algo estranho. Num final de semana, percebi que os pais do Nenê quase não estavam se falando. O pai até que tentava puxar algum assunto, mas a mãe respondia com poucas palavras. Briga de casal, pensei.

No final de semana seguinte, novamente percebi que a situação não mudara. Comigo estava tudo bem, ela conversava, brincava, mas com o marido, poucas palavras. E justamente neste final de semana, nós não saímos e ficamos curtindo a piscina. O pai dele estava fazendo churrasco e a mãe tomando sol, mas dava para sentir um clima esquisito entre os dois.

O pai dele já estava meio alcoolizado quando me convidou para ir pescar com ele e o Nenê, em uma cidade, cerca de uns quinhentos quilômetros de distância, já que seria um feriado prolongado no próximo final de semana. Embora eu seja do interior, eu detesto pescar, não tenho paciência e não gosto, então, com toda a educação eu recusei o convite explicando os motivos.

Uma meia hora depois, o pai de Nenê subiu para descansar. Já era por volta das quatro horas da tarde e eu estava pensando em ir embora. Nenê, também subiu e foi ao banheiro. Foi quando a mãe de Nenê me disse:

- Eles vão pescar e vou ficar sozinha na casa e tenho medo. Você poderia vir e passar o final de semana prolongado aqui? Só que não conte para eles. Não quero estragar a pescaria deles.

Concordei em vir, não contar e sinceramente, não vi nenhuma malícia no convite, afinal eu me sentia como se fosse filho dela. Combinamos de eu chegar depois das duas horas da tarde do sábado.

Fazia um calor tremendo quando cheguei e ela estava muito feliz de eu ter vindo. Logo que entrei ela falou:

- Vamos aproveitar a piscina.

Eu me troquei e desci para a piscina. Logo ela apareceu e quando tirou a saída de banho estava de biquíni e não de maiô como costumeiramente fazia. Eu já havia reparado que ela era bonita e gostosa, mas não ficava olhando, porque era casada, mãe do meu amigo e mais velha do que eu. Atualmente, é muito normal mulheres na faixa de quarenta, cinquenta e até sessenta anos estarem bem cuidadas, mas naquele tempo isso não era muito comum.

Pediu que eu passasse protetor solar nas costas dela e depois passou em mim. Deitou-se de bruços numa esteira abrindo parcialmente as pernas, coisa que nunca havia visto ela fazer. Fiquei admirando aquelas coxas e bunda maravilhosa.

Então começamos a conversar. Ela me perguntou coisas sobre a minha vida, minha família e foi falando da dela. O papo foi ficando cada vez mais íntimo com ela me perguntando sobre namoradas e de como eram as mulheres na minha cidade. Contou que casou grávida do Nenê, aos vinte e três anos. A gravidez foi problemática e ela não pode ter mais filhos, embora quisesse. Por fim, me aconselhou a aproveitar bem a vida, porque ela mesma não curtiu, não teve a oportunidade de conhecer outras pessoas e assim, deduzi que tinha pouco mais de quarenta anos.

A tarde foi caindo e ela me disse que iria entrar, pois mais tarde iria preparar uma coisa gostosa para eu comer. Ingênuo, eu não imaginava que, provavelmente, ela estava se referindo a outra coisa.

Entramos, eu fui tomar banho enquanto ela ficou na cozinha. Quando desci, o telefone, que era fixo, tocou e a vi atendendo a ligação. Pelo que entendi era o marido dizendo que haviam chegado ao lugar, se instalado e perguntando se tudo estava bem. Secamente ouvi ela responder que estava tudo bem e a conversa durou mais alguns segundos e foi encerrada. Visivelmente ela estava magoada com alguma coisa.

Não quis me intrometer e por isso não perguntei nada. Apenas fiquei na minha e ela subiu dizendo que iria tomar um banho. Quando retornou eu estava assistindo televisão e ela parecia mais alegre. Sentou-se ao meu lado e me disse que se quisesse poderia tirar a camiseta, afinal fazia muito calor. Como sou tímido, preferi ficar com ela.

Veio a hora do jantar, ela preparou uns lanches e ficamos na cozinha conversando. Ainda que fosse um simples hambúrguer, me lembro até hoje do gosto de uma maionese caseira, com alho que era deliciosa. No final do jantar, ela colocou a mão sobre a minha, fazendo um pequeno carinho e disse para irmos para a sala assistir um filme. Achei estranho o carinho, mas fiquei na minha.

Assistimos a um filme e ela me disse que iria subir para dormir. Eu disse a ela que também iria subir, pois estava cansado. Fui ao banheiro escovar os dentes e quando saí, ouvi ela me chamando no seu quarto.

Quando entrei, fiquei surpreso. Ela estava de camisola curta, transparente, com uma calcinha e sutiã vermelhos, parecendo uma diabinha. Fiquei olhando para ela enquanto vinha em minha direção, parou e simplesmente começou a me beijar.

Eu não sabia o que fazer. Lembro dela se encostar em mim, meu pau endurecer e eu ficar com vergonha. Estava muito confuso com tudo o que estava acontecendo. Pensamentos de que ela é casada, que é mãe do meu amigo e que eu estava fazendo algo errado, inundavam a minha cabeça.

Quando ela parou de me beijar, ajoelhou-se, puxou minha bermuda e cueca para baixo me deixando pelado. Eu iria falar que aquilo era errado, mas não deu tempo. Sua boca engoliu parte do meu pau, chupando com gosto. Eu nunca havia sentido uma sensação como aquela, ainda mais quando ela puxou e expôs a cabecinha, brincando com a língua e sugando forte, fazendo até meu cú fechar.

Suas mãos brincavam e manipulavam o meu pau. Sua boca percorria toda a extensão dele, lambendo e chupando. Se ela estava com aquele tesão todo, imagina eu.

Assim que ela parou, se levantou e apontou a cama. Nesse momento eu não pensava em mais nada, estava meio que em choque. Tirei a camiseta e me deitei na cama enquanto ela se livrava da camisola, do sutiã e da calcinha.

Pela primeira vez eu vi uma mulher peladinha na minha frente. Seus seios eram pequenos, auréolas pequenas também. Sua bucetinha era fechada, com um tufo bem aparado de pelos no centro.

Ela ajeitou o meu pau e foi sentando em cima, deixando ele a penetrar lentamente. Minha primeira foda e a esta altura eu não queria nem saber se era casada, se era mãe de amigo, eu queria era meter.

Gemendo baixinho foi se acomodando até entrar tudo. Meu pau era apertado com força pela sua buceta e ela rebolava, me olhando com cara de que estava gostando, mordendo os lábios. Aí começou aquela cavalgada no ritmo dela e eu podia ver meu pau entrando e saindo.

Os peitinhos dela balançavam, comecei a acaricia-los e foi uma emoção sem tamanho. Depois apalpei a bunda dela e a segurei pela cintura, ajudando-a a subir e descer. Ela parecia estar com o diabo no corpo e montava como se eu fosse um cavalo bravo, pulando e descendo forte.

Em um dado momento, acho que ela percebeu que eu estava me segurando para não gozar e disse:

- Pode gozar dentro. Não vou engravidar.

Foi como se ela tivesse apertado o gatilho. Aquela sensação inebriante de ejacular com muito desejo. Aos poucos ela foi parando o movimento e eu estava satisfeito, não aguentava mais. Ela saiu de cima de mim, riu e disse:

- Nossa.... Gozou bastante mesmo.... Olha quanta porra está saindo de dentro de mim.

Realmente, estava escorrendo pelas pernas dela que foi ao banheiro para se limpar, voltando em seguida. Eu sabia que ela não tinha gozado e o pior, não tinha a mínima ideia do que fazer. Eu até queria continuar, mas meu pau estava meia bomba.

Deitou-se ao meu lado e disse:

- Percebi que você nunca transou, mas não tem problema porque se saiu bem. Aguentou firme. Amanhã vou te ensinar o que eu gosto. Agora descanse e durma aqui mesmo.

Isso, de certa forma, me tranquilizou e acabei pegando no sono feliz da vida. Acordei na manhã seguinte por volta das dez horas e ela não estava na cama. Eu a encontrei na cozinha, estava com o cabelo molhado, com um perfume de sabonete e shampoo, com aquela camisolinha e calcinha, sem sutiã.

Tomamos café e fui tomar um banho também. O dia estava quente e ensolarado. Entrei no banheiro da suíte e quando saí ela estava deitada na cama, peladinha. Claro que meu pau foi endurecendo.

Deitei ao lado dela e ela começou a chupar meu pau. Aquela mamada de uma pessoa que sabe o que está fazendo, tanto que em determinado momento disse a ela para parar porque senão iria gozar. Ela riu e disse:

- Vem.... Vem me chupar.

Fui sem saber como teria que fazer, mas ela, esperta, foi me ensinando. Comecei pelos peitos que eram pequenos, como já descrevi, eram do tamanho de duas peras e durinhos. Quase que cabia inteiro na boca.

Aos poucos, sem dizer nada, foi empurrando minha cabeça para baixo que foi descendo pela barriga até chegar na buceta. Fui beijando toda aquela região e meio afoito fui enfiando a boca e ela disse:

- Calma.... Vai devagar.... É sensível.... Põe a língua e movimenta devagar.

Fiz o que ela pediu e aos poucos fui pegando o jeito, ouvindo:

- Isso... Assim... Ai.... Que gostoso.... Vai...

Fui percebendo os movimentos dela, suas pernas se contraíam, às vezes suas mãos pressionavam a minha cabeça, ouvia seus sussurros e gemidos, até que ele me disse:

- Vem.... Me come....

No clássico papai-mamãe, subi em cima dela. Meu pau foi entrando, fui sentindo aquele calorzinho gostoso e meu pau sendo agasalhado, apertado pela bucetinha dela até que minutos depois ela diz:

- Isso... Vai.... Forte.... Soca.... Soca.... Isso.... Vai.... Vou gozar.... Ai... Vou gozar... Aiiiiiiiiiii.

Suas pernas se contraíram e senti um aperto no pau delicioso, mas continuei firme, fodendo ela que estava completamente relaxada, até que gozei. Meu pau pulsava ali dentro e fiquei imóvel em cima dela, curtindo aquele momento.

Depois que tirei, ficamos deitados sem trocar uma única palavra. O silêncio me mostrava o quanto satisfeitos estávamos.

Este silêncio foi quebrado por ela que me disse que precisava me contar uma coisa. Era segredo e tinha que ficar entre nós dois. Ela descobriu que o marido a traía a alguns anos e tinha provas disso.

Me mostrou uma meia dúzia de fotos do marido com a outra, já que ela tinha contratado um detetive particular, pois começou a desconfiar de algumas “viagens” dele. Esta outra, era uma namorada dele da adolescência e, sinceramente, enquanto sua mulher era nota 10 a outra era nota 5.

Perguntei porque não se separava e ela me disse que o amava, embora soubesse de tudo e a forma que encontrou foi pagar na mesma moeda. A princípio me senti usado, mas ao mesmo tempo enfiar a rola numa mulher tão bonita valia a pena. É.... o amor e o sexo têm coisas estranhas.

Nos trocamos e fomos para a piscina aproveitar o sol. Na parte da tarde fomos tomar um banho juntos e eu a peguei em pé. Encaixei meu pau naquela bucetinha e uma das minhas mãos alisava o peitinho dela e a outra, ensinado por ela, manipulava o clitóris, além de beijar seu pescoço. Eu me surpreendi pela rapidez com que ela gozou.

O clima era estranho, pois existia uma diferença de idade e de experiências, mas eu estava aprendendo muito, tanto que comentei sobre sexo anal e depois do jantar ela me disse que iria dar a bunda.

Já no quarto, ela pegou uma pomada que hoje é o KY e eu nem sabia que aquilo existia. Pediu que eu aplicasse na bunda dela e depois me deu uma camisinha.

- Eu tentei com meu marido umas duas vezes. – Disse ela. – Por favor, vai devagar porque dói.

Olhar aquela bunda gostosa prestes a ser penetrada, não tinha preço. Me posicionei por cima dela e fui tentando invadir o seu buraquinho com muito cuidado, pois não queria machucá-la. Ouvia ela gemer, se contrair e imediatamente eu parava. Com muita paciência e tesão, consegui enfiar tudo.

Aos poucos, fui comendo aquela bundinha, redonda, durinha. Socava bem devagar porque ela gemia e depois de alguns minutos fiquei com dó. Era visível que ela não estava tendo nenhum prazer e estava sofrendo. Perguntei se devia continuar e ela me disse que estava desconfortável então resolvi parar.

Retirei a camisinha, a coloquei de quatro olhando o estrago no cuzinho dela. Eu queria comer aquela bucetinha rosada que parecia um hambúrguer. Agora sim, dava para ver todo o tesão dela que pedia para socar com força. Eu, agarrando aquela cintura, para ter mais apoio, enfiava sem dó.

- Isso.... Vai.... Isso... Me come.... Me come.... – Ela repetia várias vezes.

Eu já estava ficando cansado daquela posição, até que senti aquele aperto no pau. Ela estava tendo uns espasmos provocados pelo orgasmo. Isso me incentivou a forçar a penetração ainda mais e acabei gozando.

Nos deitamos lado a lado e eu simplesmente fui apagando, pegando num sono pesado e acordando somente no dia seguinte. Ela estava ao meu lado, ainda dormindo. Depois de alguns minutos acabei me mexendo e isto a fez acordar. Sorriu e disse:

- Nossa.... Fazia tempos que eu não me sentia desse jeito. Plena, satisfeita, leve.

- Aguenta mais uma? – Perguntei.

Ela riu e abriu as pernas e eu a puxei para a beirada da cama. Num frango assado, completamente exposta, comecei a meter, enquanto ela manipulava o clitóris. Pelo semblante do seu rosto dava para ver toda a felicidade e todo o tesão que estava sentindo.

Meti gostoso até que ela gozou. Eu estava com muito tesão, mas não sentia vontade de ejacular e continuei metendo, até que ela pediu para parar. Sentou-se na beirada da cama e começou a chupar meu pau. Aquela mamada molhada, caprichada e aí não consegui resistir. Gozei no rosto dela e depois ela chupou a cabecinha do meu pau, limpando-o.

Tomamos um banho, era quase meio-dia e a previsão de chegada dos viajantes era às três horas. Achei melhor ir embora e no caminho minha cabeça tinha vários pensamentos, alguns de culpa, outros de satisfação e decidi levar aquilo com normalidade.

Durante os quatro anos de faculdade, tive a oportunidade de comer a mãe do Nenê algumas vezes, principalmente depois de um ano, quando ela se separou do marido. Encerrado este ciclo, voltei para a minha cidade, casei e nunca mais falei sobre este assunto, até hoje.

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