A puta Giovanna
Giovanna tinha acabado de completar 19 anos quando se mudou do interior para a capital. Cabelo liso preto que descia até a cintura, pele morena dourada pelo sol do campo, corpo de modelo: cintura fina, quadris largos, seios firmes e empinados, bunda redonda e pernas longas. Ela era inocente demais para a cidade. Confiava fácil, sorria fácil, e isso foi o suficiente para os cinco notarem.
Igor, Henrique, José, Lucas e Gustavo eram amigos desde a faculdade. Ricos, bonitos, acostumados a conseguir o que queriam. Quando viram Giovanna trabalhando como garçonete no bar que frequentavam, a decisão foi imediata: ela seria deles.
A princípio foi sutil. Igor, o mais charmoso e líder do grupo, começou a deixar gorjetas absurdas e a chamá-la pelo nome. Depois veio Henrique, o mais cruel, que gostava de fazer comentários que a deixavam vermelha. José era o silencioso, mas seus olhos devoravam cada curva. Lucas e Gustavo completavam o time: o primeiro brincalhão e manipulador, o segundo quieto e possessivo.
Eles a convidaram para “uma festa particular” no apartamento enorme que dividiam. Giovanna, ingênua, aceitou. Achava que era amizade. Achava que eram caras legais.
Não era.
Na primeira noite, eles a embebedaram devagar. Quando ela já estava tonta e rindo, Igor a puxou para o colo dele no sofá.
— Você é linda pra caralho, Gi — murmurou ele contra o pescoço dela, a mão grande subindo pela coxa por baixo do vestido curto.
Ela tentou se levantar, mas Henrique segurou seus pulsos por trás.
— Shh... relaxa, interiorana. A gente vai cuidar de você.
Giovanna sentiu o coração disparar. Quis pedir para parar, mas a boca de Igor já cobria a dela num beijo agressivo, língua invadindo sem pedir licença. Enquanto isso, José se ajoelhou na frente dela, abrindo suas pernas com força e puxando a calcinha para o lado.
— Olha só essa boceta... toda lisinha e rosada — disse José, voz rouca, antes de enfiar a língua nela sem aviso.
Giovanna gemeu alto, um misto de choque e prazer forçado. Lucas e Gustavo observavam, já com os paus para fora, se masturbando devagar enquanto assistiam os amigos começarem a usar a garota.
Igor tirou o vestido dela, expondo os seios perfeitos. Chupou um mamilo com força enquanto Henrique mordia o outro, deixando marcas roxas.
— Vocês... por favor... — ela tentou dizer, mas a voz saiu fraca.
— Por favor o quê? — Igor riu baixo, segurando o queixo dela. — Por favor fode mais forte? É isso que você quer, né? Garota do interior fingindo que não gosta de pau.
José se levantou, abriu a calça e enfiou o pau grosso na boca dela sem dó. Giovanna engasgou, lágrimas escorrendo, mas ele segurou a cabeça dela e fodeu sua garganta devagar e fundo.
Enquanto isso, Henrique a posicionou de quatro no sofá. Cuspiu na boceta dela e enfiou dois dedos, depois o pau, esticando-a sem piedade. O som molhado de carne contra carne enchia a sala.
— Caralho, que boceta apertada... — grunhiu Henrique, metendo forte, batendo os quadris contra a bunda dela.
Lucas não aguentou esperar. Subiu no sofá e enfiou o pau entre os seios dela, fodendo o decote enquanto apertava os mamilos com força.
Gustavo foi o último a entrar na brincadeira. Sentou-se na poltrona e mandou ela sentar no pau dele enquanto os outros continuavam. Giovanna, já zonza de prazer e humilhação, foi colocada em cima dele. O pau grosso de Gustavo abriu caminho devagar até o fundo, fazendo ela gemer alto ao redor do pau de José.
Eles a viraram, trocaram de posição várias vezes naquela noite.
Igor fodeu ela por trás enquanto Henrique enchia a boca dela.
José gozou dentro da boceta dela primeiro, gemendo que ia “encher essa puta interiorana”.
Lucas preferiu a bunda — cuspiu, abriu e enfiou devagar, ignorando os gemidos de dor e prazer dela.
Gustavo gostava de olhar nos olhos dela enquanto metia fundo, sussurrando coisas possessivas:
— Agora você é nossa, Gi. Todo dia, toda hora. Essa boceta, essa boca, esse cu... tudo nosso.
Quando terminaram, Giovanna estava deitada no sofá, corpo marcado de chupões, porra escorrendo da boceta, da bunda e do queixo. Cabelo liso grudado no suor, olhos vidrados.
Igor se abaixou, limpou o canto da boca dela com o polegar e sorriu.
— Bem-vinda à cidade, princesa. Amanhã você volta pro apartamento depois do trabalho. E não pensa em fugir. A gente sabe onde sua família mora no interior.
Henrique riu, acendendo um cigarro.
— E se você for boazinha... a gente até pode te tratar como namorada de vez em quando.
Giovanna não respondeu. Só fechou os olhos, o corpo latejando, a mente confusa entre vergonha, medo e um prazer doentio que ela não queria admitir.
Ela sabia que estava presa.
Sabia que eles não iam parar.
E, no fundo, uma parte dela já não queria mais que parassem.
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