Meu primeiro troca-troca de mães
Minha mãe queria me apresentar uma pessoa aquela noite. E ela parecia excitada, mais que o normal.
Depois de me emprestar pra comer a vizinha, acabei descobrindo muitas coisas sobre a minha mãe, não apenas o seu caso amoroso lésbico com a dona Janú. Mas, de tudo o que veio à tona, uma coisa ainda me causava sentimentos conflitantes: havia uma outra pessoa na vida dela. Ou melhor, na vida delas duas... o filho da vizinha.
Não sei há quanto tempo, mas a dona Janú e a minha mãe trocavam mais do que uma xícara de açúcar. Elas trocavam fluidos na cama, e dividiam isso com o Beto, o filho único da dona Janú. Minha mãe não apenas tinha sexo com a vizinha há anos, mas também com o filho dela... Claro que tudo ficou mais difícil quando ele foi fazer faculdade em outra cidade. Mas sempre que aparecia, nas férias, era uma festa na casa ao lado da nossa... e eu nem sabia.
E então, o mês de julho chegou, e com ele as férias do Beto.
"Estou tão excitada", disse a dona Janú. "Esta noite quero dar mais uma boa lambida no gostoso do seu filho. Ele adorou quando eu o lambi da última vez."
"E eu adorei assistir", disse a minha mãe. "Como você disse, o Beto tem uma bunda linda. Nádegas lisas e uma fenda sexy bem suculenta."
"E aquele pau incrível e as bolas dele!", disse a dona Janú, "tão grande e duro quando está excitado..."
Era um dia quente de verão e a minha mãe estava toda ouriçada, só não sabia com o quê. Mas tudo logo ficou claro quando ela disse que a dona Janú vinha mais tarde... com uma surpresa.
"Imagino que ela dessa vez não vem sozinha", eu disse, fazendo ela sorrir.
"Sim, querido. Queria te apresentar uma pessoa essa noite", ela parecia excitada, mais que o normal.
Com o entardecer, e o escuro que ocultava suas visitas à minha mãe, a dona Janú apareceu no portão. E estava acompanhada de um garotão que parecia ter alguns anos a menos que eu. Talvez pela diferença de idade, não me lembro de ter tido amizade com ele.
Olhando pra excitação das duas, elas pareciam duas garotas num encontro duplo. A única diferença era que aquela seria uma noite incestuosa com seus filhos.
Olhando pro Leo, ele não parecia sentir constrangimento por estar prestes a ver sua mãe sendo fodida por outro. No meu caso, acho que ainda não estava totalmente à vontade com a ideia. Ver minha mãe chupando uma buceta era uma coisa, mas vê-la chupando o pau de outro me enchia de ciúmes.
Depois de uma taça de vinho, e uns cochichos trocados na sala de estar, as duas não precisaram de mais incentivo. Com certeza já deviam estar bem excitadas. Até que, sem querer perder mais tempo, elas colocaram as taças na mesinha, e diante dos filhos, levantaram as blusas e libertaram os seios dos sutiãs apertados.
"Sua mãe tem uns peitões!", exclamou o Leo. "Que tal a gente dar uma mãozinha pra elas?"
Podia ver, pelo volume da sua calça, que ele tava de pau duro. E não tirava os olhos da bunda da minha mãe, enquanto ajudava ela a tirar o resto da roupa. Eu fazia o mesmo com a dona Janú. Até que as duas se viraram pra nós, nuazinhas em pêlo, sorrindo enquanto se deixavam comer pelos olhos famintos de dois garotos.
Podia ver o Leo salivar, enquanto olhava fixamente pros peitos da minha mãe, antes que seus olhos descessem pelo seu corpo e se fixassem na sua buceta completamente exposta. Até parecia que ele estava vendo ela nua pela primeira vez... o que eu sabia que não era o caso. Muito pelo contrário. Imagino que ele não só viu como deve ter fodido muito a minha mãe, o que me deixava ainda mais enciumado.
Minha mãe e sua amiga estavam agora completamente nuas diante dos seus filhos, sem vergonha ou constrangimento. A nudez era bastante natural pras duas, tão excitante pra mim quanto parecia ser pro Leo. E me surpreendia que não apenas eu e minha mãe formávamos uma dupla incestuosa, mas também a vizinha e seu filho. Na verdade, tudo tinha começado com os dois.
"Que tal a gente ir pra cama de uma vez?", disse a minha mãe, e ela e a dona Janú foram na frente, conduzindo os filhos pro quarto. Seguindo atrás delas, eu e o Leo, cujos olhos estavam grudados na bunda da minha mãe.
"Nós sabemos o que vocês estão olhando", disse a minha mãe. "Não é, Janú?"
"Claro", respondeu a sua amiga rindo enquanto olhava por cima do ombro.
E assim que chegaram, as duas sentaram na beira da cama, olhando pra nós dois, enquanto nos ajudavam a tirar a roupa. Minha mãe já fazia isso com habilidade. E logo que libertava o meu pau, já começava a me masturbar.
Então, me inclinei sobre ela e comecei a beijar e chupar a sua língua. Eu apertava seus mamilos, e o Leo fazia o mesmo com a mãe dele. Beijei o seu pescoço, descendo pelo seu peito e mamando nela, fazendo uma sucção que deixava o seu mamilo durinho. Ao mesmo tempo, meu dedo se perdia no meio dos seus pêlos, até encontrar o caminho pela sua fenda, que já tava molhadinha enquanto a penetrava.
As duas mães então se entreolharam, diante da ereção dos filhos, e queriam fazer logo o que estavam ali pra fazer.
Era uma visão incrível, as duas sentadas lado a lado, cada uma masturbando seu filho. Então, minha mãe começou a me chupar. Ela girava os meus testículos na mão direita enquanto, com a esquerda, acariciava a minha bunda, me puxando para mais perto enquanto continuava a mamar no meu pau com toda a dedicação.
Ao lado, a dona Janú fazia o mesmo com seu filho. O Leo suspirava, com a cabeça jogada para trás, enquanto sua mãe primeiro lambia o seu saco, antes de se dedicar à cabeça do seu pau.
Então, ele colocou as mãos na cabeça dela e a puxou para mais perto, de modo que seu pau deslizasse pela língua da mãe, com a glande alojada no fundo da garganta dela. E assim ele começou a foder a sua boca.
A atmosfera ficou densa com os sons e aromas de sexo, enquanto as duas se entregavam aos pecados da carne. E o fato de estarmos fazendo algo tão proibido e condenável pela sociedade só tornava tudo ainda mais excitante.
Após uns dez minutos de sexo oral incestuoso, nós dois estávamos de pau duro diante delas, que, sem que precisassem dizer nada, sorriram e fizeram o que estavam morrendo de vontade de fazer.
"Vamos lá, Janú", minha mãe disse. "Agora você chupa o meu filho e eu chupo o seu."
O Leo, claro, estava ansioso para trocar de mães, ficando agora no meu lugar. A dona Janú era mesmo muito boa no sexo oral, lambendo e chupando o meu pau como fez nas últimas semanas. Enquanto deslizava a língua pelos meus testículos, eu acariciava o seu cabelo, deixando que ela se divertisse.
Ao lado, por sua vez, o Leo segurava a minha mãe pela cabeça e fodia sem dó a sua boca. Eu olhava as suas bolas batendo no queixo dela, enquanto ele metia, numa estocada atrás da outra.
"Caramba, tinha esquecido como a senhora mama gostoso!", ele exclamou, fazendo seu pau chegar no fundo da garganta da minha mãe.
Segurei a dona Janú pela cintura, olhando ela nos olhos. Depois abri suas pernas e meti meu pau na sua buceta molhada. Ao lado, o Leo fez o mesmo com a minha mãe. Começamos a meter nelas, e ambas não faziam nenhum som, apenas gemiam de prazer. Ao lado uma da outra, as duas estavam no paraíso das mães incestuosas. E elas ainda tinham tesão pra se beijarem, numa guerrinha de línguas, enquanto eram penetradas.
Tirei meu pau da dona Janú e pedi pra ela se levantar e sentar no meu colo. Ela imediatamente encaixou sua buceta no meu pau e começou a rebolar, movendo o corpo para cima e para baixo.
Ao lado, o Leo fez minha mãe ficar de quatro e metia nela por trás. Meio inclinado sobre as costas dela, ele apertava os seus peitos.
Depois de um tempo, olhei pro lado e ele já tinha colocado ela deitada de costas. E, de joelhos entre as suas pernas, ele segurava os seus tornozelos, deixando ela de pernas abertas e a xoxota exposta, enquanto fodia com toda energia.
Depois de 15 minutos, trocamos de posição. E começamos uma nova sessão, quase que numa disputazinha, pra ver quem fodia mais a mãe do outro.
Mas eu não estava com pressa, já tinha me acostumado à bucetona da dona Janú, e adorava lamber e chupar o seu grelo, vendo ela se contorcer de prazer. Abri os lábios inchados dela e lambi o seu clitóris, provando o seu gozo e surpreso de ver como ela tava molhada, vendo o filho comer a sua amiga.
Eu e o Leo estávamos transando há quase uma hora com as nossas mães, curtindo aquele troca-troca de mães na mesma cama. E enquanto metia na vizinha, com uma das mãos, eu apertei o seio da minha mãe, beijando a sua boca, enquanto o Leo continuava metendo nela por trás, fazendo aquele barulho das suas bolas batendo na bunda dela.
A noite avançava e a nossa orgia incestuosa ficava cada vez melhor. Já estava me acostumando ao som de gemidos da minha mãe, sendo penetrada pelo filho da vizinha do meu lado. E ficava imaginando todas as vezes que ela fez aquilo na casa ao lado, sem que eu nem soubesse. Mas, a julgar pelo tesão com que o Leo metia nela, acho que minha mãe teve muita diversão, depois de tanto tempo sem sexo.
Depois de muito foder as duas, eu finalmente gozei na mãe dele, e ele, na minha. Como sempre, foi uma delícia ver a dona Janú revirar os olhinhos, durante o seu orgasmo, se contorcendo na cama enquanto eu enchia a sua buceta de porra.
Mas me enchi de ciúmes quando vi a minha mãe agarrada ao filho da vizinha, com as unhas cravadas nas costas dele, enquanto gozava. E, pelo jeito como o garoto gemia, metendo nela, eu sabia que ele também tava gozando e enchendo ela de porra.
Foi meio estranho ver a minha mãe gozar com o pau de outro metido nela, mas confesso que tava adorando conhecer aquele seu lado pervertido. No começo, pensei que ela fosse só uma coroa fogosa, querendo muito foder. Depois, pensei que ela fosse meio lésbica. Mas agora, tinha certeza que ela era mesmo uma puta na cama, que valia todo tipo de sexo com ela. E isso me enchia de tesão.
Outra coisa que percebi que tinha julgado mal era aquele garoto deitado ao meu lado. Quando vi o Leo chegando com a dona Janú, pensei que não passava de um pobre garotinho que a mãe devia dar uma surra de buceta toda noite. Mas ele se revelou bem mais que isso. Afinal, assim como eu, ele dava conta de duas coroas fogosas na cama.
E quando o garoto virou pra mim com aquela cara de safado, eu me surpreendi com a sua proposta. Enquanto nos recobrávamos pra uma segunda rodada com as nossas mães, ele me disse:
"Que tal a gente fazer dupla penetração?", ele sorria enquanto minha mãe chupava o seu pau.
Com a cara entre as minhas pernas, a dona Janú também me chupava. E eu ficava imaginando com aquela coroa tinha transformado o filho num garoto tão depravado e incestuoso. Mas a ideia me deixou de pau duro na hora.
E é claro que ele quis primeiro meter na minha mãe. Deitado na cama, ele fez ela sentar em cima dele, enquanto apertava os peitos dela. Por baixo o seu pau mais uma vez sumiu na buceta da minha mãe, quando ela começou a rebolar, se esfregando nele.
Depois, foi a minha vez de me ajeitar atrás dela, abrindo a sua bunda e metendo no seu cu. O Leo parecia ter toda energia pra foder a minha mãe, e ela por sua vez, parecia estar adorando experimentar dois paus ao mesmo tempo. Já estávamos dentro dela há uns dez minutos, ela tava aguentando bem ser penetrada dos dois lados. Ela suspirava e gemia feito um recheio de sanduíche entre nós dois, e aposto que gozou como nunca.
Fiz sexo anal com a minha mãe por 15 minutos e ejaculei dentro dela. E quando ela se levantou tinha porra escorrendo pela frente e por trás. Estava meio exausto e precisava descansar um pouco, mas confesso que me encheu de tesão quando a dona Janú se deitou com a cara entre as pernas da minha mãe e começou a lamber e chupar a buceta dela, provando da porra do próprio filho.
E o Leo, pra minha surpresa, ainda tava de pau duro, e não perdeu tempo, fazendo a mãe ficar de quatro e metendo nela por trás.
Então, quando foi a sua vez, a dona Janú deitou sobre mim, se deixando penetrar e me beijando sem parar, ao mesmo tempo em que o Leo subia em cima dela pra meter no seu cu. Nossa, acho que ela teve uma noite inesquecível, pelo jeito como gemia, com a boca entreaberta, enquanto eu chupava a sua língua.
Depois de uns 15 minutos de uma intensa foda, os dois metendo nela sem dó, eu podia sentir o corpo da dona Janú tremer todo, enquanto ela gozava. E dessa vez foi a minha mãe que quis lamber e chupar a sua buceta toda melada de porra.
Ao final, com um beijo, dividindo o sabor do gozo dos filhos, as duas se deitaram entre nós e dormimos os quatro meio agarrados na cama. Ao meu lado, minha mãe parecia mais do que satisfeita. Só não sei mais o que ela ia inventar. Quem sabe uma bela orgia com alguma outra amiga sua. Só não sei quantas coroas fogosas, doidas por sexo, minha mãe conhece. Mas estava mais do que disposto a dar prazer a todas elas, e foder muito suas bucetas peludas.
Continua...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)