Surpreendida pela amiga
Eu jamais imaginaria que algo assim acontecesse tão próxima de mim. Sei que entre quatro paredes muita coisa acontece, mas....
Eu, sendo mulher, gosto de uma fofoca, mas acho estranho contar algo íntimo sobre outras pessoas. Por respeito, não vou identifica-las, porém eu vou contar a história que vi.
Os meus vizinhos de apartamento são muito sociáveis, alegres e de bem com a vida. Desenvolvemos uma grande amizade durante oito anos e todos nós temos aproximadamente a mesma idade, em torno dos trinta e cinco anos. Eu e ela passamos a ser amigas íntimas, de dividir segredos, já os maridos sempre foram mais, digamos, contidos, principalmente o meu que é mais introspectivo.
Eu e ela estamos sempre juntas, seja no shopping, na academia do prédio, aliás é um grande incentivo ter alguém que te acompanhe nos exercícios quase que diariamente. Temos mais ou menos a mesma constituição física, magras, bundas empinadas, coxas grossas, cerca de 1.70 de altura e entre 55 a 60 quilos, ou seja, nos preocupamos com nossas aparências, cuidando de tudo.
Foi num feriado, uma sexta-feira pela manhã, que tudo começou a acontecer. Na academia do prédio ela me disse que o marido tinha levado o filho na casa da avó e voltaria à tarde. Cheguei até a brincar com ela, dizendo que teriam uma nova lua-de-mel. Ela riu, mas não disse nada.
Por volta da uma hora da tarde, eu saí com meu marido e meu filho para irmos almoçar e encontramos o marido dela no elevador, acompanhado de dois belos rapazes, que depois fiquei sabendo que eram angolanos.
No sábado pela manhã, desci na academia e ela não estava lá. Estranhei. No domingo, novamente pela manhã, fui a academia e ela não apareceu. Quando subi, o marido dela estava esperando o elevador, acompanhado dos dois angolanos. Perguntei sobre ela e o marido me disse que estava dormindo.
Entrei no meu apartamento e pensei: acho que a lua-de-mel não aconteceu, aliás, eu e meu marido também não transávamos a algum tempo. Quem é casado sabe que tem aquelas fases de marasmo, de monotonia.
Bem, os dias se passaram e eu comecei a estranhar a minha amiga. Ela estava diferente, agitada, cheia de energia, parecia muito feliz, mas estava calada e cheguei a perguntar se estava tudo bem. Ela respondeu que sim e não comentou nada.
Puxei outro assunto que ambas gostamos de falar: filmes. Ambas tínhamos o mesmo sonho quando éramos adolescentes. Queríamos ser atrizes. Embora eu não a conhecesse nesse período sempre achei curiosa esta coincidência. Na época eu até quis fazer curso de teatro, mas meu pai não deixou.
Umas duas semanas depois, minha amiga me perguntou se eu poderia ir, à tarde, logo depois que ela levasse o filho na escola, ao seu apartamento que ela gostaria de conversar comigo.
Quando ela voltou, tocou a minha campainha e fui para o seu apartamento. Ela estava eufórica e disse que precisava me contar e me mostrar uma coisa, mas que era algo forte e sexual. Eu, como adoro sexo gostei da ideia, mas não tinha a menor noção do que seria.
Ela plugou o notebook na televisão e começou a ser exibido um filme caseiro. Ela estava sentada no mesmo sofá que estávamos, acompanhada dos dois angolanos que ela identificou como Mavinga e Ruslan. Segundo o que ela me disse, os nomes significavam Elefante e Leão na língua deles.
Ela estava sentada no meio dos dois que começaram a alisar suas pernas, seus seios. Na hora eu achei que fosse imagens geradas por inteligência artificial, mas pareciam tão reais e fluidas que me espantei e disse:
- Nossa.... O que é isso?
- Eu fiz um filme pornô. – Respondeu ela – Sou uma atriz interpretando um personagem.
- Teu marido viu isso? – Perguntei mais espantada ainda.
- Claro que viu. Ele é quem está filmando. Ele usou três câmeras, duas fixas e uma móvel, para depois editar. – Disse ela com uma naturalidade que me surpreendeu.
Ela passa a beijar o Mavinga, mas não era um beijo técnico. Era um beijo com entrega, aqueles que você dá quando está apaixonada. Enquanto isso, o tal do Ruslan, ia apalpando os seios dela, puxando a alça do vestido para baixo e desabotoando o sutiã.
Alguns segundos depois, ela se vira para o Ruslan e começa a beijá-lo enquanto o Mavinga vai enfiando aquela mão grande no meio das pernas dela. O rosto da minha amiga estampava um prazer absurdo.
Os três se levantaram e ela começou a tirar a calça do Mavinga e assim que ela puxou a cueca para baixo, um pinto enorme e mole saltou para fora. Se Mavinga era elefante, estava claro que aquilo era uma tromba. Comparando com uma régua, com certeza tinha mais de vinte centímetros.
Ela, ajoelhada começou a pôr aquilo na boca. Além de grande era grosso. Ela até manipulava com certa dificuldade e foi endurecendo. Eu não sabia o que fazer. Eu não sabia se estava com vergonha de ver minha amiga numa cena tão explícita, se pedia para ela parar, se ia embora, mas, ao mesmo tempo, eu estava ficando cada vez mais excitada. Era como se eu estivesse me colocando na posição dela.
Logo vi o outro pinto se aproximando, era menor e ela passou a chupar alternadamente. Ao meu lado, ela tinha uma cara de satisfeita e eu, meio que fui me acostumando com aquilo. Ouvi a voz do marido dela dizendo para irem para o quarto.
Sabe quando você tem um choque. Foi essa sensação que eu senti. O marido pedindo para irem para o quarto e, claro, já sabia para o que era. Eu pensava: um corno morando bem ao meu lado. Em vez de comer a esposa a oferece a outros. Não tenho nada contra, mas acho estranho.
A cena havia mudado, ela estava nua, deitada na cama e os dois homens a chupavam, tocavam em seu corpo. Minha amiga delirava e eu fiquei imaginando como seria estar na cama com dois homens.
Continuei prestando atenção em cada detalhe. O tal do Mavinga beijava, lambia, chupava toda a região da vulva, enquanto o Ruslan se deliciava com os peitos dela. Quando Mavinga começou a efetivamente a enfiar a língua nela a deixou alucinada. Ele alternava a língua e o dedo, começou devagar e depois foi acelerando.
O tesão era tanto que ela começou a balbuciar:
- Amor.... Eu quero pica.... Quero dar para eles... Eu estou toda molhadinha
A cama deles era bem alta e desse modelo King Size. Ruslan deitou-se sobre ela, se ajeitou e começou a penetrá-la sendo incentivado pela minha amiga que dizia em alto e bom tom:
- Isso... Vai... Me come.... Me come... Soca forte... Isso... Soca... Me come que eu tenho um marido frouxo... Um corno manso.. Está gostando de ver sua mulher dando para outro homem? Seu corno.
Ouvi a voz dele dizendo que sim e fiquei pensando, já que havia passado a surpresa, quantas variantes tem o sexo. Sei lá se eu me acostumei com aquilo, mas notei que o rapaz estava sem camisinha e perguntei a ela.
Minha amiga respondeu que eles tinham feito exames e estavam todos limpos, aliás, podiam até gozar dentro porque ela, na gravidez, tinha amarrado as trompas, além de se precaver com outros métodos. Embora eu ache tudo isso uma loucura, estava cada vez mais interessada, pois o filme estava mexendo comigo.
Era quase um filme profissional, pois as câmeras posicionadas em lugares estratégicos me davam diversos ângulos, além da câmera que era manuseada pelo marido. Olha, a edição foi bem-feita, inclusive com zoom.
Depois de um tempo ela disse que queria uma pica maior, não que a do rapaz fosse pequena, mas o do Mavinga era como se fosse um tubo de desodorante grande. Ruslan saiu de cima dela. Mavinga estava deitado ao seu lado e ela foi cavalgar.
Acho que é um fetiche de muitas mulheres, inclusive meu, o de receber algo grande, embora, na prática, não faça tanta diferença, pelo menos para mim. Ao meu lado, sem a menor cerimônia, minha amiga estava se tocando ao ver aquela cena. Eu também estava superexcitada, mas mantive o decoro perguntando:
- Doeu?
- Não.... O cara sabe meter.... Sabe que tem algo grande e não quer machucar. Precisa ter cuidado para não socar forte, porque aí dói.
A cena prosseguiu. Minha amiga era mostrada de frente, ajeitando o pinto dele e sentando devagar. Aos poucos ela foi descendo, parando diversas vezes, acho que para se acostumar, até uma hora que não deu mais.
Olhando por trás, dava para ver o que faltava uma parte para entrar. Ele a segurava pela bunda e ela começou a rebolar. Perguntei a ela:
- Qual a sensação neste momento?
- No início, foi difícil. – Disse ela – Mesmo lubrificada a gente sente um pouco de dor, mas depois vai se acostumando. A maior sensação é de você estar sendo preenchida totalmente e algo quente pulsando dentro de você. É uma delícia.
O rapaz era forte e ela mesmo se ajeitou, com os joelhos na cama ficando bem ereta. Podia se ver que ela comandava e parecia querer fazê-lo gozar, subindo e descendo lentamente e de certa forma, judiando dele.
Até que eles mudam de posição. Ele a puxa para a beirada da cama, abre suas pernas e começa a brincar, pincelando na entradinha. Aos poucos vai introduzindo aquele volume até chegar numa determinada parte.
Passou a fazer devagar, mas tirava bastante de dentro e enfiava novamente. Parecia ser muito cuidadoso, diferente daquilo que se vê em filmes pornô. Ele até alternava a velocidade e a força, acompanhando as reações da minha amiga, que simplesmente estava delirando.
- Está vendo amor.... – Disse ela – Está vendo como se faz.... Isso sim é um macho. Olha a pica dele e veja a sua... Você acha que eu fico satisfeita com você? Preciso de machos assim como ele.
Eu quase ri, quando numa tomada do filme, o marido dela apareceu, de pinto duro, mas realmente era pequeno. O que mais me surpreende é a pessoa gostar de ser humilhada, como no caso dele e ainda ter prazer vendo um homem beijando e comendo sua mulher.
Ela continuava a falar:
- Vai... Isso meu macho.... Me come na frente deste corno que não vai me comer nunca mais. Olha corno.... que gostoso....
Acho que ela percebeu que eu estava meio constrangida em ouvir ela falar estas coisas e foi logo me avisando que o marido gosta de ouvir aquilo e que ele até pediu para que ela falasse coisas deste tipo.
O filme continua e ela anuncia que vai gozar. Perguntei se foi real e ela confirmou. Pode-se ver bem a reação de satisfação dela.
- Ai.... Eu vou gozar.... Eu vou gozar.... Ai.... Que tesão.... Aiiiiiiiiii
O rapaz continuava a meter enquanto ela já estava naquele período pós gozo, até que ele tirou para fora e vários jatos de esperma atingiram minha amiga na barriga. Eu não sei porque, mas me encantei com esta cena.
Ela pediu para o marido vir limpar a barriga dela e prontamente, ele pegou uma toalhinha e realizou o pedido. Foi então que ela olha para o Ruslan que deita na cama. Ela começa a beijá-lo e logo desce para chupar seu pinto.
Ficou ali, manipulando, beijando, chupando até fazê-lo gozar no seu rosto e novamente chamou o marido para vir limpar.
Logo outras cenas apareceram, ela tomando banho com os dois, beijando-os, chupando e sendo chupada novamente, xingando o marido e mais sexo em outras posições: em pé, de quatro, enfim, uma verdadeira maratona e que termina com a bunda.
Quem foi o premiado foi o Ruslan. Ela me disse que ficou com medo de ser arrombada pelo Mavinga. A cena foi de ladinho e pelo que vi ele também foi muito cuidadoso. Eu, pessoalmente, nunca fiz anal, mas ele foi caprichoso.
Passou bastante lubrificante, brincou com o dedo, até que a pegou por trás. Dava para ver que foi devagar, respeitando minha amiga que, ao mesmo tempo, era alisada no clitóris por ele. Aos poucos a foi penetrando, até que ela parece que relaxou. Perguntei da sensação e ela me disse:
- Começa com um incômodo, mas depois você se acostuma e fica bem gostoso, ainda mais com ele te alisando.
O filme chega ao fim com ele gozando dentro dela e quando tira, o esperma escorre para fora.
Ela olha para mim e pergunta:
- Gostou da atriz? Atuei bem?
Concordei e disse que ela não se preocupou com as câmeras, com diálogos, foi tudo espontâneo.
- Sabe.... – Continuou ela – Eu gostaria de expor tudo isso, mas o julgamento seria terrível. Agora, uma coisa é certa: aproveitamos e vamos repetir.
Eu fiquei olhando para ela sem saber o que dizer o que a fez continuar:
- Sei que você se excitou, eu vi e não precisa mentir para mim. Se quiser, numa próxima, você pode participar. Seu marido não precisa saber. É sexo e sei que você gosta.
Claro que eu gosto, e muito, mas não sei se teria coragem de fazer e ainda mais filmar e correr riscos. Saí meio que estarrecida da casa dela, mas com a frase ecoando na minha cabeça: é só sexo.
Assim que entrei em casa tomei um banho para tentar apagar o meu fogo, mas foi em vão. De noite, com meu marido, embora estamos atravessando um período difícil, fizemos sexo, aliás de péssima qualidade pois nem me beijar ele se dispôs a fazer. Não comentei nada com ele, mas acho que piorou ainda mais a situação.
Dois meses se passaram e o estado de coisas continua o mesmo. Sem sexo, sem carinho, sem afeto, apenas conversas triviais do dia-a-dia.
Com relação a amizade com minha vizinha, continuou normal, embora quando eu olhe o marido dela tenho um sentimento estranho. Claro que ele não sabe que eu vi o filme. Por fim, acabei comentando com ela que meu marido iria passar uma semana, em julho, numa feira fora do lugar em que moramos.
No dia seguinte, na academia, ela me diz:
- Leva teu filho na tua mãe e fica sozinha no final de semana em que ele vai viajar. Vamos aproveitar, você vai gostar.
Claro que é um convite para uma orgia, mas não sei se terei coragem de realizar, embora tenha dito a ela que iria pensar. Sei que vai chegar na hora e não vou ter audácia suficiente para fazer.
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