Fui enganado e gozei na boca do mlk
Uma Noite Inesperada
Eu tinha 24 anos e o tédio me jogou no Bate-Papo UOL. Acabei combinando de ir na casa de uma garota que estava com o primo. Mal sabia eu que o plano era bem diferente do que eu imaginei.
Assim que pisei lá, o clima pesou. A garota era um avião, mas não ficou cinco minutos na sala; inventou uma ligação e sumiu no quarto. Fiquei sozinho com o primo. O moleque tinha uns 17 anos, pele morena clara, corpo atlético e um olhar que atravessava a gente.
Sentamos no sofá. O único som era o chiado da TV, mas a tensão entre nós dava para cortar com uma faca. Do nada, ele puxou o celular e me mostrou fotos da prima — ela estava com a boca ocupada com ele nas imagens. Meu sangue ferveu na hora. Senti meu pau dar um solavanco violento contra o jeans, latejando de imediato.
— Já ficou armado, né? — ele sussurrou, chegando mais perto.
— Sua prima é sacanagem de gostosa — eu disse, tentando disfarçar, mas ele já estava com a mão na minha coxa, apertando firme.
— Ela mandou o recado: só rola com ela se você deixar eu te chupar primeiro.
O choque me travou, mas o toque dele era decidido, sem hesitação.
— Não sei se rola... — tentei falar, mas a voz saiu falha.
— Se não gostar, eu paro. Mas duvido que você vai querer.
Sem esperar, ele fechou a mão no volume da minha bermuda. Meu pau estava tão duro que chegava a doer. Ele sentiu o tamanho da ereção por cima do tecido e deu um sorriso de canto. Em um movimento rápido, ele abriu o botão e desceu o zíper.
Quando meu pau pulou para fora, pulsando livre, ele se ajoelhou entre minhas pernas. As mãos dele baixaram minha cueca com pressa e ele passou a língua por toda a extensão, da base até a cabeça. Eu dei um pulinho no sofá, arqueando as costas.
— Caralho... — o controle sumiu ali.
Ele não perdeu tempo. Envolveu a cabeça do meu pau com os lábios fervendo e, de uma vez só, engoliu tudo até o fundo da garganta. Nenhuma mulher tinha feito aquilo em mim. Ele trabalhava com vontade, fazendo um vácuo que parecia sugar minha alma.
O ritmo virou uma loucura. Botei as mãos no cabelo dele, ditando a velocidade. A cada estocada profunda, ele emitia sons de engasgo que me deixavam ainda mais louco. O prazer era tão brutal que minha visão começou a embaçar.
— Tá gostando, né, safado? — ele perguntou com a voz rouca, os olhos fixos nos meus, antes de mergulhar de novo com tudo.
Eu cheguei no limite. A pressão na base era insuportável. Segurei a cabeça dele com força, forçando um vai e vem frenético, desesperado. Senti o espasmo subir pelas pernas e, com um urro, descarreguei tudo. Foram jatos pesados e quentes direto na garganta dele. Foi tanta porra que ele se engasgou de verdade; vi o esperma escorrer e até sair pelo nariz dele enquanto ele tentava recuperar o ar.
Ficamos ali, os dois ofegantes. Eu estava em choque, o coração quase saindo pelo peito. Ele limpou o rosto, me olhando com uma satisfação estampada na cara. A prima? Eu nem lembrava mais que aquela mulher existia.
— Ela não vai sair do quarto tão cedo — ele disse, levantando e limpando o canto da boca.
— Nem precisa — respondi, ainda mole no sofá. — Essa recepção já valeu a noite inteira.
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