#Gay #Teen

O meu primeiro troca-troca

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Nascimento Silva

Na segunda feira antes de sair para o roçado o meu pai me deu a tarefa de levar a bicicleta para consertar o pneu que estava com a câmara furada. Cheguei da escola, almocei e fui logo levar a bicicleta na oficina que ficava na rua de trás. O rapaz que concertava era o Nélio, era um moreno, devia já ter uns 30 e poucos anos, morava sozinho e nunca havia casado ou namorado mulher alguma na cidade. As más línguas falavam que ele era gay. Como diz o ditado onde há fumaça há fogo e eu descobri que esse dito é verdade naquele dia. Eu cheguei e ele estava mexendo em uma bicicleta que alguém havia deixado lá para ele arrumar, mas ao me ver já largou ela para lá e veio me atender. Enquanto tirava o pneu foi puxando assunto; perguntou do meu pai e enquanto tirava a câmara, a enchia e testava na água foi conversando comigo sobre um monte de coisa, mas aí do nada ele me falou: é Natinho, (esse era o meu apelido) você tá ficando malfalado entre os meninos! Eu olhei surpreso para ele e perguntei: eu? Como assim? Nessa hora nem me passou pela cabeça que ele estava falando do fato de eu estar dando o meu cu para os moleques e só fui despertar para isso quando ele me disse: você tá dando o cu adoidado para os meninos! Nessa hora eu gelei e senti o chão fugir de sob os meus pés. Tentei falar alguma coisa e gaguejei e quando consegui falar direito perguntei quem tinha lhe falado e ele me respondeu que havia sido o Zezeca. Ele me olhou sorrindo e perguntou fitando nos meus olhos: você gosta de dar? Eu não respondi nada porque não sabia o que dizer e antes de eu falar alguma coisa ele me perguntou: tu já comeu um cu? Eu calado do estava... calado fiquei. Aí ele foi até porta, botou a bicicleta que ele estava mexendo e a do meu pai para dentro e fechou a porta. Quando ele fez isso eu já pensei: é mais um que vai comer o meu cuzinho! Por incrível que pareça dessa vez o meu pinto não estava duro e nem o meu cu piscava de vontade de ser arrombado, pois eu estava com raiva do Zezeca, surpreso e assustado ao saber que muita gente estava sabendo que eu estava liberando minha bunda. Rapidinho passou pela minha cabeça o tanto de machos que já tinha me enrabado. Comecei com o meu irmão Aldair, depois o Valdir, o Zezeca, o Zé João, o Reinado, o seu Dico e agora o Nélio já sabia disso. Pensei esse negócio está indo longe demais. Enquanto eu pensava ele pegou no meu braço e me levou para o quarto e se sentando na cama me puxou para perto dele beijou a minha boca enfiando a língua bem no fundo. Quando parou de me beijar tirou o meu calção. Depois se levantou e mandou eu me deitar na cama. Meu coração estava acelerado, mas eu o obedecia e me deitei na beirada deixando as pernas para fora. Nélio veio pelo meio de minhas pernas, pegou no meu pinto molinho e começou a alisá-lo, estendeu a sua mão e pegou no meu peitinho e apertou o bico me fazendo sentir uma dorzinha e ao mesmo um tesão diferente. Ao soltar o meu mamilo a sua mão desceu fazendo carinho no meu corpo e veio parar no meu pinto, aí ele cuspiu nas pontas dos dedos e enquanto abocanhava o meu pinto ele procurava encontrar o meu cuzinho com os dedos molhados. O meu pau endureceu nessa hora. Que delícia sentir o calor da boca dele me chupando. Ele sugava gostoso e o seu dedo brincando na entrada do meu cuzinho me despertou logo o tesão. Eu não sabia o quanto era gostoso ser chupado e a coisa ficou mais gostosa ainda, quando ele forçou o dedo e ele entrou no meu cu. Eu gemi e ele apertando mais os lábios em meu pinto me deu mais prazer e passou a apertar também o bico do meu peito. Ai que delícia! Era sentir um dedo enfiado no meu cu, uma boca no meu pinto e aqueles apertões gostosos no meu mamilo. Eu estava no paraíso e não sabia o que me causava mais prazer das três coisas que ele fazia comigo ao mesmo tempo. Ele me torturou gostosamente daquele jeito por vários minutos. Aquele dedo parecia ser mágico, pois entrava e saía do meu cu com uma rapidez incrível e me causava um prazer fora do comum. Nunca levei tanta dedada no rabo e gemi tanto como naqueles minutos que ele me usou. Quando eu estava quase não aguentando mais, ele parou, tirou a sua roupa e ficou de quatro na cama, cuspiu na mão, passou no próprio cu e me falou: agora eu vou te ensinar a comer um cu. Mandou-me vim para trás dele e meter na sua bunda. Eu tentei, mas de quatro na beira da cama ele ficava muito alto para mim. Ele foi mais para o meio da cama e me mandou subir também e colocando a cabeça no travesseiro, com as duas mãos ele abriu as nádegas deixando o cu bem à mostra para que o meu pinto pudesse entrar. Ele mesmo cuspiu na mão e lambuzou o próprio cu e pegando no meu pinto direcionou para o seu rabo. Não tive dificuldade para meter, pois o cu dele já não era tão apertado, acho que de tanto levar pica. Quando o meu pau entrou, ele piscou o cu dando aquela mastigadinha gostosa e eu senti pela primeira vez o prazer de saber o que era meter em um rabo. Hummm! Era quentinho e as apertadas que ele dava era uma delícia. Fiquei paradinho só saboreando e ele pediu que eu metesse com força no seu rabo. Eu tentei, mas o meu pau não era grande o suficiente para satisfazê-lo, mesmo assim eu fiz o que pude e meti por um tempo naquele cu, enquanto ele se masturbava e sentia algum prazer. Depois de um tempo ele mandou eu me deitar de bruços na cama e aí veio por cima de mim. Beijou minha nuca, alisou minha bunda e abriu caminho novamente com o dedo e colocando um travesseiro embaixo de mim preparou o meu cuzinho, cuspindo diretamente nele, enfiou o dedo e aí se ajeitou atrás de mim e mandou o pau direto para dentro de mim. O pau dele era bem maior que o do Zezeca e entrou forçando minhas pregas, mas entrou gostoso. Quando o pau estava todo dentro de mim ele se deitou sobre mim deixando todo o seu peso me amassando no colchão e falou em meu ouvido: o teu cu é muito gostosinho! Beijou novamente minha nuca, mordeu minha orelha e eu me arrepiei todo. Quando ele viu que eu era só tesão, passou a castigar minha bundinha com aquela pica morena e gostosa. Nossa como o Nélio metia gostoso! Ele enfiava bem fundo e puxava o pau quase todo fora do meu rabo, deixando apenas cabecinha e metia de uma vez me fazendo gemer e me causando uma dorzinha gostosa. Ao mesmo tempo ele me chamava de sua putinha e me obrigava a dizer coisas como: eu sou tua puta... come o meu cu... me arromba todo. Não sei quanto tempo ele ficou dentro de mim, mas eu estava adorando sentir o peso do corpo dele sobre o meu e me sentia uma verdadeira puta. A cada estocada que ele dava no meu rabinho a cama rangia e eu me sentia mais fêmea e bem fodida. Uma hora ele me mandou ficar de quatro e aí foi que ele acelerou as metidas e pegando no meu pau passou a me punhetar. Nessa hora que eu senti tanto tesão que entrei em êxtase e senti um fogo tomar conta do meu cu e uma falta de ar me tomando por inteiro. O meu corpo se arrepiou por inteiro e eu senti algo me levando para outro mundo e o meu pinto parece que ia estourar, pois ele apertava forte. Não aguentei tanto tesão e o meu cuzinho começou a piscar acelerado e enquanto eu gemia forte soltei um jato de gala, molhando a mão dele e o colchão. Acho que ele nem ligou para a minha gozada, pois estava muito concentrando metendo forte no meu rabo. Depois que eu gozei ele também não demorou para avisar que ia gozar e socando bem fundo, me puxou com força pelos quadris, me encheu de gala, jogou o seu corpo sobre mim e me fez deitar novamente e mais uma vez me fez afundar a cara no colchão. Ficou deitado sobre mim até que o seu pau amolecesse dentro do meu rabo. Quando ele tirou o pau do meu cu ele já foi direto para o banho pois eu havia sujado ele todo. Não sei por que isso aconteceu assim, pois das outras vezes que eu dei até sujava um pouco, mas dessa vez sujou muito, acho que é porque ele meteu muito fundo. Hoje eu ficaria morrendo de vergonha, mas na época eu nem me toquei. Depois que ele tomou banho me mandou ir tomar também e depois fomos para cozinha onde ele me serviu café e bolo e foi ali que ele me contou que a bicicleta nova que o Zezeca tinha foi ele que deu e ainda me confidenciou que fazia troca de cu com ele. Antes de abrir a porta ele ainda me puxou para perto dele me tascou outro beijão na boca e me falou que eu poderia voltar lá para a gente repetir a brincadeira quantas vezes eu quisesse. Aí é que eu fu entender por que o Zezeca comia um cu tão gostoso e me punhetava e gostava de beijar na boca. Terminou o conserto ele não me cobrou nada e mandou eu ficar com o dinheiro para mim. Fui embora todo feliz com o cuzinho saciado e já pensando que quando o Zezeca fosse comer o meu cu outra vez ele ia ter que me dar também.

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