Jaque - Ensinando a Marcela que mulher tem que ser puta - Parte 03
A Jaqueline fodia bem, mas a Marcela era travada no sexo e eu precisava ensinar que mulher tem que ser vagabunda do seu homem a ela.
Passei a ter pouquíssimos momentos com a Jaqueline até que sua mãe deu a brecha perfeita para resolver isso. Devido a correria do dia a dia a dona Clarice autorizou a Jaqueline voltar para casa de ônibus e ela foi assaltada.
Me ofereci para buscá-la todos os dias, mas eu só poderia deixá-la em casa no final do dia, mas ela teria comida boa, segurança e etc. e a dona Clarice achou melhor assim.
A Jaqueline gosta de sexo, diferente da sua irmã que faz sexo por fazer, ela vinha atrás de calcinha e blusa até o meu escritório, eu tinha que ser rápido para desligar câmera e microfone da reunião às vezes. Ela chupava minha caceta até ficar bem dura e sentava até gozar, se vestia, pegava um iogurte no meu frigobar e saia dançando, às vezes eu nem gozava, mas ela se satisfaria em mim.
- Jaque vem cá amor.
- Já acabou essa reunião chata?
- Já, mas você não pode vir assim amor.
- Você não disse que eu posso fazer o que eu quiser aqui?
- Sim, você pode.
- O homem é meu Roger, eu não vou esperar nada.
Eu não consegui ficar sério, eu achava muito gostoso tê-la em casa e sendo sincero eu adorava essa sua atitude atrevida. Ela tinha uma fala doce, mas sabia o que era seu, pegava quando queria e ponto final, eu só aceitei.
- Esquece meu amor, vem cá que você me deixou sem gozar.
- Para não te atrapalhar.
- Quando você começar vai até o final garota.
- Tá bom agora eu já sei.
Fodemos bem gostoso e de noite fui levá-la para casa com a buceta toda assada. A Marcela era travada para sexo, não gostava de muitas coisas, como por exemplo chupar pica. Ela sentia nojo e quase vomitava todas às vezes que eu a botava para mamar caceta. Eu queria acabar com isso, pensei em um plano e pedi para ela vir ao meu escritório no sábado.
- Oi amor você queria falar comigo?
- Sim, senta aí que precisamos conversar.
- Ih, eu fiz alguma coisa?
- Marcela é o seguinte, eu acho que precisamos terminar.
Na hora que eu disse isso ela congelou e quando continuei ela entrou em desespero.
- Não, não, não, amor por favor não faz isso, eu não sei como viver sem você. Tem outra pessoa, é isso?
- Para ser sincero nem é outra pessoa Marcela, é você.
- Minha barriga gelou agora, que alívio amor, mas o que eu fiz?
- É o que você não faz amor, você não gosta de nada, sexo para você é básico e sem graça. Homem gosta de uma mulher que o respeite em público e que seja uma vagabunda na cama.
Ela estava aflita, mas parou de chorar e prestou muita atenção no que eu falava.
- Amor olha aqui, diz tudo que você quer que eu mude, eu faço para você.
- Acho melhor não Marcela, não quero te forçar a mudar.
- Eu quero mudar amor, eu preciso mudar. Você quer uma vagabunda eu vou ser uma vagabunda, só me diz o que você quer que eu faça.
Depois de muito ela insistir eu aproveitei para listar tudo que eu queria.
- Você tem que se acostumar a chupar pica, eu gosto.
- Ai amor, isso não.
- Tá vendo, não dá Marcela.
- Tá, tá amor, eu chupo, eu chupo, eu vou me acostumar, o que mais?
- Você vai dar o cu para mim, vais mudar tuas roupas, eu te quero com umas roupas mais ousadas.
- Minhas roupas também?
- Sim, claro.
- Eu nem tenho dinheiro para comprar roupas amor.
- Eu vou te levar para comprar, eu te quero de mini saia, vestidos curtos, blusas de alças, sandalhas de tirinhas, coisas bonitas e femininas. Tem horas que eu penso que é um brother meu de mão dadas comigo.
- Credo, eu me senti um lixo agora.
- Sinto muito, estou sendo sincero.
- Tá bom amor, eu preciso mudar e eu vou mudar.
- Então vem cá comigo, vem chupar minha caceta aqui no sofá.
- Oi?
Eu a coloquei no sofá, tirei minha pica meia bomba e dei para ela mamar, a princípio ela começou com nojo, teve ânsia de vomito, mas seus espasmos me deram um tesão e minha pica ficou bem dura.
- Esquece Marcela, não dá. Você está vermelha querendo vomitar.
- Olha aqui amor, eu vou acostumar, tá bom? Você mesmo disse, eu tenho que acostumar, não é fácil para mim, mas eu vou conseguir.
- Está bem, a caceta está aqui, fique à vontade.
Ela se recompôs e voltou a mamar, devagar ela foi seguindo até que parou mais de sentir ânsia de vômito.
- Isso puta a partir de hoje você vai chupar caceta todos os dias até se acostumar.
- Ah não amor.
- Chupa Marcela.
- Ainda não está bom?
- Cala a boca e chupa.
Depois de um bom tempo mamando o meu cacete, mesmo sem saber, foi gostoso. Minha caceta estava toda babada e eu comecei a passar a mão na sua bunda, ela estava de short jeans e blusa.
- Chega Marcela, vem cá que eu vou comer essa bunda.
- O que?
- Fica aqui de joelhos debruçada no encosto do sofá.
- Roger...
- Cala boca porra, cala a tua boca caralho! Porra Marcela não me aborrece, fica aqui nesse caralho como eu mandei.
Baixei seu short com calcinha e tudo de uma só vez os deixando no meio das coxas e a coloquei debruçada no acento do sofá. Eu melei seu cu com gel e coloquei minha caceta bem devagar, ela sentia tanta dor que trancava os dentes quando falava.
- Ai caralho tá doendo, amor a tua pica é muito grossa.
- Aguenta puta, tu não és mais nenhuma menininha, aguenta essa pica.
- Ai meu cu, ai meu cu, meu cu, meu cuzinho. Amor calma, devagar, mete devagar amor, eu não aguento mais.
- Que cu gostoso, eu vou foder esse cu todinho até ele ficar todo arrombado.
Ela não aguentou a dor e chorou.
- Ahiiii amor, tá doendo muito, tira por favor, tira amor, eu não aguento mais, minha bunda tá ardendo.
Eu tirei meu cacete, a coloquei sentada no sofá e bati uma punheta até gozar.
- Abre a boca puta, vamos abre.
- Não amor, isso não.
- ABRE A PORRA DESSA BOCA MARCELA.
Ela obedeceu e eu gozei tudinho dentro da sua boca, ela sacodia as mãos e quando eu terminei, ela colocou a mão no queixo e cuspiu uma parte da gala e queria eu a segurei pelo braço.
- Bebe essa gala Marcela.
Ela respondeu balançando a cabeça dizendo que não.
- Marcela bebe essa porra eu estou mandando caralho!
Ela engoliu tudinho, se tremeu toda em um arrepio e suas olhos ficaram vermelhos e cheios de lágrimas.
- Isso é ruim.
- Ah, você não gosta também, pois você vai tomar gala todas às vezes até se acostumar também.
- Ah amor, você quer me maltratar assim.
- Marcela é assim que vai ser ou não vai ser, decide.
- Tá amor, tá bom eu vou fazer tudo isso. Eu me sinto humilhada, uma puta.
- Mas é exatamente isso que você é, uma puta, mas você é uma puta de um homem só, que te ama, que cuida de você, entendeu?
- Sim, tá amor eu vou ser o que você quiser, eu te amo.
Continua...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (1)
Comedor de casadas: Que bosta de conto, o cara é um maníaco, débil metal e estuprador.
Responder↴ • uid:1da1trfuytk3