Deu pena tirar o cabaço do cu de minha pequenina sobrinha. Mas não resisti. PARTE 02
Dois meses se passaram desde a primeira vez que arrombei o cuzinho virgem da minha sobrinha Larissa. Desde então, a putinha ficou viciada. Ela mal conseguia esperar o fim de semana. Na quarta-feira à noite, minha esposa avisou que ia fazer plantão de 24h no hospital. Larissa me mandou mensagem: “Tio, tô indo aí agora. Não aguento mais. Quero dar o cu pra você de novo… e quero bem mais violento hoje.”
Ela chegou da faculdade por volta das 19h, ainda com a roupa do dia: short jeans curto, blusinha fina e tênis. O dia tinha sido quente, ela estava suada pra caralho. Mal fechei a porta e já agarrei ela pelo cabelo, beijando com força.
— Tio… meu cu tá azedo… passei o dia todo sentada na faculdade, suada… — ela confessou baixinho, envergonhada.
— Ótimo. É assim que eu quero. Quero sentir o cheiro real dessa bundinha de vadia.
Joguei ela de bruços no sofá da sala. Arranquei o short e a calcinha. A bundinha redonda estava marcada pelo elástico, suada, com um cheiro forte, azedo e delicioso de cu que passou o dia fechado. Enfiei o nariz bem no meio e respirei fundo.
— Porra, Larissa… que cheiro forte de rabo sujo!
Ela gemeu alto quando enfiei a língua. De repente ela empinou a bunda e soltou um peido quente, longo e fedido bem na minha cara.
— Toma, seu tio nojento! — ela provocou.
Eu dei um tapa estalado na cara dela.
— Sua putinha suja! Peida na cara do tio de novo!
Ela peidou mais uma vez, rindo safada. Eu bati com mais força na bunda e no rosto.
— Sua vadia! Sua tia tá no plantão e você vem aqui pra dar o cu pro tio? — eu rosnava enquanto passava manteiga no pau e no cuzinho dela.
— Sim, seu canalha! Eu sou tua putinha agora! Mete logo, arromba esse cu!
Eu meti com tudo. Sem dó. O cuzinho dela ainda tava sensível da outra vez, mas eu forcei até o talo de uma vez. Larissa gritou feito louca:
— AAAAAHHH! TIO, TÁ RASGANDO! FILHO DA PUTA! TÁ DOENDO MUITO!
Eu tapei a boca dela e comecei a socar selvagemente. O sofá rangia. Eu dava tapas na cara, apertava o pescoço, batia na bunda dela com força.
— Bate mais, tio! Bate nessa puta! Eu mereço! — ela gritava entre gemidos de dor.
Depois de foder forte no sofá, eu levantei ela e levei pra cozinha. Coloquei ela de pé, encostada na pia, e enfiei o pau de novo no cu enquanto mandava:
— Faz o café pro tio, sua vadia. Quero café enquanto eu fodo esse cu.
Larissa tremia, chorando de dor, mas obedeceu. Tentava mexer na cafeteira enquanto eu dava estocadas brutais por trás. Cada vez que ela tentava pegar a colher, eu metia mais fundo. De repente ela soltou um peido molhado e começou a se cagar. Merda mole escorrendo no meu pau, caindo no chão da cozinha.
— Tio… eu tô me cagando… ai meu Deus… tá saindo tudo! — ela choramingava.
— Se caga mesmo, sua porca! Caga no pau do tio!
Eu continuei metendo no meio da merda, batendo nela, xingando. Levei ela pro banheiro ainda empalada. No chuveiro, com água caindo, ela se cagou toda, bosta escorrendo pelas pernas enquanto eu socava sem parar. Ela gozou gritando, o cuzinho apertando minha rola.
— Seu tio safado… eu te odeio… mas não consigo parar… me fode mais!
À noite, por volta das 23h, ela estava destruída. O cu vermelho, inchado, arrombado.
— Tio… por favor… hoje não… tá doendo muito… — implorou.
Eu não liguei. Joguei ela de costas na cama, levantei as perninhas dela no “frango assado” e enfiei tudo de uma vez. Larissa gritou alto:
— NÃÃÃOOO! TÁ MUITO FUNDO! VOCÊ VAI ME MATAR!
Eu metia com força, batendo os colhões na bunda suja, dando tapas na cara e apertando os peitinhos pequenos. Ela chorava, se contorcia, mas rebolava mesmo sentindo dor.
— Engole esse leite agora, sua vadia!
Tirei o pau do cu dela, subi no peito e enfiei na boca. Gozei forte, enchendo a garganta dela com porra que tinha gosto de merda, suor e bunda. Ela engasgou, tossiu, mas eu segurei a cabeça:
— Engole tudo, putinha! Engole o leitão do tio que veio do seu próprio cu sujo!
Ela engoliu chorando, olhando pra mim com os olhos cheios de lágrimas e tesão.
Ninguém da família faz a menor ideia do que a “docinha” Larissa faz quando vem pra casa da tia.
---
**Quer ver o vídeo completo dessa tarde insana?**
Os gritos, os peidos na cara, a merda na cozinha, o choro, os tapas e a gozada na boca?
Tem tudo isso e muito mais no nosso perfil:
**www.selmaclub.com**
**www.bit.ly/telemanu** (Telegram VIP)
**https://scatbook.com/manurecife2026**
Entra agora e vem acompanhar as putarias reais dessa família.
Te espero lá dentro, bem duro 🔥
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)