Minha namoradinha inocente deu pro dotado da faculdade
Iniciei nossa a nossa história em outros contos aqui mesmo, mas darei um breve resumo aqui. Namorei uma garota chamada Isabelle. Ela era maravilhosa, capaz de despertar inveja em qualquer homem: magrinha, branquinha, alta, perfeitinha, com carinha de inocente, o sonho de qualquer um. Eu fui o primeiro namorado dela, mas havia um grande problema: meu pau é bem pequeno. Bem pequeno mesmo. Como eu não conseguia satisfazê-la durante a penetração, deixei que ela perdesse a virgindade com outro homem. Depois que ela experimentou o prazer de uma relação sexual, começamos a ter mais aventuras, nas quais eu a deixava transar com outro homem durante uma viagem nossa.
Desde então, entramos em sintonia e começamos a compartilhar mais aventuras nesse sentido: ela aceitando ser satisfeita por outros homens e eu sentindo prazer em ver aquela mulher maravilhosa sentir o prazer que ela merecia. Apesar de fazê-la gozar no sexo oral, ela gostava mesmo era de transar.
Isabelle ainda estava no primeiro ano da faculdade, conhecendo cada vez mais pessoas, e nosso relacionamento continuava funcionando daquela maneira. Eu não sentia ciúmes dos amigos de faculdade dela, mas havia um em especial que eu percebia que ela falava com um certo desejo reprimido. Vou chamá-lo de Dan. Nunca a provoquei com esse rapaz, pois na faculdade seria estranho se algo acontecesse entre nós, até que a vida começou a alinhar tudo.
Dan trancaria a faculdade nesse semestre e iria morar no exterior em busca de uma oportunidade melhor. Percebi que Isabelle falava sobre isso com certo pesar. Essa ideia ficou na minha cabeça por um tempo e comecei a cogitar a possibilidade de marcar algo com ele para ter um momento com a minha doce namorada, já que não nos veríamos tão cedo e para não criar um clima estranho na vida cotidiana dela. Comecei a imaginar cada vez mais ela com ele e acabei decidindo dar esse presente a Isabelle.
Em uma de nossas pegações, na nossa cama, comecei a dedar Isabelle com intensidade, já que não conseguia transar com ela. Deitei ao lado dela enquanto a dedava e comecei a provocá-la.
— E o seu amigo Dan, amor? Você sente algo por ele?
— Do nada, amor? Não vamos entrar nesse assunto agora, né? — respondeu Isabelle, levemente ofegante e cheia de tesão.
— Você vai me dizer que não queria que fosse o pau dele em vez dos meus dedos te abrindo todinha?
Nessa hora, Isabelle me olhava sem saber o que responder. Talvez ela tivesse receio de confessar a atração sexual pelo colega. Mas o jeito como a buceta dela ficou molhada quando entrei nesse assunto confirmava todos os meus pressentimentos. Continuei a provocá-la:
— Você não queria estar nos braços dele enquanto ele te pega de jeito?
Eu aumentava o ritmo da dedada enquanto ela ficava mais ofegante.
— Já pensou nele te comendo com força, beijando seu pescoço do jeitinho que você gosta?
— Que delícia, amor...
— Você está louca para dar pra ele, não é?
— Eu to, amor. Quero que ele me coma de jeito, de quatro, com força...
— Desse jeito que eu gosto...
E comecei a dedilhar mais enquanto nos beijávamos de língua, até que ela teve um orgasmo intenso, pensando na possibilidade de transar com outro homem.
No dia seguinte, enquanto estávamos deitados, conversei com ela sobre o assunto. Disse que seria uma boa oportunidade para termos essa aventura, já que ele iria embora e poderíamos aproveitar o momento juntos. Depois de muita conversa, Isabelle aceitou ter essa aventura com o cara por quem estava louca desde o começo. Combinamos que ela daria o primeiro passo, convidando-o para ir à sua casa, para ele já ir preparado, enquanto eu deixaria nossa cama preparada para o dia.
Isabelle começou a esquentar a conversa com ele por mensagens, e eu via tudo, ficando de pau duro ao observar a troca de mensagens entre eles. Até que, certo dia, ela o convidou para ir à nossa casa, e ele questionou:
— E o seu namorado?
— A gente dá um jeito... — respondia Isabelle, já deixando claro que tinha segundas intenções com Dan.
Obviamente, o rapaz estava louco para ficar com uma garota tão bela e gostosa quanto ela, com aquele rostinho angelical. Faltando duas semanas para ele ir embora, marcamos um final de semana fatídico para tudo acontecer. Eu já havia deixado tudo pronto: bebidas e camisinhas para ele. Isabelle estava ansiosa, provavelmente louca para sentir um pau de verdade a comendo de jeito.
No dia combinado, decidimos não enrolar e ir direto ao assunto, pois ele não fazia ideia de que eu estaria presente. Isabelle estava de shortinho e um top com um decote generoso, impossível não olhar para aqueles peitinhos maravilhosos. Deixamos tudo pronto, até que Dan chegou. Ao me ver, ele fez uma cara um pouco decepcionada, sem saber que tudo o que ele queria iria acontecer, de um jeito ou de outro.
Sentamos na sala e começamos a beber um pouco para quebrar o gelo. Percebi que ela ficava corada enquanto conversava com ele, com um olhar de desejo. Até que Isabelle decidiu ir ao banheiro, que ficava próximo ao quarto, no final do corredor. Nesse momento, meu coração acelerou, e eu sabia que uma hora teríamos que chegar ao fim.
Assim que ela saiu, sentei-me próximo a Dan e começamos a conversar:
— Você está louco para comer a Isabelle, não está?
— Não, cara, não tenho essas intenções. Acho que você me entendeu errado — respondeu Dan, receoso, achando que poderia ser uma ameaça.
— Ela está louca para dar pra você. Por que você não aproveita que ela vai sair do banheiro e já começa a beijá-la? Vamos todos para o quarto.
— Tem certeza, cara?
— Se você quiser mesmo, a hora é agora.
E dei o ultimato nele. Ele provavelmente pensou que faríamos um ménage ou que éramos algum casal desse tipo. Mas ele gostou da ideia e foi em direção ao banheiro, esperando Isabelle sair.
Quando Isabelle saiu do banheiro, deparou-se com ele, que a beijou no corredor, dando a iniciativa de que precisávamos. Isabelle provavelmente ficou surpresa com o momento, mas entendeu que era a hora quando começaram a se beijar com gosto. Ela parava de beijá-lo para levá-lo em direção ao nosso quarto, e eu os seguia. Ao chegarmos ao quarto, dei a volta por eles e sentei no lado oposto da cama de casal. Decidi que gostaria de observar mais de perto dessa vez. Queria ver o rostinho de anjo da minha namorada sentindo prazer de perto.
Isabelle e Dan voltaram a se beijar em pé, de língua, intensamente. Era possível perceber o tesão acumulado de Isabelle. Ele parava de beijá-la na boca para beijar seu pescoço, do jeito que ela gosta, enquanto ela dava leves gemidos. Ele começou a passar a mão nos seios dela por cima do top e a apertá-los com delicadeza, já que ela não usava sutiã, o que facilitava o acesso para ele. Nesse momento, Dan quis aproveitar e puxou o top para cima, deixando-a sem nada na parte de cima, com os seios à mostra. Ele rapidamente começou a beijar os seios branquinhos da minha namorada, apreciando cada canto do corpo dela. Começou a chupar o seio esquerdo enquanto acariciava o direito. Isabelle amava quando chupavam seus seios e morria de tesão quando mordiscavam o biquinho dos peitos dela. Ela gemia com as chupadas dele e acariciava o cabelo dele com a mão, enquanto eu já ficava excitado ao ver o rosto dela.
Ela não quis ficar para trás e começou a puxar a camiseta de Dan, passando a mão pelo peitoral e pelo corpo dele. Dessa vez, ela queria estar na frente e começou a beijá-lo novamente, enquanto abria o cinto dele. Ela realmente estava tomando a iniciativa e dava para perceber o quanto ela queria transar com ele. Em poucos segundos, vi a calça de Dan cair no chão, e ele ficou só de cueca enquanto eles se beijavam. Isabelle começou a passar a mão por cima da cueca dele, e até eu conseguia ver o tamanho do volume por cima dela. Ele tinha um pau grande mesmo. Isabelle acariciava o pênis dele por cima da peça íntima e, provavelmente, já estava ansiosa para senti-lo dentro de si. Dan tomou a iniciativa, abaixou a cueca e deixou aquele pau enorme para fora. Acho que ela nunca tinha visto um pau tão grande assim. Talvez tenha sido o instinto feminino dela, que percebeu que o cara era dotado.
Isabelle começou a punhetar aquele pau enorme enquanto eles se beijavam, e eu percebia o quanto ela estava ficando mais excitada só de sentir aquele membro em suas mãos. Eu estava quase gozando naquela hora sem nem me tocar, só de olhar. Isabelle começou a se agachar, ficando de joelhos no chão, pronta para chupá-lo. Em poucos segundos, eu estava olhando minha namorada colocando o pau de outro homem na boca, com dificuldade para colocá-lo inteiro. Ela chupava onde dava, quase se engasgando, e eu conseguia ver ela chupando e lambendo a cabeça do pênis dele dentro da boca. Eu ficava impressionado com o quanto ela havia aprendido. Ela parava de chupar aquele pau enorme para lamber aquele membro da cabeça até as bolas, chupando todo o saco, enquanto punhetava o pau dele, sedenta por uma rola. Dan só gemia de prazer com o boquete caprichado que Isabelle fazia.
— Vem cá, Isa. Deixa eu te chupar todinha.
E Isabelle obedeceu, ficando de pé enquanto Dan a direcionava para a nossa cama. Ela sentou nela e deitou de barriga para cima, ficando livre para ele. Dan se aproximou e puxou os shorts e a calcinha de Isabelle, passando por todas as suas belas pernas, e os jogou no outro canto do quarto. Isabelle estava pelada, pronta para mais. Mas era óbvio que Dan não deixaria de chupar a bucetinha apertada da minha namorada. Ele se ajoelhou no chão, próximo à cama onde ela estava deitada, e abriu suas belíssimas coxas branquinhas, colocando as pernas apoiadas em seus próprios ombros de modo que a buceta de Isabelle ficasse à mostra, brilhando de tanto que estava molhada. Ele aproximou o rosto da buceta dela, abriu a boca e levou a língua até o clitóris, começando a chupá-la sem pudor. Ele lambia fazendo movimentos circulares e começava a lamber os lábios vaginais dela. Eu conseguia ouvir o barulho de tão molhada que ela estava. Isabelle começou a gemer alto, levando a cabeça para trás, e eu conseguia vê-la com prazer de perto. Dan se maravilhava com aquela buceta, chupando-a com intensidade e dizendo:
— Que buceta deliciosa, toda molhadinha. Eu vou te dar o que você merece hoje mesmo.
E chupava mais e mais, até que Isabelle implorava:
— Me come, me come com vontade.
Ela estava totalmente sem pudor, louca para sentir aquele homem que desejava há tempos. Dan se levantou depois de dar um trato com a língua na minha namorada e pegou uma camisinha que estava no criado-mudo, colocando-a no seu enorme cacete. Isabelle subiu um pouco na cama, dando espaço para o rapaz, e consequentemente ficou próxima a mim, a poucos centímetros, já que eu estava sentado na outra ponta da cama. Era a primeira vez que eu veria minha namorada transando com outro tão de perto. Fiquei com o coração acelerado e com o pau doendo, querendo gozar a qualquer momento.
Dan subiu na cama, aproximou-se de Isabelle, que estava de barriga para cima, pegou suas coxas e abriu suas pernas, aproximando-se com aquele pau duro, pronto para comer Isabelle. Ele se aproximou mais, encaixou a cabeça do pau na entrada da vagina dela, pincelou o pênis nela, provocando-a, até que finalmente penetrou-a devagar.
Quando o pau dele começou a entrar, Isabelle gemia alto, como uma cachorra sedenta. Ela provavelmente sentia o pau de Dan abrir sua buceta mal usada como nunca. Dan gemia ao penetrá-la devagar, provavelmente se esbaldando com aquela buceta apertada. Aos poucos, ele aumentava a velocidade e inclinava o corpo para a frente, aproximando-se de Isabelle, movimentando apenas o quadril para penetrá-la com mais intensidade, no clássico estilo papai e mamãe. Conforme ele metia com mais rapidez, Isabelle gemia cada vez mais. Dan começou a beijá-la na boca, com língua e tudo, enquanto metia com força, com os corpos colados, e ela o prendia com as pernas, que passavam pelas costas dele, louca de tesão. Ele parava de beijá-la, ofegante, e metia com mais força. Aquele barulho dos corpos se batendo me deixava louco, e eu sentia a cama balançar conforme cada bombada que ele dava. Isabelle, totalmente sem pudor, dizia:
— Aí que delícia, caralho! Mete mais, mete.
Conforme ele metia com força, eu sentia os pés dela se esticarem, sinalizando que ela muito provavelmente estava gozando na pica de outro. Dan começou a ficar ofegante, e eu percebi que ele provavelmente gozaria em breve. Eu pensava: "Mas já?" E imaginei que ele realmente estava realizando um sonho ao comer minha namorada. Não quis perder o momento e abaixei um pouco o meu short, começando a me masturbar lentamente, quase gozando. Nesse momento, ele olhou discretamente para mim, que estava na frente deles. Ele provavelmente entendeu que um homem com um pênis tão pequeno nunca conseguiria satisfazer uma garota sedenta como Isabelle. Ele tinha certeza de que estava no comando naquele momento.
Dan bombava com mais e mais força, jogando o corpo um pouco para trás e segurando a cintura dela com as mãos, pronto para meter mais forte. Isabelle, por sua vez, colocava as mãos nos próprios seios, apertando os bicos, cheia de tesão. Dan começou a bombar com mais força, gemendo alto, e gozou com o pau dentro da minha namorada, de camisinha. Nesse momento, eu também gozei, com minha porra caindo no chão, ofegante pelo momento intenso.
Eu achei que iríamos encerrar aí. Dan tirou o pênis de dentro de Isabelle, e eu consegui ver o quanto ele havia gozado dentro da camisinha. Ele aproveitou para retirar a camisinha e fechá-la com um nó, enquanto Isabelle, ainda deitada de barriga para cima, estava ofegante. Dan voltou em sua direção e começou a chupar a bucetinha de Isa novamente, desta vez dedilhando-a. Eu pensava que ele realmente era caprichado, demonstrando seu talento mesmo depois de gozar. Ele colocava dois dedos, chupava e lambia toda a buceta dela, alternando para três dedos. Quando me dei conta, ele estava de joelhos sobre a cama, novamente de pau duro. Ele estava pronto para foder minha namorada de novo. E Isabelle provavelmente sorria ao saber que aquilo continuaria por mais um tempo. Dan segurava o próprio pau e chamava Isa para chupá-lo, como se ela fosse sua vagabunda particular.
— Vem dar uma chupada, Isa, vem.
Isabelle levantou um pouco, apoiando os ombros na cama, e Dan se aproximou até ficar na altura ideal para ela chupar. Em poucos segundos, ela já estava com todo aquele membro na boca, chupando com intensidade. Aquele barulho de saliva dela chupando o pau dele me fazia delirar.
— Que delícia, Isa. Que boquinha deliciosa você tem! Chupa mais.
E Isabelle chupava enquanto o punhetava. Dan começou a segurar o pau, deitou ao lado dela de lado e segurou o corpo de Isabelle para que ela ficasse de costas para ele, pronta para transar de lado com Dan. Ele inclinou um pouco o corpo para baixo, encaixou o pênis na vagina de Isabelle e ficou pronto para transar, desta vez sem camisinha. Ele encaixou com força, e Isabelle gritou de prazer ao ser comida pela primeira vez de ladinho em nossa cama. Ela olhava para mim enquanto Dan metia com mais força, e eu via o quanto ela estava excitada. Os braços dela estavam próximos de mim e, ficando com tesão novamente, resolvi segurar a mão dela enquanto Dan metia por trás com força. Ela apertava minha mão conforme ele metia com mais força, e esse foi um dos momentos em que mais me senti próximo e participei de uma transa da minha namorada com outro homem até aquele momento.
Ver os peitinhos branquinhos dela balançando enquanto outro homem com o pau engatado na buceta dela por trás me deixava louco. Dan parava de transar e pedia para Isabelle ficar de quatro, e ela atendia rapidamente. Ela estava de quatro para o outro, quase cara a cara comigo, com uma cara de vagabunda, amando ser arregaçada por ele. Dan ficava de joelhos, batia com o pênis na bunda de Isabelle e já encaixava aquele membro duro na vagina dela, começando a transar novamente.
— Que buceta maravilhosa! Rebola no meu pau, rebola!
Isabelle mexia o quadril, rebolando lindamente na pica de Dan, enquanto ele dava tapas com força na bundinha branca dela, que ela amava.
Dan começou a meter com mais força e Isabelle pegou minha mão novamente, me olhando nos olhos enquanto ele metia com força. Ela dizia sem pudor:
— Aí, que delícia de pau, amor! Eu vou gozar de novo na pica dele, eu não tô aguentando mais.
Ela me provocava de um jeito que me fazia quase gozar só de ouvi-la. Dan metia com mais força enquanto segurava a cintura dela e, provavelmente, já iria gozar novamente. Ele estava louco de tesão ao sentir a bucetinha apertada, quentinha. Dan gemia alto e anunciava:
— Me deixa gozar na sua boquinha, Isa.
Ele metia com mais força, enquanto Isabelle apertava minha mão com mais força e gemia alto. Eu batia uma novamente e já estava quase gozando. Em minutos, nesse vai e vem frenético, Dan tirava o pau de Isabelle e punhetava, esperando por ela, que não perdia tempo, soltava minha mão e levava o rosto em direção ao cacete de Dan. Lá estava ela, ajoelhada, enquanto Dan, de pé na nossa cama, punhetava aquele pau enorme e batia no rosto dela com a cabeça grande do pau, provocando-a.
— Abre a boca que vou te encher de porra hoje, Isa.
Isabelle abria a boca, com a língua de fora, esperando outro homem gozar em sua boca, como uma vagabunda de filme pornô, como se não tivesse namorado. Dan encostava a cabeça do pau na língua de Isabelle enquanto se masturbava, e em segundos começava a gemer alto, gozando na boquinha deliciosa dela. Era tanta porra quente que começou a escorrer pela lateral da boca, pingando nos seios de Isabelle, enquanto Dan terminava de gozar. Que cena maravilhosa ver minha namorada inocente com tanta porra na boca, com a língua de fora, recebendo tudo até a última gota! Nessa hora, eu gemia junto, batia uma e, dessa vez, não aguentei: gozei tanto que melei meu próprio pau pequeno com tanta porra. Assim que Dan teve certeza de que havia terminado, ele batia com o pênis na boca dela, enquanto ela fechava a boquinha e engolia tudo, exceto o que havia escorrido pelo corpinho branco de Isabelle. Depois de engolir tudo, ela ainda voltava a chupar o pau dele, limpando-o todinho como uma cadela submissa.
Os três estávamos ofegantes depois de um fim de noite intenso. Dan foi tomar banho e eu e Isabelle ficamos no quarto. Ela veio sentar ao meu lado na cama, toda pelada, com vestígios de esperma de outro homem. Não aguentei e logo disse:
— Você estava louca para dar pra ele, não é?
— Nossa, amor, eu não estava aguentando aquele pau enorme me arregaçando todinha. Você viu?
— Você estava maravilhosa, gemendo como uma cadela.
— Gozei muito na pica dele, amor. Obrigada por tudo.
E Isabelle me deu um selinho. Assim encerramos nosso dia, fortalecendo nossa parceria e cumplicidade, cada vez mais abertos um para o outro.
Desta vez o conto ficou enorme, mas eu precisava contar esta história de quando ela transou sem pudor com o outro. Espero que tenham gostado e fico aguardando os comentários de vocês.
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