Aulas particulares
Como professor Particular, sou obrigado a ensinar tudo que minha aluna desejar.
De todas as namoradas que já tive, algumas eram apenas bonitas; outras, uma mistura de inteligência e beleza. No entanto, todas careciam da única coisa que realmente importava. Desta vez, sinto que encontrei alguém diferente, dona de um coração genuinamente inocente.
Aos 25 anos, com 1,77 m de altura e 81 kg, ostento um físico que confunde: não sou musculoso nem magricelo, mas meu biotipo sugere que frequento a academia, mesmo sem o fazer.
Há um ano, passei a ministrar aulas particulares para alguns moradores do condomínio. Há três meses, meu envolvimento com a mãe de uma das alunas tornou-se pessoal. Angélica, mãe solteira de 31 anos, é deslumbrante. Com curvas acentuadas e uma silhueta marcante, ela é o que muitos chamariam de "Gostosa". Ainda não chegamos à transar, ela busca a segurança de que estamos trilhando um caminho sério, algo que respeito e que não me causa pressa.
Ela é gerente de uma rede de Buffet em São Paulo o que a faz ficar fora nos fim de tardes e noites, resultando em chegadas tardias. Em eventos infantis, ela costuma levar a pequena Alina, uma garotinha de cabelos castanhos curtos, olhos cor de mel radiantes e bochechas sempre rosadas, ela é a personificação da fofura e da inocência.
Alina é, sem dúvida, minha aluna mais brilhante. Nosso convívio começou há exatamente um ano, junto com meus primeiros passos como tutor particular. No início, ela era a personificação da rebeldia, sempre bagunceira e desobediente, apenas para testar meus limites e atrair atenção. Com o tempo, compreendi as camadas por trás desse comportamento: filha de pais separados, sua mãe foi uma ex-modelo mirim que sacrificou a infância e o tempo pessoal pela carreira. Já o pai... bem, sobre ele, o silêncio é a melhor resposta.
Quanto mais nossas conversas se aprofundavam, mais o seu semblante mudava; a vivacidade das brincadeiras de antes dava lugar a uma seriedade contida, que crescia a cada dia. Até que, finalmente, o silêncio foi quebrado por um gesto inesperado: ela me estendeu um envelope. Ao abrir, encontrei mais do que palavras; era uma declaração de amor, escrita com a pureza que só ela possuía.
A princípio, esbocei um sorriso, acreditando ser apenas mais uma de suas travessuras criativas. Contudo, o brilho resoluto em seus olhos cor de mel não deixava margem para dúvidas: ela estava falando sério. Senti-me, confesso, lisonjeado. Mas, ao mesmo tempo, minha mente racional tentava rotular aquilo como uma simples paixão infantil, um encantamento passageiro de uma aluna pelo seu tutor.
No entanto, ver tamanha coragem em alguém tão jovem foi cativante de uma forma que eu não pude negar. Havia uma pureza naquele gesto que me desarmou, e acabei aceitando entrar naquele jogo de afeição, acreditando que poderia guiá-lo com segurança. Passamos a compartilhar ainda mais tempo juntos, os limites entre o ensino e a convivência tornaram-se nebulosos e, então... o que era para ser apenas uma fase tomou um rumo que eu jamais poderia ter previsto.
No início, nossa relação se assemelhava à de um casal casto; limitávamos o contato a selinhos rápidos nos cumprimentos e despedidas. No entanto, o tesão entre nós não tardou a transbordar. Em menos de um mês, a barreira da timidez caiu: os beijos tornaram-se profundos, de língua, quase sempre com ela em meu colo, ditando o ritmo do nosso desejo.
Com um mês e meio de convivência, avançamos para o sexo oral. Por ser inexperiente, os movimentos dela ainda eram um tanto desajeitados, denunciando a falta de prática, mas a vontade compensava qualquer falta de técnica. Já por outro lado, a recepção era absoluta; ela se entregava completamente e adorava a sensação de ser chupada.
Até então não passávamos disso. Até que na última sexta-feira tudo mudou.
Parte 2
Meu telefone vibrou, era 15:17: era Angélica, mais uma vez, solicitando uma "revisão urgente" para Alina. Eu sabia que essas sessões espontâneas estavam se tornando um hábito conveniente para ela, quase como se eu fosse um tutor de plantão — ou, como eu suspeitava, uma babá gratuita.
Ao me acompanhar até a porta, Angélica despediu-se com um sorriso agradecido que não chegava a esconder sua pressa.
— Obrigada novamente. Vou compensar você de alguma forma — prometeu ela, antes de dar as costas.
Assim que a porta da frente se fechou, o silêncio da casa foi estilhaçado pelo grito impaciente vindo da sala.
— AAAAH, VOCÊ SEMPRE DEMORA TANTO! — Alina exclamou, surgindo diante de mim com uma energia caótica. Sem qualquer cerimônia ou hesitação, ela disparou: — Ei... eu não usei calcinha hoje, então você pode beijar minha xoxota imediatamente!
Antes que eu pudesse processar a audácia, ela se moveu em direção ao centro da sala, os olhos brilhando com um desafio perigoso.
— Quer fazer isso na mesa de centro nova da minha mãe? — perguntou, já se acomodando sobre o móvel, deitando-se e abrindo as pernas sem qualquer pudor.
O choque percorreu meu corpo. Aquela garota ainda ia me matar do coração. Enquanto eu tentava recuperar o fôlego e a razão, ela continuou, a voz subindo de tom pela excitação.
— EU ESTAVA ME MASTURBANDO ANTES DE VOCÊ CHEGAR, professor! E ainda não tomei banho... está exatamente do jeito que você gosta. A gente não brinca há semanas, minha vagina também sente sua falta! GWAAA! VAMOS, VAMOS!
Eu abaixei o olhar, hipnotizado pela visão. O brilho úmido entre suas pernas denunciava que ela falava a verdade. Alina percebeu meu olhar fixo e soltou uma risada vitoriosa.
— Hehe, sim! Venha aqui, professor... você sabe que não consegue resistir.
— Garotinhas da sua idade não deveriam falar assim — repreendi, com um peteleco leve, mas firme, em sua testa. — E não pense que eu esqueci o quão mal você se saiu na prova de quarta-feira. Pare de brincar; temos trabalho a fazer.
Alina inflou as bochechas, desviando o rosto com um estalo de língua
— Tsk... você é tão chato, professor
Eu a pressionava daquela forma porque conhecia seu potencial; sabia que ela era perfeitamente capaz de aguentar o ritmo. Por trás da rebeldia, havia uma inteligência afiada
— Quanto mais você reclamar, mais tempo isso vai levar — alfinetei
— Tá, tá... — resmungou ela, rendendo-se momentaneamente aos livros
No fundo, eu acredito que essa rigidez que a dez se aproximar de mim. Ela buscava alguém que ocupasse o vácuo deixado pela pai. Não importava o quanto ela tentasse fingir se madura, no fim das contas, ainda era uma criança. Tinha um gênio difícil, sim, mas o coração era bom.
Acabei me perdendo em meus pensamentos, meus olhos fixos nela por tempo demais.
— Pare de me encarar tanto — disparou Alina, sem tirar os olhos do papel. — Não consigo me concentrar
— Encarando? Quem? — disfarcei, pigarreando para retomar a postura profissional. — Enfim, ainda temos algumas leituras pendentes. Você terminou o primeiro capítulo, como prometeu
— Oh... sim... — ela soltou um suspiro pesado, mergulhando novamente nos textos
Já se passavam quase duas horas desde que havíamos começado; o relógio marcava 17:12
Parte 3
Às vezes, sabia o peso na consciência. Eu sentia que estava me aproveitando da vulnerabilidade dela. Na verdade, eu sabia que estava. Mas o autocontrole era uma batalha perdida; passar tempo com ela, em qualquer circunstância, parecia um presente do qual eu não conseguia abrir mão.
Alina esticou os braços, soltando um bocejo alto e desajeitado
— GUAAAA!
— Terminou o capítulo quatro? — perguntei, observando o relógio, que agora já apontava 18:23
— Sim... — respondeu ela, exausta
— Muito bem, Alina
— Chega! Não aguento mais! Desisto! — explodiu, encarando-me com uma mistura de cansaço e petulância. — Se você me obrigar a estudar mais um minuto, eu juro que eu mesma chamo a polícia, professor!
O tesão acumulada naquelas horas de estudo finalmente rompeu a barreira do profissionalismo.
— Você não é a única que precisa de um descanso — retruquei, a voz mais rouca
Sem desviar o olhar, abaixei o zíper, deixando meu pênis exposto diante dela.
— Você acha que foi fácil segurar isso depois do seu pequeno show na sala
Alina parecia vibrar. O cansaço de segundos atrás desapareceu, substituído por um brilho intenso nos olhos ao ver minha ereção à mostra
— Desculpe, professor! — ela exclamou, embora o tom fosse de puro deleite, não de arrependimento
— Se você se sente tão mal assim — provoquei, dando um passo à frente —, chupe meu pau e eu farei você gozar quantas vezes você quiser
Ela deu um sorriso atrevido, aproximando-se com passos lentos e decididos
— Ei! Isso não é justo! Eu não posso falar assim, mas você pode
Enquanto falava, ela segurou meu pênis, apertando-o com força, sentindo o pulsar do sangue sob a pele
— Tudo bem, estamos em uma pausa agora — respondi, sentindo o calor das mãos dela. — Então, quer começar
— Sim! Quero sim
Ela começou a me chupar com uma vontade voraz. Havia algo de excitante em sua falta de técnica; seus boquetes desajeitados eram, de longe, os melhores. Eu sentia seus dentes de leite raspando suavemente ao redor da glande enquanto ela fazia um esforço visível para colocar toda a cabeça em sua boca pequena. O som de chupadas preenchia o quarto. Eu a observava de cima, pensando que, por mais que ela tivesse aprendido teorias em vídeos pornográficos online, nada substituía aquela entrega real. Ela se esforçava ao máximo, mas a verdade é que ainda era uma criança, uma aprendiz dedicada descobrindo, na prática, como dar prazer a um homem.
Enquanto ela continuava, fui recuando lentamente até sentir a borda da cama. Deitei-me, deixando que ela assumisse o controle do ritmo.
— Parece que você andou praticando, Alina — provoquei, sentindo o calor da sua boca.
Ela não interrompeu o que estava fazendo. Com meu pênis ainda entre os lábios, respondeu de forma abafada:
— Mgg... sim... com... as bananas...
Era uma cena quase surreal: ela, com aquele jeito dedicado e fofo, esforçando-se no sexo oral enquanto mal cabíamos naquela cama. Alina alternava entre chupadas e beijos úmidos ao longo do meu pênis, sem pressa.
— Você gosta tanto de bananas assim? — perguntei, sentindo o prazer aumentar.
— Slup! Sim... é... meu... favorito... — ela murmurou entre uma lambida e outra.
— Da próxima vez, eu te ofereço uma banana split.
Parte 4
Ao ouvir aquilo, Alina parou por um segundo. Olhou-me de baixo, com os olhos arregalados e uma surpresa genuína estampada no rosto.
— Você quer dizer... tipo num encontro?!
Ver aquela empolgação infantil dela brilhar nos olhos, me impediu de recuar. Eu sabia o risco, mas a satisfação dela era contagiante.
— Bem... teríamos que ser muito cuidadosos — ponderei —, mas claro, podemos dar um jeito. Algo como um "Dia de Pai e Filha"... com a permissão da sua mãe, é claro.
O sorriso que ela abriu foi radiante, iluminando o rosto de uma forma que poucas vezes vi.
— Então! Quero ir comer primeiro, depois podemos assistir a um filme, depois podemos ir para sua casa e transar a noite toda! E de manhã, podemos...
— Espere aí — interrompi, tentando trazer um pouco de realidade para a fantasia dela. — Você ainda é uma criança, precisa estar em casa na hora de dormir.
O semblante dela mudou instantaneamente. A cara fechada e o olhar desafiador voltaram com força.
— Criança? — repetiu ela, em tom de desafio.
Sem dizer mais nada, Alina segurou meu pênis com firmeza pela base e, em um movimento decidido, acomodou quase todo na boca, superando qualquer limitação de antes. Eu arqueei as costas, pego de surpresa pela audácia e pela chupada repentina.
— A... Alina!? — gaguejei, sentindo a pressão intensa.
Por um momento, um pensamento atravessou minha mente enquanto a observava se esforçando para engolir todo meu pênis: por trás de toda aquela encenação de menina crescida, no fundo, ela ainda era apenas uma criança tentando desesperadamente ser levada a sério.
O prazer foi avassalador. Eu conseguia sentir cada detalhe: a pressão da garganta dela apertando meu pênis, os dentes raspando as laterais em um limite perigoso e a língua pequena fazendo cócegas nos meus testículos. A imagem era surreal: uma criança fazendo uma garganta profunda era inacreditável.
— Alina... você é... incrível! — consegui falar antes de perder o controle.
Gozei fundo, sentindo minhas bolas esvaziarem em jatos sucessivos. Meu pênis foi sendo liberado aos poucos pelos lábios dela, que ainda deu uma última sucção estalada na glande antes de soltar tudo. Alina tossiu, fungou o nariz e limpou o canto da boca melada, onde o excesso do meu sêmen escorria.
— E aí, o que achou para uma "criança"? — provocou ela, com a voz rouca. — Você gozou tanto, professor!
— Impressionante — respondi, tentando recuperar o fôlego. — Mas você ainda não conseguiu engolir tudo, né?
Ela sorriu, tentando limpar o rosto com as costas da mão, apenas espalhando ainda mais o rastro de sêmen.
— Ei! Agora é minha vez! Me faça gozar, me faça gozar!
Sem esperar resposta, ela se jogou para trás na cama, segurando as pernas abertas em um convite explícito. Eu não ia negar.
— então tá.
Aproximei-me para explorar aquela intimidade. Já tinha feito aquilo inúmeras vezes, mas a sensação ainda era de descoberta. Minha língua mergulhava fundo, fazendo-a se contorcer e gemer em um prazer que ela mal conseguia processar. Eu precisava ser cuidadoso; separar seus lábios delicados exigia paciência para não machucá-la, mas a prática me permitia levá-la ao limite em questão de segundos.
O corpo de Alina tremia violentamente. Os dedos dos seus pés se encolhiam e ela pressionava as mãos contra a boca, tentando abafar os gritos que queriam escapar para o resto da casa. O sabor era intenso — uma mistura de suor e secreção e xixi, esse era o sabor daquela criança. Era um gosto que parecia nunca ser suficiente para mim, e certamente não era o bastante para ela, que pedia por mais a cada espasmo.
Alina mudou de posição, ficando de bruços e elevando o quadril, deixando seu ânus e vagina totalmente exposta para mim. O olhar que ela lançou por cima do ombro era puro desejo.
— Pro... Professor!.
Eu me posicionei atrás dela. Direcionei a glande para o seu ânus, exercendo uma pressão leve e constante. No primeiro contato, ela se assustou; senti o músculo se contrair, repelindo a invasão.
— Desculpe, está doendo? — perguntei.
Ela não recuou. Pelo contrário, enterrou o rosto no colchão e, com as próprias mãos, afastou as nádegas para facilitar meu acesso.
— Não... não. Eu gosto de sentir você no meu ânus — confessou, em um sussurro abafado.
Parte Final
A realidade era que eu precisava de paciência. Ela ainda não estava pronta para o sexo vaginal, então eu vinha preparando seu ânus, treinando sua elasticidade com exercícios graduais. No início, até mesmo um dedo encontrava resistência, mas agora a evolução era nítida. Havia algo intenso no modo como ela reagia, a cada estocada, seu corpo liberava pequenos jatos involuntários de urina, uma resposta física à intensidade da penetração. Mesmo sendo apenas a cabeça do meu membro, ela se entregava e aproveitava cada segundo como uma mulher experiente.
— A... Alina. Estou quase lá — avisei, sentindo a pressão aumentar.
— Continua... está gostosinho... continua...
Segurei seu quadril estreito com firmeza e descarreguei. Gozei. Como o ânus dela ainda era muito apertado, a pressão muscular acabou expulsando quase todo o sêmen que depositei ali dentro.
Exausto, fiquei em silêncio por um momento, apenas admirando a cena: o líquido branco escorrendo lentamente do ânus em direção à vagina, antes de manchar o lençol da cama. Alina relaxou o corpo, baixando o quadril, mas virou a cabeça para me encarar com um sorriso travesso.
— Professor! Você ainda não terminou, né?
— N... não. Claro que não — respondi, sentindo o desejo reacender diante daquela insaciabilidade.
O prazer não parecia ter fim, e meu corpo reagiu prontamente, retomando a ereção máxima. Ao consultar o relógio, os números já marcavam 19:38. O tempo estava voando, mas para Alina, ele parecia ter parado.
— Ótimo!
Essa garota era insaciável. Eu a puxei para o meu colo e, enquanto trocávamos beijos profundos, inseri novamente em seu ânus.
— Ah... ahhh... meu bumbum... está um pouco dolorido...
ela sussurrou, mas não recuou. Pelo contrário, encaixou-se com mais força.
Perdi completamente a noção das horas. Continuei fazendo amor com minha pequena namorada, alternando entre sexo anal e oral. Eu buscava ser o mais gentil possível, cuidando para não ferir seu corpo ainda tão delicado, enquanto a via se contorcer em orgasmos. Ela parecia adorar com cada movimento, especialmente quando eu entrava e saía rapidamente com a glande em seu ânus, provocando estímulos intensos.
— Mmmmm, gostosinho... mmmmm — ela murmurava, entregue.
Ainda curiosa, ela tentava sugerir a penetração vaginal, mas eu me mantinha firme, lembrando-a de que era uma má ideia. Para compensar, eu a virava e focava em sua vulva com a língua. Enquanto eu a fizesse gozar, ela aceitava qualquer coisa que eu fizesse.
— AAAH! Tá gostoso... tá gostoso. Isso... não para!
Alina era uma curiosa nata, sempre querendo experimentar coisas novas que fariam até uma mulher adulta corar. Coloquei-a deitada de barriga para cima e levantei suas pernas, vindo por cima para penetrá-la novamente.
— Ah! Consigo te ver entrando em mim, professor!
disse ela, observando minha glande entrar em seu ânus.
Ficamos naquele amor por um longo tempo. Quando finalmente olhei para o relógio de novo, eram 21:08. Estávamos exaustos, suados e cobertos pelos fluidos um do outro. Alina deitou-se de costas sobre mim; o ar no quarto estava pesado, impregnado com o cheiro de sexo anal, suor e sêmen.
— *Huf*... eu... acho que já deu por hoje — consegui dizer, recuperando o fôlego.
— Professor... você fez uma bagunça... danada
Ela respondeu, rindo enquanto o ânus emitia sons úmidos, expelindo o excesso de sêmen.
— Já está bem tarde. Deveríamos tomar um banho antes que sua mãe chegue.
Como se tivéssemos invocado sua presença, o telefone tocou. A voz de Angélica preencheu o ambiente através do viva-voz:
— Puxa, viu? É por isso que coloquei seu telefone no modo automático. Estou ligando no fixo e você não atende! Olha, estarei em casa amanhã. Não coma o bolo na geladeira, é para a festa de domingo. E é melhor não ter irritado seu professor... não quero que você estrague outro possível papai dessa vez. Tchau, te amo.
O silêncio que se seguiu foi pesado.
— Sua mãe faz isso bastante, né?
— É. Às vezes — respondeu Alina, o tom de voz subitamente murcho.
— Não fique brava com ela. Tenho certeza de que ela se preocupa mais com você do que imagina.
— Tanto faz — disse ela, repousando a cabeça no meu peito. Senti sua tristeza e soube que precisava animá-la.
— Ei... que tal sábado que vem?
— O que tem? — ela perguntou, sem se mexer.
— Nosso encontro.
Alina deu um pulo, sentando-se sobre mim com os olhos brilhando.
— Sério?!
— Claro. Tenho a desculpa perfeita. Você só precisa da permissão dela para dormir na casa de uma amiga. Podemos jogar, assistir a filmes e eu vou preparar um jantar bem gostoso para você.
— EU ADORO BATATA FRITA! — ela começou a gritar, empolgada. — E tiras de frango bem crocantes! Ah, e um milkshake de banana!
Na agitação, ela acabou se esfregando contra mim, e meu corpo despertou mais uma vez.
— Ei... calma aí, Alina... você está...
— Então, podemos assistir a filmes de terror com muita violência e sexo!
— É isso que eu gosto de ver — comentei.
— O quê? Filmes de terror? — ela perguntou, pensativa.
— Não. Ver você sorrir.
Ela corou instantaneamente e mergulhou em meus braços para um beijo apaixonado. Enquanto nos perdíamos um no outro, os pés dela contornaram minha ereção renascida. Ela me olhou nos olhos, com um brilho desafiador.
— Ei, você ainda não está cansado, está? Vamos de novo, papai!
— Eh...? Como você me chamou?
— Nada, hehehe — ela riu, travessa.
Adultos têm seus problemas, mas as jovens também têm os deles. Se os ignoramos, eles crescem sozinhos, de qualquer jeito. Talvez fosse melhor que ela tivesse alguém que se importasse por perto... mesmo que esse alguém
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