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A Mangueira e o Saco Preguiçoso

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Capador

Era um sábado quente pra caralho no interior de São Paulo, perto de Itapetininga. A casa do sítio era simples: chão de cimento, telhado de telha velha e um quintal enorme onde uma mangueira velha dava sombra boa. Eu, o Lucas, tinha 21 anos e vivia como um rei preguiçoso. Passava o dia inteiro deitado na rede debaixo da mangueira, jogando Free Fire no celular, sem ajudar na roça, sem capinar, sem dar comida pros galos. Meu pai, seu Antônio, 49 anos, era o oposto: pele queimada de sol, braços grossos de tanto mexer com enxada, barba por fazer e uma paciência que já tinha acabado há muito tempo.

Ele chegou do roçado suado, camisa aberta mostrando o peito peludo, e me viu lá, deitado só de calção velho, pernas abertas, sem nem ter lavado a louça do café.

— Seu moleque filho da puta! — gritou ele de longe. — Todo santo dia a mesma coisa! Eu quebrando as costas na roça e você aí, deitado que nem uma princesa, só mexendo nesse celular desgraçado!

Eu nem tirei os olhos da tela. — Tô cansado, pai…

Isso foi o suficiente. Seu Antônio veio andando rápido, pisando forte na terra vermelha. Chegou perto da rede, segurou a borda com força e deu um puxão violento. A rede balançou e eu quase caí.

— Cansado? Cansado de quê, seu inútil? De ficar com esse saco cheio de porra parada o dia inteiro?

Antes que eu pudesse responder, ele enfiou a mão grande no cós do meu calção e puxou pra baixo com tudo. O calção desceu até os joelhos de uma vez. Meu pau e meu saco ficaram completamente expostos ao ar quente do interior, balançando levemente com o movimento da rede.

Seu Antônio se inclinou pra frente, olhos fixos entre minhas pernas. Ele olhou bem, sem vergonha nenhuma. O rosto dele estava a menos de meio metro dos meus testículos.

— Olha só o tamanho desse saco… — murmurou rouco, quase falando sozinho. — Dois ovos bem cheios, bem redondos, pendurados aí que nem fruta madura. Preguiçoso do caralho. Esse saco tá te deixando mole, tá te deixando inútil.

Eu senti o rosto queimar de vergonha e uma onda estranha de tesão subiu pela espinha. Tentei fechar as pernas, mas ele segurou minhas coxas abertas com as duas mãos calejadas.

— Não, não. Deixa o pai ver direito. Tá inchado de tanto não fazer nada. Aposto que nem bate uma direito, só fica aí acumulando.

Ele segurou meu saco inteiro na palma da mão direita, pesando, apertando de leve. Os dedos grossos rolaram minhas bolas devagar, como se estivesse avaliando duas laranjas no mercado.

— Esse saco aqui tá precisando de uma lição, Lucas. Se continuar assim, eu vou pegar a faca de descascar cana e tirar esses dois fora. Deixar você liso que nem menino de 10 anos.

Meu pau começou a endurecer na frente dele, traindo tudo. Seu Antônio deu uma risadinha baixa e sarcástica.

— Tá vendo? Até ele gosta da ideia. Olha como levanta só de eu apertar esse saco mole.

Ele continuou apertando, puxando o saco pra baixo, esticando a pele sensível. Depois soltou e deu dois tapinhas firmes, fazendo minhas bolas balançarem.

— Levanta daí. Agora. Vai me ajudar na roça ou eu juro por Deus que hoje mesmo eu resolvo esse problema.

Eu levantei da rede, calção ainda abaixado nos joelhos, pau duro apontando pra frente. Ele me fez andar na frente dele até o galinheiro, mão pesada na minha nuca. No caminho, ele não parava de falar:

— Esse saco preguiçoso vai aprender hoje. Se eu te pegar de novo deitado enquanto eu trabalho, eu amarro você na mangueira, abro bem as pernas e corto fora com a tesoura de podar. Um por um. Devagar, pra você sentir cada corte.

No galinheiro, ele me mandou carregar sacos de ração. Eu obedeci, suando, pau ainda meio duro roçando na bermuda que eu tinha puxado pra cima às pressas. Cada vez que eu me abaixava, ele vinha por trás e dava um tapa forte na minha bunda ou apertava meu saco por cima da roupa.

— Tá sentindo? Esse saco tá pesado. Cheio de preguiça. Vou tirar essa preguiça fora junto com ele.

No fim da tarde, depois de eu ter trabalhado mais que nos últimos três meses juntos, ele me levou de volta pra debaixo da mangueira. O sol já estava baixando, mas ainda fazia calor.

— Tira a bermuda. Deita na rede de novo. Pernas abertas.

Eu obedeci, coração batendo forte. Deitei nu da cintura pra baixo. Seu Antônio se aproximou, abriu o zíper da calça dele e tirou o pau grosso, escuro, já meio duro.

— Olha aqui, filhão. Enquanto você fica preguiçoso, esse saco seu fica aí inútil. Hoje o pai vai usar ele.

Ele segurou minhas bolas com uma mão e começou a masturbar o próprio pau com a outra, esfregando a cabeça grossa contra meus testículos. O pré-gozo dele melava minha pele.

— Imagina se eu pegasse a faca agora… cortasse bem na raiz. Você ia ficar sem saco, sem poder encher ninguém nunca mais. Só um pau mole pendurado, vazando um restinho de porra fraca.

Ele se abaixou e chupou uma bola inteira na boca, sugando forte, língua áspera rolando. Eu gemi alto, segurando a rede. Ele alternava: chupava, lambia o saco todo, depois apertava com força e dava ameaças diferentes:

— Vou amassar esses ovos primeiro, depois corto. Ou então vou queimar com cigarro, pra você lembrar toda vez que sentar.

Depois de deixar meu saco todo babado e vermelho, ele me virou de bruços na rede, pernas penduradas pra fora. Cuspiu na mão, passou no próprio pau e meteu devagar na minha bunda. Era grosso, queimava um pouco, mas a dor misturada com o tesão era insana.

Enquanto metia fundo, ele segurava meu saco por trás, apertando ritmadamente:

— Esse saco vai ficar marcado hoje. Amanhã, se você não acordar cedo pra ajudar, eu amarro você aqui mesmo e tiro fora de verdade. Vou deixar você sem bola nenhuma, só o buraco pra eu foder quando quiser.

As estocadas foram ficando mais brutas. A rede rangia. Ele grunhia palavras roucas no meu ouvido:

— Preguiçoso do caralho… esse cu apertado é a única coisa boa que você tem. O saco eu ainda vou resolver.

Ele gozou dentro de mim com um gemido longo, enchendo tudo de porra quente. Depois me virou, segurou meu pau e masturbou rápido enquanto apertava minhas bolas quase até doer.

— Goza agora. Goza pensando que esse saco pode não existir mais amanhã.

Eu gozei forte, jatos grossos caindo na minha barriga e no peito. Ele continuou apertando durante todo o orgasmo, prolongando a sensação até eu ficar tremendo.

Quando terminou, ele passou a mão áspera na minha testa suada e disse, mais calmo:

— Amanhã você levanta cedo. Se não… a mangueira, a faca e esse saco seu vão ter uma conversa séria. Entendeu, filhão?

Eu balancei a cabeça, exausto, saco latejando, cu cheio da porra dele.

Seu Antônio deu um último tapinha leve nas minhas bolas e sorriu de canto.

— Bom garoto. Agora vai tomar banho que o cheiro de preguiça ainda tá forte.

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Fim (por enquanto).

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