#Bissexual #Sado #Teen

Fabinho traçando Marcia e Lucas

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Thiago puta

O boy lixo traça mãe e filho. Ninguém escapa da rola de 20 cm de Fabinho

Porra, eu sou aquele cara que as mina chama de boy lixo e os cara olha de canto de olho. Cabelo bagunçado, tatuagem barata no braço, boné virado pra trás, bermudão folgado e chinelo de dedo. Vivo de bico, fumo um fininho quando dá, bebo cerveja gelada e o que eu mais gosto na vida é meter. Naquela sexta-feira quente pra caralho, eu resolvi ir na casa da minha tia que viajou. Ela pediu pra amiga dela, a Márcia, passar lá pra deixar umas compras e uns remédios e cuidar da casa, já que ninguém confia em mim, Márcia era uma puta duma coroa gostosa e foi com o filhinho bixa dela. A Márcia tinha 44 anos, viúva fazia uns tempos, corpo bem conservado de quem malha escondido: peitos grandes e pesados, cintura marcada, bunda empinada e carnuda, coxas grossas. Rosto bonito, cabelo castanho na altura dos ombros e um sorriso que já entregava que ela ainda curtia uma safadeza.
Eu cheguei por volta das 9 da noite, batendo na porta. Eu estava só de short preto, sem camisa, corpo suado do calor. Ela abriu a porta e me olhou de cima a baixo e deu aquele sorrisinho safado:
— Nossa, Fabinho... você tá um homem feito hein. Tá grandão onde interessa também?
Márcia era puta, todo mundo sabia, quem quiser come a vadia.
Eu ri, fechei a porta atrás dela e já segurei na cintura dela, puxando pra perto.
— Quer conferir, tia Márcia? Cresci bastante desde a última vez que você me viu.
Ela não respondeu com palavra, só mordeu o lábio inferior e apertou meu peito com a mão livre. O cheiro dela era bom, perfume doce misturado com suor leve do dia. Eu não perdi tempo: meti a boca na dela num beijo molhado, língua entrando fundo, chupando a dela com vontade. A Márcia gemeu baixinho na minha boca e já desceu a mão pro meu short, apertando o volume que tava crescendo rápido.
— Caralho... que rola grossa você tem, garoto. Tá duro assim só de me ver?
— Tô imaginando você engolindo ela inteira — respondi, mordendo o pescoço dela.
Levei ela pro sofá da sala, tirei a sacola da mão e joguei no chão. Arrancamos a roupa um do outro com pressa. A blusa dela voou, o sutiã preto caiu, e aqueles peitos grandes saltaram livres, mamilos marrons já durinhos. Eu chupei um com força, depois o outro, mordiscando enquanto ela gemia e segurava minha cabeça contra o peito. Desci a mão pela barriga dela, levantei a saia jeans e enfiei os dedos por baixo da calcinha. A bucetinha tava encharcada, quente, os lábios inchados de tesão.
— Porra, você tá molhada pra caralho... tá louca pra levar rola né, sua safada?
— Tá... faz tempo que não como um pau bom assim. Me come, Fabinho... me come direito.
Eu tirei o short, minha rola pulou pra fora: grossa, veias marcadas, cabeça rosada inchada, uns 20cm de puro tesão. A Márcia arregalou os olhos e já se ajoelhou no tapete na frente do sofá. Segurou com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça devagar, girando a língua na glande. Depois abriu bem a boca e engoliu metade. Eu segurei o cabelo dela com uma mão e empurrei devagar no começo.
— Isso... engole mais fundo... engasga nessa rola, vai.
Ela tentou, desceu mais, chegou no fundo da garganta e engasgou forte. Saliva escorreu pelo queixo, olho lacrimejou, mas ela não tirou. Eu comecei a foder a boca dela com ritmo, estocadas médias no começo, depois mais fundo. O barulho molhado de gluck-gluck-gluck enchia a sala inteira. Ela babava tudo, nariz escorrendo, mas gemia de tesão toda vez que eu batia no fundo.
Depois de uns bons minutos arrombando a garganta dela, puxei ela pra cima, tirei o resto da roupa e joguei no sofá de quatro. Abri aquela bunda carnuda, cuspi direto na buceta rosada e meti tudo de uma vez, até o talo. A Márcia gritou de prazer:
— Ai meu Deus do céu! Que rola grande... tá me rasgando inteira!
Eu segurei firme no quadril e comecei a meter forte, estocada atrás de estocada, a barriga batendo na bunda dela fazendo barulho alto. A buceta apertava gostoso em volta do meu pau, molhada pra caralho, escorrendo pelos meus bagos. Fiz uns minutos assim, depois mudei: sentei no sofá, puxei ela pra cima de mim de frente. Ela sentou devagar, engolindo minha rola na buceta até o fundo, e começou a cavalgar. Os peitos balançavam na minha cara, eu chupava e mordia os mamilos enquanto ela subia e descia gemendo alto:
— Tá fundo... caralho... tá batendo no fundo da minha buceta...
Rebolei com ela, segurando a bunda, ajudando o movimento. Depois virei ela de lado no sofá, uma perna dela pra cima, metendo de conchinha. Dava pra ver meu pau entrando e saindo, brilhando da lubrificação dela. A Márcia tava louca, mão na buceta se esfregando enquanto eu metia.
— Quero comer esse cu agora — falei, tirando da buceta e apontando pra roseta rosada.
— Come... mas vai devagar no começo, tá?
Cuspi bastante no cu dela, massageei com o dedo, depois com dois, abrindo. Quando tava molhado o suficiente, encostei a cabeça e empurrei devagar. Ela gemeu alto quando entrou, apertando os dentes. Fui fundo aos poucos até a rola toda sumir dentro daquele cu quente e apertado. Comecei a meter, primeiro devagar, depois acelerando. O cuzinho dela abraçava meu pau gostoso.
— Porra... que cu apertado... tá me espremendo todo.
Fiz ela de quatro de novo, agora no cu, metendo com força. A bunda dela tremia a cada estocada. Depois coloquei ela por cima, de costas pra mim, cavalgando no cu. Ela rebolava gostoso, subindo e descendo, gemendo sem parar. Troquei mais uma vez pra de lado, perna pra cima, comendo o cu com vontade. A Márcia tava suada, cabelo grudado na testa, gemendo palavras sem nexo de tanto prazer.
Quando senti que tava perto de gozar, tirei do cu e voltei pra buceta. Meti fundo, rápido, segurando a cintura dela com força. Ela gozou primeiro, tremendo inteira, buceta apertando meu pau em espasmos, gritando:
— Tô gozando... ai caralho... tô gozando na sua rola!
Eu não segurei mais: dei umas estocadas finais e gozei tudo dentro da xota dela. Jatos grossos e quentes enchendo ela até transbordar. A porra escorreu pela coxa dela quando eu tirei devagar. A Márcia ficou lá no sofá, deitada de lado, olhos semicerrados, respiração pesada, gozada escorrendo da bucetinha inchada.
— Descansa aí, gostosa... você merece — falei, dando um beijo na testa suada dela.
Fui pro banheiro, me limpei um pouco, bebi água gelada. Meu pau ainda tava meio duro, latejando de tesão. A casa tava silenciosa, só o barulho do ventilador. Aí lembrei que o filho da Márcia, o Lucas, de 16 anos, tava dormindo no quarto dos fundos. Ele era um garoto magrinho, pele clara, cabelo escuro bagunçado, cara bonita de menino safado. Eu já tinha pegado ele escondido umas duas vezes antes, e o moleque era viciado: pedia, gemia, rebolava e sempre queria mais.
Entrei no quarto dele sem acender a luz grande, só a luzinha do celular. O Lucas tava de barriga pra baixo, só de cueca boxer preta, lençol chutado pros pés. Eu tirei minha roupa, passei um pouco de óleo no pau e subi na cama devagar. Encostei meu corpo nas costas dele, rola dura esfregando entre as nádegas por cima da cueca.
Ele acordou com um sobressalto, mas quando sentiu meu cheiro e meu pau, relaxou e deu um sorrisinho safado por cima do ombro:
— Porra... você de novo, Fabinho? Minha mãe tá aí na sala...
— Ela tá dormindo no sofá, cheia da minha porra na buceta. Agora abre essa bundinha pra mim, viadinho gostoso.
Ele gemeu baixinho e empinou a bunda. Eu tirei a cueca dele, cuspi na portinha rosada e enfiei dois dedos pra lubrificar e abrir. O cu dele era apertado, quente, ainda meio virgem de pouco uso. Depois encostei a cabeça da rola e empurrei devagar. Ele soltou um gemido longo quando entrou.
— Ai caralho... tá grossa hoje... vai devagar...
— Cala a boca e toma. Você adora rola no cu, né?
Fui fundo, bruto, até enterrar tudo, sabia que ele aguentava. Comecei a meter com ritmo, estocadas longas e profundas. O Lucas enterrava o rosto no travesseiro pra abafar os gemidos, mas empinava mais a bunda pra mim. Eu aumentei o ritmo, metendo mais forte, pele batendo pele. Segurei o cabelo dele e puxei a cabeça pra trás:
— Geme pra mim, vai... deixa eu ouvir como você gosta de levar no cu.
Ele gemeu mais alto:
— Me come... mais forte... enfia tudo, Fabinho... eu quero sentir você batendo fundo.
Virei ele de lado, uma perna pra cima, metendo de conchinha. Dava pra ver o pau dele duro, vazando pré-gozo na barriga. Ele batia uma punheta enquanto eu fodia o seu cu, sincronizando os movimentos. Ele tava louco, rebolando contra mim.
Depois coloquei ele por cima, sentado na minha rola. O Lucas apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar, subindo e descendo, rebolando no fundo. O cu dele engolia meu pau inteiro, apertando gostoso.
— Porra... tá tão fundo... me fode assim... eu amo sua rola dentro de mim...
Eu segurava a cintura dele, ajudando a descer com força. Fiz ele rebolar mais, girando o quadril. Depois virei de novo pra posição de quatro, metendo com vontade, estocadas rápidas e fundas. O quarto enchia de barulho molhado, gemidos e o som da minha barriga batendo na bunda dele.
Soquei sem dó no viadinho de quatro, senti a perninha dele tremendo, já não aguentando levar rola, eu não havia gozando ainda, foda-se, ele daria o cu até me satisfazer.
Troquei mais uma vez: deitado de costas, ele por cima de frente pra mim, pernas abertas. Eu metia pra cima enquanto ele descia. O pau dele balançava agora, mole de tanto levar rola. Ele tava suado, olhos revirando de prazer:
— Não para... me come mais... eu tô quase gozando pelo cu...
Eu acelerei, metendo fundo. Ele começou a bater punheta pra finalizar e gozou primeiro, jatos finos de porra caindo no meu peito e na barriga. O cu apertou forte em volta do meu pau, me levando pro limite. Eu tirei rapidinho, fiz ele ajoelhar na cama na minha frente e segurei a cabeça dele.
— Abre a boca, vai... engole tudo que eu vou te dar.
Fodi a boca dele fundo, estocadas na garganta. Ele engasgava, saliva escorrendo, mas chupava com fome, língua trabalhando na cabeça. Vi a carinha dele ficando vermelha, ele tossia e sufucava, mas meus 20 centímetros sumiam naquela boca gulosa. Quando não aguentei mais, gozei forte na boca dele. Jatos grossos enchendo a língua. O Lucas engoliu tudo, lambendo os lábios, depois lambeu meu pau inteiro pra limpar, gemendo satisfeito:
— Humm... gosto bom... quero mais... me come de novo amanhã, tá? Eu quero acordar com você dentro de mim.
Eu ri, dei um tapa leve na bunda dele e falei:
—Abre a boca que ainda não acabou.
Ele, sem entender abocanhou meu pau meio mole.
Quando comecei a mijar, vi o olhar de desespero dele.
—se não engolir vai levar uma surra.
Vi ele fazendo força pra engolir, fui bonzinho e mijei devagar, em meio a ânsias ele foi engolindo todo meu mijo, como bom viado que é.
Quando enfim terminei, ele se levantou assustado.
—Agora que você até mijou em mim significa que eu sou seu?
Eu ri, capachos não sabem que são nossos sempre? Esse viadinho ainda ia levar pra ser arrombado por meus parça junto.
— Pode deixar, viadinho. Essa bundinha é minha agora. Amanhã a gente continua.
A Márcia continuava dormindo no sofá, buceta ainda melada da minha porra. O Lucas dormiu com o cu latejando, sorriso no rosto, já sonhando com a próxima rodada. Eu fechei os olhos pensando que essa noite tinha sido foda pra caralho: uma mulher madura gostosa e um rapaz safado de 16 anos, os dois gemendo meu nome e pedindo mais.
No dia seguinte, quem sabe, eu acordava os dois e fazia os dois juntos... mas isso é outra história. Mãe e filho, Márcia iria descobrir qual dos dois gosta mais de rola.
Faltou mijar na Márcia, tenho certeza que aquela cadela também bebe tudo.
Na próxima, faço.

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