#Coroa #Gay #Teen

O marido da velha crente fofoqueira

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1000tonsp

Seu Aguiar me agarra firme pela cintura, e passa a socar como bate estacas. Nossa...a cada batida parecia que a cabeça da rola ia sair pela minha boca.

Já estávamos há alguns meses morando naquele lugar, e mesmo não saindo muito para a rua, já conhecia algumas pessoas da vizinhança, e dona Amélia era uma delas...branca, 52 anos, crente, fofoqueira e muito barraqueira, vira e mexe estava envolvida em confusão e escândalos na rua, normalmente, porque falava demais. Ela morava só com o marido, numa casa em frente à nossa.
Quando cheguei em casa, essa mulher estava conversando com a minha mãe, e eu não gostei. Não ia com a cara dela.
Assim que dona Amélia saiu, fui falar com minha mãe:
_Caramba mãe...a senhora vai fazer amizade com essa mulher? Ela é a maior fofoqueira da vila!
_É eu sei filho...mas ela também me deu boas idéias para melhorar os alagamentos aqui.
As idéias eram colocar uma compota na porta da cozinha, e fazer uma plataforminha de alvenaria para colocar a geladeira e o fogão.
_Ah...isso o Janjão deve fazer....
_É filho...até pensei nele, mas como ele é bonzinho, acho que nem vai querer cobrar...
_Ué...mas se a gente não tem dinheiro...é melhor assim...
_Milton...não é bem assim...
_Mas mãe, se a gente veio parar aqui, é porque a gente não tem dinheiro..
_Eu te entendo filho...mas não é bom ficar devendo muitos favores a uma pessoa, além disso, a dona Amélia disse que o marido dela faz esse serviço...e cobra baratinho...
_Mas mãe...aí essa mulher vai ficar vindo aqui...
_E o quê que tem?
_Mãe...ela é fofoqueira, quem fala dos outros para a gente, fala da gente para os outros...
_Filho...acho que sou bem crescidinha para entender isso...
_Tá bom....tá bom...se é assim que a senhora quer...eu não falo mais nada...
Uns dois dias depois dessa breve discussão com a minha mãe, numa sexta feira, ela veio me falar:
_Olha...amanhã levanta cedo, seu Aguiar (marido da dona Amélia) vem aqui em casa fazer o serviço.
_Tá...
Fiquei indiferente, não queria prolongar esse assunto. No fogo que eu estava, queria era o Janjão ali, fazendo o serviço em casa.
No sábado, logo cedo, o homem chegou.
Seu Aguiar não era de falar muito, bem diferente da mulher dele. Branco, magro, mais ou menos 1,75m, 55 anos, e fumava bastante. Ele chegou em casa, conversou rápido com minha mãe, mediu algumas coisas, e saiu.
Três horas depois, o homem volta, com uma chapa grande, e outros materiais de que iria precisar. Ele montou a compota, e foi almoçar.
Seu Aguiar retornou umas 14h, com cheiro de bebida.
Falava pouco, fumava, bebia...pelo jeito ele não era crente como a mulher.
Ele começou a fazer a plataforminha de tijolos, e dona Amélia chegou, fazendo fofoca da filha de uma outra vizinha.
Após um breve bate papo, minha mãe falou que iria na casa dela tomar um café.
_Eu não acredito. Falei baixinho, mas ela ouviu.
_Olha Milton...tá muita poeira aqui, e o Guilerme ainda é bebê...você vem?
_Não!
_Você que sabe...vem Gustavo!
Eles saíram e eu fiquei no quarto, peguei um caderno, fingi estudar, mas na verdade, estava pensando no Janjão. Já fazia um tempinho que eu não dava o rabo.
Acho que uns quarenta minutos depois, o serviço ficou pronto.
_Olha...terminei aqui viu? Só tem que esperar a massa secar bem, para colocar a geladeira e o fogão em cima. Disse ele.
_Tá bom. Disse, me aproximando e conferindo o serviço.
_Posso usar o banheiro? Pediu.
_Ah claro...pode...
Com o tesão que eu estava, fiquei curioso em saber o tamanho do pau do seu Aguiar.
Sorrateiramente, fui até a porta do banheiro, e dei uma espiadinha.
Nossa...era enorme, e grossa, mesmo mole. A cabeça era bem vermelha.
Voltei para a mesa, e fiquei num fogo danado. Sentado na cadeira, fiquei tentando imaginar um jeito de segurar aquele homem por mais tempo ali em casa. Pensei em colocar um daqueles shorts apertado para chamar a atenção dele, puxar alguma conversa para ele ficar mais...
Pensava desesperado em algo, quando a porta se abriu, ele saiu do banheiro e caminhou, até ficar perto de mim.
_Você é viado? Perguntou.
_Oxi...como é que é? Que pergunta é essa?
_Tá bom...vou melhorar a pergunta...você gosta de ficar olhando rola de homem?
_Co...como...como...é...é...Gaguejava, mas não saia nada.
_Enquanto mijava, eu vi um vulto por baixo da porta, e devia estar espiando...e só tem você aqui!
Mudei de cor, fiquei todo envergonhado, tinha me esquecido desse detalhe da porta. Mas não tive tempo de me recuperar do susto.
Seu Aguiar colocou a rola para fora, deixando quase na minha cara.
_Gosta de ver....então vê de pertinho.
Arregalei os olhos, vendo a rola dura, agora bem na minha frente. Era enorme, devia medir uns 20 cm.
_Já viu alguma desse tamanho? Perguntou.
_Não....não....claro que não...é...é...não...
_Então dá uma pegadinha...aproveita, porque não curto viado, mas como você é novinho, e lembra um sobrinho da minha esposa, eu vou abrir uma exceção....vai...pega...
Tá...era o que eu queria, mas não era para ser daquela forma. Acabei pegando, meio que constrangido, mas peguei.
Era quente, e estava bem dura. Alisei, esfreguei as mãos nela, balancei, e comecei a punhetar.
_Vai...dá uma chupada!
Coloquei a rola na boca, e iniciei a chupeta.
_Uhhh caralho....e não é que o viadinho mama gostoso...ahhh...vai...chupa...vai....
Continuei mamando, mas não conseguia enfiar a metade da rola na boca, mesmo assim, arrancava gemidos dele.
_Ahhh....delícia....delícia...ahhhh....tá bom...já tá bom....levanta...quero meter a rola no seu brioco, vai levanta....
Obediente, me levantei, abaixei meu calção, e me debrucei sobre a mesa, deixando a bundinha bem empinadinha.
_Puta que pariu...o viado já até sabe do jeito que tem que ficar...isso...fica assim mesmo...
Ganhei dois tapões na bunda, e ele comentou:
_É isso...durinha...boa para levar rola.
Em seguida, ele meteu o dedo no meu cú, com tudo, enfiou até o talo.
_Ai....assim dói. Falei.
Ele nem ligou, ficou socando o dedo com força.
De repente, ele tirou o dedo, cuspiu na cabeça da rola, e já veio cutucando, tentando enfiar.
_Ai...ai...tá doendo...
_Viadinho do cú apertado da porra...tem margarina aí?
_Tem...na geladeira. Falei.
Ele foi até a geladeira, passou a dedo na margarina, lambuzou o pau, e voltou a socar o dedo no meu cú, deixou todo untado.
Seu Aguiar encosta a cabeça na portinha e volta a forçar. Sinto meu anelzinho se abrindo.
_Ai....ai...ai...uhhhh...ai....ahhhhhh. Doeu, mas a cabeça passou.
Sentia meu cuzinho bem mais aberto, e um tesão louco. Meu pau estava durinho. Fiquei na pontinha dos pés e ele foi enfiando o que faltava. Quando seus pentelhos colaram na minha bundinha, comecei a gozar.
_Oxi....já...tá fudido viado...ainda vou arrombar esse seu cuzinho apertado...
O vai e vem começa, ele tira quase todo o pau, deixa só a cabeça, e volta a enfiar, com força.
A velocidade vai aumentando, e uns dez minutos depois, volto a gozar....ahhh...era bom demais, estava me sentindo todo preenchido.
O arrebento continua, e ele não pára, minhas pernas tremem, e ele pensa que estou rebolando.
_Quer rebola, então vai...rebola no pau vai viadinho...rebola...rebola. Dizia ele, dando tapas na minha bundina, que ficou toda avermelhada.
Na pontinha dos pés, atolado na rola, e rebolando...ahhh era tudo de bom, meu pinto já estava duro de novo.
_ Puta que pariu moleque...esse seu cuzinho apertando meu pau tá me deixando doidinho.
Seu Aguiar me agarra firme pela cintura, e passa a socar como bate estacas. Nossa...a cada batida parecia que a cabeça da rola ia sair pela minha boca. E ele continuou judiando por um bom tempo, a margarina já tinha derretido toda, a ardência começava a tomar conta.
_Ai Seu Aguiar...passa mais margarina, está começando a arder....
_Ahhh....ahhh...ahhh...ahhh...aguenta mais um pouquinho, já vou gozar...ahhhh...ahhh... aguenta...
Achando que ele estivesse para gozar, comecei a bater uma punheta. Alguns minutos depois:
_Ahhh...ahhhh...tô gozando...vai goza também... ahhh...vai...goza. Gemia, gozando e me contorcendo na vara.
Fiquei saciado, e o homem continuava socando. Meu cuzinho já estava em brasas, ardendo bastante, e só se ouvia o som do "flap flap flap flap", das bolas dele batendo na minha bundinha.
Seu Aguiar acelera ainda mais as estocadas, e urrando como um bicho, ele me agarra firme, cravando a rola.
_Ai Seu Aguiar...ai. Choraminguei.
O pau do homem vibrava dentro de mim, e começou a despejar seu sêmen. Parecia que estava mijando dentro mim, de tanta porra que saía.
A porra escorrendo queimava ainda mais meu já ardido anelzinho.
Aos poucos o pau vai parando de pulsar, e pára. Seu Aguiar ainda fica agarrado ao meu corpo. Pela respiração ofegante, devia estar recuperando o fôlego.
Já com o pau amolecido, e o fôlego recuperado, ele tira a rola do meu cú. Uma poça de porra vaza, queimando ainda mais meu cuzinho, e vai direto para o chão.
_Ai caralho...meu cú tá pegando fogo, tá todo ardido....
_Meu pau também está todo dolorido, tá esfolado...cú apertado da porra.... nem quando eu arrombei o sobrinho da Amélia meu pau ficou assim....e olha que ele só tinha quatorze anos....
_Caramba...como ele aguentou?
_Aquele viado já tinha dado para meio mundo aqui na vila, acabei descobrindo, ameacei contar para a familia dele, aí não teve jeito, ele entrou na minha vara também. Ele já deve ter nascido para levar rola, era cheio de frescura, desde pequeno...
_E a dona Amelia nunca descobriu?
_Tá louco? Claro que não...sei fazer as coisas, fodi o moleque por sete meses, depois ele foi embora com os pais, se mudaram daqui, deve estar dando o rabo nesse outro lugar...uma vez viado, sempre viado....e se liga hein...é boquinha fechada, sem comentários, até porque, ainda vou querer foder esse seu cuzinho mais vezes, quero deixar bem laceado...
Ele era um grosso, linguajar rude, mas tinha uma bela rola, me fazia gozar com facilidade, mesmo sem me acariciar.
Seu Aguiar lavou a rola no lavatório do banheiro, e se foi. Eu limpei a porra que caiu na chão, e fui tomar um banho. Nas minhas pernas ainda escorriam porra.
Minha mãe retornou já no início da noite, dizendo que iria para o culto com a dona Amélia na terça da semana seguinte.
Nossa...fiquei fudido de raiva, mas não questionei, se era isso que ela queria, não ia me meter. Só disse que não adiantava tentar me convencer, porque eu não iria.
Na segunda feira, quando voltava da escola, ouvi alguém chamando meu nome, no momento em que passava em frente a um dos botecos do meu caminho. Era o Seu Aguiar. Ele parou de conversar com um dos seus amigos, e com um copo de cachaça na mão, veio até mim, do outro lado da calçada.
_ E aí? Como você está...já tá legal?
_Estou bem...um pouco cansado da escola... mas estou bem...
_Não caralho...tô querendo saber se o (ele fez um sinal com a mão, para mim) já tá legal, se não está mais ardendo...
Ele queria saber se meu cú ainda estava ardido. Falei que não.
_Então...sua mãe vai no culto com a Amélia na terça né?
_É...pelo que sei é.
_A pegada é a seguinte...amanhã, quando sua mãe sair com a Amélia, você vai lá em casa beleza? Quero te arrombar, mas vai ser numa cama...
_Tá bom...eu vou...

Comentários (1)

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  • Roberto: Caraca que delícia. Já fiquei de pau duro aqui. Volta logo e conta como foi.

    Responder↴ • uid:1iert5az