#Corno #Sado #Traições #Voyeur

Relato de uma esposa dedicada – Parte 9

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Juliana

O cara que o meu marido trouxe não era amigo dele de trabalho e nem conhecido. Ele simplesmente conheceu ele em algum lugar e trouxe pra nossa casa na intenção de me ver dando pra ele.

Era só o que me faltava... meu marido trazendo homem em casa pra me comer. Ele viu o cara, chegou junto e fez propaganda de mim, perguntando se o cara queria vir aqui em casa com ele, me comer.

Nossa, e era um puta de um negão estilo mulato, bem bonitão, gostoso de corpo, alto, malhado, careca, uns 30 anos, parecia um segurança e tal... Sendo que na hora que eu olhei pra ele, por ele ser negro, imaginei que isso tinha a ver com a história que inventei pra ele sobre o tal cara negro da lojinha do posto de gasolina que flertou comigo e que deixou meu maridinho na dúvida se eu havia ou não transado com ele. Ou seja, o tarado do meu marido deve ter ficado tão maluco imaginando a esposa loira dele dando pra um negão, que claramente sentiu vontade de ver como seria ao vivo e a cores.

Eu havia transado a pouco tempo, com o meu instrutor, tava de buceta ainda sob os reflexos da sentada e cavalgada que dei no pauzão bem dotado dele no banco traseiro do meu carro e tal... mas foi uma rapidinha... Eu poderia muito bem aqui recusar, inventar uma dor de cabeça e tal, e conhecendo bem o meu marido, ele iria entender e respeitar minha vontade... mas, é aquela coisa... não sou mulher de negar fogo, ainda mais se é pra satisfazer meu marido, e eu havia acabado de trair ele... sei lá, melhor seria obedecer então a vontade dele, afinal, o jeito animado que ele se comportava aqui desde que entrou em casa acompanhado desse estranho... claramente na intenção de me fazer uma surpresa, e fez...

Nisso me levantei do sofá enquanto o safado do meu marido todo sorridente me apresentava a esse estranho, esse negão... me falando o nome dele, nem sei se era de fato o nome dele, mas isso pouco importava... Cumprimentei ele apertando a sua mão e dando nele dois beijinhos aos lados do seu rosto mulato e liso com cheiro de perfume barato... ele inclusive teve que debruçar seu rosto por ser alto demais, mais alto até que o meu marido, a mão dele enorme segurando a minha e eu dando uma olhada nele de cima abaixo, do seu rosto ao pau marcando a calça dele, afinal, um negão desses era impossível não pensar naquilo que ele tinha ali dentro da sua calça e que seria todo meu.

E bom, eu simplesmente dei aquilo o que o meu marido queria, espetáculo, safadeza, onde segurei no rosto desse negão e tasquei-lhe um beijaço de língua naqueles grossos lábios mulatos dele, que me agarrou entre aqueles braços enormes dele e também me beijou afoito. Gemi tanto do beijo como do aperto que ele me deu, ele me passava a mão no corpo, principalmente agarrando minha bunda, pois eu tava só de camiseta e calcinha, afinal, tinha chegado da academia, tomado um banho e tava a vontade a noite em casa esperando meu marido. E o mais louco e que me fez gemer de tesão, foi que esse negão pegou a gola dessa minha camiseta com suas duas mãos enormes e abriu de supetão e agressividade, rasgando ao meio minha camiseta e fazendo meus loiros peitões saltarem balançando expostos... os quais ele de forma faminta os agarrou e caiu de boca me dando uma puta mamada que gemi agoniada revirando meus olhos...

Onde ele me tirou do chão me subindo no corpo dele ao tempo que eu lacei ele com minhas pernas, enquanto ainda me mamava os peitos e eu abraçado a cabeça dele... nossa, que tesão... e o corno do meu marido sentado num sofá de frente, pernas abertas enquanto ia desabotoando sua camisa, tirando seus sapatos... olhando, se deliciando com a esposinha sendo dominada e mamada por um puta negão...

Nisso esse filho da puta me recolocou no chão me virando de costas bruscamente, me empurrando rumo ao sofá diante de mim e nele me fez ajoelhar de mãos por sobre o encosto... tive então a minha calcinha arrebentada por ele por meio de um puxão violento que me fez gemer, voltei a gemer, de dor, com dois tapões que tomei na bunda dele, com aquela sua mão mulata enorme enquanto me chamava de gostosa do caralho.

... que negão tarado e abusado... fiquei aqui de costas pra ele, toda de bunda nua arrebitada e virada pra ele, enquanto por sobre meu ombro direito via ele tirando a sua camisa, sapatos, desabotoando sua calça, descendo com sua sunga e me fazendo arregalar os olhos com aquela coisa toda preta e enorme, pulsando dura na virilha lisa dele... olhei pro meu marido incrédula... porém, mal tive tempo de olhar mais porque o negão já chegou em mim me domando por trás e me fazendo tremer toda de tão arrepiada enquanto eu sentia a cabeçona daquela coisa preta enorme na virilha dele esfregando o rachado da minha careca bucetinha loira... e quando ele foi empurrando... nossa, eu de braços por sobre o encosto do sofá coloquei em meu rosto um puta semblante de agonia... nunca tive na minha buceta algo tão grande, grosso e duro assim... minha buceta fez barulho de peido enquanto era empurrada pela rola dele, pois vedou todos os espaços pro ar sair...

Imaginem um cavalo preto, um garanhão puro sangue por sobre uma égua branca, metendo aquela mangueira preta nela por trás... e todo mundo sabe que o pau de um cavalo é algo descomunal... pois essa era a cena selvagem e animal aqui nesse sofá da minha sala.

Eu era a égua, relinchando de dor e prazer conforme esse garanhão preto me pegava por trás e ia me socando aquela coisa... aquela coisa que parecia não ter mais fim conforme eu ia sentindo os centímetros se mexendo dentro da minha buceta... e embora pouco espaço minha bucetinha tinha pra caber toda essa benga, ele me puxava e socava de um jeito como se tivesse a certeza que cabia, ele só queria saber de meter, socar, empurrar, se deliciando com a bucetinha da loira, da mulherzinha casada e cujo marido tava ali ao lado só assistindo tal qual o corno convicto que ele era... E eu que minutos antes pensava que a rola do meu instrutor da academia tinha sido a maior que eu tinha provado... me vem o meu marido e me prova o contrário me trazendo esse negão, ou melhor, esse cavalo... pois eu tava sendo comida por um cavalo, que urrava, louco, possuído de prazer enquanto me puxava e socava, socava, socava...

A foda foi ganhando velocidade conforme esse negão me domava por trás e se empenhava em me socar num puta remelexo de quadris... nunca tinha dado pra um negão, e aqui eu via que um negro mete diferente, me parecia dono de um remelexo, uma malemolência nos quadris enquanto socava incomparável.

Deitei meu rosto por sobre meus braços por sobre o encosto do sofá enquanto sentia o peso do negão envergando por sobre a minhas costas, fazendo meu bundão loiro tremer a cada lapada de virilha malhada ao tempo em que ele dilacerava a minha bucetinha com aquela coisa enorme, dura, grossa... meu Deus... fiz então sair de dentro de mim toda a agonia e prazer que eu tava sentindo por meio de um gemido gritado que ecoou nessa sala e casa afora enquanto eu atingia um bruto orgasmo... E o negão não me largou, continuou me domando pelos quadris, me puxando pra ele e socando aquela vara preta dele na minha buceta numa velocidade que só aumentava... ainda trêmula do orgasmo eu gemia, gemia, agoniada, sem voz, sem ar, sentindo toda a movimentação daquela rola me rasgando a buceta, socando, socando, socando, a virilha dele me surrando a bunda, as bolas dele me batendo por baixo e tome rola, tome rola preta na buceta... até que ele começou a se agoniar dando sinal de que ia gozar e eu gemendo e aguentando os solavancos da virilhada que ele me dava na bunda, pedi gemendo:

- Goza na minha buceetaa, goozaa, goza na minha buceetaaa...

Ele parou de uma vez em estado bruto de convulsões enquanto me puxava pra ele meio debruçado por sobre as minhas costas, de rola empurrada... dando tiros e mais tiros de esperma bem dentro da minha xota.

Fui puxada pelos meus cabelos, chamada de safada e sentada no sofá por esse negão, que em pé diante de mim, gemendo e sofrendo espasmos do esporro, simplesmente empurrou seu pau melado de porra na minha boca... joguei meu rosto pra trás e dei um tapa ao lado do quadril dele, chamando ele de grosso. Onde então mandei ele ficar quieto... e assim pude vislumbrar de pertinho toda a beleza e tesão daquela vara preta, pulsando e ainda sobre os espasmos da gozada... peguei com as duas mãos, masturbei de leve... sempre admirando... que marreta... um preto que brilhava... olhei pro meu marido ali sentado pelado e batendo punheta enquanto olhava pra mim e disse:

- Você pediu pra ele mostrar o pau antes de escolher ele pra mim, é, safado?

Meu marido, louco de tesão, se acabando na punheta:

- Gosta de uma rola preta, não gosta? Então aproveita, vai.

E eu aproveitei mesmo, segurando com uma mão comecei a lamber ela todinha e por todos os seus cantos, de cima abaixo... coloquei meu rosto por baixo da rola dele pra mamar numa bola lisa e noutra, bolas grandes, não pude colocar toda na boca... depois voltei meu rosto lambendo por baixo em toda a sua extensão e abocanhei o inchado falo marrom escuro... e num continuo movimento de rosto pra frente fiz um caprichado boquete... onde minha mão segurando firme masturbava o membro ao encontro a minha boca.

O negão me comeu com tanta fome e tara, e gozou tão forte que o pau dele foi dando uma amolecida... Dei um tempo pra ele se recuperar, afinal, havia uma outra rola aqui, a do meu marido. Fui então pro rumo dele enquanto o negão ali sentado dava uma reanimada no seu colosso preto.

Aproveitei que o meu maridinho tava sentado no sofá e de pau bem duro ali em sua mão enquanto se masturbava pra mim, e fui até ele, onde montei no colo dele... fazendo escorregar todo o cacete dele em pé pra dentro da minha buceta... e enquanto eu ia sentando eu disse de propósito pra ele:
- Nossa, três rolas num dia só, que delícia... aaiimmmrrr...

Ele estranhou e disse:

- Três? Que história é essa?

E sem dar tempo a ele raciocinar sobre o que falei, eu já fui quicando no colo dele feito uma maluca, batendo bunda nas coxas dele e fodendo a minha buceta no pau dele num remelexo de quadris constante, fodendo, gemendo, jogando corpo loiro pra cima, meus cabelos pra um lado e outro e saltitando meus peitões loiros na cara dele, e aquele barulho gostoso de carne batendo a cada bundada que eu dava no colo dele... que por sua vez gemia se deliciando com o meu fogo e com a minha buceta ali esfolando o seu pau num sobe e desce frenético... Adoro sentar e quicar numa rola. E eu sou do tipo que boto pra quebrar o pau se possível for de tanto que salto montada.

Nossa, bom demais sentir uma pica bem dura, grande e tesuda na vertical, entrando assim de baixo pra cima na bucetinha enquanto eu quico, quico, salto, me jogo pra cima e caio de bunda, dá pra sentir até o saco batendo na buceta a cada sentada... delícia.

E o mais louco aqui é que eu quicava relembrando da rapidinha que dei com o instrutor da minha academia no banco traseiro do meu carro, eu quicando no meu marido de olhos fechados e imaginando a rola bem dotada do meu instrutor... aliás, era a segunda vez que eu dava pro meu marido pensando na rola de outro, quando corneei ele a primeira vez e em casa ele me fodeu, eu só pensei na rola do meu ex ficante... e aqui, nessa foda, parei descontrolada a gozar enfurecidamente, rebolando e sentindo meu corpo todo espasmando enquanto apertava a rola do meu macho com a minha buceta, lambuzada de tanto prazer e na minha cabecinha safada de puta de rua eu relembrava da rola do meu instrutor... realmente, três picas assim, uma ao sair da academia e duas aqui em casa me deixou consumida.

E por falar em pica, o negão já tava aqui do meu lado, com um pé no sofá e uma mão segurando seu pau apontado pra mim, que continuei montada na pica do meu maridinho, apenas rebolando, bem suave, praticando um pompoarismo enquanto agarrei na vara do negão e mamei... meu marido sentado diante de mim tava com um olhar de admiração e tara, observando de pertinho a minha boquinha, essa mesma boquinha que ele tanto beijou e beija, acolhendo a cabeçona marrom escura do mastro preto do negão em pé ao meu lado, no qual eu segurava com a minha delicada mão esquerda enquanto impulsionava meu rosto pra frente, boqueteando gostoso, gulosa... porém, engolindo somente até onde dava pra levar meus lábios.

Desmontei do meu marido, onde fui caminhando pelada e me insinuando pra eles enquanto os chamava com um dedinho, toda sorridente, safada, puta, cachorra... me sentindo capaz de foder até morrer... onde fui pro quarto e eles vindo atrás de mim, cada um com o seu pau duro na mão, tocando punheta pra minha bundona loira rebolando enquanto eu caminhava. Eu gemia ofegante, pele loira todinha arrepiada, com meus peitões inchados, os mamilos doendo de tão endurecidos e a minha buceta já desbeiçada só desse começo de foda, toda meladinha de tanto se babar, com o grelo avermelhado parecendo uma pimentinha de tanto que pipocava latejando horrores... nossa, que fogo, que fogo na buceta eu tava... eu queria foder muito, aproveitar ao máximo meu marido e esse negão da pica de cavalo.

Na cama eu puxei esse negão pra cima de mim, me arreganhando toda pra ele, que meteu a vara na minha prexeca e começou a quicar no meu meio me espremendo de costas na cama, bombando na maldade, tacando virilha na minha que me fazia sentir dor... e aquele cacetão preto arrebentando com a minha buceta numa socada violenta... eu não gemia, eu gritava, gritava como se fosse uma virgem sendo violentada por esse negro tarado, roludo, cavalo... perdi a noção dos riscos de ter a buceta dilacerada, rasgada por dentro, pois eu apenas sentia o peso do corpo avantajado desse negro gostoso me bombando o meio das pernas enquanto encacetava a minha periquita rosada... puta que o pariu... meu primeiro negão, e tava sendo inesquecível... fiquei orgulhosa de ter inventado aquela história da lojinha do posto de gasolina, pois se não tivesse inventado ela o meu marido não teria trazido pra casa esse negão pra me comer assim como ele tava me comendo.

Gozei aos berros...

E ele não parou de me meter, ficou ajoelhado na cama diante de mim, me segurando pelos tornozelos com meus pés pro alto e ritmando a socada de rola preta dele na minha bucetinha rosada em diferentes intensidades... Meu marido veio pro lado do meu rosto na cama e colocou a sua rola na minha boquinha, sufoquei, pois o malvado do meu marido enfiou sua rola na minha boca e gozou dentro... nossa, senti o esperma dele entrando bem na minha garganta... e a rola do negão lá entre as minhas pernas, me arregaçando a buceta sem parar, num ritmo mais lento, mas ainda fodendo gostoso.

Louca, louca, completamente fora de mim mesma, olhos verdes embriagados e meio lacrimejados em meu rosto loiro corado, completamente suada, aloirados pelinhos do meu corpo arrepiados, coração batendo a mil por hora, lenta, lerda, sofrendo espasmos involuntários em determinados cantos do meu corpo todo... ofegando como se faltando o ar... quando então fui pega de quatro pelo meu marido, que me meteu na buceta e socou forte me dando um sacode na cama onde eu era arremessada e tinha a minha bunda loira castigada pela virilha dele arrebentando sem dó... caraaaalhoooooo...

Meu marido então deu a vez pro negão... eu até gargalhei em meio a gemidos, do riso fui a dor e ao choro, pois esse negão não me fodeu feito gente, ele foi um animal, me puxando com aquelas mãos enormes me domando pelos quadris enquanto arrebentava sua virilha malhada no meu rabo loiro... que doía a cada pancada, parecia que eu tava sendo surrada na bunda por uma tábua de madeira bruta... ao mesmo tempo em que era descontroladamente sacudida, onde meus peitos balançando por baixo de mim chegaram a doer de tanto bater no meu próprio corpo enquanto balançavam... tudo enquanto eu ia atingia um orgasmo violento conforme a rola preta desse negão arrombava sem dó a minha buceta numa velocidade extrema, hard, onde o barulho seco da virilha dele batendo na minha bunda era algo que mesmo eu estando em estado de transe orgástico chegava a escutar...

Ele parou de uma vez e me soltando, onde fui lançada pra frente e fiquei ali, deitada na cama de bruços sofrendo convulsões... em total estado de espasmos me destruindo toda... de buceta tremendo de dor e prazer...

Rolou um tempo, foi preciso, um intervalo, se não eu ia parar num hospital, afinal, isso aqui não era filme pornô onde a gente pensa que os atores fodem direto e reto. E não foi nem por causa do meu marido, pois ele eu sou acostumada a aguentar o fogo e tal... foi um intervalo muito mais pra eu me recuperar da rola do negão. É sério, não é mole. Eu sempre assisti a esses filmes pornôs e fico admirada com essas atrizes tendo que dar conta daqueles negros com suas rolas enormes... e provar de uma na vida real é tenso.

Eu tava completamente rouca de tanto gemer, gritar, berrar... bebi uma água sentada num sofá no terraço pra poder pegar um ar... meu marido ficou tomando uma cerveja com o negão na sala, rindo, falando bobagens e tal... dois sem vergonha.

Enquanto eu descansava aqui, sentada toda arreganhada e deixando minha rosada buceta respirar um pouco depois de tanto ser surrada pelas duas picas, fiquei ao mesmo tempo pensando no meu prazer em mentir, em poder continuar mentindo, chifrando meu marido e quem sabe, jogando o jogo dele, sendo que eis que ele apareceu aqui no terraço onde eu tava, chegando em mim, beijando minha testa, e pelado diante de mim, perguntou:

- Que história é essa de três picas no dia? Fodeu com alguém antes de vir pra casa?

Eu olhei pra ele, me levantei diante dele, pegando da mão dele o copo de uísque e bebi todo. Encarando ele e falando:

- Mais uma vez eu deixo pra você imaginar, querido. Se é que você gosta de imaginar o que fiz e faço quando não estou com você.

E ele: - Mas você falou de três picas... Me explica. Você errou na conta ou mandou um recado?

Eu coloquei o copo do uísque na mesa de centro do terraço meio que esnobando ele e suas interrogações, peguei ele pela mão e disse:

- Você trouxe esse negro gostoso pra ver ele me foder, não foi? Então vem, vem ver ele comer minha bunda.

De volta ao quarto, nós três em pé se pegando num troca troca de beijos, eu entre eles, sendo ensanduichada à base de mãos percorrendo meu corpo todo na frente e por trás, me apalpando buceta, bunda, peitos... e eu me virando entre eles beijando um e outro... e claro, pegando e masturbando o cacete de ambos. O clima só ia aumentando, o tesão só ia deixando nós três com mais vontade ainda.

Na cama, meu marido deitado meio encostado em travesseiros, de pernas meio abertas e eu de quatro e de rosto por sobre o colo dele, dando uma mamada no cacete dele, ao tempo em que por trás o negão me pegou pela bunda loira, abriu e caiu de cara no meio me dando uma deliciosa lambida e chupada da buceta ao cu, do cu a buceta... me fazendo gemer de boca na rola do meu marido. E meu marido vendo as expressões de agonia no meu rosto, me perguntava:

- Você gosta de ser lambida por trás assim, né, meu amor?

Eu sequer respondi de tanto que gemia arrebatada de arrepios e tesão me consumindo toda... O negão simplesmente me segurava a bunda loira aberta e mamava no meu cu... enfiando a língua e socando bem dentro... me deixando maluca de tesão. Complicado de continuar chupando o cacete do meu maridinho assim... e o safado do negro ainda me deu uma dedada no cu, sendo que o dedo do filho da puta era bem grosso, ele meteu girando... gemi de dor e tesão pedindo calma a ele toda manhosa, olhando pra ele por sobre um ombro, ao mesmo tempo arrebitando pra ele dedar meu cu mais e mais... e ele ali atrás de mim, uma mão apoiada em cima da minha loira bunda aberta de quatro pra ele, e com a outra me dedando o cu num entra e sai bem devagar e me perguntando se eu deixava ele meter a pica no meu cuzinho... eu toda agoniada sentindo o dedo dele socando e girando no meu cu, ri pra ele e disse:

- Deixar eu deixo, querido, eu não sei é se aguento, rsrsrs...

Ele se julgou o esperto e disse:

- Não se preocupe, gata, eu sei meter gostoso.

Eu aqui de quatro, olhei pro meu marido diante de mim, e perguntei toda manhosa pra ele:

- E você, querido? Quer ver o cacetão dele entrando no rabo da sua mulherzinha, quer?

- Quero muito.

Logo o negão se ajeitou melhor ajoelhado por trás de mim de quatro enquanto meu esposo provavelmente com pena do meu cu, saiu da cama e foi no nosso armário, onde pegou um gel lubrificante anal... eu até ri, perguntando:

- Que foi, amor, trás um negão desses e agora ficou com dó de mim, é?

Ele: - Não, amor... é pra você sentir mais prazer.

Ele deu o gel pro negão, que passou tanto no seu cacetão preto sem camisinha e nas preguinhas do meu rosado cuzinho, onde ele colocou dois dedos e massageou metendo um dedo e alargando meu cu... Só nisso eu gemi de tesão. O gel é geladinho e anestesia, causando um relaxamento instantâneo do cu... fiquei piscando direto, como se chamasse a rola do negão. E voltando a se ajeitar por trás de mim, toda cachorra de quatro, pois no cu é bom é de quatro, eu arrebitei bem safado enquanto ele com uma mãozona dele em cima da minha nádega esquerda, segurou seu pau com a mão direita e foi cutucando meu cu com aquela cabeça marrom escura... cutucando e empurrando beeeem devagar... nem parecia o negão que minutos atrás botou pra arrombar a minha buceta. Até porque se ele fosse aqui fazer o mesmo com o meu cu eu ia parar direto na mesa de cirurgia.

Gemi de dor enquanto a cabeça ia adentrando meu cuzinho, claro, mas me deu um puta arrepio de tesão... nunca fodi com um negão, e aqui, nessa minha primeira experiência, depois de levar uma bela fodida na minha buceta do cacetão dele, eu tava aqui de quatro dando o cu... e nossa, aguentar a benga de um negão no cu não é fácil, ainda mais a desse negão aqui... onde eu pedia gemendo pra ele ir mais devagar, ter calma... e ao passar a cabeça, alguns centímetros já foram me deixando ainda mais louca... caralho, tava bem dura, grossa... e ele se deliciando... tendo uma visão panorâmica da minha bunda por cima, toda aberta, onde ele foi me puxando de leve pelos quadris e colocando mais e mais, sentindo meu cu com o seu pau sem camisinha, pau melado de gel...

De pau dentro ele ficou parado, me domando a bunda, fazendo meu cu se acostumar... e eu louca até rebolei rosqueando o pau no meu cu... meu marido me chamando de safada, o negão gemendo, comendo meu rabo com os olhos e com seu pau conforme ia empurrando aos poucos... meu marido chegou a ficar do meu lado pra olhar por sobre a minha bunda aberta o pau preto do negão engatado no meu cu... que filho da puta tarado.

Daí em diante foi com ele, me domando de quatro e me socando aos poucos aquela sua pirocona no meu rabo loiro virado pra ele... Arrebitei bem alto pra ele manter seu pau reto enquanto ia socando... tava uma delícia. Meu marido ao lado, incitando:

- Pode meter, mete... mete a vontade no cu da minha mulher. Ela gosta, ela gosta de dar o cu...

O negão me domando firme e forte de quatro aumentou a velocidade do seu pau preto enfiado no meu rabo ao perceber que as minhas preguinhas já tavam mais molinhas, praticamente arrombadas... ele gemeu alto de tesão pela maciez do meu cu rosado, sentindo o quão quentinho e gostoso era... Quanto mais ele me puxava por trás e socava, mais eu ia me acabando de tesão com os centímetros da rola dele vindo pra dentro do meu rabo. Com uma mão por baixo de mim eu toquei uma siririca e gozei me tremendo toda, tomando no cu... e o negão agoniado, me puxando e socando, metendo seu porrete preto no meu rabo, começou a sentir uma pressão do gozo em seu pau... onde a porra anunciava que tava quase saindo... e nisso ele falou:

- Eu vô goozaaa...

E eu de quatro, olhei pra trás para ele e pedi enquanto tomava no cu:

- Não tiiraaa, não tiiraaa, eu quero no cuuu, quero leite no meu cuuu... goozaa...

Ele não só gozou como me puxou pelos quadris onde meu rabo foi pra mais junto da virilha dele, que por sua vez empurrou mais centímetros, arrombando minhas pregas. Nossa... que loucura a minha... quase desmaio de tesão.

Acabei gostando muito dessa novidade, foi um passo ainda mais safado na nossa relação, pois daqui em diante eu não seria mais a encarregada de chegar nos caras e seduzir, meu marido deixou claro que também poderia escolher ficantes pra mim e trazer em casa... achei uma delícia, pois eu saberia com isso o tipo de homem que o meu marido gostava de ver me comendo. Eu inclusive pensei em sossegar meu fogo, não mais trair ele.

Porém, no dia seguinte, saí mais cedo do trabalho e fui no shopping pra pegar um óculos que meu médico oculista me havia receitado... Depois de pega-lo aproveitei que ainda era final da tarde, cedo, e fiquei perambulando entre lojas, vitrines, entrando aqui e ali, mas sem vontade de comprar nada, só olhando mesmo, no máximo comprei um sorvetinho e fiquei gastando ele aos poucos com lambidinhas bem suaves. E sei lá... não sei se isso é só comigo, sei que algumas esposas por aí traem seus maridos e tal, mas depois deu ter traído o meu duas vezes, mesmo andando sozinha e na intenção de não chifrar ele, as motivações acabam surgindo, motivações em forma de chances, oportunidades claras.

Digo isso porque de repente eu me vi aqui, trocando olhares com um rapaz... ele era branco, alto, malhado, rosto lisinho. Tava de bermudão, chinelos e camiseta básica moldando seus braços fortes e seu peitoral definido. Na verdade eu tava em frente a vitrine de uma loja e ele sentado num banco logo atrás de mim. E sempre quando eu tô num lugar em pé e tal, eu tenho a impressão de que alguém tá olhando pra minha bunda... e aqui eu me virei pra olhar pra esse rapaz... ele tirou os olhos de mim e focou em seu celular... aliás, pensei que ele até pudesse estar apontando aquele seu celular pra mim, pra minha bunda antes deu me virar pra ele e assim ter tirado algumas fotos ou filmado a minha bunda moldada pelo meu vestidinho colado. Eu lambendo meu sorvete e olhando pra ele... e vendo que eu olhava pra ele, ele parou de focar em seu celular e me encarou de volta... Eu ri... ele riu de volta...

Pois é. Era pra ser apenas uma ida ao shopping pra pegar meu óculos.

No dia seguinte, eu tava na sala, TV ligada, eu distraída olhando meu celular, só de short, camiseta e numa preguicinha bem gostosa me deixando toda molinha e até sonolenta. E nisso, eis que meu celular chama. Eu olho e é meu marido... lá da garagem... me chamando. Ele tava dando uma lavada no carro dele... aliás, ele sempre quando lava o dele, lava o meu também. Nossa, que preguiça me deu em colocar meus pés no chão, calçar meus chinelos, me levantar e ir até ele lá na garagem. Mas eu fui. Chegando lá, ele me disse:

- Amor, vem aqui.

- Fala.

- Olha aqui... No chão. Perto do banco.

Coloquei meu rosto pela porta traseira aberta do meu carro pra ver o que ele queria me mostrar.

Uma camisinha usada.

Continua...

Obrigada e comentem pra eu postar mais.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • @Osmnas: Delicia de conto ... Ser corno deve ser tão bom . Um dia irei ter esse prazer , quando encontrar minha esposa CHIFRADEIRA..

    Responder↴ • uid:469c1j5boic