Tirei o cabaço do cu do filho de minha esposa.
Faz exatamente dois meses que aconteceu. Eu sou Fernando, tenho 46 anos, casado com uma mulher maravilhosa, mas que tem um filho de 18 anos chamado Julinho. Desde o primeiro dia que vi aquele garoto, eu soube que ia ser difícil me controlar. Julinho tem um rosto bem delicado, quase feminino, cabelinhos lisos, pele branca e um corpo normal, mas com uma bundinha arrebitada, redonda e empinada que me deixa louco. Principalmente quando ele usa sunga de banho apertada, aquele volume na frente e aquela bunda quase saltando pra fora. Ele tem namorada, age como macho, mas eu sempre pegava ele olhando disfarçadamente pra minha sunga, pra o volume do meu pau. E eu notava tudo.
Aquele dia, dois meses atrás, minha esposa estava de plantão no hospital. Julinho chegou da faculdade já um pouco alto, tinha bebido com os amigos. Vestia aquela camisa vermelha justa que marcava o peito e a barriga lisinha, e uma calça preta de academia bem colada nas coxas e na bunda. O cheiro dele era uma mistura de suor, perfume e álcool. Ele veio direto pra sala, sentou no sofá do meu lado e começou a puxar papo, rindo alto, mais solto que o normal.
Eu já estava de tesão só de olhar pra ele. E dessa vez ele não disfarçava mais. Ficava olhando direto pro meio das minhas pernas, onde minha rola já começava a inchar dentro da bermuda.
— Ó, Julinho… tu tá olhando pra mim pra caralho, cara. Parece que tá afim — eu disse, direto.
Ele riu, corou um pouco, mas não negou.
— Pois é, Fernando… capaz de eu tá mesmo.
A gente riu, fingiu que era brincadeira, mas o clima mudou. Meu pau já estava latejando. Eu resolvi investir de vez.
— Se fosse verdade, Julinho… tu ia ser minha mulher também, igualzinha à tua mãe.
Ele parou de rir. Olhou pra mim com aqueles olhos grandes.
— Jura, Fernando? E se eu quisesse… tu faria o quê?
Eu me levantei do sofá, fiquei de frente pra ele. Meu pau já marcava forte na bermuda.
— Se você se levantar agora, eu vou te dar um beijo na boca e vou ser teu macho a partir de hoje.
Julinho ficou em silêncio uns segundos. Entrelaçou os dedos, olhou pro chão, respirou fundo… e se levantou. Ficou na minha frente, aquele corpo suado, cheiro de garoto jovem, camisa vermelha colada no peito. Eu não esperei. Segurei a nuca dele e enfiei a língua na boca dele. Julinho gemeu baixinho e correspondeu, tímido no começo, depois com fome. Minhas mãos desceram direto praquela bundinha arrebitada, apertando por cima da calça de academia. Era macia, quente, empinada pra caralho.
— Eu nunca dei a bunda… — ele sussurrou entre os beijos — mas tenho muita vontade… principalmente com o senhor.
— Você vai ser minha mulher também, Julinho. Hoje esse cu virgem vai ser meu.
Levei ele pro quarto. Botei ele de bruços na cama, exatamente na posição da foto que tirei depois. A bundinha ainda dentro da calça preta, mas eu baixei devagar, revelando aquela cueca GAP branca e, por baixo, a pele branquinha e perfeita. A bunda dele estava suada, com aquele cheirinho gostoso de macho jovem. Eu abri as bandas e passei a língua bem no meio, devagar, circulando o cuzinho rosado. Julinho gemeu alto, empinando mais a bunda pra mim, enquanto enfiava a mão por baixo do corpo pra bater uma punhetinha.
— Porra, Fernando… que delícia…
Eu lambi bastante, molhando tudo. Depois subi, deitei por cima dele, sentindo o calor do corpo suado. Encostei a cabeça grossa do meu pau bem na entradinha apertada.
— Vou comer esse cu, Julinho. Vou arrombar essa bundinha virgem.
— Tá doendo já, porra… vai devagar… — ele gemeu quando eu comecei a empurrar.
Eu segurei firme os quadris dele e forcei. O cuzinho resistia, apertadíssimo. Ele gritava, se contorcia, mas eu não parei.
— Cala a boca, puta. Faz força como se fosse cagar. Deixa esse pau entrar.
Ele obedeceu, gemendo, fazendo força. De repente a cabeça passou. Julinho soltou um grito abafado no travesseiro. Eu parei um pouco, só com a glande dentro, sentindo o cu dele pulsando em volta da minha rola.
— Calma… acostuma… — sussurrei no ouvido dele, beijando a nuca suada.
Depois de uns minutos ele relaxou. Eu fui empurrando devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. A bundinha dele engoliu minha pica inteira. Quente, apertada, macia pra caralho.
— Porra… tá tudo dentro… — ele gemeu, já batendo punheta mais rápido. — Que pica gostosa, Fernando… que pica gostosa…
Comecei a meter devagar, depois mais forte. O barulho de pele contra pele enchia o quarto. Julinho gemia como uma vadia:
— Vai devagar… tá doendo… ai porra… vai mais… mete tudo, me arromba!
Eu segurei o cabelo dele, puxei pra trás e meti com força, socando fundo. Ele se peidou algumas vezes, envergonhado, mas eu adorei.
— Peida na vara do titio, vai… se entrega toda, sua putinha.
Ele gozou primeiro, gritando, o corpo inteiro tremendo, enchendo a mão e a cama de porra. Eu continuei socando aquele cu arrombado, até não aguentar mais. Gozei forte, jogando jatos grossos de leite bem fundo dentro dele, marcando aquele cuzinho virgem como meu.
— Eu sou tua mulher… eu sou tua mulher, Fernando… — ele repetia gemendo enquanto eu gozava.
Quando tirei o pau, o cu dele ficou aberto, piscando, com meu esperma escorrendo. Eu peguei o celular e tirei aquela foto que você viu: ele de bruços, camisa vermelha ainda levantada, bundinha marcada, meu gozo vazando.
Depois daquele dia virou rotina. Toda vez que a mãe dele sai, Julinho vira minha putinha. Já gravei vídeos dele mamando meu pau, sentando gostoso, levando leitadas na cara e dentro da bunda. Ele adora agora.
Criei um perfil VIP no Telegram www.bit.ly/telemanu e www.selmaclub.com pra postar as fotos e vídeos dele. Ainda não mostrei pro Julinho que tô compartilhando, mas vou mostrar. Quero que ele vire mulherzinha pra mim e pra outros machos que gostam de bundinha nova, branca e apertada. Se você curtiu, entra em contato. Tem mais fotos e vídeos pra quem quiser ver o progresso dessa putinha.
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