Relato de uma esposa dedicada – Parte 12
Eu ainda tava com o cheiro do sexo feito no quarto do hotel com o tal rapaz que peguei no calçadão da praia de Copacabana... mas eu queria mais... Eu tava de um jeito que só de olhar pra um homem eu já imaginava a rola dele em algum orifício do meu corpo... se eu pudesse eu daria pra todos que eu desejasse, eu queria rola, rola, rola... muitas, todas as rolas... Mas claro, eu tinha que mirar e escolher um tipo de homem. E assim, antes de encerrar a madrugada, quando eu já vinha vindo no meu carro pra casa, ao passar ao lado do calçadão vi esses dois garotões... não perdi tempo, encostei o carro, fui falar com eles... pensei em levar eles pra um motel, mas aí pensei:
“Quer saber? Vou levar pra casa, assim vou realizar algo que nunca fiz, ter duas rolas além da do meu marido.”
E por falar no meu maridinho, meu corninho... a cara de surpresa dele quando viu os dois caras ali na porta, falando que tinham vindo comigo e tavam ali na garagem esperando eu chamar eles... nossa... ele tava num misto de tesão e incredulidade pela minha ousadia... Ousadia de eu mesma trazer homens da rua pra nossa casa.
Eu fui até a porta e diante dele, bem admirado comigo, peguei os dois garotões pelas suas mãos e os puxei pra dentro de casa... chamando meu marido junto com todo o carinho:
- Anda. Vem com a gente, corno.
E como eu disse, eu tava ligada no 220 volts, eu tava cheia do gás, louca, uma predadora, uma cadela de rua no cio... E aqui, um pau era é pouco, dois era bom e três seria demais... Na verdade três paus é bom demais, é maravilhoso, era tudo o que eu queria pra encerrar essa noite e madrugada onde fui a mais infiel das esposas... com o consentimento do meu corninho, claro.
No meio da sala já tratei de agarrar os dois e beijar intenso suas bocas, com muita chupação de línguas... beijando um e o outro... eu quis um beijo triplo, mas eles, machinhos, recusaram... ao mesmo tempo chamei meu marido:
- Vem, amor, me pega por trás.
Eu aqui no meio desses três homens, enquanto os beijava com vontade, com muita chupação de língua, tomando chupão no pescoço, me roçando corpo a corpo com eles, onde fui subindo meu vestido, ficando peladinha pra eles me apalparem, se esfregarem em mim, me puxarem, me encoxarem, me beijarem, lamberem, dedarem... delícia... eu o tempo todo gemendo e revirando meus olhos... escutando coisas como: “Gostosa... Safada... Linda... Puta... Cachorra... Vadia... Vagabunda...” Meu marido me agarrando entre eles e sussurrando pra mim:
- Você é louca... Você é louca, amor.
E eu agarrada ao redor do pescoço dele, falando:
- Você quem me despertou essa louca, meu amor.
Eles foram tirando suas roupas e me deixando ainda mais acesa olhando pra cada cacete saltando de suas sungas sendo arriadas... só pica tesuda e dura... eu sendo agarrada por um e outro pela frente ou por trás, sendo mamada por dois, um em cada peito loiro, e o terceiro abaixado chupando minha buceta... outra hora um foi pra trás de mim, se ajoelhando, agarrando minha bunda loira e enfiando a cara no meio, me chupando o cu... enquanto outro na frente também ajoelhado me chupava a buceta... meu marido em pé ao meu lado, me beijando a boca e eu segurando no pau dele.
... três cacetes só pra mim e se eu pudesse teria trazido mais, um canavial de picas... pois era meu desejo, minha vontade e ao mesmo tempo realizando o fetiche do meu maridinho corno de ver a esposinha dele dando muito... e aqui era a primeira vez, eu, ele, com mais dois.
Me agachei, colocando minhas mãos em duas picas enquanto caí de boca na terceira na minha frente e chupei gostoso, devasso, movimentando meu rosto pra frente enquanto escorregava meus lábios pela cabeça e centímetros adiante, e assim fui virando meu rosto pra um lado e outro, chupando cada rola por vez. Só piroca gostosa de mamar... eu chupava gemendo, tentando engolir tudo, chegando a babar e a sufocar, eu tentei engolir duas juntas, mas não deu por conta de suas grossuras... aqui e ali um batia com o pau na minha cara... que tesão.
- Anda, vamo pro sofá... Você, me pega por trás e me mete.
Que putaria gostosa, meu marido e um deles na minha frente nesse sofá e colocando seus paus na minha boquinha por vez, enquanto de quatro nesse sofá fui pega pelo terceiro por trás, me fazendo gemer ao me enfiar a sua rola na buceta... me dando um tapa na bunda loira, me chamando de gostosa e começando a me puxar pelas ancas e a socar... socar... socar... fazendo a minha bunda loira tremer as carnes com a surra de virilha seca conforme ele me socava intenso minha xana... que delícia... eu era sacudida pra frente, só tirava minha boca de alguma rola pra falar pro safado me domando por trás:
- Isssoo, iissoo, fode essa buceta, fooodeee, me fooodeee... eu te trouxe aqui pra isso, seu safaadoo, pra me dá piicaa, hhhaarrr, meete vaaiimmrr, rraaammmrr...
Meu marido de pau diante de mim, tava assustando comigo, tamanha ousadia que tive em trazer dois machos pra casa e com a forma promíscua que eu me comportava. O safado que tava na minha frente, tirou o pau dele da minha boca e ergueu colocando o saco depilado dele na minha cara, e eu mamei nas bolas lisas dele... adoro colocar um ovo todinho assim na boca e mamar... ele gemeu de tesão, e eu pedi:
- Agora é sua vez, gatinho... Vem pra trás de mim, anda.
O cara que ainda me fodia por trás, me puxando e mandando virilhada no meu rabo, gemendo feito um animal, não queria sair de tanto que tava gostando de meter a vara na minha rosada bucetinha careca, ao mesmo tempo se deliciando com o visual da minha bundona loira virada de quatro pra ele, toda aberta e se chocando na virilha dele... mas claro, teve que dar o lugar pro outro, pois eu queria sentir cada pica me fodendo. Esse outro então me pegou firme e forte, me dando aquela esfregada de cabeça de rola no rego e encaixando mais embaixo, na minha já fodida e babada buceta... onde soltei um gemido na rola do meu marido ao ser empurrada por esse safado me comendo por trás... Lembro que ele falou pro meu marido:
- Aí, parceiro, se quiser pode me chamar aqui na tua casa todo dia pra eu meter pica na vadia da tua mulher, valeu?... Que loira gostosa do caralhoo... Puta que pariu, que buceeetaaa, rraammmrr, rraammmmrrr...
E nessa posição, de quatro, permaneci por muito tempo, pois cada um teve sua vez de me pegar por trás e mandar ver uma sapecada de rola na minha buceta... onde assim foram repetindo, me domando pelos quadris e socando seus paus na minha buceta na velocidade que eles bem queriam... E a minha xoxota loira, toda desbeiçada e babada foi colecionando orgasmos... me acabei de gozar... parecia que eles faziam competição entre si pra ver quem metia e socava mais gostoso na minha buceta... e claro, meu marido sempre na sua vez, mandou ver com força, chegando a falar enquanto me virilhava a bunda:
- Puutaaa, sua puutaa... eu aqui esperando você chegaaarr, me acabando na punheta... e você na rua... dando essa buceta pros machos... e quando você me volta... ainda trás mais macho pra comer você, sua taraadaaa...
Caralho... foi melhor do que eu imaginava, o tesão só aumentava... Esses três machos se comportando o tempo todo feito animais, feito três cães Pit Bulls no cio em cima da cadelinha vira-lata... cada qual por vez me pegando de jeito por trás e tome rola na buceta... onde eu sentia cada rola entrando nervosa, me arregaçando a base de socadas frenéticas que me faziam gritar:
- EU QUERO ROOLAA, EU QUERO ROOLAAAA, EU QUERO ROOLAAAHHRRR...
Nunca me imaginei recebendo rola na buceta assim de forma tão constante, era uma saindo e a outra entrando... eu escorria suco de tesão enquanto elas socavam, me melado o tempo todo entre as coxas... bastava colocar o cabeção no rachado lubrificado e empurrar que escorregava tudo pra dentro de mim... minha buceta tava louca com três picas só pra ela comer o tempo todo... onde de quatro eu me sentia mais submissa, mais cachorra... sem falar que aquelas virilhas por vez surrando fortemente minha bunda, junto a uns bons tapas, me levavam ao delírio.
Em determinado momento minha bunda loira toda vermelha já tava doendo de tanto ser surrada por tapas e virilhas... e a minha encharcada buceta dormente de tanto levar socada de rola. Nisso mudei a posição e deitei de costas me arreganhando toda... onde cada desses três machos teve a sua vez de me pegar entre as pernas, enfiar tudo na minha desbeiçada buceta rosada toda molhada e me foder a base de bombadas, fazendo aquele barulho de batida de carne ecoar na sala. E quando veio o meu maridinho... ele me comendo entre as pernas e eu olhando na cara dele e falando:
- Tá gostando, tá meu corninho? Tá gostando de me ver assiiimmrr, toda putaaa? Foi você quem me fez assim... agora aguenta... Eu vou meter chifre em você todo dia, seu filho da puutaaa... Todo dia eu vou sair pra chifrar você, seu coornooooo, seu cooornoooo... todo dia eu vou esfregar a minha buceta fodida por outro na tua caraaa... pra tu sentir o cheiro da pica de outro maachooo...
Isso que falei só serviu pra ele ficar mais estimulado e aumentar a bombada no meio das minhas pernas e me fazer gozar aos berros.
... era um entra e sai, um tira e bota de rola na minha buceta por entre as minhas pernas sem parar... eles suando pra caralho, pingando suor em cima de mim enquanto bombavam, encharcada, mas me esforçando em permanecer toda arreganhada e aguentando o peso e os solavancos do corpo de cada um... pois eles me socavam como se seus paus fossem britadeiras ligadas no máximo... botando pra machucar o fundo da minha buceta... eles deitavam seus rostos em mim, me beijavam a boca chupado, mamavam nos meus peitos... e tome rola, tome rola entre as pernas...
Então rolou um tempinho sem sexo, o suficiente pra eu ir na cozinha pegar uma água pra mim e mandar meu marido levar eles pro nosso quarto e esperar por mim lá. Pois na cama seria mais gostoso.
Entrei no quarto levando garrafas de água pra eles... que se refrescaram, todos suados e com seus paus ali pulsando em suas virilhas... Logo fui agarrando um e outro, beijando na boca, segurando uma rola e outra e punhetando... e pedindo:
- Não parem de me comer... quero desmaiar de tanto dar pra vocês... Vem.. vem você, seu safado.
Na cama eu fui virando na minha melhor posição, de que nem uma cadela, só pra continuar sendo pega por cada um deles por vez, com suas picas enormes, duras... O primeiro já veio me domando com firmeza, me esfregando o cabeção no rego da bunda loira e encaixando na buceta... empurrando tudo... me arregaçando a buceta e socando forte aos sons de batidas de carne no meu rabo, tapas e frases safadas, tipo:
“Puutaaa... Vaadiiaa... Cachorra do caralho... Sua vagabuundaa... Você quer rola, sua piranha, então toomaa, toomaaa, toomaaa...”
Eles foram revezando, me pegando de quatro... e era virilha batendo forte, saco balançando por baixo, tapa na bunda, puxão de cabelos... e tome rola, tome rola... três machos revezando em mim de quatro... me enchendo de pica. Tinha momento que o sacode era com tamanha força que eu tinha que me segurar nos panos da cama pra não ser arremessada pra frente... mas era assim que eu queria ser fodida, com toda a força, que todos eles arrebentassem suas virilhas na minha bunda, que esfolassem minha buceta com seus cacetões deliciosos e enfurecidos.
- NÃO PAARAA, NÃO PAARAA, IISSOOO, IIISSOOO, ME DÁ ROOLAAA, ME DÁ ROOLAAA... AAAHHHRR, AAAHHHRRR, AAII CARAALHOOO TÔ GOZAAAANNNNN.... AAAAAHHHHRRR....
O primeiro a meter no meu cu foi o meu maridinho... E ele tem um jeito todo dele de me pegar por trás e enfiar tudo no meu cu... até encostar sua virilha na minha bunda... eu gemi aqui tanto, tanto, tão manhosa, rebolando na virilha dele me encoxando...
- Você sabe que amo dá meu cuuu, você sabe, né, seu safaadooo?...
Ele me chupando o lado do pescoço, me prendendo num abraço a virilha dele encoxando minha bunda, de pau todo atolado no meu cu... sussurrou no meu ouvido:
- Safada, eu tô sentindo que o seu cu tá arrombado... Deu muito a bunda antes de voltar pra casa, né, sua puta?
E eu, rebolando na encoxada dele e falando manhosa:
- Siimmrr, siimmrr, dei muito... mas quero mais, quero muito dar meu cuzinhoooo...
Meu marido então, dono da situação enquanto os outros dois se masturbavam esperando a vez, subiu na cama e montou no meu bundão loiro, onde cavalgou estocando de cima pra baixo até o talo no meu cu... me deixando maluca entre gemidos de dor e prazer... Ele socou tão gostoso, e eu mesmo chupando uma rola me concentrei no vai e vem da rola dele socando meu cuzinho e gozei... e bastou ele parar e tirar seu pau gozado do meu cu arrombado e escorrendo porra de dentro, que o próximo quis o mesmo... onde me pegou de jeito por trás, nem deixou meu cu fechar e enfiou tudinho dentro, e assim galopou montado no meu rabo loiro numa comida de cu dominadora... me fazendo pedir entre gemidos de dor e tesão:
- iissooo, iissooo, asssimmmrr, assiimmrr, não paaraaa... aaiimmrr, me dá rola no cuuu, me daaahhrr, aaieeerrrr... eu gosto é no cuuu... aaiii que teesããooohhhrr...
Parece que os dois tavam esperando ver quem ia ser o primeiro a meter no meu cu... pois depois que meu maridinho tomou a iniciativa... os dois só quiseram saber de me meter no rabo... eu só aguentei mesmo porque eu adoro dar a bunda... Deixei meu rabo loiro a disposição dos três machos, toda de quatro e rebolando antes de cada penetrada... E cada um que metia no meu cu socava praticamente no mesmo ritmo... me levando a orgasmos maravilhosos...
- Puta que o pariu... olha que rabo mais gostoso... aahhhrr... cuzinho gostoso de meeteeerr, rraammmr, rraiii meu paauuu, rraahhhhrrr...
Meu marido quando vinha me pegando e já quase metendo pela terceira vez, e um deles pediu:
- Ei, parceiro, deixa eu foder um pouquinho, vai... ela é tua esposa, tu tem essa bunda na hora que tu quer.
E ele deu a vez e esse safado meteu no meu cu gemendo... enfiando sem pressa, se deliciando com o seu pau empurrando minhas preguinhas e se aconchegando gostoso no meio da minha loira bunda virada pra ele de quatro, me domando pelos quadris e assim começando a me socar, me fazendo gritar de dor e prazer... e quando ele encontrou o ritmo certo da socada, cheguei a gozar bem bruto que fiquei tonta... pois gozar pelo cu é mais forte que gozar pela buceta... em alguns momentos eu gozava gritando... era a vara socando meu cu e eu louca gozando e gritando... me tremendo toda, sendo puxada pelas mãos desses três machos por vez me domando pelos meus quadris e mandando ver cada socada de pau no meu cu que me deixava louca...
Nossa, dar o cu pra três assim, é foda, é tenso... eu apenas me mantive toda arrebitada e deixei eles a vontade pra me pegar por trás, meter seus paus no rosado buraco da minha loira bunda e me foder como bem quisessem... onde cada um tinha um jeito de me enrabar, sendo que a enrabada do meu maridinho era especial, meu cu se mostrava mais apaixonado pelo pau dele... mas gostei da forma safada e possessiva dos garotões, que me trataram como uma puta, me dando tapas na bunda e me socando forte sem tirar de dentro enquanto me xingavam de tudo.
Foi quando então, no meio dessa loucura toda, com os três se acabando de ofegar, banhados de suor e cheirando ao mais puro e selvagem sexo sem limites, eu simplesmente mandei meu maridinho deitar na cama, onde montei no pau dele, de buceta no pau dele... e arrebitei meu rabo loiro e olhando por sobre um ombro meu, pedi toda manhosa pros dois garotões:
- Quero um pau aqui na minha boca e outro no meu cu... anda, agora.
Até então eu só tinha provado de uma DP e em uma ocasião passada, e aqui seria uma nova e deliciosa oportunidade, pois foder com três e não querer duas ao mesmo tempo seria um desperdício de rola. E nossa, empinei meu rabão loiro bem safado enquanto por trás de mim um deles chegou junto de jeito e foi me empurrando a sua benga no meu cuzinho... nesse cuzinho já tão fodido, arrombado por eles e que não cansava de querer pica... gemi... nossa, a sensação de ter duas dentro é uma loucura... me arrepiei e me tremi todinha e o puto atrás de mim já foi me puxando e socando, mandando ver, onde eu era arremessada por sobre meu maridinho mamando meus peitos e sentindo minha buceta fodendo seu pau. E eu entrando no meu modo delirante:
- iissooo, me dá roolaaa, me dá roolaaa... aasssimmrr, assimmrr, no cu e na buceetaa, no cu e na buceetaaa... deliiiciiaaa... que gostooosooo, me foodaaam, me foodaaamm, aaaaahhhhrrr...
Logo o terceiro calou meus gemidos e gritos ficando em pé na cama ao meu lado e empurrando seu caralho suculento na minha boquinha de puta. Onde sufoquei... pau na buceta, pau no cu e pau na boca... nenhum buraco meu onde essas picas pudessem entrar ficou desocupado. Todos os paus me fodendo ao mesmo tempo...
E claro, eles foram trocando de lugar um com o outro, onde o que tava fodendo meu cu deitou na cama pra eu montar em seu pau e foder minha buceta, enquanto o meu maridinho ficou diante de mim, me dando sua delícia de cacete pra eu chupar bem gulosa, e o que tava antes com o pau na minha boca assumiu o comando da minha raba e me pegando de jeito pelos quadris me fodeu forte o cu... e assim eles foram trocando e trocando de lugar nessa ciranda de DP, nesse carrossel delicioso de penetrações na minha boca, buceta e cuzinho... fodendo, fodendo, fodendo... sempre forte nos três buracos... três machos loucos e tarados pegando a loira aqui de jeito e castigando, dando uma surra de pica... até que tomei gozada no cu... minutos depois na boca e dentro da minha prexequinha rosada...
Acabei essa foda vazando esperma pelos buracos entre esses machos exaustos e realizados.
Nunca me senti tão exausta depois de um sexo como fiquei aqui... Dar conta de três rolas foi cansativo no final das contas, mas delicioso, maravilhoso... A ducha do chuveiro caindo em meu loiro corpo todo cheio das marcas dessa foda me fez relaxar, sendo que o meu maridinho tava junto comigo, onde ele passava suas mãos com sabonete em mim, me esfregando, me limpando e ao mesmo tempo me acarinhando, me zelando, cuidando de mim, a musa dos seus fetiches... Foi um banho silencioso, apenas com o som da água caindo... Ele claramente tava saciado, realizado, me olhando com um olhar de admiração, de orgulho por eu dar a ele o prazer que ele mais queira, ver outros homens me comendo.
De volta a cama, arrumada e com panos trocados, eu já de camisola e ele de short de dormir, apagamos as luzes e praticamente desmaiamos de tão consumidos. Tanto que no dia seguinte, sábado, acordamos bem tarde.
Bom, era início de final de semana ainda, meu marido tinha um almoço de família, na casa dos pais dele, fui com ele. Gosto da família dele, me trata super bem, embora sejam judeus ortodoxos. E a família dele é imensa, e aqui a casa tava lotada, crianças correndo, gritando, os mais jovens num canto conversando entre si com seus celulares em mãos... Os mais velhos no terraço e eu ao lado do meu maridão, conversando com os pais dele, a avó e algumas tias, tios, irmãos mais velhos. Onde a conversa ia da política para o lado mais comportamental, sendo que aqui e ali os pais dele faziam comentários sobre casamento, sobre as obrigações servis da esposa, a importância legítima e autoritária do marido, ditando regras de valores tradicionais e a manutenção de costumes herdados de pais pra filhos... ao mesmo tempo usando o casamento deles e o comportamento conservador deles como exemplo... e eu só olhando de canto de olho pro meu marido, imaginando como seria a reação de todos ali se eu revelasse que o filho deles, meu marido, tinha prazer em me ver sendo fodida por outros homens.
Depois da visita aos pais dele, lá pro final da tarde, passamos num restaurante pra jantar, tomar um vinho... sempre conversando, namorando, sem pressa, sem querer outra pessoa no meio. Terminamos o dia em casa, no sofá, eu de camisola, ele de short, trocando beijos apaixonados e esperando o sono chegar. Enfim, o final de semana todo foi tranquilo, só nós dois, como um legítimo casal monogâmico, na mais pura calmaria. Sem safadezas. O domingão foi todo em casa. Lembro de um momento que começamos a conversar sobre o que eu tinha feito, onde eu disse:
- Amor... o que eu fiz nessa sexta passada, onde eu saí sozinha e me joguei em transas e tal... foi só uma vez mesmo. Eu só vou sair contigo, como sempre foi.
- Tudo bem, querida. Eu também achei bem arriscado. Você sozinha por aí naquela hora... Me excitei pra caralho por imaginar o que você tava fazendo, com quem tava, mas achei perigoso.
Aí veio a semana e a nossa rotina de trabalho nos consumiu, como normalmente faz. Com todas aquelas obrigações, horários a cumprir, metas a bater, reuniões, pessoas de ternos e gravatas entrando em nossas salas, apertando nossas mãos, falando num linguajar empresarial e tal... eu no meu trabalho e ele no dele... ambos sendo praticamente outras pessoas, bem mais centradas e com couraças que impediam que alguém entrasse em nossas intimidades. Complicado pensar em sexo numa rotina assim e é até bom porque serve de disfarce. Essa rotina do trabalho é ótima pra mim, pois assim eu penso menos em trair meu marido.
Contudo, na quinta-feira, eu fui participar de um evento corporativo. Foi num prédio do SEBRAE, com a participação do prefeito do Rio de Janeiro e um monte de empresários e tal. Eu ali cumprindo a minha parte, sentada numa fileira lá atrás, assistindo ao prefeito falando e anotando algumas coisas. De repente senta do meu lado um homem branco, alto, calvo, de terno e gravata, aparentando uns 40 e tantos, virei meu rosto olhando pra ele por ele ser bonitão, ao mesmo tempo em que ele me olhou com um simpático sorriso e me cumprimentou com um gesto de cabeça... A fala do prefeito seguiu, eu ali concentrada assistindo e tal... só que eu tava com as pernas cansadas de tanto mantê-las cruzadas... nisso eu fui descruzando bem sutil, deixei um pouco elas descruzadas, ajuntadas e dois minutos depois fui cruzando de novo bem sutil... e nesse momento dei uma olhadinha de canto de olho pro cara bonitão ao lado e notei ele espiando.
Daqui em diante não me concentrei mais nas pessoas ali no palco falando... E pra me deixar ainda mais fora do foco do trabalho, eis que virei meu rosto todo e flagrei ele me olhando nos olhos, com uma cara bem cínica. Ele deu uma disfarçada puxando conversa sobre o tema do evento, onde conversamos meio cochichando, mas paramos logo pra não atrapalhar as demais pessoas ao redor assistindo.
Terminado evento, eu coloquei meu celular na minha bolsa, a coloquei a tiracolo e fui deixando a sala junto a todos, saindo sem pressa, conversando entre si e tal... e o tal cara saindo caminhando na minha frente, até que adiante ele parou e se voltou pra mim, puxando conversa sobre o evento e tal.
Quando então, já fora da sala do evento, ele se apresentou a mim, era funcionário dali mesmo do prédio do SEBRAE, ele me chamou pra ir com ele até a sala dele, falando que queria me mostrar uns documentos relacionados a assuntos de trabalho e tal... Eu fui, pois era pertinente ao meus interesses... acompanhei ele pelos corredores do prédio, subi com ele por um elevador, e a gente conversando exclusivamente de negócios enquanto íamos caminhando num corredor deserto entre salas.
Chegando na sala dele ele abriu a porta pra eu entrar, em seguida ele entrou, fechou a porta, me mandou sentar diante da mesa dele... Começamos a conversar sobre negócios, ele sempre mostrando um bom humor, porém, quando ele começou a me fazer elogios aos meus olhos, a minha aparência... aí vi que esse cara queria outra coisa... eu sentada numa cadeira diante da mesa dele, prestando atenção no olhar dele me comendo por pensamento enquanto a sua boca falava de trabalho. Sempre olhando pras minhas pernas loiras cruzadas em minha saia em linho cinza, pro decote meio aberto da minha blusa ressaltando o repartido dos meus fartos peitos ajuntados pelo meu sutiã bustiê.
De repente ele se levantou e foi até um armário ao fundo, no qual pegou uma pasta, referente ao assunto que conversávamos... Nisso ele se aproximou, dando a volta em sua mesa e parou em pé diante de mim sentada, onde notei na calça em linho dele um certo volume marcando na horizontal... O filho da puta tava claramente excitado. Ele foi tirando uns documentos da pasta e me chamou pra ver, deixando em cima da mesa, me levantei enquanto ele afastou. Fiquei em pé diante da mesa, olhando os documentos... nisso me assustei com ele chegando em mim. Seu corpo avantajado me encoxando por trás, onde senti o pau duro dele em sua calça colado na minha bunda, ao tempo em que ele falava dos assuntos dos documentos bem na minha orelha direita com uma voz rouca e um hálito de bombom de menta.
A boca dele falando no meu ouvido deu lugar a beijos, mordidinhas no lóbulo, descendo pelo lado do meu pescoço com chupões, ao tempo em que eu ia sendo agarrada ao meio... logo as mãos dele subiram pros meus peitos por sobre minha blusa e os amassando com fortes apalpadas... Gemi... Me arrepiei... E nisso ele com uma mão nas minhas costas me fez debruçar de barriga na mesa dele, e com um joelho seu apartou minhas pernas por trás, onde ele simplesmente levantou minha saia expondo minha bunda pra ele... pegou com grosseria na minha calcinha e a arrancou de mim quebrando a alça tamanha força que ele usou pra puxa-la que eu gemi na hora falando: “Nããoo!”
Ele precisou de poucos segundos pra tirar seu pau da sua calça, esfregar a cabeça dele sem camisinha no rachado da minha buceta por trás e me empurra-lo...
- aaaaiiimmrr, filho da puuutaaa, rraaammm...
Eu nunca tinha transado em sala de escritório, e aqui eu tava sendo domada por trás por esse mero funcionário do prédio no qual fui participar de um evento, me batendo a virilha na bunda loira e socando forte seu pau na minha buceta. Poderia ser um abuso, um estupro? De certa forma, mas eu só sei que eu ergui uma perna minha a colocando apoiada por sobre a mesa dele e permiti que ele me fodesse... sendo que a sua mesa sacudia e derrubava coisas de cima enquanto eu sofria os solavancos das virilhadas dele me batendo na bunda... e aquele pau grande e duro socando sem parar minha buceta loira por trás me deixou louca.
Logo ele tirou o pau, me puxou pelos cabelos me virando pra ele e me fazendo agachar, onde enfiou seu pau pra fora da sua braguilha aberta na minha boca e socou, me fodendo a boca, engasguei, me babei... empurrei ele pra não me melar tanto... ele sentou na cadeira dele e segurando seu pau numa punheta me chamou pra sentar... eu fui, de saia erguida, sem calcinha, subi de frente no colo dele, sentando, fazendo o pau dele deslizar dentro da minha buceta molhada enquanto eu gemia e jogava meu rosto pro teto... e assim comecei uma puta cavalgada... quiquei tanto e tão forte que diante minha blusa aberta os meus peitões loiros escapuliram do meu sutiã bustiê e me acompanharam nesse meu galope, saltitando junto... quiquei, quiquei, quiquei na rola dele até gozar... onde parei me tremendo toda... rebolando, apertando o pau dele... e ele louco me segurando pela cintura, subindo as mãos e agarrando meus peitões... me chamando de safada, de gostosa.
Me levantei do colo dele meio lerda do baque do orgasmo que tive... ele urrando feito um bicho, de terno e gravata, calça aberta na virilha e com seu pau duraço pra fora... me pegou pelos cabelos na maldade e me empurrou num sofá ao lado, me mandando virar de quatro... Tomei uns dois tapões na bunda loira que ficaram as marcas da mão dele aberta tatuada... ele veio forte e grosseiro me pegando por trás, com uma mão no alto da minha bunda e a outra segurando seu pau, o qual deu uma esfregada com o cabeção no rego da minha bunda loira aberta e nisso ele me deu uma cuspida bem forte no meu cu... na hora que senti o cuspe batendo no meu cu me deu um surto de arrepio na pele toda, gemi... adoro tomar cusparada no cu.
E eu já sabia o que ele queria e até arrebitei bem safado... ele me meteu o pau no cu sem pedir... gemi me tremendo toda... me mantendo toda cachorra de quatro pra esse filho da puta que eu nunca tinha visto na minha vida, e que aqui tava me pegando desse jeito por trás e me dando uma enrabada que me deixou submissa, domada, tal qual uma cadelinha adestrada... onde a ânsia de orgasmo tomou de conta do meu corpo explodindo em espasmos conforme o pauzão duro dele se movimentava veloz fodendo meu cu... ele ali em pé no chão, me domando pelos quadris, me puxando constante e tome rola no meu cu, tome rola, tome rola, me dando um puta sacode de quatro, fazendo meus peitões balançarem rápido por baixo de mim... certamente esse filho a puta deve ter olhado muito pra minha bunda lá no auditório em algum momento e eu não percebi... e aqui ele tava realizando a vontade dele, de me pegar assim de quatro, me fazer de cachorra na sala dele e comer meu rabo de uma forma selvagem, possessiva, onde ele não deve dó e aumentou a velocidade da sua pica no meu cu ao notar pelos meus chorados gemidos de agonia e pelas reações enlouquecidas do meu corpo que eu tava atingindo um puta orgasmo anal... minutos depois ele também gemeu alto e parou de uma vez, me dando um puxão e debruçando seu corpo por sobre minhas costas, de virilha em sua calça grudada na minha loira bunda, enquanto ejaculava intenso de pau atolado no meu cu... enchendo meu rabo de porra.
Nossa, fui dirigindo de volta pra casa pelas ruas e avenidas do Rio, escutando música erudita no meu carro, me sentindo tão bem depois dessa foda repentina e com requintes de sodomização que tomei.
Cheguei em casa, meu maridinho corno na sala assistindo Netflix... mas não fui até ele, só dei boa noite perguntando se ele tava bem e segui rumo ao meu quarto. Esse chifre eu fiz questão de deixar em segredo... Fui direto pro quarto, tirei minha roupa toda e entrei no banho pra tirar de mim o cheiro desse sexo que provei fora de casa. E enquanto me ensaboava eu até toquei uma siririca lembrando da bela foda e da comida de rabo que tomei 30 minutos atrás.
Horas depois, eu na mesa de jantar ao lado do meu esposo, pois quando não chegamos juntos, ele só janta quando chego. E assim conversamos, e eu olhando pra ele e imaginando dois chifres na testa dele, recém colocados por mim... mas repito, essa foda eu guardei segredo. Logo mais ficamos juntinhos no sofá, sob o silencio da gostosa noite, esperando o sono chegar, onde eu disse pra ele em tom de lembrança:
- Amor... esqueceu não, né?
- O quê?
- Amanhã a gente tem compromisso com a minha amiga e o namorado dela. Lembra?
- Claro. Vamo lá.
Continua...
Obrigada e comentem pra eu postar mais.
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Comentários (1)
Rita: Guardar segredo de algumas fodas é importante e aumenta a tesão da infidelidade;)
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