Zezeca comeu o meu cu e me beijou na boca
Era um domingo de manhã, os nossos pais haviam ido para a missa e levado a Nair, nossa irmã. O Valdir saiu para ir jogar bola. Eu levantei e fui tomar café e o Aldair continuou deitado. Acabando de tomar o meu café eu voltei para o quarto com a intenção de me deitar novamente, mas o Aldair que estava enrolado na rede, abriu um ladinho e me mostrou o pauzão dele duro, com aquela cabeçona deliciosa apontando para mim. Nessa hora o cuzinho já piscou de tesão, (me fazendo sentir uma dorzinha nas pregas, devido as metidas que o seu Dico deu no meu rabo, leia o meu conto: Dei o Meu Cu Por Umas Goiabas) o meu coração acelerou e a boca encheu d’água. Não pensei duas vezes, cheguei perto e já peguei nela e fiquei punhetando devagarinho e imaginando ela entrando e saindo do meu anelzinho. Ele falou: chupa um pouquinho! Eu já caí de boca imediatamente. O pau dele estava com aquele cheiro de mijo, os ovos com aquele odor de abafado por ter ficado a noite inteira dentro da cueca, mas eu nem liguei porque aquele cabeção era o meu pirulito preferido. Chupei com gosto subindo e descendo e fazendo ele gemer enquanto minha boca quentinha vestia o pau dele e lhe dava prazer. Ele desceu da rede e ficou em pé e aí passou a foder minha boca com mais força e metia o pau bem fundo até eu me engasgar e babar os pentelhos dele. Ficamos nessa brincadeira gostosa por quase uns 10 minutos, até que ele pediu para que eu chupasse bem devagar senão ia gozar e eu não obedecendo passei a chupar mais forte e babando no pau e quando vi que ele estava bem ofegante peguei assim na bunda dele e forcei com tudo para que o pau dele entrasse mesmo bem fundo em minha garganta e nessa hora ele não aguentou mais e gozou na minha boca soltando o primeiro jato lá bem fundo e eu o engoli. Aldair segurou minha cabeça e foi jorrando toda a sua gala em minha boca. Quando o pau dele parou de pulsar e ele o tirou, eu ia correr para o quintal e jogar a gala fora, mas ele me mandou engolir tudinho e ainda me fez abri a boca para ver se não tinha sobrado nada. Depois de gozar ele foi tomar café e eu fui lavar a minha boca para torar o cheiro de pica, mas o meu cuzinho estava aceso, querendo vara. Enquanto ele tomava café eu fui e o convidei para irmos pescar, pois eu sabia que se fôssemos pescar com certeza ele me comeria, mas ele disse que não. Fiquei decepcionado, porque o meu pinto ardia de tesão e o meu cu piscava sedento de pau. Deixei-o na cozinha e fui para a rua e lá de casa eu vi o Zezeca na porta dele, mexendo na bicicleta e na hora já me bateu o desejo de dar o meu cuzinho para ele. Rapidinho fui até ele e perguntei pelos meus tios, (os pais dele) e ele falou que estavam para a missa. Nessa hora me bateu um espírito da puta e eu já fui perguntando: tu quer um pouquinho de cu? Ele nem falou nada, só pôs a bicicleta para dentro me chamou lá para o quarto. Lá ele só me falou: a gente tem que ser rápido porque a missa já deve estar acabando! Eu já abaixei o meu calção e fiquei esperando ele vir me comer. O Zezeca, já veio nu por trás de mim, me abraçou, beijou meu pescoço, apertou os meus peitinhos. O seu pau duro roçava em minhas costas, pois ele era maior que eu, mesmo assim o meu cu piscava alucinadamente já antegozando aquele pau dentro dele. Ele me empurrou para perto da cama da mãe dele, eu me segurei na beirada e ele cuspindo na mão, melecou o meu cu e empurrou a cabeça para entrar. A cabeça entrou, eu fiquei na pontinha dos pés e forcei a bunda contra ele e fui sentindo o pau entrando em mim. Quando tudo já estava dentro de mim, ele me puxou, voltou a beijar o meu pescoço e pegando no meu rosto me virou e tascou um beijo em minha boca. Foi uma sensação diferente, levar um pau duro no rabo e ao mesmo tempo ser beijado na boca. Quando ele parou de me beijar eu levantei ainda mais a bundinha para ele meter com mais força. Entendendo o recado ele me segurou e meteu forte me causando a sensação deliciosa de ser a putinha de um macho. Como era gostoso dar o meu cu para o Zezeca! Ele metia gostoso, apesar de meter bem forte como eu gostava, era o único que me dava carinho enquanto usufruía do meu rabinho. Quando ele acelerou nas metidas eu fechei os olhos e passei a curtir, pois cada estocada que ele dava mexia lá dentro de mim. O meu cu ficava mais quente e o meu pau começava a babar um pouco de tanto tesão. Me segurei forte na cama, empinei mais o rabo, gemi alto para ele saber que estava me dando muito prazer e dei uma rebolada no pau empurrando minha bunda contra ele para que entrasse mais ainda. Quando fiz isso ele não aguentou e gozou dentro do meu rabo. Ele socou bem fundo e saiu o primeiro jato, aí ele puxou o meu rosto e me beijou novamente na boca e terminou de gozar enquanto metia cada vez mais fundo em mim e sugava minha língua e gemia ao mesmo tempo. Que metida gostosa ele me deu, foi maravilhoso! Esperei ele se acalmar e tirar o pau do meu cuzinho que agora estava ardendo de verdade, mas eu estava satisfeito. Quando ele tirou o pau do meu cu eu nem me limpei, só me vesti e fui embora pois os pais dele poderiam chegar a qualquer momento. Saí correndo pela porta dos fundos saí na rua e corri para casa e já fui direto para o banheiro (que ficava lá no fundo do quintal) na intenção de jogar toda a gala do Zezeca fora e me limpar direitinho para que o Aldair não percebesse nada. Só que antes que eu entrasse no banheiro o Aldair me chamou e me entregou a tarrafa e os dois remos e falou: leva para a canoa que nós vamos pescar. Ele voltou para encostar a porta e pegar o resto das coisas e eu mais que depressa desci para a canoa e já me sentei, pois, a gala do Zezeca estava começando a descer e melecar toda minha bunda. O Aldair chegou, empurrou a canoa e remou para atravessarmos o rio. Do outro lado, no primeiro igarapé que fomos já tinha alguém pescando camarão e então nós fomos para um outro que ficava uns 300 metros depois da ponte. Ao entramos no outro igarapé, eu ia torcendo para que ele quisesse realmente apenas pescar e não quisesse comer o meu cuzinho naquele momento, porque eu já estava satisfeito e de depois porque se ele visse o meu cu cheio de gala com certeza ia brigar comigo, mas eu não dei sorte, pois quando paramos ele me mandou levantar e amarrar a canoa e quando eu me levantei ele viu que o meu calção estava com o fundo todo melecado. Quando ele perguntou o que era aquilo eu não consegui mentir e acabei contando que o Zezeca havia comido o meu cu naquela hora. Ele ficou muito bravo comigo, falou que se o nosso pai descobrisse que eu andava dando o meu rabo para aquele bando de moleques eu ia apanhar muito, falou que se ele soubesse novamente que eu estava dando o meu cu para o Zezeca, ele mesmo ia me bater. Eu calado estava e caldo fiquei achando que ele não ia me comer naquele dia, mas que nada, mesmo bravo ele mandou subir a barreira e quando chegamos lá em cima, me nadou tirar o calção e ficar de quatro e comeu o meu cu com um apetite que eu nunca tinha sentido. No dia eu fiquei imaginando que ele estava me punindo, mas hoje eu sei que ele estava era com ciúmes do meu cuzinho.
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