#Coroa #Gay #Teen

Amigo Médico da Família - Parte 2

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Théo

Fui no médico da minha família aos 14 anos e o mamei. Tudo está no conto Amigo Médico da Família

Como relatei, o Seu Luiz havia me proibido de dar o cu novamente para o Lúcio. Na verdade, para qualquer outro moleque, e como a boa putinha que eu estava me tornando obedeci. Não deixei de mamar o Lúcio, afinal, ele ficaria pouco tempo e ia sentir falta dele. Sempre que dava eu mamava ele e ele ficava me perguntando se meu cu estava melhor, e eu dizia que não.
Voltando ao Seu Luiz. Ele se tornou mais presente na vida da nossa família, antes do ocorrido, sempre via ele em eventos sociais, mas depois do dia que o mamei ele começou a passar mais em casa, a conversar mais com a gente e até a levar alguns jogos de video game para mim. Algo que meu pai não demorou a perceber.
"Estranho o Luiz estar vindo tanto aqui em casa sem ser convidado" ele comentou com minha mãe um dia "ele sempre foi reservado"
Minha mãe apenas disse que talvez ele estivesse se sentindo sozinho. Afinal, a esposa dele havia fugido com o grande amor da infância dele. No começo, o Seu Luiz ficou bem amargurado, mas com o tempo foi se soltando novamente, porém, se manteve mais na dele evitando tanto contato com as pessoas.
"Deveríamos convidá-lo para almoçar qualquer dia aqui em casa" minha mãe levantou a hipótese
"Do nada?" meu pai questionou
"Do nada não, não foi você mesmo quem disse que ele estava vindo bastante aqui? Normal o convidarmos para um almoço. Até porque sempre que precisamos de um atendimento urgente ele vem em nossa casa" - disse minha mãe "apenas uma forma de agradecer"
Meu pai concordou, mas relutante.
Umas semanas depois, meus pais marcaram um churrasco em casa no final de semana, mas no fim das contas não apenas o Seu Luiz compareceu. Os amigos do meu pai do futebol vieram e as suas esposas também.
Fiquei com o pau duro quando vi o seu Luiz chegando com um bermudão e regata mostrando suas pernas grossas e cabeludas e os braços bem grandes, não definidos, mas grandes. Um coroa parrudo capaz de limpar qualquer visão. Ele deu um sorriso bem de cafajeste para mim e me deu um abraço, sentiu meu pau duro e disse "se controla moleque" e se afastou com uma piscada. Nossa, aquele homem além de gostoso era cheiroso, mas me contive, ficamos o dia todo cruzando nossos olhares e dando sorrisinhos sem vergonha, mas até então não tivemos tempo de conversar a sós até pelo menos a hora do almoço
Todos foram comer, mas eu decidi ir pra piscina e o seu Luiz disse também que iria dar um mergulho antes de almoçar porque até então ele tinha sido o único que não havia entrada na piscina.
Nossa casa era grande, mas no quintal meu pai decidiu colocar a piscina e um mini campo de futebol enquanto a churrasqueira ficou na frente da casa, ao lado da garagem. Então tivemos privacidade, mas mantivemos cuidado porque o converseiro e o som estava alto, então não sabíamos se alguém poderia estar por perto, e principalmente a janela do quarto dos meus pais dava visão para a piscina, então alguém poderia nos ver dali se fosse no quarto deles.
Eu cheguei primeiro na piscina, o seu Luiz foi atrás de mim uns minutos depois e quando começou a tirar a bermuda e a regata, nossa, eu poderia ter gozado só vendo aquela visão daquele parrudo de branca. Minha boca ficou sedenta vendo o volume na sunga dele que só foi aumentando conforme eu encarava mais.
Ele deu aquela pegada gostosa que o macho da quando quer se exibir;
"Saudade, Theozinho?" me perguntou
Dei um sorriso e confirmei com a cabeça.
Ele foi entrando na agua e mudou de assunto falando do dia até que chegou perto de mim.
Senti sua mãe com dedos grossos pegar nas minhas costas. Ele deu uma olhada no corredor para ver se vinha alguém, como não ninguém ele perguntou
"Cuzinho continua me esperando?"
Respondi com "uhum" bem putinha e cheia de desejo
Ele deu um sorriso sacana e disse "minha putinha mesmo"
Sua mãe foi descendo bem devagar nas minhas costas e entrou na minha sunga, senti o dedo percorrer minhas nadegas até tocar no meu cu.
"Fica atendo na janela e ver no corredor" ele disse
Seu dedo começou a pressionar meu cu tentando entrar, cada com mais força, mas por causa da agua ele tinha dificuldade então ele desceu de novo para a área entre o cu e o saco e começou a apertar e nossa até hoje nenhum cara me fez sentir tanto prazer nessa região como aquele homem. Na hora senti meu corpo tremer de tesão, automaticamente segurei sua pica que estava bem dura e comecei a passar a mão por cima até que coloquei a mão por dentro da sunga e fiquei o encarando nos olhos sentindo ele apertar com força a região, pressionando os dedos e eu comecei a punheta-lo com mais vontade. Perdemos noção do tempo e das coisas ao nossos redor, só sentiamos um e o outro, ele foi me puxando para me beijar e eu deixando.
Do nada um copo caiu na churrasqueira e voltamos a si.
Ele se afastou rápido de mim e eu me afastei rápido dele ainda sentindo os dedos dele no meu anus e querendo muito a pica dele dentro de mim. E ainda bem que nos afastamos rápido porque a minha mãe veio correndo pelo corredor gritando
"Luiz, a Maria cortou o dedo, tem como vir da uma olhada" e apareceu perto da piscina segundos depois.
"Claro claro olho sim" ele disse "Só pega minha toalha que deixei ai perto das minhas coisas, por favor"
Minha mãe deu a toalha e voltou para a churrasqueira, ainda bem porque quando ele levantou o pau dele tava quase saindo da sunga de tão duro. Ele me jogou um beijo com um sorriso bem safado e saiu atrás pra socorrer a Maria.
E eu fiquei sozinho na piscina com o coração gelado, não porque a minha mãe quase pegou a gente ou porque o copo me assustou, mas porque tinha quase certeza que havia visto alguém nos olhando pela janela do quarto dos meus pais.
... To Be Continue ...

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