Meu pai e a empregada grávida parte 1
Era início do ano letivo, depois de longas férias, aquele seria meu primeiro dia na nova escola, estavamos na mesa tomando café da manhã, como era de costume lá em casa. Eu, meu pai e minha mãe. Eu sou filho único deles.
-A nova menina da faxina vem hoje. Deixem tudo organizado pra facilitar! Ela está grávida por isso só vai limpar o essencial. Falou minha mãe.
-Que hora ela chega? Perguntou meu pai.
-Ela vem entre dez e onze horas da manhã, justamente no horário que não vai ter ninguém em casa, pra ninguém atrapalhar.
-Ok. Respondeu meu pai.
Fizemos o que minha mãe pediu, deixamos tudo organizado pra facilitar a limpeza.
-Tá na hora! Gritou meu pai.
Saímos eu e minha mãe e entramos no carro, meu pai levava minha mãe pro trabalho, depois me deixava na escola e ia pro trabalho dele. Sempre deixávamos minha mãe no trabalho dela primeiro.
-Pai, queria ir ver aquele filme que te falei no cinema hoje. Falei
-Ah filho, pode ser amanhã? Hoje o pai está cheio de trabalho pra fazer.
-Mas acho que hoje é o último dia do filme em cartaz. Repliquei.
-Vai com ele amor. Falou minha mãe.
-Vamos ver, se eu conseguir sair um pouco mais cedo hoje a gente vai.
-Tá bom pai. Concordei.
Depois de descer do carro, me despedi do meu pai e fui em direção á minha sala de aula. Era um dia normal, tive aula de história e geografia nesse dia. Depois do intervalo, esperávamos o professor de matemática na sala, mas ele não apareceu, não demorou muito e a secretaria da escola nos informou que o professor não poderia dar aula, e que estávamos liberados para ir embora.
Que bom -pensei, teria o resto da manhã e tarde livres.
Peguei um ônibus que passava ali na frente e em 20 minutos cheguei em casa.
Estranhei pois vi o carro do meu pai em frente, abri a porta de casa e não ouvi nada. Fui até a cozinha, mas não vi ninguém, também não quis chamar meu pai, talvez ele estivesse no quintal atrás de casa. Derrepente, ouvi uns barulhos vindos do quarto dos meus pais, quando cheguei a porta estava quase fechada e do lado de fora, vi alguns produtos de limpeza, vassoura e um balde cheio d’água.
Me aproximei da porta com cuidado pois não sabia o que iria ver, talvez meus pais estivessem em casa por algum motivo, mas, ao olhar pela fresta, tive uma surpresa: meu pai estava aos beijos com a mocinha da limpeza que a minha mãe tinha falado mais cedo.
De início levei um susto, cheguei a pensar em invadir o quarto e os expor. Pensei melhor e decidi acompanhar a cena pra ver até onde iria chegar. Os dois não faziam ideia de que eu os espiava pela fresta da porta.
Eles estavam em pé, ela encostada no roupeiro e meu pai colado nela, com a mão na cintura dela. Meu pai era um cara alto, 1 metro e noventa, moreno claro, usava barba, cabelos e olhos castanhos, frequentava academia, era peludo e parrudo. Ela devia ter entre 1,60 e 1,70 de altura, era magra, loira, usava um short mais soltinho, esses com tecido transparente e uma camiseta branca. Ela estava visivelmente grávida! A barriga já estava grandinha, provavelmente com 5 ou 6 meses de gestação. Ele a beijava com vontade, tocava nela, ela parecia um pouco desconfortável, talvez com receio de alguém chegar e os pegar no flagra. Ele pegou na mão dela, e colocou em seu pau, por cima da calça jeans que ele usava. O volume que seu pau fazia na calça era enorme.
Ele começou a pegar em seus seios, apertar eles, enquanto se beijavam loucamente. Ela passava a mão em seu pau duro por cima da calça jeans, com movimentos de vai e vem. Ele então beijou o pescoço dela enquanto apertava suas coxas, ela, apesar de estar receosa, estava gostando, dava pra ver na cara dela, ambos estavam com tesão.
Meu pai então tirou a camiseta que ela vestia e colocou seus seios pra fora do sutiã que ela usava. Seus seios eram grandes ou estavam por causa da gestação, eram bem redondos, e os mamilos, rosinha. Meu pai abocanhou eles com vontade enquanto apertava a bunda dela. Ela soltava mini gemidos de tesão.
Estava de pau duro vendo aquela cena.
Depois de um tempinho, meu pai abaixou o short que ela usava e enfiou a mão dentro da calcinha dela, a safada suspirou alto, parecia estar amando aquela putaria.
Ele então tirou os dedos molhados de dentro dela, os chupou e em seguida abaixou sua calcinha e colocou ela com as pernas abertas, deitada na cama da minha mãe. Ele se ajoelhou no chão e começou a chupar a bucetinha da garota grávida, que se contorcia de tesão na cama.
Ela puxava a cabeça dele contra sua bucetinha, enquanto ele se deliciava com o gosto dela.
Depois de alguns minutos ele se levanta e começa a tirar a camisa. Ela rapidamente fica sentada na cama e começa a tirar o cinto que ele usava na calça, ele a observa enquanto ela desabotoa a calça e baixa o zíper. O tesão estava a mil. Ela puxa a calça dele para baixo e em seguida baixa a cueca do meu pai até o joelho.
Seu pau enorme pula para fora, era muito grosso e pesado, suas veias eram saltadas, a cabeça era enorme, reluzia de tão dura, estava babada de tesão. Seus pentelhos eram pretos e grossos e suas bolas eram bem cheias e volumosas.
Pude ver a excitação na cara da putinha, ela adorou o que viu.
-Nossa seu Marcelo, seu pau é enorme! Falou a garota
-Aposto que você dá conta dele! Falou meu pai
Ela tratou de segurar as bolas dele com uma mão e com a outra o seu pau, colocou a boca no cabeção daquele cacete imenso e começou a chupar com vontade, meu pai suspirava baixinho, pelo jeito ela sabia fazer um delicioso boquete.
Não aguentei o tesão e comecei a bater uma ali mesmo.
Meu pai fodia a boca daquela puta grávida com vontade, segurou na cabeça dela e forçava seu caralho duro na garganta dela, fazendo ela engasgar. Assim permaneceram por algum tempo, até que meu pai fala:
-Deixa meu pau bem molhado de saliva pra entrar melhor nessa sua bucetinha pequena! Abre as pernas pra mim!
Ela o obedece, ele tira seu pau da boca dela totalmente molhado e coloca na bucetinha da moça, que está se contorcendo na cama de tanto tesão. A barriga dela parece não atrapalhar em nada. Ela coloca um travesseiro em baixo dela pra facilitar.
Ele então encaixa o pau na buceta dela e começa a foder a puta sem dó, fazendo ela gemer de tesão.
-Nossa seu Marcelo esse seu pau é delicioso, fode gostoso minha bucetinha vai! Falou ela gemendo.
-Gostou sua putinha? Estarei sempre à disposição.
Meu pai metia forte nela, não sei como ela aguentava. Cada socada dele nela fazia barulho, não sei se os vizinhos não estavam ouvindo. Estava batendo a melhor punheta da minha vida olhando os dois safados.
Depois de um tempo socando ela. Ele fala:
-Deixa eu comer seu cu?
-Não seu Marcelo, seu pau é grande demais, vai doer muito.
-Prometo que não vou machucar, deixa vai? Pede ele.
No cu eu não faço. Negou ela.
-Então fica de 4 na cama pra eu encher sua buceta de leite sua puta!
Ela o obedeceu, ficou de 4 e ele engatou novamente nela.
Nesse momento tive uma ideia. Puxei meu celular e comecei a gravar os dois pra bater uma mais tarde de novo.
Os dois fodiam gostoso na cama da minha mãe. Ambos gemiam bem alto, sem pudores ou receio de que alguém pudesse chegar naquela hora. Meu pai então avisou:
-Vou gozar em você sua putinha!
-Isso seu Marcelo, pode gozar nessa buceta!
Meu pai soltou um grito alto de tesão e socou o pau inteiro na moça.
-Que delícia de buceta você tem garota! Quero te comer mais vezes!
-Adorei seu pau também seu Marcelo!
Meu pai ficou em pé, com seu pauzão meia bomba pingando leite.
-Tenho que ir antes que alguém chegue. Falou meu pai pra ela.
-Tá ok seu Marcelo. Vou continuar a limpeza.
Nesse momento, interrompi a punheta e parei de gravar os dois, saí silenciosamente pela porta da frente com minha mochila. Fiquei no portão esperando meu pai sair. Depois de uns 15 minutos esperando, o safado sai com uma pasta que guardava seu trabalho, com camisa social e calça. Acho que tomou banho depois da foda, pois estava com cabelo meio úmido.
Eu fingi estar chegando em casa.
-O que aconteceu filho? Não era pra você estar na escola? Perguntou meu pai.
-Pois é pai, um professor acabou faltando e eu saí uns minutos mais cedo. E você, o que faz essa hora em casa?
Senti meu pai meio nervoso, como se soubesse que ele estar em casa no meio do expediente, era no mínimo estranho.
-Esqueci essa pasta com documentos. Vim pegar ela e já estou voltando. Respondeu.
-E tomou banho também? Perguntei.
-Não, só molhei um pouco o cabelo. Respondeu ele sem jeito.
-Entendi pai.
-Não comenta que vim em casa pra sua mãe filho, ela pode pensar outras coisas, sabe como as mulheres são né?
-Tá bom pai, acho que não vou falar nada não.
-Acho? Quando eu chegar a noite a gente vai no cinema olhar aquele filme que você queria, só eu e você, e aí conversamos está bem?
-Tá bom pai, pode ser.
-Agora eu vou voltar pro trabalho, a noite nos falamos. A moça da limpeza está lá limpando, toma cuidado pra não atrapalhar ela.
Entrei em casa, a moça estava terminando de limpar o quarto dos meus pais
-Oi! Falou ela
-Oi! Respondi
-Eu vim ajudar sua mãe com a limpeza, moro aqui perto.
-Sim, minha mãe comentou.
-Posso tomar banho ou você vai limpar o banheiro agora? Perguntei.
-O banheiro sempre deixo pra limpar por último, pode tomar seu banho sim.
-Tá bom, obrigado!
Peguei uma toalha, cueca e roupas limpas e fui pro banheiro.
Não conseguia esquecer a cena do meu pai metendo naquela moça. Comecei a ficar de pau duro de novo. Peguei meu celular e comecei a bater punheta olhando o vídeo que tinha feito dos dois transando. O vídeo ficou perfeito, apesar da qualidade da câmera do celular daquela época. Só conseguia reparar no corpão que meu pai tinha, peito e coxas grossas e peludas, bunda grande, pau enorme. Vi a cueca que ele estava usando, jogada no chão do banheiro e peguei ela. Senti o cheiro do pau do meu pai nela, que cheiro delicioso! Passei a língua nela pra tentar sentir o gosto que devia ter aquele cacete imenso. Bati uma punheta deliciosa cheirando a cueca dele e olhando o vídeo pornô que eu mesmo tinha gravado dos dois. Gozei muito aquele dia.
Tomei banho e enquanto almoçava, a moça terminava de limpar o banheiro.
-Você quer almoçar? Perguntei a ela.
-Não obrigada! Estou atrasada pra chegar em casa, já era pra eu ter saído, demorei um pouco mais hoje!
Eu sabia exatamente o motivo da demora.
Ela se despediu, eu terminei de almoçar e lavei a louça que eu tinha sujado. O dia passou normalmente. Meu pai buscou minha mãe no trabalho e os dois chegaram juntos no início da noite.
-Nossa, que casa limpa! Falou minha mãe quando entrou pela porta.
-Parece que a moça limpa bem! Falou meu pai.
-Filho seu pai falou que vocês vão ir no cinema ver um filme.
-Hoje é a noite dos meninos né filho? Falou meu pai.
-Sim, faz tempão que queria ir ver esse no cinema.
-Vou tomar banho e trocar de roupa, me espera pronto filho.
Me troquei, e subi no carro pra esperar meu pai, não sei o que ele queria conversar comigo… talvez achasse que eu falaria algo sobre ele estar em casa em horário que deveria estar trabalhando pra minha mãe.
Ele então saiu de casa e entrou no carro, partimos em direção ao cinema.
-Então filhão, acho que você tá numa idade de saber certas coisas… começou meu pai.
-Ah não pai, esse papo de puberdade a gente já teve! Falei rindo. Ambos rimos.
-Eu sei filho, mas as vezes você pode falar algo sem maldade e outras pessoas interpretarem errado entende?
-Não entendi pai.
-Tipo hoje, você me viu em casa aquela hora… não era nada demais, mas se você contar pra sua mãe, ela pode achar que eu tinha ido pra paquerar a moça que foi hoje lá limpar. Eu já vacilei uma vez com sua mãe, ela pode achar que vacilei de novo
-E você não vacilou hoje pai? Perguntei nervoso.
-Claro que não filho. Respondeu meu pai também nervoso.
-Vou te contar a verdade pai, eu cheguei bem mais cedo em casa hoje e vi você fudendo a moça da limpeza. Meu coração pulava no peito.
Meu pai parou o carro numa rua mais deserta e escura. Ele parecia muito nervoso.
-Filho, o que exatamente você viu? Perguntou ele.
-Quando eu cheguei, vocês estavam se beijando, a moça está grávida. Você chupou as tetas dela e ela chupou seu pau. Depois vocês transaram na sua cama, primeiro ela abriu as pernas e depois você comeu ela de quatro e gozou.
-Isso é invenção sua! Falou meu pai alterado.
-Não pai! Eu não sou mentiroso! Eu gravei vocês com meu celular!
-O que você acha que vai acontecer se falar isso pra sua mãe? Nós homens temos nossas necessidades, você também já é homem, sabe bem como é!
-Ah pai, não sei se isso é certo com a mãe!
-Por favor filho, não conta isso pra ela! Eu faço qualquer coisa pra você não contar! Se quiser algo, ou dinheiro pra comprar algo eu te dou! Falou desesperado meu pai.
-Não precisa pai. Falei
-Deve ter algo que você queira…
-Ah sei lá pai, até tem, mas tô com vergonha de pedir.
-Desde quando você tem vergonha do seu pai, você sabe que pode me falar e pedir qualquer coisa!
-Tá bom pai, é que eu achei o seu pau tão grande… queria ver de novo!
CONTINUA…
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