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O banheiro dos deuses :noite de entrega total

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Thiago puta

Alex vai para o clube bdsm ser usado como escravo, a puta aguenta tudo e quer sempre mais, pra que ter um mestre se pode ter vários?

O Banheiro dos Deuses: Noite de Entrega Total
Alex tremia enquanto descia as escadas daquele armazém abandonado na periferia industrial de São Paulo. Coração martelando forte no peito, suor frio escorrendo pelas costas. Aos 28 anos, 1,70m, pele clara, corpo definido da academia mas com aquele jeitinho esguio e natural de quem nasceu pra ser usado. O app “Subs Underground” tinha marcado tudo: Clube das Sombras, um lugar escondido só pra putaria pesada BDSM gay. Ele assinou o termo digital sem hesitar — sem palavra de segurança, entrega total por 12 horas. Só de pensar já estava com o pau meio duro, latejando dentro da calça. Estava acostumado a ser sub, mas sempre de um mestre só, o máximo que fez foi menage, foi usado por dois, chicotes, algemas, gaiola pro pau e vibradores já usava faz tempo.
No vestiário escuro, cheirando a suor velho e couro, Vitor esperava por ele. Um urso grisalho de 45 anos, 1,90m de puro músculo e pelo no peito, tatuagens tribais espalhadas, pau grosso balançando pesado entre as coxas grossas como uma ameaça silenciosa. Olhos cinzentos frios cravaram nele.
— Tira tudo. Agora.
Alex obedeceu rápido, roupa caindo no chão. Vitor o examinou com um sorriso sacana nos lábios, colocou uma coleira grossa de couro bem apertada no pescoço dele, com uma plaquinha de metal que brilhava: “ESSE PUTINHO É PÚBLICO”. Tinha argolas de metal pra prender corrente. Em seguida veio o brinquedo anal: um plug preto de silicone, largo na base (uns 5 cm), com vibrador dentro que Vitor controlava pelo celular.
Vitor passou lubrificante frio e empurrou devagar, girando o brinquedo. Alex arqueou as costas, gemendo alto enquanto o cu se abria aos poucos, sentindo cada centímetro esticando as paredes quentes e macias por dentro. O frio do lubrificante contrastava com o calor do corpo. O vibrador ligou baixo, pulsando gostoso contra a próstata e fazendo o pau vazar pré-gozo sem parar.
— Bom garoto. Agora a gaiola.
Clic. A gaiola de aço inox engoliu o pau de Alex — 15 cm de carne latejante espremidos dentro do metal frio e implacável. A chave ficou pendurada no pescoço de Vitor. Um anel de couro bem apertado na base impedia ereção completa, mas o inchaço doía deliciosamente, pressionando as bolas.
Vitor puxou ele pela coleira até o salão principal. Um espaço amplo de uns 100 metros quadrados, paredes pretas de couro, ganchos no teto, chão de borracha antiderrapante cheio de manchas antigas de porra e suor. Dez dominadores esperavam em círculo, quase todos pelados ou só de arreio e botas: Marcos (italiano musculoso com pau reto de 22 cm), Ricardo (careca executivo, pau médio mas sádico pra caralho), Bruno (tatuado punk com piercings no pau), Thiago (negro, gigante, com um monstro de 25 cm), Júnior (twink dominador), Carlos (urso peludo), Leandro (latino versátil), Douglas (militar raspado), Felipe (europeu alto) e Vitor fechando o time.
— O brinquedinho da noite chegou — anunciou Vitor com voz grave. — Cu, boca, pele… tudo nosso hoje. Ele aguenta ou quebra.
Eles acorrentaram Alex de quatro bem no centro: pulsos presos em ganchos no chão, tornozelos bem afastados, bunda empinada como um altar de carne. Colocaram uma venda de couro grossa — escuridão total, só som, cheiro e toque. O brinquedo anal zumbia baixo dentro dele.
Marcos foi o primeiro. Passos pesados ecoaram no chão de borracha. Ele puxou o brinquedo anal devagar, deixando o cu de Alex piscando aberto e vazio. Cuspe quente caiu direto no buraco exposto. Sem aviso, os 22 cm grossos entraram inteiros num só golpe violento. Estalo forte da pelve batendo nas nádegas. Alex urrou alto, corpo inteiro convulsionando, sentindo o pau quente e duro como aço abrindo ele ao meio, veias pulsando contra as paredes internas, queimando fundo até a próstata.
Alex gemeu alto.
— Cala a boca e aguenta, sua vadia! — Marcos segurou a nuca dele com força e começou a socar ritmado. Bolas peludas batendo no períneo com som molhado e obsceno. Alex babava no chão, sentindo cada estocada profunda fazer o cu latejar e apertar em volta da carne grossa.
A metida bruta, intensa, mas nada que já não tivesse acostumado. Marcos grunhiu e gozou: jatos grossos e quentes inundando o intestino. Puxou o pau, trocou o brinquedo por um maior (6 cm na base) e enfiou de volta, selando a porra quente lá dentro. Alex sentiu o sêmen escorrendo devagar pelas paredes esticadas, quente e viscoso.
Ricardo veio logo em seguida. Puxou Alex pela coleira, virou ele de lado e enfiou o pau de 18 cm circuncidado direto na boca. Cheiro forte de charuto e suor masculino invadiu o nariz dele.
— Chupa como uma puta de esquina, escravo.
Alex relaxou a garganta e engoliu tudo, nariz encostando no pubis peludo. Ricardo fumava calmamente, cinzas caindo no peito de Alex e queimando levemente a pele. Estocadas fundo na garganta, forçando ânsia várias vezes. Aos poucos, baba grossa escorreu da sua boca, caindo no peito e chão, lágrimas se formaram em seus olhos.
—Aguenta, Cadela. —disse enfiando o pau inteiro em Alex e segurando sua cabeça, o asfixiando por uns bons 2 minutos.
Depois, começou a foder a garganta como se fosse um cu, alex vomitava baba, tinha ido preparado, estômago completamente vazio pra não sujar nenhum mestre.
Ele gozou direto no esôfago: — Engole tudinho, porra.
Bruno foi o próximo no cu. Puxou o brinquedo novamente, cuspiu e enfiou o pau com piercing. A sensação metálica fria raspando as paredes internas misturada com o calor da carne fez Alex gemer alto.
— Aperta esse cu, seu porco imundo! — Tapas fortes alternados nas nádegas: esquerda, direita, deixando a pele ardendo, vermelha. Cinco tapas por estocada. Alex gozou primeiro só da pressão na próstata e da dor — jatos fracos escapando pela gaiola apertada. Bruno riu rouco: — Já gozou? Patético. — E encheu ele de porra quente.
Thiago, o grandão negro, foi o terror da noite. Lubrificante quase nenhum. Cuspiu uma vez e forçou a cabeça grossa do pau de 25 cm. Alex gritou rouco enquanto sentia o rasgão controlado, ardor lancinante queimando o anel do cu. Thiago começou devagar, abrindo as paredes centímetro por centímetro, depois acelerou como uma britadeira. Suor pingando das costas dele nas de Alex.
— Sente esse pauzão preto te destruindo, branquelo! — Quinze minutos de socada pesada, bolas grandes batendo forte. Gozou como mangueira, porra transbordando quente pelas coxas de Alex.
Júnior usou a cinta com pênis de borracha de 20 cm cheio de bolinhas. Puxou o brinquedo e meteu com raiva, queria destruir e quebrar Alex, as bolinhas raspando tudo por dentro:
— escravo safado como você merece ser arrombado até não aguentar mais.
Não satisfeito, foi enfiando três dedos junto com o brinquedo pra alargar e destruir mais ainda aquele cu.
Carlos, o urso peludo, meteu devagar e fundo, barba roçando as costas de Alex enquanto mordia os ombros:
— Meu filhotinho, judiaram de você…
O cu tá macio, quente. Tá precisando de porra pra sarar.
E meteu tudo, pegou um vibrador e socou na boca de Alex enquanto o fodia.
Fez isso até o garoto vomitar mais e gozou fora, sujando a bunda de porra grossa.

Leandro virou Alex de frente, cuspiu na boca dele ao mesmo tempo que metia no cu, misturando português com espanhol:
Socou rápido e foi dando tapas na vara dele, fortes, deixando o rosto marcado.
A pele branca ficando rubra imediatamente.
— Puto, toma leitinho quente!—urrou enchendo o cu com mais porra.
Douglas, o militar, foi preciso e cruel: meteu devagar mandando Alex contar as estocadas, ele contou 100 estocadas ritmadas, pau médio mas com o saco batendo forte no cu já sensível.
Felipe fez provocação pura: puxava o brinquedo, metia fundo até Alex tremer na beira do gozo, parava completamente, esperava o corpo relaxar e repetia três vezes antes enfiar o pau, meter freneticamente e gozar fundo.
Vitor fechou a rodada. Puxou o brinquedo devagar, enfiou seu pau grosso de 20 cm com calma possessiva. Mão espalmada no peito de Alex, sentindo o coração disparado.
— Você virou meu esgoto agora, garoto. — Foda longa e ritualística, 20 minutos de estocadas profundas e lentas, negando orgasmo várias vezes. Cada retirada deixava o cu piscando, cada entrada fazia Alex gemer rouco.
Duas horas se passaram. Alex estava com o cu arrombado, latejando forte, boca inchada, corpo coberto de porra seca e marcas roxas. Respiração pesada, mas o tesão submisso brilhava nos olhos por baixo da venda.
—Vamos dar uma pausa, garoto, beber uma cerva.
Você descansa aí acorrentado.
Segunda rodada – dor, brinquedos e humilhação
Desacorrentaram ele rapidamente para manutenção. Vitor tirou o brinquedo, encheu o novo com lubrificante mentolado — ardor gelado queimando forte por dentro assim que entrou. Colocou pinças nos mamilos, correntes ligadas na coleira. Qualquer movimento puxava e fazia arder pra caralho.
A segunda rodada começou mais pesada. Marcos voltou com chicote de nove tiras. Deu dez chibatadas fortes nas costas antes de puxar o brinquedo e meter novamente, chicoteando as nádegas no ritmo das estocadas:
— Conta alto, vadia! “Um, obrigado Mestre!”
Ricardo fez fisting: três dedos esticando o cu já aberto primeiro enquanto outro fodia a boca dele fundo. Até a mão entrar até o punho.
Alex estava rasgado por dentro, sem conseguir gritar por ter um pau na boca.
O punho fodeu aquele rabo até ficar todo frouxo e não fechar mais.
Bruno trouxe o estimulador de choque preso na gaiola. Choques leves faziam o pau dançar e latejar loucamente dentro do aço.
Thiago fez penetração dupla: o pau dele mais um dildo gigante, esticando Alex até o limite entre prazer insano e dor.
Júnior sentou o cu pelado e sujo no rosto de Alex, sufocando ele enquanto usava um vibrador no formato do pau de um cachorro, com direito a nó, pra foder o cu já destruído.
Carlos imobilizou Alex no chão, peso esmagando, metendo em posição missionário bruto, barba roçando o pescoço.
Leandro passou óleo corporal, tudo escorregadio, fodeu de lado com tapas no pau preso na gaiola.
Douglas deu ordens secas: — Flexiona esse cu! Mais apertado! — E mandou ele fazer contrações enquanto era fodido sem parar.Ele sofria pra tentar contrair o cu que insistia em ficar aberto.
Acabou fazendo tanta força que se mijou levando rola no rabo.
Felipe apertou a mão na garganta de Alex, controlando a respiração até pontos pretos aparecerem na escuridão da venda.
—Tá bom assim, escravo? —e deixava ele respirar por alguns segundos até voltar a asfixiá-lo.
Vitor colocou Alex na máquina de foda automática — pistão hidráulico com dildo de 25 cm na velocidade máxima — enquanto ele mesmo fodia a boca do garoto. Trinta minutos sem descanso.
Entre as rodadas, humilhação pesada: os caras mijavam no peito e na barriga de Alex, esfregavam paus sujos de porra no rosto dele e faziam ele lamber botas imundas.
Alex delirava, o corpo havia virado um mapa de marcas vermelhas e roxas.
—Hora de transformar nossa puta em banheiro—alguém berrou—tem mais sub pra usarmos e esse precisa descansar e matar a sede.
Vitor arrastou ele pro banheiro do clube: luz neon vermelha piscando, mictórios de aço, buracos na parede. No centro tinha a estação de mictório humano — banco de metal com suporte pra cabeça, correntes pra prender tudo. Mangueira principal: tubo de silicone grosso que ia direto pra garganta, com funil de borracha anatômico vedado na boca e válvula anti-vazamento.
Colocaram Alex deitado de costas no banco, cabeça travada no colar de aço, boca aberta forçada pelo funil, tubo descendo pela garganta. Pulsos acorrentados atrás, pernas bem abertas, cu exposto pros buracos na parede. Venda total. Trocaram o brinquedo por um inflável, inchado até 7 cm dentro dele. Pau ainda preso na gaiola, vibrando forte.
— Ele vai beber tudo hoje. Quem quiser mijar, entra na fila! — ordenou Vitor.
Marcos foi o primeiro. O mijo quente e espumoso de cerveja da noite jorrou direto no funil. Alex sentiu o calor salgado bater na língua, gosto forte e amargo descendo pela garganta em golfadas grossas. O cheiro acre subia pelo nariz enquanto ele engolia sem parar, barriga começando a inchar devagar. Engasgou uma vez, mas o funil impedia qualquer escape — tinha que beber tudo.
Ricardo veio em seguida, mijo azedo de uísque queimando um pouco mais. Bruno mijou devagar, prolongando a humilhação. Thiago soltou quase um litro inteiro, fazendo a barriga de Alex inchar visivelmente. Um por um, os dez dominadores encheram ele: cheiros diferentes, sabores variados — doce, picante, concentrado, leve.
Depois veio a segunda onda com uns 20 frequentadores anônimos do clube. Motoqueiro suado (mijo salgado forte), novato nervoso (volume grande mas fraco), urso gordo (doce e pesado). Enquanto Alex engolia mijo atrás de mijo, paus anônimos entravam pelos buracos na parede e fodiam o cu dele sem parar — uns 15 caras diferentes metendo, gozando e saindo. Sensação dupla insana: calor do mijo descendo pela garganta e paus grossos socando o cu sensível ao mesmo tempo.
Pico da noite
Da meia-noite até as duas da manhã a fila não parava. Mais de 30 mijadas. Barriga de Alex já estava como um balão (mais de 6 litros), refluxo voltando na boca com gosto forte, corpo molhado de respingos. Um bêbado quase fez ele vomitar com mijo espumoso. Um cara pós-treino mijou claro e volumoso. Fumante deixou gosto amargo de nicotina. Em alguns momentos ligaram duas mangueiras ao mesmo tempo — fluxo duplo quase afogando ele de mijo quente.
As fodas continuavam intercaladas: mais de 25 paus diferentes no cu, ritmos brutais, creampies coletivos. Um grupo de cinco fez rodízio — cada um cinco minutos metendo sem parar, enchendo ele de porra.
Vitor controlava a vibração na gaiola, levando Alex até a beira do gozo várias vezes e parando de repente: — Goza e eu te castigo com mais mijo, putinho.
Das duas às quatro da manhã a coisa ficou mais lenta, mas psicológica. Mijadas esparsas porém longas, caras segurando pra mijar devagar, prolongando o tormento. Alex ouvia as conversas ao redor: “Ele já bebeu quanto? Uns 10 litros?” “Pau ainda duro? Sub perfeito pra caralho.”
Das quatro às seis, os últimos 15 mijos matinais — mais frescos e potentes. Total aproximado: 8 litros de mijo, uns 65 caras usando ele entre boca e cu.
Clímax
Às seis da manhã Vitor desligou tudo. Desacorrentou Alex, que desabou no chão frio, rosto inchado, barriga distendida, cu latejando com prolapso leve, corpo coberto de marcas. Mas os olhos ainda brilhavam de submissão pura.
Ele viu que havia pelo menos outros dois sub no bar.
— Sessenta e cinco cargas de mijo, mais de 50 fodas… você foi a estrela da noite. Tá livre… ou quer mais?
Alex, voz rouca e destruída, sussurrou:
— Mais, Mestre… Me acorrenta de novo.
Vitor riu baixo, colocou a venda de volta, as correntes, o funil na boca. O pau de Alex continuava roxo, duro e latejando dentro da gaiola.
A noite tinha oficialmente acabado… ou talvez só estivesse começando de novo.
Se quiserem mais do clube de sexo por favor, comentem, curtam, critiquem.. Ou digam qual outro conto devo seguir Com continuação.
Obrigado a todos que leram.

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